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Quais são as causas da diarreia crônica?

As principais causas da diarreia crônica são as seguintes:

  • Síndrome do intestino irritável (SII) - alteração na frequência das evacuações e do aspecto das fezes, associado a um quadro de desconforto abdominal que é reduzido com a evacuação, sem nenhuma doença orgânica que justifique o quadro. Normalmente, o paciente apresenta diarreia e cólicas relacionadas a períodos de estresse emocional. Alguns pacientes alternam diarreia com constipação intestinal, enquanto outros apresentam pequenas quantidade de muco nas fezes. Gases intestinais em excesso também são comuns. A síndrome do intestino irritável é uma doença benigna e pode apresentar melhora com algumas mudanças na dieta e no estilo de vida
  • Doenças inflamatórias intestinais (DII), como Retocolite ulcerativa e Doença de Crohn;
  • Infecções (por vírus, bactérias, protozoários ou vermes);
  • Síndrome de má absorção (Doença celíaca, por exemplo)
  • Intolerância e alergia a alimentos (por exemplo a intolerância a lactose, proteína de soja, sorbitol, frutose);
  • Causas pancreáticas (pancreatite crônica, deficiências da enzima pancreática, fibrose cística ou endócrinas);
  • Causas endócrinas (hipertireoidismo ou diabetes);
  • Causas hereditárias (fibrose cística, deficiências enzimáticas).
  • Cirurgias do abdome ou trato intestinal;
  • Tumores;
  • Radioterapia;
  • Redução de fluxo sanguíneo intestinal;
  • Alterações na função imunológica (deficiências de imunoglobina, AIDS, doença auto-imune);
  • Uso de determinados medicamentos (alguns antibióticos, laxantes).

 Em caso de diarreia crônica, isto é, aumento no número de evacuações diárias e/ou alteração na consistência das fezes há mais de 30 dias, consulte um médico para avaliação e tratamento.

Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Qual o tratamento para diarreia crônica?

O tratamento da diarreia crônica é determinado por sua causa, existem diversas causas, portanto várias formas diferentes de tratamento. Em caso de diarreia crônica (aumento no número de evacuações diárias e/ou alteração na consistência das fezes, há mais de 30 dias), jamais faça automedicação, procure um médico e sempre siga as orientações de tratamento dadas por ele.

O mais importante é assegurar a reposição de fluidos e eletrólitos perdidos nas evacuações, enquanto o tratamento medicamentoso (quando necessário) é realizado.

Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Qual o tratamento no caso de leucócitos baixos?

O tratamento no caso de leucócitos baixos é individualizado, dependendo da causa, e pode inclusive não ser necessário.

A redução no número de células de defesa do corpo (leucócitos ou células brancas), em relação a um valor de referência, recebe o nome de leucopenia. Não é uma doença (embora possa ser a manifestação de uma), e sim um resultado de exame laboratorial (exame de sangue). Seu valor de referência (normal) é de 4000 a 10000 leucócitos por milímetro cúbico (mm3) de sangue. Este valor foi calculado para abranger aproximadamente 95% da população saudável, mas não consegue abranger todos, isto é, há indivíduos perfeitamente saudáveis com, digamos, 3000 leucócitos/mm3 (assim como há pessoas saudáveis com 11000 leucócitos/mm3). A leucopenia torna-se grave apenas a partir de certos níveis críticos. Algumas etnias como negros e judeus do Yemen e Sudão têm comumente leucopenia, mas qualquer população tem indivíduos fisiologicamente leucopênicos em maior ou menor grau.

Em caso de leucopenia, um médico clínico ou preferencialmente um hematologista deve ser consultado para avaliação. O tratamento (se necessário) vai depender da causa, que deve ser investigada inicialmente pelo médico que solicitou o hemograma, que poderá encaminhá-lo a algum especialista se julgar necessário.

Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
O que é diarréia crônica?

Diarreia crônica é definida como o aumento do número de evacuações diárias ou alteração da consistência das fezes, om ambos, há mais de trinta dias. Manifesta-se como aumento de massa (ou volume) de fezes em mais de 200 g (ou ml) por dia.

As principais causas da diarreia crônica são as seguintes:

  • Síndrome do intestino irritável (SII);
  • Doenças inflamatórias intestinais (DII);
  • Infecções;
  • Síndrome de má absorção;
  • Intolerância e alergia a alimentos;
  • Causas pancreáticas;
  • Causas endócrinas;
  • Causas hereditárias;
  • Cirurgias do abdome ou trato intestinal;
  • Tumores;
  • Radioterapia;
  • Redução de fluxo sanguíneo intestinal;
  • Alterações na função imunológica;
  • Uso de determinados medicamentos.

