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Quais são os sintomas de câncer de boca?

Os principais sinais e sintomas do câncer de boca são o aparecimento de feridas, caroços ou inchaços nos lábios, céu da boca, gengiva, língua, glândulas salivares ou amígdalas (garganta).

As feridas decorrentes do câncer bucal não cicatrizam. Outros sintomas que podem estar presentes nesses tipos de tumores malignos são: sensação de dormência em qualquer parte da boca, sangramentos sem uma causa aparente, dores na garganta que não passam e manchas na cavidade bucal ou nos lábios de coloração avermelhada ou esbranquiçada.

Dependendo do tamanho e da localização do tumor, o câncer de boca pode prejudicar o hálito e causar dificuldades para engolir ou falar. Em fases mais avançadas, o câncer bucal pode provocar ainda perda de peso.

Os caroços ou nódulos também podem aparecer no pescoço. Nesse caso, não se trata do tumor em si, mas de gânglios linfáticos, também conhecidos como linfonodos, que estão com o tamanho aumentado. Trata-se de uma resposta do sistema imunológico ao tumor, já que esses gânglios participam do sistema de defesa do corpo.

Veja também: Linfonodos aumentados pode ser câncer?

Pessoas que fumam, tomam bebidas alcoólicas frequentemente ou se expõem excessivamente ao sol são as mais propensas a desenvolverem câncer na boca.

Contudo, há ainda outros fatores de risco que favorecem o aparecimento desse tipo de câncer, como má higiene bucal, dentes quebrados não restaurados ou próteses que podem causar lesões ou irritação na gengiva ou nos lábios, falta de vitaminas, infecção por HPV, ingestão frequente de bebidas quentes, entre outros.

Se for detectado e tratado corretamente nas fases iniciais, o câncer de boca tem boas chances de cura. Por isso é importante verificar frequentemente os lábios e o interior da boca à procura de feridas que não cicatrizam, caroços ou manchas esbranquiçadas ou avermelhadas.

Veja como fazer o autoexame em: Caroço no céu da boca: o que pode ser?

Vale lembrar que nem toda ferida, mancha ou caroço na boca é um sinal de câncer bucal, mas é importante que essas manifestações sejam avaliadas por um dentista estomatologista.

Saiba mais em:

Quais são os sintomas de câncer na garganta?

Quais são os sintomas do câncer de língua?

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Dormência na boca: o que pode ser?

Quais são os sintomas do câncer de língua?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O câncer de língua pode se manifestar sob a forma de aftas ou feridas dolorosas que não cicatrizam, aumentam de tamanho e não melhoram com os tratamentos. As lesões costumam sangrar e têm as bordas rígidas. Os sinais e sintomas também podem incluir a presença de manchas vermelhas ou esbranquiçadas que normalmente não causam dor.

Pessoas com câncer de língua também podem sentir dormência no local e apresentar inchaço ou caroços na língua. 

A presença de caroços ou nódulos no pescoço também é comum. Nesse caso, trata-se do aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, também chamados de linfonodos. Esses pequenos órgãos de defesa participam do sistema imune do corpo e podem aumentar de tamanho em caso de inflamações, infecções e câncer.

Veja também: Linfonodos aumentados pode ser câncer?

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer na língua ou em qualquer parte da boca (lábios, gengivas, garganta) são o consumo frequente e excessivo de cigarro e bebidas alcoólicas. 

Pessoas infectadas pelo vírus HPV ou que machucam constantemente a língua, geralmente com próteses dentárias mal ajustadas, também têm mais chances de desenvolver câncer de língua. A má higiene bucal também contribui para o aparecimento do tumor.

O câncer de língua tem cura, mas é importante detectá-lo precocemente e começar o tratamento nas fases iniciais do tumor.

A presença desses sintomas na língua ou em qualquer porção da cavidade oral deve ser avaliada pelo/a dentista especialista em estomatologia.

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Anticoncepcional pode causar nódulo ou câncer de mama?

Não, anticoncepcional não causa nódulo ou câncer de mama, nem prejudica a saúde das mamas.

