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Neurologia

Estou sentindo dormência nos membros. O que pode ser e qual médico procurar?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Dormência nos membros superiores ou inferiores pode ter diversas causas, desde alterações posturaiscontraturas musculares a doenças como infarto, AVC (Acidente Vascular Cerebral - "derrame"), doenças do sistema nervoso periférico ou diabetes.

A dormência nos membros pode ocorrer por comprometimento de um nervo, seja por compressão ou diminuição da irrigação, como também por problemas circulatórios.

Se for uma alteração na postura, a dormência é passageira. Porém, se ela persistir, pode indicar alguma doença.

Uma dormência no braço pode ser o resultado de uma compressão das raízes nervosas localizadas na coluna. Essa compressão pode ser causada por má posição na hora de dormir, tensão muscular, hérnia de disco, entre outras.

No entanto, uma dormência no braço, principalmente o esquerdo, acompanhada de dor ou aperto no peito, aperto na garganta, náuseas e suor, pode indicar um problema cardíaco, como um infarto. Nestes casos, a pessoa também deve procurar socorre médico urgente.

Usar calças ou cintos apertados pode comprimir um nervo localizado perto da cintura e causar dormência na coxa. Esta condição também é comum nas grávidas.

No caso da dormência no membro vir acompanhada de formigamento ou dormência num lado do corpo, diminuição de força no membro e dificuldade de fala, são sinais de comprometimento cerebral, sugerem AVC e a pessoa deve ir imediatamente a uma emergência.

A ingestão excessiva de bebidas alcoólicas também pode provocar formigamento ou dormência nos membros devido à falta de vitaminas.

Uma vez que as causas de uma dormência nos membros são bastante variadas e podem inclusive ser indícios de doenças graves, o mais indicado é consultar um médico/a, clínico geral, médico/a da família ou neurologista para iniciar essa investigação.

Saiba mais em: Sinto dormência nos pés, o que pode ser?

O que é atrofia cerebral?
Dr. Ivan Ferreira
Dr. Ivan Ferreira
Médico

Atrofia cerebral é uma situação em que o cérebro sofre uma redução de seu volume devido à morte parcial de suas células, os neurônios, afetando suas capacidades para realizar as atividades diárias de aprendizagem e de memória.  Os seus sintomas da dependem da área do cérebro afetada e podem ser: mudanças no humor, no comportamento e na personalidade, dificuldades na aprendizagem, dificuldades para caminhar e movimentar-se, dificuldades para ler, entender, falar e memorizar, apatia, desorientação.

A atrofia cerebral pode ser causada por uma lesão cerebral e morte dos neurônios, como no caso de infecções e alcoolismo, por alterações sofridas pela idade, ou ainda, por doenças de causas genéticas ou desconhecidas, como doença de Alzheimer e doença de Huntington.

A prática de atividades intelectuais como estudar, ler e fazer palavras cruzadas, bem como as atividades físicas aeróbicas, como caminhar, correr e nadar,  podem estimular o cérebro e prevenir a atrofia cerebral.

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Atrofia cerebral pode ser revertida?

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O que é atrofia cortical?

O neurologista é o especialista que deve diagnosticar e orientar o tratamento da atrofia cerebral.

O que é meningite meningocócica e quais os sintomas?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Meningite meningocócica é uma inflamação das meninges (membranas que recobrem o cérebro e medula cerebral), causada pela bactéria Neisseria meningitidis, também conhecida como meningococo.

É a forma mais grave de meningite, altamente contagiosa, que pode ter cura completa se o tratamento for iniciado precocemente, como também pode levar a sequelas e ao óbito, se não for tratada a tempo.

Quais são os sintomas da meningite meningocócica?

Os sintomas da meningite meningocócica são principalmente:

  • Dor de cabeça intensa
  • Febre e
  • Rigidez de nuca (pescoço fica duro, dificuldade ou incapacidade de encostar o queixo no peito.

Pode haver ainda outros sintomas como:

  • Náuseas ou vômitos;
  • Mal-estar;
  • Falta de apetite;
  • Fotofobia (maior sensibilidade à luz);
  • Calafrios;
  • Diarreia;
  • Respiração rápida, ofegante;
  • Mãos e pés frios, por menor circulação na periferia;
  • Manchas roxas na pele;
  • Sonolência, agitação ou confusão mental;
  • Tremores, crises convulsivas e coma.