Para auxiliar no diagnóstico, além da anamnese (história clínica completa e detalhada) e exame físico, podem ser solicitados (caso a caso): hemograma, proteínas totais e frações, transferrina, ferritina, ferro sérico, triglicerídeos e colesterol, VHS, exame de fezes completo, com protoparasitológico e coprocultura, além de pesquisa de leucócitos, sangue oculto e gorduras fecais, entre dezenas de outros exames.

A dosagem de eletrólitos fecais e a determinação do pH fecal podem ser úteis, além da retossigmoidoscopia e/ou colonoscopia e biópsia ou aspirado duodenal (giardíase e estrongiloidíase). Em indivíduos imunodeprimidos, é fundamental a pesquisa de agentes oportunistas.

O tratamento da diarreia crônica é determinado por sua causa, existem diversas causas, portanto várias formas diferentes de tratamento.

Em caso de diarreia crônica, jamais faça automedicação, procure um médico e sempre siga as orientações de tratamento dadas por ele. O mais importante é assegurar a reposição de fluidos e eletrólitos perdidos nas evacuações, enquanto o tratamento medicamentoso (quando necessário) é realizado.

Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Urticária tem cura? Qual o tratamento?

A urticária, quando identificada e afastada a causa, pode ter cura, mas muitos casos se tornam crônicos e necessitam de tratamento contínuo por muitos anos. A urticária é uma doença cutânea que se caracteriza pelo surgimento de lesões elevadas, avermelhadas e muito pruriginosas.

Os quadros agudos, ou seja, com menos de seis semanas de duração, tem tratamento baseado no uso de antihistamínicos de segunda geração, como loratadina, ebastina, cetirizina, fexofenadina, ou de primeira geração, como hidroxizine, dexclorfeniramina, cetotifeno e doxepina.

O tratamento da urticária crônica, aquela com duração superior a seis semanas consiste em:

  • remover a causa, que muitas vezes não é identificada;
  • reduzir o estresse emocional, o sobreaquecimento do corpo e a ingestão alcoólica;
  • evitar o uso de ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não hormonais, codeína e morfina;
  • evitar o uso de inibidores da ECA, como captopril e enalapril;
  • dietas especiais, apenas se houver suspeição de causa alimentar associada;
  • tratamento medicamentoso:
    • primeira linha: antihistamínicos de segunda geração. Pode-se iniciar o tratamento com um desses medicamentos: cetirizina 10mg/dia, fexofenadina 180mg/dia, desloratadina 5mg/dia, loratadina 10mg/dia ou epinastina 20mg/dia. Se não houver melhora, podem ser associados antihistamínicos de primeira geração, como hidroxizina, 25mg a 100mg/dia via oral, fracionando-se 25mg a cada oito ou seis horas. São ainda opções a clemastina, a dexclorfeniramina e a ciproheptadina.
    • segunda linha: corticosteróides orais, que devem ser utilizados por curto período de tempo. Outra opção é o uso de montelucaste.
    • terceira linha: imunossupressores ou imunomoduladores, como ciclosporina, metotrexate, imunoglobulina, colchicina, dapsona, hidroxicloroquina, sulfassalazina e nifedipina.

A urticária pode ser, por vezes, uma doença de difícil controle e, dependendo da causa, pode ou não ter cura. O médico dermatologista deve ser consultado para que seja feito adequados diagnóstico e tratamento.

Dra. Ângela Cassol
Coceira na virilha, o que pode ser?

A causa mais comum de coceira na virilha é a tinea cruris, uma infecção da pele causada por algumas espécies de fungo. Outras causas são: dermatite seborréica, dermatite eczematosa e neurodermite. Abaixo, cito alguns detalhes sobre essas doenças:

  • Tinea cruris: clinicamente se caracteriza pela presença de lesão avermelhada, especialmente na periferia, com descamação fina e algumas vezes presença de pústulas (bolinhas de pus). As lesões costumam ser pruriginosas. Pode acometer ambas as virilhas ou apenas um lado. O tratamento é simples e consiste no uso de antifúngicos tópicos, como cetoconazol, isoconazol, miconazol, ciclopirox olamina, dentre outros. Não é recomendada a associação de antifúngico e corticóide tópico (como betametasona), pelos efeitos colaterais potencialmente deletérios.
  • Dermatite seborréica: clinicamente se caracteriza pela presença de lesão avermelhada, com descamação mais grosseira e amarelada e também pode ser pruriginosa. Normalmente as lesões são recorrentes e podem piorar no verão e nos meses em que a temperatura é mais alta. O tratamento pode ser feito com medicações tópicas, como cetoconazol xampu e tacrolimus;
  • Dermatite eczematosa: clinicamente, se apresenta com lesões avermelhadas, com vesículas e que exsudam (são úmidas). Se a causa não é afastada, a pele pode engrossar, adquirindo coloração acinzentada e aspecto "enrugado". Pode ocorrer como consequência ao contato com substâncias irritantes, como cáusticos, ou com substâncias a que a pessoa adquire alergia, como sabões, detergentes ou tecidos sintéticos. O tratamento consiste em afastar o irritante e eventualmente o uso de corticóide tópico, somente com prescrição médica;
  • Neurodermite: clinicamente se apresenta com uma região em que a pele fica mais "grossa", de coloração acinzentada e "enrugada". É consequência da coçadura crônica. O tratamento por vezes é desafiador e inclui pomadas tópicas e comprimidos.

