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O que já se sabe sobre o novo Coronavírus (COVID-19)?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

O novo coronavírus (SARS-CoV-2) tem provocado infecções respiratórias que podem ser transmitidas de pessoa para pessoa e foi identificado pela primeira vez em um surto em Wuhan, na China. A doença causada pelo novo coronavírus é chamada de COVID-19.

Há sete coronavírus humanos que podem causar infecções respiratórias, entre eles estão: o que causa a Síndrome Respiratórias Aguda Grave, SARS-COV, identificado em 2002; o que causa a Síndrome Respiratória do Oriente Médio, MERS-COV, identificado em 2012; e o novo coronavírus, SARS-CoV-2, identificado em 2019.

Quais são os sintomas do novo coronavírus?

O novo coronavírus tem provocado infecções leves, moderadas e graves. A transmissão parece ocorrer mesmo antes de surgirem os sintomas.

Os sinais e sintomas do coronavírus em grande parte dos casos são respiratórios e semelhantes a uma gripe comum. Nos casos mais graves as pessoas podem apresentar pneumonia, dificuldade respiratória grave e insuficiência renal. Os principais sintomas são:

  • Febre;
  • Tosse;
  • Dificuldade de respirar;
  • Cansaço.

Outros sintomas também podem estar presentes, como:

  • Dores no corpo;
  • Dor de cabeça;
  • Congestão nasal;
  • Coriza;
  • Dor de garganta;
  • Diarreia.
Formas de contaminação pelo novo coronavírus

O novo coronavírus é transmitido principalmente através do contato com gotículas contendo o vírus liberadas por espirros e tosse de pessoas que se encontram infectadas pelo vírus.

O contacto próximo com pessoas infectadas, portanto, aumenta consideravelmente o risco de contágio pelo vírus.

Essas gotículas podem cair em objetos e superfícies, quando as pessoas tocam esses objetos e levam as mãos ao rosto, olhos, nariz e boca elas também podem infectar-se com os vírus.

Outras formas de transmissão como contato com fezes de pessoas contaminadas ainda está em investigação. Também não há ainda evidência que o coronavírus seja transmitido através de alimentos.

Estima-se que uma pessoa infectada com o coronavírus pode transmitir a doença para até três pessoas em média.

Como prevenir a contaminação pelo novo coronavírus?

A prevenção da infecção pelo novo coronavírus envolve as medidas usadas para prevenir as doenças respiratórias. Elas são simples, fáceis de serem adotadas e incluem:

  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou com desinfetantes para as mãos à base de álcool;
  • Cubra o nariz e a boca ao espirrar ou tossir com o cotovelo flexionado;
  • Use lenços descartáveis para realizar a higiene nasal e jogue fora o lenço imediatamente e higienize as mãos;
  • Evite tocar o rosto, principalmente olhos, nariz e boca;
  • Mantenha os ambientes ventilados e arejados;
  • Evite contato próximo com pessoas que apresentem sintomas de gripe ou resfriado;
  • Não compartilhe utensílios de uso pessoal como talheres, copos, garrafas e pratos;
  • Evite contato próximo com pessoas que estão com infecções respiratórias agudas, mantenha uma distância de 1 metro.

É importante lembrar que ainda não há vacinas capazes de prevenir a infecção por coronavírus.

Como diagnosticar e tratar uma infecção pelo Novo Coronavírus?

O diagnóstico de contaminação pelo novo coronavírus é feito com base nos sintomas e na análise em laboratório das secreções respiratórias colhidas do nariz e boca, o material genético do vírus é então pesquisado nessa secreção.

Ainda não há tratamento específico para o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Por este motivo, o tratamento recomendado é de suporte, e inclui para os casos leves:

  • Repouso;
  • Aumento da ingestão de água;
  • Uso de medicamento para dor e febre (analgésicos e antitérmicos).