Durante algum tempo houve dúvidas se a pílula anticoncepcional poderia ou não causar nódulos benignos na mama, mas os estudos científicos comprovaram que não há relação entre o desenvolvimento de nódulos na mama e o uso de anticoncepcionais.

Quanto ao risco de câncer de mama, não existe nenhuma evidência que relacione o anticoncepcional com qualquer tipo de câncer.

Aliás, existem evidências bem estabelecidas e aceitas de que a pílula anticoncepcional pode ajudar a prevenir câncer de ovário e câncer de endométrio, além de proteger contra:

  • Miomas;
  • Endometriose;
  • Pólipos;
  • Cistos no ovário;
  • Alguns tipos de infecção;
  • Alterações benignas das mamas.

Leia mais sobre o assunto em Além de impedir a gravidez, para que pode servir o anticoncepcional?

Fale com o seu médico ginecologista sobre os eventuais riscos e os benefícios da pílula anticoncepcional.

Também pode lhe interessar: O que é um nódulo isodenso?

Beber álcool aumenta a probabilidade de ter câncer de mama?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O consumo de bebida alcoólica aumenta o risco desenvolvimento de vários tipos de câncer, inclusive o câncer de mama.

Sabemos que para o desenvolvimento do câncer de mama, muitos fatores de risco são envolvidos como idade, predisposição genética, uso de hormônios (pílula anticoncepcional e terapia de reposição) contendo estrogênio, idade da menarca, idade da menopausa, idade do primeiro filho, entre outros. O consumo de álcool, juntamente com esses outros fatores, influencia no aumento da probabilidade de ter câncer de mama.

Nenhum fator desses isoladamente vai determinar o aparecimento do câncer. Para que o câncer de mama seja instalado há uma conjunção de elementos dependentes das características de cada pessoa e de sua exposição ao longo da vida.

O consumo de álcool também pode ser maléfico para outros aspectos da saúde e aumenta a chance de surgimento de outras doenças. Por isso, é sempre recomendável o uso reduzido de bebidas alcoólicas ou mesmo a abstenção para as pessoas que apresentam outros fatores de risco associados. 

Leucoplasia é câncer?

Leucoplasia não é câncer, mas pode se transformar em um. Embora não seja possível prever quais lesões irão sofrer transformação maligna, sabe-se que as leucoplasias de aspecto não homogêneo são as que têm mais chances de evoluir para câncer.

Outros fatores de risco para a malignização incluem: persistência da lesão por tempo prolongado, ocorrência em mulheres, presença da leucoplasia em pessoa não fumante, localização na língua ou soalho da boca, lesão maior que 2 cm2 e presença de Candida albicans.

A leucoplasia é uma mancha ou placa branca que surge na boca e que não é possível remover com raspagem. Suas causas estão muito associadas ao hábito de fumar, sendo por isso mais comum em fumantes.

Pode ser classificada como homogênea e não homogênea. A primeira apresenta placas brancas uniformes, lisas e finas, enquanto que a não homogênea tem uma superfície rugosa, verrucosa ou com áreas avermelhadas.

Veja também: Língua branca é sinal de doença?

A leucoplasia verrucosa proliferativa é uma forma não homogênea de leucoplasia com elevado risco de se transformar em câncer. Suas lesões são múltiplas e resistentes ao tratamento.

O diagnóstico da leucoplasia é conformado através de biópsia. Uma vez detectada, recomenda-se afastar os fatores de risco, realizar um acompanhamento clínico e remover a lesão cirurgicamente, quando possível.

O tratamento da leucoplasia pode ser feito com medicamentos (retinoides, betacaroteno, bleomicina), terapia fotodinâmica ou cirurgia. Os tratamentos cirúrgicos incluem criocirurgia, laser e remoção cirúrgica convencional.

Para prevenir o aparecimento do câncer, é feita a remoção cirúrgica da leucoplasia. Contudo, a retirada da lesão não é totalmente eficaz para prevenir o aparecimento do câncer. Isso porque o tumor pode se desenvolver em áreas adjacentes à leucoplasia e não apenas onde estava a lesão.

Portanto, não existe um tratamento capaz de prevenir recidivas ou impedir que a leucoplasia se transforme em câncer.