Outra doença que pode acometer a virilha é a psoríase, contudo, não é comum a queixa de prurido.

Para uma melhor avaliação, deve ser procurado um médico dermatologista.

Dra. Ângela Cassol
O que pode causar micose na virilha?

A micose na virilha, conhecida como tinea cruris ou tinha crural, é causada por fungos conhecidos como dermatófitos. 

Há alguns fatores que predispõem ao surgimento das micoses inguinais, que são:

  • contato com o fungo, através de fômites contaminados, como toalhas, lençóis ou roupas;
  • ter relações sexuais com parceiro que esteja com micose;
  • ambiente propício à proliferação do fungo, ou seja, ambiente quente, úmido e sem luz, o que torna a região da virilha particularmente suscetível;
  • uso de roupas apertadas, de tecido sintético que não permitem a transpiração, épocas em que a temperatura é mais alta, excesso de sudorese local;
  • má higiene local;
  • trocas infrequentes da roupas íntimas;
  • sexo masculino;
  • obesidade, pois aumenta a área suscetível ao desenvolvimento do fungo;
  • diabetes mellitus e outros tipos de imunossupressão, incluindo HIV e pessoas que utilizam certos medicamentos.

O tratamento é feito com antifúngicos de uso tópico, porém a recorrência é comum.

Os fungos dermatófitos compreendem três gêneros: Trichophyton sp, Epidermophyton sp e Microsporum sp. Na região inguinal, os fungos mais comuns de causarem micose são dos gêneros Trichophyton sp e Epidermophyton floccosum.

Para uma melhor avaliação e seguimento, é necessário consultar um médico dermatologista.

Dra. Ângela Cassol
O que é carcinoma epidermoide? Tem cura?

Carcinoma epidermóide é o tumor maligno originado nas células epiteliais presentes na pele e na camada escamosa das mucosas (esôfago, laringe, boca, canal anal, pulmões, colo uterino, etc).

Impossível saber se tem cura sem saber a localização e o estadiamento do tumor (o quanto é avançado). De maneira geral, tem maiores chances de cura:

  • Os tumores cutâneos,
  • Tumores diagnosticados quando pequenos;
  • Tumores que não invadiram estruturas vizinhas ou geraram metástases.

O tratamento com maiores chances de cura é a excisão cirúrgica. Outras modalidades de tratamento são a quimio e a radioterapia.

O diagnóstico e o tratamento devem ser avaliados pelo médico especialista do local onde se originou. No caso de tumores cutâneos, o médico dermatologista deverá avaliar a melhor modalidade de tratamento.

No caso de tumores de esôfago e canal anal, o médico gastroenterologista; no caso se tumores da laringe e boca, o médico cirurgião de cabeça e pescoço; no caso de tumor de pulmão, o pneumologista, e no caso de câncer de colo uterino, o ginecologista.

Dra. Ângela Cassol
Cansaço durante a gravidez é comum?

O cansaço na gravidez é um sintoma muito comum. Geralmente, inicia-se no primeiro trimestre, e é causado pelas alterações hormonais do começo da gestação, sendo a progesterona o principal hormônio envolvido.

Com a elevação desse hormônio, há um aumento do fluxo sanguíneo para o útero, além de relaxamento muscular e consequentemente uma diminuição na atividade motora fina (fica mais difícil colocar a linha no orifício da agulha), agindo como um potente sedativo.

A progesterona é responsável pelas alterações de humor, esquecimento ocasional e constipação intestinal. O cérebro adquire tolerância aos altos níveis do hormônio durante a gestação. 

No segundo trimestre, normalmente o cansaço desaparece, retornando no terceiro trimestre, quando está relacionado ao peso do bebê, à dificuldade de expansão dos pulmões devido ao tamanho do útero e à anemia natural da gravidez.

Certo grau de cansaço é esperado na gestação e não traz prejuízos ao bebê. Contudo, na presença de cansaço excessivo, é necessário consultar seu obstetra, para que sejam afastados:

  • hipotireoidismo
  • insuficiência cardíaca
  • insuficiência renal
  • diabetes mellitus
  • doenças pulmonares
  • reações a medicamentos
  • doenças do sono

Toda gestante deve fazer acompanhamento pré-natal regular.  

