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Eu sou muito estressada como controlar meu estresse?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Existem muitas formas de controle do estresse: remédios, psicoterapia, auto-controle, mudança de vida (afastamento de fatores estressantes e aproximação a fatores que te trazem calma, harmonia e tranquilidade, ou seja desestressantes)...

Como tratar erupções na pele causadas por estresse?
Dr. Ivan Ferreira
Dr. Ivan Ferreira
Médico

Habitualmente, para tratar as erupções na pele causadas por estresse ou por outra causa são usados anti-histamínicos e anti-inflamatórios de ação local ou no corpo todo (sistêmica), que devem ser prescritos pelo médico segundo as características das erupções e a sua origem. Também é importante que sejam tomadas medidas para o alívio e controle do estresse, se esta for a causa do aparecimento das erupções. 

O estresse é uma situação psicológica que causa um desgaste físico e emocional no organismo levando-o à uma diminuição das suas defesas (resposta imunológica) e deixando-o mais predisposto ao aparecimento de doenças como a herpes, psoríase e  problemas alérgicos que causam erupções na pele. Por isso é importante que as erupções sejam diagnosticadas para que o seu tratamento seja adequado.

As erupções na pele, para serem tratadas, devem ser identificadas segundo suas características tais como a coloração, se são aumentadas, planas ou pontos vermelhos, se têm bolhas, se há presença de pus, se descamam, em que local do corpo estão localizadas, se coçam, ardem ou queimam, quando isso ocorre e há quanto tempo surgiram. 

O dermatologista é o especialista indicado para tratar das lesões na pele.

Saiba mais em: Erupção cutânea pode ser o quê?

O que é estresse pós-traumático e quais são os sintomas?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

O estresse pós-traumático é um transtorno de ansiedade causado por um trauma de natureza extrema ou evento violento que tenha colocado em risco a vida da própria pessoa ou de outras pessoas.

O transtorno de estresse pós-traumático tem duas características principais. A primeira é a exposição a um evento traumático em que há uma ameaça real de morte ou de ferimentos graves para a própria pessoa ou para os outros. A segunda é a forma como a pessoa reagiu a esse trauma, normalmente com intenso horror, medo ou desamparo.

Depois, em resposta a esse evento traumático, o indivíduo pode apresentar diferentes formas de sintomas:

  1. Reviver o trauma através de pesadelos, flashbacks e pensamentos;
  2. Evitar estímulos associados ao evento;
  3. Apresentar hiperestimulação autonômica (hipervigilância, insônia).

Os sintomas do estresse pós-traumático são semelhantes aos de uma crise de ansiedade, podendo se manifestar fisicamente. Sensação de falta de ar, aumento dos batimentos cardíacos, boca seca, transpiração, insônia, são alguns dos sintomas observados.

Veja também: Quais os sintomas dos transtornos de ansiedade?

Normalmente esses sinais ocorrem quando a pessoa imagina que poderá re-experienciar aquela situação traumática.

O tratamento do transtorno do estresse pós-traumático é feito com psicoterapia e medicamentos psiquiátricos, sobretudo antidepressivos. Após 3 meses de tratamento, os sintomas tendem a estabilizar.

Porém, o estresse pós-traumático poderá voltar a se manifestar se houver novamente uma situação traumática ou semelhante àquela já vivenciada.

Saiba mais em: Estresse pós-traumático tem cura? Qual é o tratamento?

Estresse pós-traumático tem cura? Qual é o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Estresse pós-traumático pode ter cura, embora o tratamento seja difícil e uma parte dos pacientes possam permanecer com sintomas por muitos anos, necessitando manter acompanhamento por tempo indeterminado.

Trata-se de um transtorno psicológico crônico, que ocorre após a exposição de eventos traumáticos graves, como participação em guerras; sofrer ou presenciar abusos e violências, seja sexual ou física; uma grande perda, como o falecimento de um familiar, entre outros.

Qual é o tratamento do estresse pós-traumático?

O tratamento deve ser realizado com:

  • Psicoterapia e
  • Medicamentos. Os Antidepressivos são os medicamentos de primeira escolha nesse caso, embora existam outras opções a serem associadas em casos mais graves.

Após 3 meses de tratamento, os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático tendem a se estabilizar. Porém, a doença poderá retornar se houver novamente uma situação traumática ou que seja semelhante àquela que originou o estresse.

