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Como reconhecer os sintomas de câncer de fígado?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O câncer de fígado geralmente não causa nenhum sintoma específico e característico da doença. Algumas pessoas podem apresentar:

  • Nodulação e dor leve na região superior do abdômen;
  • Perda de peso;
  • Sensação de satisfação antes de terminar a refeição;
  • Inchaço nas pernas;
  • Olhos amarelados;
  • Icterícia;
  • Inchaço abdominal.

Com o avançar da doença, a pessoa poderá apresentar:

  • Sangramento;
  • Diarreia;
  • Dor óssea;
  • Falta de ar;
  • Alterações na pele.

Na suspeita de câncer no fígado, o/a médico/a deverá proceder à investigação com exames de sangue, exames de imagem como tomografia, ressonância magnética e biópsia hepática caso identifique essa necessidade.

Câncer de estômago tem cura?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Depende. O câncer de estômago costuma ser "estadiado", ou seja, classificado em graus, de acordo com os fatores abaixo:

  1. Subtipo do tumor;
  2. Localização e extensão;
  3. Acometimento de linfonodos, próximos a lesão;
  4. Metástases (comprometimento de outros órgãos).

De acordo com o estadiamento, são definidas as taxas de chance de cura completa ou de tempo estimado de sobrevida. Por exemplo, os estágios mais iniciais, classificados como Estádio I, apresentam chance de cura de até 75%, enquanto o estágio mais avançados, considerado Estádio IV, em média não ultrapassa 4% (segundo a American Cancer Society - 2016).

Para alcançar a cura, é muito importante que o tratamento tenha início logo na fase inicial da doença. A remoção cirúrgica de parte ou de todo o estômago (gastrectomia parcial ou total), além dos nódulos linfáticos que estão próximos, e tratamento complementares, como radio e quimioterapia, serão definidos pela equipe médica, de acordo com cada caso.

A remoção dos gânglios linfáticos faz parte da cirurgia de retirada do estômago, pois serve para determinar se há células malignas nestes linfonodos, delimitando a margem de segurança e por vezes, modifica a classificação e ajustes no tratamento.

A radioterapia e a quimioterapia são formas de tratamento secundárias, que complementam o tratamento cirúrgico, seguindo os protocolos estabelecidos para cada tipo de tumor.

Juntos, cirurgia, radioterapia e quimioterapia compõem a terapia curativa do câncer de estômago, podendo alcançar as taxas de cura esperadas.

Contudo e infelizmente, há casos em que o câncer de estômago não tem cura e o tratamento se torna apenas paliativo, através de quimioterapia e radioterapia. Algumas dessas situações são:

  • Tumores não passíveis de serem retirados, seja pelo tamanho ou comprometimento de órgãos vitais;
  • Condições clínicas que impedem a realização da cirurgia curativa, como cardiopatia grave ou insuficiência renal, por exemplo;
  • Presença de metástases.

O tratamento do câncer de estômago deve ser realizado e acompanhado por médico/a oncologista.

Pode lhe interessar també: Quais os sintomas de câncer no estômago?

Como prevenir o câncer de próstata?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A melhor forma de prevenir o câncer de próstata é fazer acompanhamento regular com urologista, principalmente a partir dos 45 anos de idade, ou 40 anos, se houver história familiar de câncer de próstata.

O acompanhamento na maioria das vezes é anual, quando devem ser realizados os exames de toque retal e o exame de sangue para verificar o PSA (antígeno prostático específico). Juntos, esses exames podem detectar precocemente mais de 90% dos tumores malignos de próstata, o que aumenta muito as chances de cura da doença.

O exame de toque é feito em consultório pelo médico urologista. Demora poucos segundos e serve para detectar alterações na próstata, como endurecimento e formato irregular, que podem indicar a presença de um tumor.

Já o exame de PSA (sigla em inglês para Antígeno Prostático Específico) indica os níveis sanguíneos dessa proteína que é produzida exclusivamente pela próstata. Valores superiores a 2,5 ng/ml são indicativos de alterações na próstata, como o câncer.

Contudo, o PSA também pode estar alto em casos de prostatite (inflamação da próstata), crescimento benigno da próstata (hiperplasia de próstata) e outras doenças que afetam a glândula. Portanto, níveis elevados de PSA nem sempre significam que o indivíduo está com câncer de próstata.

Saiba mais em: PSA alterado: quais os sintomas e o que pode ser?

Se houver alteração no exame clínico e o PSA estiver aumentado, é realizada uma ultrassonografia. O diagnóstico é confirmado através de biópsia.