Vale ressaltar que são sintomas que costumam aparecer e evoluir rapidamente, portanto na suspeita de meningite, devido a dores de cabeça, febre e rigidez de nuca, deve procurar um atendimento de urgência imediatamente.

Contudo, pessoas com imunidade imatura ou comprometida, como idosos, diabéticos, usuários de medicamentos imunossupressores ou crianças pequenas podem não apresentar todos os sintomas descritos.

Bebês podem apresentar a moleira tensa ou alta, febre, irritabilidade, gemido ao ser tocado, recusa alimentar, vômitos, choro agudo e convulsões.

Idosos e diabéticos podem não apresentar febre. Os sintomas mais comuns nesses casos são dores de cabeça, mal-estar, inapetência, vômitos e alterações de consciência.

A meningite meningocócica é a forma mais temível de meningite bacteriana devido à gravidade e intensidade dos sintomas, podendo até levar à morte se não for tratada a tempo.

Veja também: Quais são os tipos de meningite?

A meningite meningocócica é contagiosa?

Sim. Além da magnitude e gravidade do caso em si, a meningite meningocócica é facilmente transmissível pelas vias respiratórias, podendo provocar surtos e epidemias.

Saiba mais em: Meningite é contagiosa? Como ocorre a transmissão?

O meningococo pode ser transmitido pela pessoa doente ou portadora da bactéria. Lembrando que nem todos os indivíduos que adquirem a Neisseria meningitidis desenvolvem meningite, uma vez que grande parte das pessoas já possuem defesas contra essa bactéria.

Bebês com idade entre 6 meses e 1 ano são mais vulneráveis à doença, pois ainda não possuem os anticorpos necessários para combater o meningococo.

Em caso de suspeita de meningite, procure atendimento médico com urgência. Se não for tradada a tempo, a meningite meningocócica pode causar complicações graves e deixar sequelas, como cegueira, atraso mental, surdez, distúrbios motores, de linguagem e visuais.

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Que remédios devo tomar para enxaqueca?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os remédios para enxaqueca que você deve fazer uso será baseado no seu tipo de dor, frequência e intensidade, fatores que devem ser analisados junto com um diário da dor e com a avaliação médica. Essas medicações servem não apenas para aliviar a dor de cabeça, mas também para prevenir novas crises de enxaqueca.

Os medicamentos para enxaqueca mais usados no alívio da dor (durante a crise de dor) são:

  • Analgésicos (Paracetamol, Dipirona);
  • Anti-inflamatórios (Ibuprofeno, Diclofenaco, Indometacina, Naproxeno, entre outros);
  • Ergotaminas (Cefaliv, Ormigrein, Tonopan);
  • Triptanos (Sumatriptano, Naratriptano, Zolmitriptano, Almotriptan, Eletriptan, Rizatriptan).

Já os remédios mais utilizados para prevenção de crises de enxaqueca variam de acordo com os hábitos de vida, com a tolerabilidade, com os efeitos colaterais conhecidos de cada medicamento e com as comorbidades ou uso de medicamentos de cada paciente.

Segundo os especialistas na área, as medicações de primeira linha são:

  • Antidepressivos tricíclicos (Amitriptilina, Nortriptilina);
  • Inibidores de recaptação de serotonina (Venlafaxina ER);
  • Anticonvulsivantes (Ácido Valproico, Topiramato, Carbamazepina);
  • Betabloqueadores (Propranolol e atenolol);
  • Bloqueadores do canal de cálcio (Flunarizina, Verapamil);
  • Toxina botulínica tipo A (botox).

No entanto, o tratamento da enxaqueca não é feito apenas com medicamentos. É muito importante identificar os fatores desencadeantes da enxaqueca e evitá-los.

Além disso, outras formas não medicamentosas de prevenir novas crises de enxaqueca incluem:

  • Aprender técnicas de relaxamento;
  • Não ficar muito tempo sem comer;
  • Não fumar;
  • Combater o estresse;
  • Dormir bem;
  • Praticar atividade física regularmente;
  • Práticas complementares e alternativas, como psicoterapia, Hipnose e ou Acupuntura.

Praticamente todos os remédios para enxaqueca citados necessitam de receita médica. Consulte um médico neurologista para saber quais medicamentos podem ser usados no seu caso de enxaqueca e siga corretamente todas as suas recomendações.

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Enxaqueca: Sintomas e Tratamento

O que é um AVC e quais os sintomas ou sinais?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

AVC é a sigla usada para acidente vascular cerebral, popularmente chamado de "derrame". Existem 2 tipos: AVC isquêmico e AVC hemorrágico. O mais comum é o isquêmico, representando a grande maioria dos casos.