Para maiores informações, consulte um cirurgião dentista.

Quais os sintomas do câncer de endométrio?

O principal sintoma do câncer de endométrio é o sangramento uterino anormal, que pode se manifestar na fase inicial da doença e ocorre em mais de 90% dos casos de câncer de endométrio. Outros sintomas que também podem estar presentes incluem dor ou sensação de peso na pelve e corrimento vaginal purulento. 

O sangramento uterino em mulheres na pós-menopausa é um forte indício de câncer de endométrio, uma vez que a maioria das pacientes afetadas pelo tumor encontram-se nessa fase.

Essas mulheres também podem apresentar corrimento vaginal de cor branca ou amarelada, semanas ou meses antes de começar o sangramento.

Sangramentos vaginais fora do período menstrual em mulheres na pré-menopausa também devem ser investigados.

Quando o câncer já se espalhou para outras partes do corpo (metástase), podem surgir sinais e sintomas relacionados com outros órgãos que foram atingidos pela doença, tais como:

  • Prisão de ventre (intestinos);
  • Dificuldade para urinar (bexiga);
  • Tosse, falta de ar (pulmões);
  • Icterícia (fígado);
  • Presença de nódulos ou "ínguas" (linfonodos);
  • Tumor vaginal.

O câncer de endométrio é o câncer ginecológico mais comum nos países desenvolvidos. Os fatores de risco para desenvolver o tumor incluem terapia com estrógenos, ausência de ovulação crônica, obesidade, hipertensão arterial, idade entre 40 e 50 anos, pré-disposição genética, primeira menstruação precoce, menopausa tardia, entre outros.

O câncer de endométrio tem tratamento, mas é importante que o mesmo seja iniciado o mais cedo possível. Consulte um médico ginecologista em caso de sangramento uterino anormal, principalmente se você estiver na pós ou pré-menopausa.

Saiba mais em: Câncer de endométrio tem cura?

O câncer de pele tem cura?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Câncer de pele tem cura, mas é importante que haja um diagnóstico precoce. Quanto mais cedo o câncer de pele for descoberto, maior é a chance de sucesso no tratamento e, consequentemente, de cura do paciente.

Dos 3 tipos de câncer de pele (carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma), os carcinomas representam a grande maioria dos casos, mas é o melanoma aquele que apresenta o maior risco de morte devido ao risco de metástase (alastramento do câncer para outros órgãos do corpo). Porém, se for diagnosticado precocemente, o melanoma tem um alto percentual de cura. 

tratamento do câncer de pele depende do seu tamanho, tipo e da sua localização. Os carcinomas podem ser curados por completo através de cirurgia. Casos em que há um maior risco de metástase ou quando ela já ocorreu, pode ser necessário realizar radioterapia ou quimioterapia após a cirurgia.

É importante estar atento a qualquer alteração nas pintas ou feridas na pele que não cicatrizam. Se algum desses sinais for observado, recomenda-se procurar o/a médico/a dermatologista ou médico/a de família o mais rápido possível.

Saiba mais em: 

Quais são os sintomas do câncer de pele?

Melanoma tem cura? Como é o tratamento?

Câncer de endométrio tem cura?

Sim, câncer de endométrio tem cura. Mais de 90% das mulheres com câncer de endométrio ficam curadas da doença. O tratamento é cirúrgico, com retirada do útero (histerectomia), tuba uterina, ovários e gânglios linfáticos regionais. Quimioterapia, radioterapia e terapia hormonal também podem ser indicadas após a cirurgia, dependendo do caso.

O sucesso do tratamento do câncer de endométrio é devido ao diagnóstico precoce do tumor, já que a maioria dos casos é detectada na fase inicial. 

O procedimento cirúrgico pode ser realizado por meio de métodos minimamente invasivos, como a laparoscopia. Após a cirurgia, pode ser necessário iniciar o tratamento complementar com radioterapia ou quimioterapia, conforme as características e o estágio do tumor.

Quando o câncer de endométrio já se disseminou para outros órgãos do corpo (metástase), a quimioterapia é o tratamento de eleição.