Veja também: Biópsia da próstata: como é feito o procedimento?

Ainda não se sabe exatamente o que causa o câncer de próstata, mas alguns fatores de risco aumentam as chances de desenvolver a doença, como idade, história na família e alimentação.

A idade é o principal fator a ser levado em consideração, já que cerca de 75% dos casos de câncer de próstata ocorre a partir dos 60 anos. O risco aumenta se houver história da doença em parentes de 1º grau deste paciente.

O câncer de próstata também está associado a uma dieta rica em carne e gordura de origem animal. Por isso, ter uma alimentação saudável e balanceada, com pouca gordura animal e rica em tomate (licopeno), frutas e vegetais, sobretudo alimentos ricos em vitaminas A e D e selênio, pode contribuir para redução do risco de desenvolver esse tipo de tumor.

A maioria dos homens com câncer de próstata não apresenta sintomas no início. Em grande parte dos casos, o tumor tem evolução lenta e silenciosa.

Veja aqui quais são os sintomas do câncer de próstata.

Por essa razão, os exames anuais de toque retal e PSA são fundamentais para diagnosticar a doença ainda na fase inicial e aumentar as chances de cura. Os exames de rastreamento devem ser realizados a partir dos 45 anos ou a partir dos 40 anos para homens com histórico familiar de câncer de próstata.

Saiba mais em:

Câncer de próstata tem cura?

Como é o tratamento para câncer de próstata?

O que é câncer de próstata?

Prednisolona: o que é, para que serve, como tomar e efeitos colaterais
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A Prednisolona é um anti-inflamatório esteroide utilizado principalmente nos casos de inflamação, dor e edema.

A medicação pode ser indicada também para outros tratamentos como, por exemplo, alergias, doenças endócrinas, problemas de pele, problemas na articulação, doenças autoimunes, doenças respiratórias e problemas oculares.

Quando associado a outros medicamentos, a prednisolona pode auxiliar no tratamento de câncer.

Indicações 1. Alergias

O seu uso é igualmente indicado para rinite alérgica, dermatite de contacto e atópica e reações alérgicas a medicamentos. Pode ser indicado na forma de comprimidos ou pomadas.

2. Doenças endócrinas

Algumas doenças do sistema endócrino se beneficiam muito de corticoide, como doenças da glândula adrenal, doenças da tireoide e complicações do câncer.

3. Problemas de pele

Grande parte das doenças de pele, como micoses e dermatites são tratadas com corticoides, porém outras pioram com a medicação, por isso é importante fazer uso apenas com a indicação médica.

4. Problemas na articulação

É possível tratar reumatismo, artrite reumatoide, bursite, entre outras doenças articulares com prednisolona. Os resultados dependem da gravidade dos sintomas e doses utilizadas.

5. Distúrbios autoimunes

Usada no tratamento de doenças autoimunes, pela redução da imunidade natural, com menor formação de anticorpos. São exemplos as colagenoses, lúpus, psoríase e a cardite reumática aguda.

6. Doenças respiratórias

Tem indicação para os quadros agudos de asma, bronquite, pneumonias complicadas, sarcoidose, enfisema pulmonar e alguns casos de tuberculose.

7. Problemas oculares

Nos casos de conjuntivite alérgica, neurite ótica, úlceras de córnea e herpes zóster oftálmico, o uso de prednisolona é fundamental para tratar e para evitar complicações como a cegueira.

Outros problemas mais graves como distúrbios de sangue, como alguns casos de anemia, púrpura trombocitopênica idiopática (PTI) e plaquetas baixas sem causa definida, também respondem bem ao tratamento com corticoides.

Assim como o tratamento paliativo de leucemias e linfomas.

Como tomar?

A dose de prednisolona varia muito em função da idade, peso, doença a ser tratada e a forma farmacêutica.

Pode ser usada em bebês, crianças e adultos.

O medicamento é encontrado em três diferentes formas: comprimidos de 5 ou 20 mg, xarope de 3 mg/ml ou 1mg/ml e solução em gotas de 11mg/ml.

O uso da medicação, a sua dose e a duração do tratamento devem ser orientados pelo/a médico/a.

Quais são os efeitos colaterais de Prednisolona? Efeitos coletaris mais comuns

Durante o tratamento com prednisolona os efeitos colterais mais relatados são o aumento do apetite e retenção de líquido, que levam ao aumento de peso; retardo na cicatrização de feridas; má digestão; fadiga, insônia, gastrite, azia e maior risco de úlceras gástrica.

Ainda, nas crianças com o uso prolongado de corticoides, observa-se um retardo no crescimento.