O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) acontece quando uma artéria está obstruída e falta sangue numa determinada área do cérebro.

Já o acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH) é provocado por um sangramento decorrente do rompimento de um vaso sanguíneo.

Há ainda outro tipo de acidente vascular cerebral, cujos sintomas têm um tempo de duração menor, inferior a 24 horas. Trata-se do ataque isquêmico transitório (AIT). A artéria, nesses casos, fica obstruída por alguns minutos ou durante horas, sendo esse o tempo de duração dos sintomas. Depois disso, o fluxo sanguíneo volta aquela artéria, permitindo o desaparecimento das manifestações e a pessoa volta ao normal.

Contudo, mesmo nos casos de AIT, é importante procurar ajuda, pois o ataque isquêmico transitório pode ser o primeiro sinal de um AVC. Sabe-se que 20% das pessoas que têm um AIT sofre um derrame dentro de um período de 3 meses.

Quais são os sinais e sintomas de um AVC?

Os sintomas do AVC têm início súbito e podem se manifestar isoladamente ou combinados. A pessoa pode apresentar:

⇒ Perda de força, adormecimento ou paralisia em algum membro ou na face, apenas de um lado do corpo; ⇒ Alterações da visão (perda de visão, visão turva, visão dupla, sensação de "sombra" na visão); ⇒ Dificuldade para falar ou entender frases;

⇒ Desequilíbrio, tontura, falta de coordenação ao caminhar ou queda súbita;

⇒ Dor de cabeça forte e persistente;

⇒ Dificuldade para engolir.

Veja também: Suspeita de AVC: o que fazer?

Os sinais e sintomas do AVC variam conforme a área do cérebro que foi afetada. O acidente vascular cerebral é súbito. Os seus sintomas têm início imediato, logo após o rompimento ou a obstrução do vaso sanguíneo. 

Os sintomas do AVC podem se manifestar na face, na força muscular, na fala, na visão e com dor de cabeça. As manifestações podem surgir de forma isolada ou combinada.

Sinais de AVC na Face

A face da pessoa pode ficar “torta” subitamente, com um canto da boca ou uma pálpebra caída. Os sinais ficam ainda mais evidentes quando a pessoa sorri.

Sinais de AVC na Força

A perda de força também tem início súbito e é sentida em um dos braços ou em uma das pernas, podendo também se manifestar com perda de equilíbrio ou dificuldade de andar.

Sinais de AVC na Fala

Outro sinal frequente do AVC é a alteração da fala. A pessoa costuma apresentar um discurso confuso e a sua fala pode tornar-se estranha ou difícil de compreender. O indivíduo também pode apresentar dificuldade para compreender frases.

Sinais de AVC na Visão

O AVC quando acomete a região posterior do cérebro, principalmente, pode provocar perda súbita da visão ou outras manifestações visuais, como visão turva ou visão dupla.

Sinais de AVC: Dor de cabeça

Para finalizar, outro sintoma muito comum de AVC: a dor de cabeça, que costuma ser muito forte e começa subitamente, sem uma causa aparente, podendo levar ao desmaio. Sintoma mais comum nos casos de AVC hemorrágico.

Quais as possíveis sequelas de um AVC? 

As consequências e as possíveis sequelas de um acidente vascular cerebral depende de fatores como: tipo de AVC, tamanho da lesão, localização da área cerebral afetada, estado de saúde da pessoa, e mais importante, o tempo de início do tratamento. 

Tempo é cérebro! Quanto antes for iniciado o tratamento menos risco de sequelas para o paciente.

Cada pessoa irá reagir de forma diferente, de acordo com o caso. 

A recuperação do acidente vascular cerebral costuma ser lenta, mas também depende de cada caso. Aproximadamente 30% das pessoas apresenta uma melhora significativa dos sintomas dentro de 1 mês. 

Contudo, muitos outros irão apresentar sequelas. Por isso, o prognóstico de um AVC geralmente é bastante reservado.

Pouco tempo após um AVC, as células cerebrais começam a morrer. Porém, se a circulação sanguínea não estiver totalmente interrompida, elas ainda podem permanecer vivas durante algumas horas.

Por isso, é muito importante que a vítima de um AVC receba atendimento especializado o quanto antes, a fim de minimizar as lesões cerebrais. 