Os métodos utilizados no tratamento do câncer de endométrio dependem de vários fatores, como o tipo de câncer, o estágio do tumor, os efeitos colaterais, a saúde geral e a idade da mulher.

Após o fim do tratamento, a paciente deve ser avaliada regularmente pelo médico ginecologista. Os cuidados no 1º e no 2º ano após a cirurgia podem incluir radiografias, exames pélvicos, exames de sangue e Papanicolau anual.

A presença de sintomas como emagrecimento acentuado, perda de apetite, alterações urinárias ou intestinais, dor ou sangramento vaginal, deve ser comunicada imediatamente ao médico.

Saiba mais em: Quais os sintomas do câncer de endométrio?

Quais são os sintomas de câncer na garganta?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O principal sintoma de câncer na garganta (laringe) é a rouquidão. Outros sinais e sintomas incluem dificuldade para engolir e respirar, alterações na voz, sensação de "bolo" na garganta, dor na garganta que pode irradiar para o ouvido, presença de nódulos no pescoço e sangramento ao tossir.

Vale lembrar que esses sinais são muito comuns em outras situações e, na maioria das vezes, não são causados por câncer na garganta. Contudo, a presença de um ou mais desses sintomas durante mais de duas semanas deve ser avaliada pelo/a médico/a otorrinolaringologista ou médico/a de família, principalmente se a pessoa for fumante e tiver o hábito de beber bebidas alcoólicas regularmente.

O câncer de laringe é mais frequente em homens e representa cerca de 25% dos tumores malignos que acometem a região da cabeça e pescoço. Mais da metade dos casos ocorre nas cordas vocais, enquanto que aproximadamente 33% dos tumores afetam a laringe acima das cordas vocais.

O diagnóstico do câncer na garganta é feito através de biópsia. O procedimento pode ser realizado sob anestesia local ou geral.

O tratamento do câncer de laringe depende das características e da fase em que está o tumor. Dependendo da localização e da extensão, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. 

Quanto mais cedo o tumor for diagnosticado, maiores são as chances de evitar problemas nos dentes, na fala e na deglutição causados pelo tratamento. A retirada total da laringe leva à perda da voz e requer a abertura de um orifício definitivo na traqueia (traqueostomia).

Algumas técnicas cirúrgicas já permitem preservar a função da laringe. Também é possível reabilitar a voz através de próteses específicas, mesmo nos pacientes que foram submetidos à remoção total do órgão.

A associação de cigarro com bebidas alcoólicas aumenta em mais de 40 vezes as chances de desenvolver câncer na garganta. Quem fuma já tem 10 vezes mais chances de ter a doença do que quem não fuma. 

Além disso, má alimentação (alimentos muito temperados ou gordurosos), estresse, usar a voz de forma inadequada e ingerir bebidas muito quentes ou muito frias também aumentam o risco de câncer de laringe.

O/a otorrinolaringologista é o/a especialista indicado/a para diagnosticar e tratar câncer na garganta.

Saiba mais em: Quais são os sintomas de câncer de boca?

Diverticulite pode virar câncer?

Não, diverticulite não vira câncer nem aumenta o risco de desenvolver tumores. As principais complicações da diverticulite são infecção, perfuração, obstrução intestinal e sangramento.

A diverticulite normalmente melhora em poucos dias após o início do tratamento com antibióticos.

Porém, se a resposta ao tratamento não for boa, pode haver formação de abcesso (área infeccionada com pus que causa inchaço e destruição do tecido).

O divertículo inflamado também pode apresentar pequenos furos, que permitem o extravasamento do pus para a cavidade abdominal, causando peritonite (infecção generalizada da cavidade abdominal).

O sangramento é uma complicação rara da diverticulite, sendo notado pelo paciente nas fezes. A maioria dos sangramentos cessa espontaneamente, mas há casos em que eles podem ser graves.

A obstrução intestinal ocorre devido à cicatrização da área inflamada, que diminui o espaço interno do intestino e bloqueia a passagem das fezes.

Outra complicação da diverticulite é a ocorrência de fístula, que é uma comunicação anormal entre dois órgãos.

