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Neurologia

Fiz uma tomografia de crânio e apareceu uma lesão. O que pode ser?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A única forma de ter certeza sobre a natureza dessa lesão, é com a ressecção da lesão ou parte dela, para fazer um exame do próprio tecido. Entretanto nem sempre essa é a melhor opção, ou está indicado imediatamente.  

Com a evolução da medicina e principalmente das imagens que dispomos hoje, muitas vezes não é necessária uma cirurgia aberta de crânio para definir uma lesão, porque os exames são capazes de avaliação detalhada. 

O granuloma eosinófilo é uma lesão óssea, benigna, que raramente atinge o cérebro, quando encontrada no crânio, de origem desconhecida e muitas vezes chega a cura de forma espontânea. Um dos motivos de não se indicar a cirurgia imediatamente.

Contudo, nos casos sintomáticos, quando há queixas de dor, edema ou sinais de crescimento da lesão, o tratamento está indicado. Os tratamentos indicados atualmente são a administração de corticoides, cirurgia, radio ou quimioterapia, dependendo de cada caso. 

Os cistos dermoides no crânio são raros e costumam surgir por volta dos 22 anos de idade. Apesar de ter um crescimento extremamente lento, o seu conteúdo pode alcançar a meninge, provocando meningite química. O tratamento cirúrgico pode ser necessário para remover o cisto dermoide. Se não for completamente retirado, o cisto tende a surgir novamente.

Já os cistos epidermoides cranianos são mais comuns que os dermoides. Na maioria dos casos o cisto é detectado entre os 50 e 60 anos. Se não forem completamente removidos também tendem a voltar e raramente evoluem para câncer (carcinoma).

Portanto o tratamento vai variar de acordo com cada caso. Nas lesões pequenas, sem sintomas, com características típicas de benignidade, está correto e comprovado o tratamento conservador, com novo exame após um ano.

Nos casos de lesão grande, ou que causem dor, edema, ou ainda que os exames não sejam muito esclarecedores, provavelmente será indicado cirurgia para ressecção e melhor avaliação da lesão. 

O diagnóstico só poderá ser feito pelo médico neurologista ou neurocirurgião, responsáveis também por definir junto ao paciente a melhor conduta.

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Quais os sintomas de hérnia de disco?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os sintomas de hérnia de disco podem incluir dor no pescoço ou na coluna lombar, formigamentos, alteração de sensibilidade e até perda de força muscular em braços ou pernas.

No caso da hérnia de disco lombar, os sintomas podem incluir:

  • Dor na coluna lombar (região inferior das costas), que pode irradiar para o glúteo, região posterior da coxa, perna e pé (dor ciática);
  • Dor lombar ao se movimentar, fazer esforços ou levantar objetos;
  • Formigamento em coxa, perna ou pé;
  • Alterações de sensibilidade de um membro inferior;
  • Perda de força muscular de um membro inferior.

As hérnias de disco da coluna lombar frequentemente estão associadas a sintomas que envolvem o nervo ciático.

Já a hérnia de disco cervical pode causar os seguintes sintomas:

  • Dor no pescoço que pode irradiar para ombro, braço, mão e dedos;
  • Formigamentos no pescoço, braço, mão ou dedos;
  • Alterações de sensibilidade de um membro superior;
  • Perda de força de um membro superior.

As hérnias de disco nem sempre manifestam sintomas, quando existem, variam conforme a área do nervo que está sendo comprimida pela hérnia.

A dor pode ser leve, moderada ou incapacitante. Nos casos mais graves, o comprometimento do nervo pode levar à perda de força muscular, perda do movimento de um membro.

O que é Hérnia de Disco?

Hérnia de disco é o extravasamento do núcleo gelatinoso do disco intervertebral que fica entre as vértebras da coluna e atua como um amortecedor.

O rompimento do disco e o consequente extravasamento do seu núcleo pode ocorrer devido a esforços, movimentos bruscos, envelhecimento, má postura, entre outras causas.

Os sintomas da hérnia disco surgem devido à compressão que o núcleo gelatinoso provoca nas raízes dos nervos que saem da medula espinhal.

O diagnóstico da hérnia de disco é feito através de exames de imagem (RX, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, sendo o último o exame mais específico e definitivo para avaliar não só a hérnia, mas o grau de compressão e comprometimento do nervo.