Em geral, a psicoterapia, através da terapia cognitivo-comportamental, é a primeira opção de tratamento para o estresse pós-traumático. Contudo, a medicação tem papel importante, principalmente no início do tratamento, minimizando os sintomas e auxiliando na adesão ao tratamento psicológico.

A escolha do tipo de medicamento depende de vários fatores, como a condição de saúde do paciente, presença de outros transtornos psiquiátricos ou doenças, efeitos colaterais da medicação, entre outros.

Atualmente os medicamentos mais indicados nesses casos são os antidepressivos Fluoxetina, Sertralina, Paroxetina e a Venlafaxina.

Muitas vezes é necessário incluir mais de um tipo de medicamento, especialmente quando não há resposta à terapia com antidepressivos ou em casos muito graves. Nesses casos está indicado a associação de antipsicóticos em doses baixas. Esses medicamentos coadjuvantes também atuam no tratamento dos transtornos do sono (insônia, pesadelos, terror noturno),da ansiedade, agitação e sintomas de agressividade.

Nos casos mais graves, os antipsicóticos devem ser iniciados de imediato, devido aos riscos e prejuízos à saúde física e mental do paciente.

Os benzodiazepínicos (ansiolíticos) não são recomendados para tratar o transtorno. Além de não terem eficácia comprovada nesse tipo de situação, podem causar ansiedade e insônia pelo efeito rebote. Quando prescritos, deve-se dar preferência aos de meia-vida longa para evitar o efeito rebote e não prolongar o uso por mais de 4 semanas.

Mesmo com a remissão completa dos sintomas, deve-se manter o tratamento do estresse pós-traumático por algum tempo. Lembrando que a manifestação dos sintomas é cíclica e pode piorar se a pessoa ficar exposta a situações que lembrem o trauma.

Não há um tempo definido de tratamento. Cabe ao médico psiquiatra e ao psicoterapeuta avaliarem o caso, de maneira que os medicamentos sejam retirados gradualmente e o tratamento não seja interrompido abruptamente nem se prolongue por tempo demasiado, quando o paciente já não apresenta sintomas.

Saiba mais em: O que é estresse pós-traumático e quais são os sintomas?

Estresse e nervosismo podem causar manchas roxas no corpo?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

Estresse e nervosismo, a princípio, não causam manchas roxas no corpo.

A principal causa das equimoses (manchas roxas) são traumas provocados por objetos obtundentes, que normalmente ocorrem em acidentes de trabalho, de trânsito, escolares e domésticos. Na prática de atividades esportivas também se proporcionam oportunidades para o surgimento de equimoses.

As mulheres são geralmente mais vulneráveis a contusões do que os homens, muito devido a alterações hormonas. Pessoas que estejam tomando certos medicamentos como corticoesteróides e também os idosos são igualmente mais vulneráveis.

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Outras causas para o surgimento de equimoses são:

  • distúrbios da coagulação do sangue;
  • deficiência de vitamina C;
  • tabagismo;
  • uso de corticoesteróides;
  • baixo número de plaquetas;
  • uso de ácido acetil salicílico, clopidogrel.

Na presença de equimoses espontâneas, não associadas a traumas, devem ser realizados hemograma e exames de coagulação. Deverá ser consultado um médico clínico geral para uma melhor avaliação.

Estresse durante a gravidez faz mal para o bebê?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Provavelmente sim, algumas pesquisas indicam que estresse intenso durante toda a gravidez faz mal e prejudica o bebê, podendo até causar baixo peso ao nascimento e parto prematuro. No entanto, o estresse só é prejudicial para o bebê se for excessivo e constante. Casos isolados de maior ansiedade e estresse dificilmente poderão trazer maiores problemas.

Muitas mães ficam demasiadamente preocupada com o estresse que podem ter durante a gestação e os riscos ao bebê, e essa preocupação tende a gerar ainda mais estresse.

Por isso, é importante lembrar que essas complicações e consequências para o bebê estão associadas a quadros prolongados de estresse físico ou emocional, ansiedade extrema e depressão.

O estresse aumenta a produção dos hormônios cortisol e norepinefrina, também conhecidos como "hormônios do estresse", que, em excesso, podem afetar o bebê de diferentes formas:

  • Alteram o funcionamento cerebral;
  • Prejudicam o crescimento e desenvolvimento fetal;
  • Provocam uma resposta de alerta e medo, deixando o bebê pronto para reagir em qualquer situação, mesmo quando não é necessário.