Efeitos raros

Apesar de serem considerados mais raros, também podem ocorrer problemas nos olhos como catarata, glaucoma, intolerância a carboidratos, aumento da necessidade de insulina ou hipoglicemiantes orais em pessoas diabéticas.

Quais as contraindicações?
  • Pessoas alérgicas à prednisolona ou algum componente da sua fórmula.
  • Em casos de infecções fúngicas sistêmicas ou infeções não controladas.
  • Mulheres grávidas ou que estão amamentando.

A prednisolona, como qualquer outro medicamento, somente deve ser utilizado com prescrição médica.

Existe diferença entre Prednisolona e Prednisona?

A prednisona é uma substância inativa que, quando ingerida, é ativada pelo fígado e transformada em prednisolona. Deste modo, a ação da prednisolona e da prednisona são as mesmas.

Para as pessoas que possuem problemas no fígado é mais vantajoso o uso da prednisolona, uma vez que esta não precisa agir na sua metabolização, para desempenhar as suas funções.

Para escolher que tipo de medicamento usar, consulte o/a seu/sua médico/a.

Neoplasia benigna pode virar maligna?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Não, uma neoplasia benigna não pode virar maligna. Um tumor benigno será sempre benigno, pois a célula que originou o tumor não tem as mutações genéticas necessárias para dar origem a uma neoplasia maligna.

A neoplasia benigna possui crescimento lento, é localizada, não "invade" tecidos e órgãos vizinhos e normalmente está envolta por uma cápsula de tecido fibroso que delimita o tumor.

Na maioria dos casos de neoplasias benignas, uma vez retirado o tumor, o paciente fica completamente curado e o tumor não volta e crescer.

Também não há risco de metástase, que é a disseminação das células cancerosas pelos vasos sanguíneos e linfáticos, dando origem a tumores malignos em outros órgãos do corpo.

Leia mais em: Qual a diferença entre benigno e maligno?

Já a neoplasia maligna possui crescimento acelerado e capacidade de invadir órgãos e tecidos vizinhos, podendo também desenvolver metástases.

As neoplasias benignas e malignas são diferentes desde a origem, pois as células que as constituem possuem características próprias que as distinguem significativamente umas das outras, o que impossibilita a transformação de um tumor benigno em maligno e vice versa.

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O que é neoplasia? É câncer?

Câncer de próstata tem cura?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim, câncer de próstata tem cura, principalmente quando o tumor é detectado na fase inicial. Quanto mais cedo o câncer de próstata for diagnosticado, maiores serão as chances de cura.

A cirurgia para remoção total da próstata (prostatectomia radical) é o tratamento mais utilizado em casos de tumores localizados e alcança uma taxa de cura de até 95%. A radioterapia por braquiterapia (implantação de sementes radioativas na próstata) pode curar até 75% dos tumores, enquanto que a aplicação de radiação externa é eficaz em até 80% dos casos.

Quando o tumor já está disseminado para outros órgãos, as chances de cura são reduzidas. Muitas vezes, quando o paciente apresenta sintomas, o câncer de próstata já está avançado, por isso é tão importante o acompanhamento regular com urologista, que manter um rastreamento adequado e com isso um diagnóstico precoce.

Veja aqui quais são os sintomas do câncer de próstata.

Novembro azul -Campanha de conscientização do câncer de próstata Rastreamento

O rastreamento do câncer de próstata é realizado através do exame de toque retal e do exame de sangue para medir o PSA (antígeno prostático específico) anualmente. Se houver alteração no exame clínico e o PSA estiver aumentado, é realizada uma ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética. Porém, como a maioria dos tumores de próstata não aparece em exames de imagem, o diagnóstico só é confirmado através de biópsia.

Tratamento

O tratamento do câncer de próstata localizado é feito com cirurgia, associado ou não a radioterapia. Se o tumor já estiver avançado mas ainda localizado, é incluído também o tratamento hormonal. No caso de metástase, ou seja, quando o câncer já se disseminou para outras partes do corpo, o tratamento é feito sobretudo com terapia hormonal ou quimioterapia.

Saiba mais em: Como é o tratamento para câncer de próstata?

A melhor forma de prevenir o câncer de próstata é fazer anualmente os exames.

O/A médico/a urologista é o/a especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento do câncer de próstata.

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O que é câncer de próstata?

Como é o tratamento para câncer de próstata?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O tratamento do câncer de próstata depende da extensão e estadiamento da doença. Na maioria das vezes é indicado tratamento cirúrgico com ressecção completa do tumor, acompanhado ou não de radioterapia, tratamento hormonal e/ou quimioterapia.