Nos casos moderados e graves é necessário suporte ventilatório. Cuidados em Unidades de Terapia Intensiva podem ser necessários nos casos graves.

Busque uma unidade de saúde assim que surgirem os primeiros sintomas, compartilhe com o médico o seu histórico recente de viagens e não use medicamentos sem indicação médica.

Alguns cuidados importantes

Se teve contato com alguém que apresenta infecção confirmada pelo novo coronavírus ou esteve em algum local com transmissão local da doença nos últimos 14 dias, e está a apresentar febre e/ou algum sintoma respiratório, como tosse ou dificuldade em respirar, procure assistência médica.

Antes de ir ao consultório ou unidade de saúde faça um contato telefônico e fale com o médico os seus sintomas. Ele dará instruções sobre como cuidar, sem expor à doença. Você pode utilizar o Disque 136 (Disque Saúde) de qualquer lugar do Brasil.

Enquanto estiver doente ou na suspeita da doença, evite o contato com pessoas, não saia e adie viagens para reduzir a possibilidade de transmitir a doença para outras pessoas.

COVID-19: quem deve e quem não deve usar máscara cirúrgica?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

As pessoas que devem usar máscara cirúrgica são:

  • Aquelas com sintomas da COVID-19 (tosse, espirro ou dificuldade em respirar);
  • Profissionais de saúde;
  • Mulheres que estão amamentando;
  • Cuidadores de pessoas suspeitas ou confirmadas com COVID-19.

O uso da máscara cirúrgica não é indicado para pessoas sem sintomas respiratórios (principalmente, tosse e espirro). Por causa da pandemia, as máscaras cirúrgicas se esgotaram no mercado e não são suficientes para todos os que precisam.

As pessoas que não possuem sintomas devem utilizar máscaras caseiras de tecido quando houver necessidade de deslocamento ou permanência em lugares de maior circulação de pessoas como supermercados, por exemplo.

Não tenho sintomas da COVID-19, devo usar máscara?

Se você não tem sintomas da COVID-19 deve utilizar máscaras caseiras quando precisar se deslocar ou permanecer em locais com uma maior circulação de pessoas.

1. Utilize máscara caseira de tecido

Na ausência de sintomas como tosse e espirro, utilize a máscara caseira para se proteger. Elas impedem que gotículas que saem pelo nariz ou boca do usuário se disseminem pelo ambiente.

Estudos têm mostrado que a máscara caseira, além de funcionar como barreira mecânica para impedir que o vírus se espalhe, tem auxiliado na mudança de comportamento da população e na redução dos casos de COVID-19.

A máscara deve ser feita em tecido de saco de aspirador, cotton, tecido de algodão ou fronhas de tecido antimicrobiano. É importante que a máscara cubra totalmente a boca e o nariz e que se ajuste bem ao rosto, sem deixar espaços na laterais.

A máscara caseira é de uso individual e não deve ser, portanto, compartilhada. Se durante o uso, a máscara ficar úmida é necessário trocá-la por uma nova máscara limpa e seca.

2. Máscaras cirúrgicas devem estar disponíveis para quem realmente precisa

É importante se conscientizar da necessidade de disponibilizar máscaras cirúrgicas para quem realmente têm indicação.

Devem ser priorizados, especialmente, os profissionais de saúde. Estes profissionais atuam em hospitais e unidades de saúde, locais com maior potencial de concentração do vírus. Além disso, são eles os responsáveis pelos cuidados ao doente.

Se todas as pessoas utilizarem máscara cirúrgica sem indicação, faltarão máscaras para as pessoas que de fato precisam delas e isso pode agravar a pandemia.

Quem deve utilizar a máscara cirúrgica?1. Pessoas com sintomas da COVID-19

Se você apresenta sintomas de COVID-19, como tosse, febre, falta de ar e dor de garganta é indicada a utilização da máscara cirúrgica. Mesmo pessoas com suspeita de COVID-19 sem a confirmação, devem utilizar a máscara cirúrgica.