Dra. Ângela Cassol
O que é carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular é um tipo de câncer de pele, originado na camada basal da epiderme, que é constituída por células especializadas em constante multiplicação, ou nos apêndices cutâneos (pelos, glândulas sebáceas ou sudoríparas, por exemplo).

É o tipo de câncer de pele mais comum, afeta mais homens do que mulheres, e pessoas com a pele clara e antecedente de longa exposição ao sol, sem proteção.

Usualmente se manifesta depois dos 40 anos, em áreas do corpo diretamente submetidas à radiação ultravioleta, como face, pescoço, costas e pernas.

Em geral, o primeiro sinal do carcinoma basocelular é o aparecimento de um caroço consistente, róseo ou translúcida, com pontos perolados e telangiectasias (pequenos vasos visíveis na superfície). Essas lesões podem sangrar e formar crostas e dificilmente cicatrizam.

Outros sinais menos comuns são os nódulos com pontilhados de pigmentos, que caracterizam o carcinoma basocelular pigmentado, algumas cicatrizes superficiais (carcinoma basocelular esclerodermiforme) e placas avermelhadas e descamativas (carcinoma basocelular superficial).

O diagnóstico leva em conta as características clínicas da lesão cutânea e o resultado da biópsia.

O prognóstico dos carcinomas basocelulares é favorável, porque os tumores evoluem devagar e muito raramente geram metástases. Contudo, podem se comportar com agressividade local e o diagnóstico precoce é fundamental para evitar que as feridas provoquem deformidades estéticas, muitas vezes irreparáveis.

O tratamento de escolha do carcinoma basocelular é cirúrgico, com remoção completa da lesão.

O aparecimento de lesões de crescimento lento, mas difícil cicatrização, que sangram ou coçam devem obrigatoriamente passar por avaliação médica dermatológica.

Dra. Ângela Cassol
Qual o tratamento para carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular pode ter algumas modalidades de tratamento, citadas abaixo:

  • Remoção cirúrgica: é o tratamento de escolha. A lesão deve ser removida com margem de 0,5 cm. Se a lesão for pequena, usualmente é feita com anestesia local e pode ser necessário enxerto para cobrir a falha. A recuperação costuma ser rápida, porém a completa cicatrização pode demorar alguns meses;
  • Criocirurgia com nitrogênio líquido: boa opção de tratamento para tumores sólidos ou superficiais, naqueles pacientes que não desejam a cirurgia, ou não tem condições clínicas para tal. É feita com anestesia local e o pós-operatório é incômodo durante duas a três semanas, permanecendo cicatriz esbranquiçada;
  • Curetagem e eletrocoagulação: opção para tumores sólidos, naqueles pacientes sem condições clínicas para o procedimento cirúrgico. É feita com anestesia local, a recuperação é rápida e a cicatriz é pouco perceptível;
  • Aplicação de imiquimod tópico a 5%: indicado apenas de a lesão for superficial. Não deixa cicatrizes, mas provoca irritação local intensa e deve ser utilizado por três meses;
  • Terapia fotodinâmica: indicada para tumores superficiais, localizados em área nobre, naqueles pacientes que não desejam cicatrizes. É um procedimento doloroso e necessita algumas sessões, com controle com biópsia após. Não deixa cicatrizes;
  • Radioterapia: boa opção para tumores grandes, naqueles pacientes que não desejam a cirurgia, ou não tem condições clínicas para tal. Dependendo do tipo histológico do tumor, as recidivas são frequentes.

 Algumas recomendações devem ser seguidas por todos, para prevenir o surgimento do carcinoma basocelular:

  • Caso note alterações no aspecto de sinais antigos ou que custam a cicatrizar, procure um dermatologista;
  • Não se exponha diretamente ao sol, especialmente entre 10h e 15h;
  • Use protetor solar com fator de proteção adequado ao seu tipo de pele, todos os dias e reaplique-o a cada três horas. Não se esqueça de passá-lo também nos lábios, nas orelhas e na cabeça, se for calvo;
  • Use bonés, chapéus e óculos escuros, camisetas de mangas longas e calças compridas se seu trabalho é forçosamente realizado ao ar livre.

A modalidade de tratamento deve ser decidida junto ao médico dermatologista.

Dra. Ângela Cassol
O que significa carcinoma in situ?

Carcinoma in situ é o câncer no seu estágio mais inicial, quando ainda não invadiu estruturas profundas. Usualmente tem excelente prognóstico, pois o risco de metástases é praticamente nulo e o tratamento instituído muitas vezes é curativo.

Outros fatores prognósticos são a localização do câncer e o tipo histológico. O médico que solicitou a biópsia deve orientá-lo quanto às modalidades de tratamento e fatores prognósticos.

Dra. Ângela Cassol