O tratamento inclui repouso absoluto, medicamentos relaxantes musculares e anti-inflamatórios associados a fisioterapia, visando fortalecimento muscular e repostura (RPG). Para a hérnia cervical está indicado ainda o colar cervical, para auxiliar no repouso local. E apenas nos casos sem melhora, ou casos com risco de sequelas neurológicas, está indicado tratamento com cirurgia.

Os pacientes com hérnia de disco devem ser acompanhados preferencialmente por um/a médico/a neurologista ou neurocirurgião/ã.

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AVC tem cura? Qual o tratamento e possíveis sequelas?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A recuperação de um AVC e as suas possíveis sequelas dependem sobretudo da área do cérebro que foi afetada, da extensão, do tipo de lesão e ainda se a pessoa recebeu ou não um tratamento adequado a tempo.

O tratamento do AVC depende inicialmente da fase, se fase aguda ou crônica.

Na fase aguda, deve ser diagnosticado o tipo de AVC. O AVC isquêmico, lesão cerebral por falta de uma irrigação sanguínea deve ser abordado de forma imediata, para desobstruir o vaso "entupido", seja com uso de anticoagulantes ou abordagem cirúrgica/endovascular. No máximo dentro das primeiras 3,5 horas. No caso de AVC hemorrágico, sangramento dentro do cérebro, na maioria das vezes por ruptura de aneurisma, o tratamento já será o contrário, interromper a sangramento, por vezes é necessário cirurgia para remover o coágulo ou tratar o aneurisma.

Na fase crônica, após o tratamento inicial e estabilização do paciente, o tratamento vai se basear na prevenção de um novo episódio, controle das doenças, e reabilitação para as sequelas que tenha desenvolvido, os quais podemos citar:

  • Medicamento para controlar a pressão arterial;
  • Medicamentos para controle do açúcar no sangue e colesterol;
  • Anticoagulação (nos casos de AVC isquêmico);
  • Orientação nutricional;
  • Fisioterapia;
  • Terapia ocupacional;
  • Fonoaudiologia;
  • Psicologia.

As principais sequelas de um AVC são:

  • Paralisias;
  • Déficit Sensitivo (falta ou diminuição da sensibilidade de algum membro);
  • Afasias (déficit de linguagem);
  • Apraxias (perda da capacidade de executar movimentos coordenados);
  • Negligência (a pessoa ignora a metade afetada do corpo);
  • Agnosia visual (a pessoa não reconhece objetos visualmente);
  • Déficit de memória;
  • Lesões no tronco cerebral (caracteriza-se por dificuldade motora mais grave);
  • Alterações comportamentais;
  • Depressão.

É fundamental procurar assistência médica o mais rápido possível quando existe a suspeita de AVC, para que um diagnóstico preciso seja realizado e as lesões cerebrais sejam minimizadas.

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O que é deficiência intelectual e quais são as suas características?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Deficiência intelectual é uma menor capacidade de compreender, aprender e aplicar informações e tarefas novas ou complexas. Pessoas com deficiência intelectual têm um funcionamento mental abaixo da média esperada para a idade, o que provoca um atraso na aprendizagem e no desenvolvimento desses indivíduos.

A deficiência intelectual manifesta-se antes dos 18 anos de idade e caracteriza-se sobretudo por alterações no desenvolvimento das funções cognitivas (raciocínio, memória, atenção, juízo), da linguagem, das habilidades motoras e da socialização.

As causas da deficiência mental podem ser diversas e decorrente de múltiplos fatores. Existem causas genéticas, como a Trissomia do cromossomo 21 ou Síndrome de Down e causas relacionadas a problemas no parto e na gestação como: complicações durante a gravidez (rubéola, uso de drogas, abuso de álcool, desnutrição materna), problemas ao nascimento (prematuridade, falta de oxigênio, traumatismos) e ainda doenças e condições que afetam a saúde, como sarampo, meningite, desnutrição, exposição a chumbo e mercúrio, entre outras.

As principais características da deficiência intelectual são a falta de concentração, a dificuldade em interagir e se comunicar e a baixa capacidade de compreensão linguística (não compreendem a escrita ou precisam de um sistema de aprendizado especial).

Na área motora, poderá haver alterações nos movimentos mais finos, dificuldades em manter o equilíbrio, dificuldade na coordenação motora, locomoção e manipulação de objetos. 

Na área cognitiva, as maiores dificuldades estão na concentração, memória e solução de problemas, o que torna o aprendizado mais lento.