Aos primeiros sinais e sintomas de um AVC, a pessoa deve procurar assistência médica com urgência. O tratamento imediato pode prevenir sequelas mais graves e salvar a vida do/a doente.

Saiba mais em:

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Qual o tratamento no caso de coágulo no cérebro?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O tratamento de um coágulo no cérebro geralmente é feito através de uma pequena cirurgia, em que se faz uma abertura do tamanho de uma moeda pequena no crânio, para drenar o hematoma. Se o coágulo estiver na meninge (capa fibrosa que recobre o cérebro), nem é preciso abrir o crânio.

Outra forma de tratamento, dependendo da localização e da extensão do hematoma, é através de medicamentos anticoagulantes, que "afinam" o sangue e dissolvem o coágulo cerebral.

O diagnóstico do coágulo é feito com os exames de tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Um coágulo no cérebro aumenta a pressão interna do crânio e provoca a liberação de substâncias inflamatórias que podem levar a danos cerebrais irreversíveis. Em alguns casos podem causar a morte ou invalidez do/a paciente, por isso necessitam de tratamento médico urgente.

O tratamento dos coágulos cerebrais é feito pelo/a médico/a neurocirurgião/ã.

Vacina para meningite B provoca alguma reação ou efeito colateral?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, a vacina contra meningite B, também conhecida como Bexsero®, pode provocar reações e efeitos colaterais. Em bebês e crianças com menos de 2 anos de idade, as reações mais comuns são: dor, inchaço e vermelhidão no local da injeção, febre e irritabilidade.

Em adolescentes e adultos, os efeitos colaterais mais observados são: dor no local da aplicação, mal-estar e dor de cabeça.

Nos bebês e nas crianças de até 2 anos, a vacina para meningite B pode ser administrada isoladamente ou em conjunto com outras vacinas.

Quando administrada isoladamente, a frequência de febre é semelhante às outras vacinas de rotina para crianças nessa faixa etária. 

Quando administrada com outras vacinas, aumentam as chances de reações adversas como febre, irritação, mudança nos hábitos alimentares, sonolência e sensibilidade no local da injeção.

A febre normalmente desaparece no dia seguinte à vacinação. Para amenizar ou até prevenir a febre, pode-se utilizar paracetamol. Este medicamento não interfere na eficácia da vacina contra meningite B.

Além da vacina que previne contra a meningite meningocócica tipo B, há também a vacina meningocócica conjugada ACWY, que protege contra meningite meningocócica dos tipos A, C, W e Y.

Ambas as vacinas só estão disponíveis em clínicas privadas e não fazem parte do calendário básico de vacinação do SUS. Na rede pública de saúde está disponível a vacina contra a meningite C, que é gratuita e está disponível para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes entre 11 e 14 anos.

Caso tenha mais dúvidas sobre vacinas, consulte o seu médico de família ou pediatra.

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Quais os sintomas de calcificação no cérebro?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os sintomas de calcificação no cérebro podem variar bastante, dependendo da localização da calcificação e a causa desta alteração. Uma pessoa com calcificações cerebrais tanto pode não apresentar sintomas, como pode manifestar apenas um ou vários sintomas associados. Dentre os mais comuns estão:

  • Alterações afetivas;
  • Alterações da personalidade;
  • Irritabilidade, agressividade;
  • Enxaquecas;
  • Convulsões;
  • Movimentos anormais dos membros, tremores;
  • Alterações da fala.

Os sintomas das calcificações cerebrais podem ser semelhantes aos encontrados em doenças neurológicas e psiquiátricas como o Mal de Alzheimer, Parkinson, esquizofrenia, depressão ou ainda transtorno bipolar. O que dificulta um diagnóstico precoce. 

Leia mais sobre essas doenças e seus sintomas em: Quais as causas e os sintomas da Doença de Alzheimer?; Quais os sintomas do Mal de Parkinson?; Quais são os sintomas da esquizofrenia?; Como saber se tenho depressão? Quais os Sintomas?; Diferenças entre Esquizofrenia e Transtorno Bipolar

Estudos recentes liderado por pesquisador brasileiro, comprova fator genético entre as causas de calcificações cerebrais. Avançando as pesquisas em busca de meios de controle desta doença. Muitas vezes o paciente descobre as calcificações por acaso ao fazer exames de imagem do crânio por outra razão qualquer.

Uma vez diagnosticado o problema, deve ser feito um acompanhamento com um médico neurologista, para tratamento e acompanhamento adequados.