O uso da máscara ajuda a diminuir a dispersão de fluidos e gotículas respiratórias eliminados pelo nariz e pela boca. Com isso, há redução da dispersão do coronavírus presente nestas secreções.

2. Mães que estão amamentando Até o momento, não há estudos que comprovem que o coronavírus pode ser transmitido pelo leite materno. Deste modo, a amamentação deve ser mantida, pois seus benefícios são fundamentais para o bom desenvolvimento do recém-nascido e da criança.

Durante o período de amamentação é importante garantir condições mínimas de higiene e proteção.

Antes de tocar o bebê e antes e depois de cada mamada, a mulher deve lavar as mãos com água e sabão durante pelo menos 20 segundos. Além disso, deve usar a máscara cirúrgica durante a amamentação, evitando tocar na boca, nariz e olhos da criança.

Evite falar ou tossir enquanto estiver amamentando seu bebê. Em caso de tosse ou espirro, a máscara deve ser trocada imediatamente. Além disso, use uma máscara nova a cada amamentação.

As mães que fazem a ordenha do leite com bomba manual ou elétrica devem lavar as mãos com água e sabão antes de tocar em qualquer parte da bomba ou da mamadeira e realizar uma adequada limpeza e desinfecção da bomba e seus materiais após cada utilização.

Em caso de dúvidas, ligue para o Disque Saúde pelo número 136 ou para o telefone do Banco de Leite Humano mais próximo da sua casa.

3. Cuidadores de pessoas com sintomas da COVID-19 e profissionais de saúde

Para cuidar das pessoas com sintomas de COVID-19, profissionais de saúde e cuidadores estão em constante contato próximo com os pacientes.

Em alguns casos, a distância entre o paciente e o cuidador ou profissional de saúde é inferior a 1 metro, o que facilita a transmissão do vírus.

Deste modo, profissionais de saúde e cuidadores devem usar máscara para evitar a contaminação da boca e nariz por gotículas respiratórias do paciente.

É sempre importante lembrar que somente o uso da máscara não é suficiente para evitar a contaminação pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).

Manter as medidas de higiene como lavar as mãos é indispensável para quem cuida de pessoas com sintomas da COVID-19.

Como a máscara deve ser utilizada?

A máscara deve ser usada seguindo as orientações:

1. Antes de colocar a máscara, lave bem as mãos.

2. Coloque a máscara cuidadosamente para cobrir boca e nariz e amarre com segurança para minimizar os espaços entre o rosto e a máscara.

3. Enquanto estiver em uso, evite tocar na máscara.

3. Para retirar a máscara, não toque na parte da frente. Remova sempre puxando a parte de trás;

4. Após a remoção, despreze a máscara usada em um lixo fechado.

5. Lave as mãos após desprezar a máscara.

5. Troque a máscara assim que ela ficar úmida. Use uma nova máscara limpa e seca.

6. Não reutilize máscaras descartáveis.

O que posso fazer para me prevenir contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) e a COVID-19?

As medidas mais eficazes de proteção contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) e a COVID-19 são:

  • Lave as mãos com frequência por pelo menos 20 segundos. Lave todas as regiões das mãos: palmas das mãos, regiões entre os dedos, dorso das mãos, polegares, unhas e punhos;

  • Lave as mãos especialmente antes das refeições e após tossir ou espirrar;
  • Se não for possível lavar as mãos com água e sabão, utilize álcool gel a 70% para higienizá-las;
  • Não toque nos seus olhos, nariz e boca se suas mãos não estiverem lavadas;
  • Ao espirrar ou tossir, cubra o nariz e a boca com um lenço descartável ou com a face interna (dobra) do cotovelo. Nunca use as mãos para cobrir nariz e boca enquanto você tosse ou espirra;
  • Use lenço descartável para higiene nasal;
  • Não compartilhe objetos como talheres, copos e garrafas;
  • Evite ambientes fechados e com aglomeração de pessoas;
  • Mantenha-se em ambientes ventilados;
  • Limpe e desinfete objetos que você toca com frequência como celulares. Esta desinfecção pode ser feita com álcool gel a 70%;
  • Evite o contato com pessoas que apresentam os sintomas da COVID-19;
  • Evite sair de casa;
  • Pessoas doentes devem permanecer em casa e, em caso de dificuldade respiratória, devem se dirigir a um serviço de atendimento de urgência.