Quando à comunicação, a deficiência mental provoca dificuldades para se expressar, fazendo com que a pessoa seja pouco compreendida.

Já na área sócio-educacional existe uma diminuição das interações sociais em ambiente escolar, uma vez que a idade mental está atrasada em relação à idade real.

O tratamento da deficiência mental tem como objetivo reforçar e facilitar o desenvolvimento das capacidades do indivíduo, fornecendo o apoio que ele precisa para superar as suas dificuldades.

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O que é a síndrome das pernas inquietas?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A síndrome das pernas inquietas é um distúrbio neurológico caracterizado por uma sensação de desconforto nos membros inferiores que provoca uma vontade incontrolável de movimentar as pernas. Os sintomas da síndrome das pernas inquietas se manifestam quando a pessoa está em repouso, sobretudo na hora de dormir.

A síndrome pode causar, além do desejo incontrolável de movimentar as pernas, outros sintomas como formigamento, coceira ou perda de sensibilidade na perna entre o tornozelo e o joelho.

A movimentação parece aliviar os sintomas, que começam ou pioram durante períodos de repouso. Também é frequente os sintomas se agravarem ao fim do dia ou à noite, antes de ir para a cama ou logo após se deitar.

O distúrbio é mais comum em mulheres entre 25 e 40 anos de idade, com tendência à piorar na terceira idade.

Complicações da síndrome das pernas inquietas

A necessidade de mexer as pernas prejudica a qualidade do sono, devido a própria movimentação e microdespertares causados pelo sintoma. O que impede a pessoa de passar por todas as fases do sono e devida recuperação do metabolismo do corpo.

Por isso, além dos sintomas clássicos da síndrome, o paciente com frequência se queixa de cansaço, sonolência diurna, irritação, dificuldade de concentração e problemas de memória. Referem também dificuldade em realizar viagens longas, idas ao cinema, entr eoutras atividade de lazer simples e prazerosas, trazendo prejuízos significativos à qualidade de vida.

Causas da Síndrome das pernas inquietas

Cerca de 30% dos casos de síndrome das pernas inquietas tem como causa fatores genéticos. Outras causas incluem falta de ferro, gravidez, abuso de estimulantes e bebidas alcoólicas, tabagismo, uso de medicamentos antidepressivos e antipsicóticos, doenças renais e degenerativas, como o Mal de Parkinson. E em aproximadamente 30% dos casos, a síndrome tem causa desconhecida.

Tratamento

O tratamento da síndrome das pernas inquietas é feito com medicamentos que estimulam a produção de dopamina, um neurotransmissor que parece estar deficiente nas pessoas com o distúrbio. Essa substância conduz os impulsos nervosos e a sua diminuição ou a falta no organismo afeta os movimentos do corpo.

Outros remédios que também são usados para tratar a síndrome são os anticonvulsivantes e os benzodiazepínicos (calmantes), embora não seja um consenso.

Ainda, faz parte do tratamento da síndrome das pernas inquietas adotar hábitos que ajudam a melhorar os sintomas, como ter uma alimentação saudável, praticar atividade física regularmente, reduzir o consumo de cafeína e estimulantes, tomar suplementos de ferro e vitaminas em caso de anemia.

O diagnóstico e tratamento da síndrome das pernas inquietas é da responsabilidade do médico neurologista.

Saiba mais em: Síndrome das pernas inquietas tem cura? Qual é o tratamento?

Epilepsia pode matar?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A epilepsia pode matar, de forma direta ou indireta, principalmente quando o tratamento e acompanhamento não são seguidos de forma correta. Isso porque já é comprovado que pacientes portadores de epilepsia apresentam maior risco de morte súbita, e também, porque uma crise convulsiva aumenta o risco da pessoa se envolver em acidentes graves. 

Além disso, pessoas que sofrem crises convulsivas, correm o risco de lesão cerebral, caso a crise perdure por mais de 5 minutos. Podem também apresentar vômitos ou sangramento na boca, por mordedura durante uma crise, e deglutir esse conteúdo, causando bronco aspiração. O que pode levar a um tipo de pneumonia grave e consequências ruins.

Quem tem epilepsia pode ter morte súbita?

Sim. A morte súbita é observada com maior frequência em pessoas com epilepsia, chamada Morte Súbita Inesperada em Epilepsia, parece estar relacionada com o número de crises generalizadas que apresenta, principalmente à noite, quando são menos vigiados.