No caso do tumor em estágio inicial, restrito, bem delimitado em pacientes saudáveis, basta a cirurgia de ressecção completa e devido acompanhamento.

Nos casos mais avançados, mas ainda localizado, é incluído além da cirurgia, o tratamento hormonal ou radioterapia.

Nos casos de metástase, ou seja, quando o câncer já se espalhou para outros órgãos do corpo, o tratamento indicado é sobretudo com terapia hormonal ou quimioterapia.

Cirurgia

A cirurgia para tratar o câncer de próstata consiste na retirada completa da próstata (prostatectomia radical) e das vesículas seminais. Após a remoção da glândula, a bexiga é ligada ao canal da urina (uretra) com pontos e é colocada uma sonda para drenar a urina. A sonda é retirada depois de um período que varia entre uma e duas semanas.

Algumas complicações possíveis após a cirurgia são: a dificuldade na ereção, dificuldade em urinar e infertilidade, visto que os nervos responsáveis por essas ações, estão muito próximos da próstata e nem sempre é possível preservá-los durante o procedimento, principalmente quando existe a suspeita de invasão de tecidos vizinhos.

O procedimento cirúrgico pode ser realizado através de incisão abdominal (via aberta), pequenas incisões abdominais (laparoscopia) ou incisão na região entre o ânus e o saco escrotal (via perineal).

Radioterapia

A radioterapia consiste na aplicação de radiação na próstata. O tratamento pode ser feito por meio de radiação externa ou implantação de sementes radioativas na próstata (braquiterapia).

Terapia hormonal

Quando o câncer de próstata está avançado, mas continua localizado, ou seja, quando o tumor já cresceu além dos limites da próstata mas ainda não se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento pode incluir a terapia hormonal.

O tratamento hormonal consiste em bloquear o hormônio testosterona antes, durante ou depois da cirurgia ou radioterapia. Isso porque o crescimento das células tumorais da próstata dependem do estímulo da testosterona. Portanto, bloquear o hormônio pode fazer o tumor regredir ou estabilizar (parar de crescer).

Quimioterapia

No caso de doença disseminada, atingindo outros órgãos do corpo (metástase), o tratamento de eleição costuma ser a hormonioterapia. Se o câncer de próstata não responder à terapia hormonal, a quimioterapia está indicada.

Campanha de conscientização do câncer de próstata

O rastreamento do câncer de próstata é realizado através do exame do toque retal e do exame de sangue para medir o PSA (antígeno prostático específico) anualmente. Se houver alteração no exame clínico e o PSA estiver aumentado, é realizada uma ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética. Porém, como a maioria dos tumores de próstata não aparece em exames de imagem, o diagnóstico só é confirmado através de biópsia.

Saiba mais em: Biópsia da próstata: como é feito o procedimento?

O câncer de próstata tem mais chances de cura quando é detectado na fase inicial, ou seja, quando o tumor ainda está localizado. Portanto, quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as probabilidades de cura.

Veja também: Câncer de próstata tem cura?

O médico urologista é o especialista responsável pelo tratamento do câncer de próstata. O tratamento é definido de acordo com o caso, levando em consideração os riscos e os benefícios para o paciente.

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O que é quimioterapia e quais os diferentes tipos?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Quimioterapia é um método de tratamento que utiliza medicamentos específicos para destruir células cancerosas, alcançando as células malignas em qualquer parte do organismo, visando reduzir ou cessar a atividade do tumor.

A quimioterapia pode ser aplicada durante o internamento ou em ambulatório. O tratamento pode ser feito com um único medicamento ou através da combinação de vários deles. A administração pode ser por via intravenosa ou oral (comprimidos ou cápsulas).

Há diferentes tipos de quimioterapia:

  • Quimioterapia curativa: Visa o controle tumoral completo;
  • Quimioterapia adjuvante: Segue-se à cirurgia curativa, com o objetivo de esterilizar células tumorais residuais locais ou circulantes e reduzir assim a ocorrência de metástases;
  • Quimioterapia neo-adjuvante: É usada para obter a redução parcial do tumor para permitir um complemento terapêutico com cirurgia e/ou radioterapia;
  • Quimioterapia paliativa: É utilizada para melhorar a qualidade da sobrevida do paciente, não tendo como objetivo a cura do câncer.

O tratamento quimioterápico é sempre acompanhado pela equipe de oncologia e pelo/a médico/a oncologista, que irá avaliar a eficácia da terapêutica adotada e decidir se é necessário fazer algum ajuste, a partir dos resultados e das reações apresentadas pela/o paciente.