Ainda não se sabe se o estresse sofrido durante a gestação pode causar mudanças e problemas de desenvolvimento a longo prazo.

De qualquer forma, é essencial ter uma gravidez tranquila, sem grandes preocupações. É importante que o médico obstetra ou médico de família, que acompanha a gestação saiba o que está acontecendo na vida da gestante para dar o apoio necessário e ajudar a diminuir os fatores de estresse.

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Os sete primeiros sintomas de gravidez: descubra se você está grávida.

Quais são os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Os sinais e sintomas do transtorno de estresse pós-traumático são parecidos com os de uma crise de ansiedade, o que pode incluir sensação de falta de ar, batimentos cardíacos acelerados, boca seca, aumento da transpiração, insônia, cansaço, agitação, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, entre outros.

O transtorno de estresse pós-traumático é provocado por eventos e traumas que colocaram em risco a vida da pessoa ou dos outros. As sensações e sentimentos que normalmente marcam esses traumas é de extremo medo, horror ou desamparo.

O transtorno se desenvolve em duas etapas. Na primeira, o indivíduo é exposto a uma situação extremamente traumática, com risco real de morte ou graves ferimentos para ele próprio ou para outras pessoas.

Após o trauma, a mente responde ao evento e os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático podem se manifestar de diferentes formas. A pessoa pode relembrar e reviver o evento traumático em sonhos ou pensamentos, evitar situações que podem estar associadas ao trauma, ficar em constante estado de alerta, ter insônias, entras outras manifestações.

O tratamento do transtorno inclui o uso de medicamentos associados à psicoterapia.

O especialista responsável pelo tratamento é o médico psiquiatra.

Saiba mais em:

Como tratar o transtorno de estresse pós-traumático?

Quais os sintomas dos transtornos de ansiedade?

Como tratar o transtorno de estresse pós-traumático?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

O tratamento do transtorno de estresse pós-traumático inclui principalmente psicoterapia e o uso de medicamentos, como antidepressivos.

O método psicoterapêutico mais usado para tratar o estresse pós-traumático é a terapia cognitivo-comportamental, enquanto que os antidepressivos muitas vezes são a medicação de escolha para o tratamento. Porém, o tipo de medicamento escolhido depende da adaptação do indivíduo à medicação, manifestação de efeitos colaterais, presença de doenças ou outros transtornos psicológicos, entre outros fatores. Quando os antidepressivos não são suficientes para controlar os sintomas do tratamento do transtorno de estresse pós-traumático, pode ser necessário incluir outras medicações. De modo a tentar controlar a ansiedade, a agressividade, os pesadelos, as insônias, a agitação, entre outras manifestações comuns do transtorno.

O principal objetivo do tratamento do transtorno de estresse pós-traumático é controlar os sintomas, que normalmente se estabilizam depois de três meses. Contudo, é importante frisar que não existe um tempo de duração pré-estabelecido para o tratamento. Os medicamentos devem ser retirados conforme a indicação do médico psiquiatra e a psicoterapia deve continuar pelo tempo que o psicoterapeuta achar necessário. Vale lembrar que o tratamento do transtorno de estresse pós-traumático deve ser mantido por algum tempo, mesmo que a pessoa já não apresente qualquer sintoma. As manifestações do transtorno podem ocorrer em períodos cíclicos e os sintomas podem reaparecer caso o paciente seja exposto a situações que relembrem o evento traumático. Veja também:Quais são os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático?Quais os sintomas dos transtornos de ansiedade?

Estou sentindo... são sintomas de gravidez ou estresse?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Pode ser qualquer uma das duas opções e mais de uma centena de outras doenças.

O que é síndrome do pânico?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A síndrome do pânico é um transtorno mental caracterizado por ataques agudos de ansiedade intensa, em que a pessoa acha que algo catastrófico pode lhe acontecer a qualquer momento. O ataque de pânico ocorre de forma abrupta e inesperada, começa com um breve período de medo ou mal-estar intenso e atinge o seu pico em poucos minutos. 

A duração de um ataque de pânico varia entre 15 e 30 minutos. Durante a crise, a pessoa apresenta sintomas físicos e mentais. Os sintomas físicos da síndrome do pânico incluem respiração ofegante, batimentos cardíacos acelerados, falta de ar ou sensação de asfixia, boca seca, tonturas, náuseas, tremores, transpiração intensa, desconforto na barriga e no peito, podendo até ocorrer vômitos ou desmaios no pico da crise.

O início repentino e rápido dos sintomas, associado ao aumento da frequência cardíaca, muitas vezes leva o indivíduo a pensar que vai ter um ataque cardíaco.

Os sintomas psicológicos que caracterizam a síndrome do pânico incluem desespero, medo de morrer, medo de enlouquecer, sensação de que algo trágico vai acontecer, sensação de morte iminente. Também já se sabe que mais da metade das pessoas com síndrome do pânico apresentam também sintomas de depressão.

Saiba mais em: Quais são os sintomas da síndrome do pânico?

Quem tem síndrome do pânico acaba vivendo com medo de ter medo, já que nunca sabe quando terá um ataque novamente. Isso gera muita ansiedade e insegurança, o que afeta significativamente a qualidade de vida da pessoa.

Veja aqui o que fazer se você tiver um ataque de pânico.

A síndrome do pânico é cerca de três vezes mais comum nas mulheres e os sintomas geralmente se manifestam na adolescência e início da vida adulta. 

Não existe uma causa específica para o transtorno do pânico. A primeira crise pode ocorrer devido a um acontecimento traumático ou uma situação de estresse intenso, embora a maioria dos ataques iniciais ocorra sem motivo aparente.

Acredita-se que uma das possíveis causas para a síndrome do pânico esteja relacionada com fatores genéticos. Outra hipótese é uma disfunção do sistema de alerta do cérebro. O sistema de alerta é acionado naturalmente em situações que causam medo. Porém, quem sofre do transtorno pode ter esse sistema acionado sem uma causa específica.

O tratamento da síndrome do pânico é feito através da combinação de medicamentos com terapia cognitiva comportamental. A cura do transtorno é difícil de ser alcançada, com uma taxa de recaída bastante elevada.

Leia também: Síndrome do pânico tem cura? Qual é o tratamento?

O/a médico/a psiquiatra, clínico/a geral e médico/a de família podem realizar o diagnóstico e orientação do tratamento da síndrome do pânico.

Até quando a mulher cresce?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O crescimento da mulher e sua altura final dependerá de vários fatores:

  • Genéticos: altura da mãe e do pai.
  • Menarca: idade da primeira menstruação.
  • Ambientais: atividade física, nutrição, estresse.
  • Condições vividas no útero materno.
  • Deficiências nutricionais na primeira infância.

Todos esses fatores relacionados vão confluir na altura final da mulher e na determinação de até quando ela vai crescer.

Na fase da puberdade, ocorrem várias mudanças fisiológicas no corpo da adolescente. O estirão do crescimento é uma das características dessa fase e apresenta o pico de velocidade máxima 6 meses antes da menarca. Com a vinda da primeira menstruação, esse crescimento desacelera e até 5 anos após a menarca a mulher para de crescer. Como a menarca ocorre em geral entre 11 e 15 anos, esse crescimento pode se prolongar (já com uma velocidade bem reduzida) até os 16 e 20 anos de idade, a depender da mulher e dessas características explicadas acima.

A avaliação do crescimento e desenvolvimento é feito pelo/a pediatra e na adolescência pelo/a hebiatra. O/a médica de família ou clínico/a geral também pode acompanhar essa avaliação.

Comer pimenta durante a amamentação faz mal para o bebê?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. Comer pimenta durante a amamentação não faz mal ao/à bebê.

A pimenta não precisa ser evitada durante a amamentação pois sua ingestão não causará nenhum prejuízo à mulher ou ao/à bebê.

A mulher que está amamentando precisa garantir uma alimentação diversa, completa e com maior quantidade de calorias para manter a produção de leite.

A quantidade adequada de calorias para cada mulher será dependente do seu peso, altura, idade e das possíveis atividades físicas desempenhadas por ela

Algumas comidas devem ser evitadas durante a amamentação como determinados peixes que podem conter elevados níveis de mercúrio. As demais comidas são liberadas e não demonstram riscos para a mãe e/ou bebê.

Uma alimentação diversificada deve incluir frutas, vegetais, grãos, cereais, proteínas, etc. Além disso, a mulher deve ter uma boa ingesta de água para se hidratar e recuperar os líquidos perdidos durante a amamentação.

Leia também: Amamentar aumenta o apetite?

Converse com o/a médico/a durante as consultas de rotina de puericultura. 

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