Estudos sugerem que a morte súbita ocorra nesses casos, porque durante as crises, as regiões do cérebro que controlam a respiração e os batimentos do coração possam ser "desligadas", ou parem de funcionar de forma adequada. A morte ocorreria portanto, por dificuldade respiratória e ou descompensação cardíaca, levando a parada cardiorrespiratória. 

Outras possíveis causas para a morte súbita em pessoas com epilepsia são:

1. Baixa adesão ao tratamento da epilepsia (esquecer de tomar a medicação na hora certa);

2. Presença de doenças cardíacas; e 

3. Predisposição genética.

Entretanto essas teorias não estão confirmadas cientificamente e faltam estudos que definam os fatores de risco mais relevantes para esses casos. 

Vale ressaltar que nos casos de Morte Súbita Inesperada em Epilepsia, a pessoa não foi vista antes, não se sabe se houve ou não alguma crise convulsiva, dificultando ainda mais o conhecimento e entendimento desse assunto.

Apesar do risco aumentado de morte súbita e morte indireta causada pelas convulsões, a maioria dos pacientes portadores de epilepsia, que fazem o tratamento corretamente levam uma vida normal, muitas vezes sem nenhuma limitação, já que as crises estão controladas.

Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais cedo o tratamento é iniciado e a pessoa pode voltar às suas atividades diárias normais.

O médico neurologista é o especialista indicado para diagnosticar e tratar a epilepsia.

Escuto barulhos como "areia derramando" em minha cabeça?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Precisa procurar um neurologista, mas seus sintomas parecem estra relacionados com sintomas do "labirinto" e não parece ter relação com o aneurisma da sua mãe, mas só o neurologista vai te dar essa certeza.

O que é paralisia do sono? Tem tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Paralisia do sono é a sensação de não poder se movimentar depois de acordar. A pessoa está consciente mas não consegue movimentar o corpo, não consegue falar e normalmente sente um peso em cima dela. Durante a paralisia, é comum também a pessoa ter alucinações.

Apesar de não conseguirem se mexer ou falar, algumas pessoas ainda conseguem ter um pequeno controle de certas partes do corpo, como mãos, boca e olhos.

A paralisia do sono pode ocorrer antes da pessoa adormecer ou logo após acordar. O tempo de duração pode ser de até 5 minutos. Trata-se de um distúrbio do sono que pode ocorrer esporadicamente e não significa nada de anormal, nem oferece riscos à saúde.

Porém, a paralisia do sono pode ser um sintoma da síndrome narcoléptica ou narcolepsia. Nesse caso, ela vem acompanhada de sonolência excessiva durante o dia. Embora seja muito raro, o quadro pode ser grave e precisa de tratamento.

Quais são as causas da paralisia do sono?

A paralisia do sono ocorre devido à persistência do corpo em manter a fraqueza muscular da fase REM do sono. Na fase REM (Rapid Eye Movement - "Movimento Rápido dos Olhos"), a atividade cerebral é mais rápida e intensa e os sonhos são mais reais.

Nessa fase do sono, ocorre uma espécie de paralisia no corpo, que é uma proteção do organismo para que a pessoa não se movimente enquanto dorme, evitando se machucar.

A paralisia do sono acontece quando o cérebro acorda do estado REM mas o corpo continua paralisado. Isso significa que a pessoa está consciente, mas não tem controle sobre o corpo.

Vale lembrar que a paralisia do sono ocorre com mais frequência em pessoas com narcolepsia, insônias e apneia do sono. Rotinas estressantes e a suspensão de medicamentos que atuam no sistema nervoso também favorecem a ocorrência da paralisia.

A causa das alucinações não está totalmente esclarecida. Uma teoria é a de que durante a paralisia do sono, o cérebro não distingue bem os sonhos da realidade e a mente reproduz então as imagens do sonho.

Qual é o tratamento para a paralisia do sono?

Não existe um tratamento específico para a paralisia do sono. O que a pessoa deve fazer nesses momentos é ficar calma e aguardar alguns instantes que logo ela retoma os movimentos habituais.

A mudança de hábitos e do estilo de vida pode colaborar para melhorias, como manter os cuidados com a saúde, praticar atividade física e ter uma boa alimentação.

O diagnóstico e tratamento da paralisia do sono pode ser feito pelo/a médico/a de família, clínico/a geral ou neurologista.

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