A fístula ocorre devido à maior facilidade que os tecidos inflamados têm de ficarem "grudados" quando entram em contato um com o outro, formando assim uma comunicação entre eles.

No caso da diverticulite, a porção inflamada do intestino grosso pode entrar em contato com o intestino delgado, a bexiga ou ainda com a pele, formando fístula entre eles. A mais frequente é entre o cólon e a bexiga, causando infecção urinária crônica, de difícil tratamento.

Para maiores informações sobre as possíveis complicações da diverticulite, consulte um médico gastroenterologista.

Saiba mais em:

O que é diverticulite?

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Enfisema pulmonar é câncer?

Não, enfisema pulmonar não é câncer. O enfisema é uma doença degenerativa crônica que provoca lesões irreversíveis nos alvéolos ("saquinhos de ar" que armazenam o ar nos pulmões e através dos quais ocorrem as trocas gasosas na respiração).

No enfisema pulmonar, os alvéolos vão sendo destruídos pouco a pouco, à medida que vão sendo expostos a substâncias agressivas ao longo de vários anos.

Com o tempo, surge um processo inflamatório crônico nos alvéolos, que se rompem e formam bolhas. Isso reduz a superfície disponível para as trocas gasosas, diminuindo assim a quantidade de oxigênio que chega ao sangue e dificultando a respiração.

A principal causa do enfisema pulmonar é o tabagismo, sendo responsável por cerca de 85% dos casos. Contudo, a exposição a outros tipos de poluentes e substâncias agressivas, como poluição do ar, pó de sílica, fumaças de indústrias, também podem causar enfisema.

Há ainda uma forma genética de enfisema pulmonar, cuja causa é a falta de uma proteína usada pelo organismo para proteger as estruturas elásticas do pulmão.

Já o câncer de pulmão é uma doença maligna, ou seja, as células do tumor multiplicam-se de forma rápida e descontrolada, podendo se infiltrar em estruturas próximas ou se disseminar em órgãos distantes dos pulmões (metástase).

Veja também: Câncer de pulmão tem cura?Qual a diferença entre maligno e benigno?

Contudo, apesar de serem doenças completamente diferentes, sabe-se que pessoas com enfisema pulmonar e bronquite crônica (Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas) têm mais chances de desenvolver câncer de pulmão.

Portanto, o enfisema pulmonar não é câncer nem tem chances de se tornar um, mas é considerado um fator de risco para desenvolver a doença.

Saiba mais em:

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Prisão de ventre pode ser câncer?

Sim, prisão de ventre pode ser um sintoma de câncer de intestino. Nesses casos, a constipação intestinal pode se alternar com diarreia e a pessoa pode apresentar também anemia, fraqueza, cólicas, perda de peso, sangue ou muco nas fezes, perda de apetite, dor no estômago, entre outros sintomas.

É importante lembrar que esses sinais e sintomas geralmente só se manifestam quando a doença está avançada, já que o câncer de intestino não costuma causar sintomas na fase inicial. Além disso, a alteração dos hábitos intestinais (prisão de ventre ou diarreia) nesses casos não está associada à alimentação.

Vale frisar também que existem diversas causas para a prisão de ventre, sendo a baixa ingestão de fibras e água uma das principais. Outras doenças do aparelho digestivo e o uso de alguns medicamentos também podem prender o intestino.

Veja também: O que é prisão de ventre e quais são as suas causas?

Os fatores de risco para desenvolver câncer de intestino incluem idade acima de 50 anos, alimentação pobre em fibras e rica em gorduras, excesso de peso, sedentarismo, tabagismo e história de câncer ou pólipos intestinais na família.

O diagnóstico do câncer de intestino é feito através de colonoscopia. Se for detectada no início, a doença pode ter cura, daí ser muito importante ter atenção aos sinais e sintomas.

Leia também: Colonoscopia pode detectar câncer de intestino?

Em caso de prisão de ventre (menos de 3 evacuações por semana) ou diarreia acompanhados de algum dos sintomas apresentados, procure um médico de família, clínico geral ou gastroenterologista para uma avaliação.

Saiba mais em:

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