Ainda não há estudos que provam os benefícios das máscaras por pessoas saudáveis. Pelo contrário, há estudos que mostram que as pessoas podem se contaminar tocando uma máscara infectada que estavam usando ou retirando incorretamente.

Use a máscara apenas nos casos que foram indicados. Em caso de dúvidas, procure informações nos sites das autoridades sanitárias de seu país e região (Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde).

Leia também:

Dúvidas sobre coronavírus (COVID-19)

Quais os sintomas do coronavírus (COVID-19)? O que fazer se tiver?

O que é o coronavírus, COVID-19 e SARS-CoV-2?

Estou com virose, como tratar?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O tratamento de uma virose envolve medidas simples como aumentar o consumo de líquidos, especialmente água, fazer repouso e alimentação saudável que inclui, de preferência, alimentos cozidos e de fácil digestão.

A alimentação também é fundamental para manter a imunidade boa, com isso responder de forma mais rápida contra o germe que esteja causando a virose.

As medicações são indicadas apenas nos casos de febre, náuseas, vômitos e diarreia. Os medicamentos precisam ser orientados pelo médico de família ou clínico geral.

1. Beber muita água (Hidratação)

A desidratação é uma das complicações da virose, especialmente nas crianças pequenas e idosos. Por isso beber bastante líquido, ou oferecer água e soro caseiro às crianças, é a medida mais importante no tratamento das viroses.

Além da água ou do soro caseiro, para manter-se bem hidratado e nutrido, pode incluir os sucos de frutas e chás.

2. Repouso

Quando uma virose se inicia é importante fazer o máximo de repouso. Evitar esforços durante o quadro viral favorece o sistema imunológico na eliminação do vírus e a reduzir a sensação de fraqueza e cansaço, pois também ajuda a recuperar as energias.

O fato de você permanecer em casa e em repouso também limita o risco de transmissão do vírus para outras pessoas, especialmente se você tem uma virose respiratória.

3. Alimentação saudável

Durante os quadros virais dê preferência a alimentos leves e de fácil digestão, especialmente se você estiver apresentando diarreia, náuseas e vômitos.

Não é recomendado fazer dieta neste momento, mas priorize as carnes brancas como frango grelhado ou cozido, frutas como maçã e banana, também cozidos e legumes em geral.

Evite comer alimentos gordurosos, picantes, doces e consumir verduras e frutas cruas. Para as pessoas que estão com virose gastrointestinal, estes alimentos podem piorar o quadro e prolongar o tempo de duração da doença.

4. Medicamentos, se indicado pelo médico

Não existe um remédio específico para o tratamento de viroses em geral, a não ser para os casos de contaminação pelo vírus influenza tipo A e B, em paciente com alto risco de complicações, como portadores de cardiopatia, diabetes e outras doenças crônicas. No entanto, cada caso deve ser analisado de forma individual, pelo médico de família ou clínico geral.

Os medicamentos mais utilizados são:

  • Antitérmicos e analgésicos: estes medicamentos são indicados em caso de dor e febre;
  • Descongestionantes nasais e antigripais: são utilizados quando o paciente apresenta sintomas respiratórios como nariz entupido e coriza, por exemplo;
  • Antieméticos: são medicamentos recomendados para as pessoas que apresentam náusea e vômitos;
  • Antidiarreicos: são remédios usados para tratar a diarreia e
  • Antivirais: Oseltamivir (Tamiflu®).
5. Cuidados gerais

Lavar as mãos é um hábito muito importante, especialmente, se você apresenta virose. Recomenda-se lavar as mãos após espirrar, tossir, antes de se alimentar e após ir ao banheiro. Este cuidado ajuda a evitar a transmissão dos vírus.

Além disso, evite ambientes fechados e aglomerações. Os ambientes fechados favorecem a circulação do vírus e as aglomerações facilitam a sua transmissão. Na sua casa, mantenha as janelas abertas e o ambiente arejado.

Viroses em bebês e crianças, o que devo fazer?

As crianças e bebês com virose devem sempre ser levadas ao pediatra para avaliação do seu estado de saúde e receber as orientações necessárias. Se não for possível a avaliação presencial, deve-se entrar em contato com o médico de família ou pediatra, que poderá dar início ao tratamento e recomendações caso a caso.

O tratamento nestes casos se assemelha ao tratamento de um adulto. Você deve:

  1. Medir a temperatura da criança do bebê ou da criança de duas em duas horas. Se houver febre, administre o medicamento orientado pelo pediatra.
  2. Ofereça água à criança de 30 em 30 minutos. Os chás também podem ser ingeridos. Nos casos dos bebês que estão sendo amamentados, tente dar de mamar de 2 em 2 horas. O leite materno, além de alimentar, também hidrata o bebê.
  3. Para as crianças que já comem alimentos sólidos, ofereça alimentos cozidos como arroz com frango ou sopas leves. Você também pode oferecer maçã e banana também cozidos, de preferência.

Neste período em que a criança estiver com virose, mantenha-a em casa. Não leve a criança à escola para reduzir o risco de piora do quadro e de transmissão da virose para outras crianças.

Quando devo me preocupar?

Se mesmo cumprindo as recomendações os sintomas persistirem ou piorarem você deve buscar rapidamente atendimento médico. Esteja atento aos seguintes sinais de alerta:

  • Sintomas que persistem por mais de 5 dias,
  • Febre acima de 38,5ºC por mais de 3 dias,
  • Não conseguir se alimentar ou beber água (especialmente nas crianças),
  • Vômitos ou diarreia com sangue,
  • Mais de 4 episódio de vômitos por dia,
  • Mais de 5 episódios de diarreia por dia,
  • Dificuldade respiratória,
  • Irritação e ou sonolência nas crianças,
  • Sinais de desidratação (boca seca, pouco xixi ou xixi muito amarelo, sentir muita sede).
O que é virose?

O termo virose abrange as infecções causadas por vírus, mas é empregado com frequência para definir doenças virais leves que duram de 2 a 7 dias. As viroses mais comuns são:

  • Respiratórias ou
  • Gastrointestinais.
Quais os tipos de viroses mais comuns e quais os sintomas?

As viroses mais comuns são as viroses respiratórias e as viroses gastrointestinais.

Viroses respiratórias

As viroses respiratórias são causadas pelo vírus da gripe (Influenza) ou por outros vírus que provocam resfriado comum como, por exemplo, rinovírus, adenovírus e parainfluenza.

Os sintomas destas viroses incluem:

  • Febre
  • Espirros e coriza
  • Congestão nasal (nariz entupido)
  • Tosse
  • Dor de cabeça
  • Dor de garganta
  • Dor no corpo
  • Fraqueza
  • Cansaço
  • Mal-estar generalizado
Viroses gastrointestinais

As viroses gastrointestinais são caracterizadas por diarreia e geralmente são causadas por rotavírus e adenovírus entérico. Os sintomas mais comuns são:

  • Diarreia
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Cólicas abdominais
  • Febre abaixo de 38,5ºC

Para mais esclarecimentos, converse com o médico de família ou clínico geral.

Leia também sobre como aumentar a imunidade, no seguinte artigo: 12 dicas para aumentar a imunidade: alimentos e conselhos importantes

Referências:

  • Ministério da Saúde do Brasil
  • FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz.