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Amamentar realmente diminui o risco de engravidar?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A mulher que amamenta jamais deve tomar a pílula do dia seguinte. A mulher que amamenta normalmente não ovula, não fica fértil e portanto não engravida (em teoria), precisa usar outro método anticoncepcional e nunca, jamais a pílula do dia seguinte amamentando A eficácia da pílula do dia seguinte não se altera por causa dessas situações.

Benzetacil amamentando
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não precisa nem parar de amamentar. A mulher que amamenta e precisa tomar Benzetacil, pode continuar amamentando de forma contínua e normal sem necessidade de pausa.

A Benzetacil não é contra-indicada durante a amamentação e não vai prejudicar o bebê.

Caso a medicação tenha sido prescrita pelo/a profissional de saúde e você não tenha alergia à penicilina, você pode fazer uso da injeção Benzetacil mesmo estando amamentando. Não há necessidade de interromper a amamentação para tomar a injeção. A amamentação deve ser continuada normalmente sem nenhuma interferência.

Benzetacil é um antibiótico da família da penicilina, bastante usado no combate a algumas infecções, como amigdalite bacteriana comunitária (dor de garganta adquirida fora do ambiente hospitalar), infecções respiratórias e de pele, sífilis, tratamento de longo prazo para prevenção da febre reumática, entre outras.

A Benzetacil começa a fazer efeito de 15 a 30 minutos após a injeção e a sua ação se prolonga por um período que vai de 1 a 4 semanas. Trata-se de um antibiótico seguro para ser usado em bebês, crianças e adultos.

A única forma de tomar Benzetacil é através de injeção intramuscular. O local de aplicação recomendado é na parte superior lateral da nádega. Em crianças pequenas e bebês, a injeção geralmente é aplicada na coxa.

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Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Se vai parar de amamentar precisa ir ao médico para fazer a substituição do seu anticoncepcional, caso contrário pode engravidar sim.

Dor no seio: as 10 causas mais comuns e o que fazer
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A dor nos seios, chamada cientificamente de mastalgia, é comum na puberdade, período pré-menstrual e durante a menstruação. Além disso, pode ocorrer por causa da gravidez, por inflamações na mama, presença de nódulos, cistos ou uso de medicamentos.

Embora na maior parte dos casos a dor nos seios não indique a presença de doenças graves, é preciso buscar um médico de família ou ginecologista se a dor for persistente.

Quais as 10 causas mais frequentes de dor no seio?1. Puberdade

Quando os seios começam a crescer, as meninas podem queixar-se de dor leve ou desconforto nas mamas em desenvolvimento.

A variação de idade normal para o crescimento dos seios vai dos 8 aos 14 anos de idade, com média em torno dos 11 anos.

O crescimento dos seios é o primeiro sinal da puberdade e quando começa em meninas com idade inferior a 8 anos, é preciso procurar um ginecologista para investigar puberdade precoce.

O que posso fazer?

Não há um tratamento específico para dor nos seios durante a puberdade, entretanto o uso de sutiã adequado ao tamanho do seio é importante para promover conforto.

2. Tensão Pré-Menstrual e Menstruação

Quando a dor no seio ocorre durante o período pré-menstrual e a menstruação, chama-se mastodinia. Se caracteriza por dores em pontadas, de intensidade leve a moderada. A mama se torna mais sensível especialmente na região dos mamilos.

Normalmente a dor nos seios dura de 1 a 4 dias e, de acordo com a sua intensidade, pode interferir nas atividades sociais, sexuais e na rotina diária da mulher, como a prática de exercícios físicos.

Se a dor persistir por mais de 10 dias e irradiar-se para axila ou para o braço, é importante procurar um ginecologista ou mastologista.

O que posso fazer?

Utilize sutiãs esportivos para uma melhor sustentação dos seios. Normalmente não é necessário o uso de medicações, pois a dor cessa logo nos primeiros dias de menstruação.

Entretanto, se dor interferir de maneira importante na sua rotina, converse com o ginecologista para avaliar o uso de analgésicos para o alívio dos sintomas da menstruação.

3. Gravidez

O crescimento dos seios durante a gravidez pode provocar sensibilidade no início e no final da gestação. Seios doloridos ocorrem também devido à produção do leite materno.

O que posso fazer?

Para aliviar a dor e o desconforto, você pode tomar um banho morno, massagear as mamas e/ou fazer compressas mornas. É importante também hidratar a pele dos seios.

4. Dor nos seios durante a amamentação

Um dos motivos de dor nas mamas durante a amamentação é o enchimento excessivo dos seios pelo leite materno. Neste caso, os principais sintomas são seios endurecidos e doloridos.

Esta dor que ocorre pelo excesso de leite é diferente da mastite de amamentação.

O que posso fazer?

Para aliviar estas sensações de enchimento excessivo dos seios se recomenda dar de mamar mais vezes ou esvaziar os seios retirando o leite com a bombinha.

5. Inflamação das mamas na amamentação

A inflamação das glândulas mamárias que acontece em mulheres durante a fase de amamentação é chamada de mastite da amamentação ou mastite puerperal.

Os sintomas de mastite puerperal incluem endurecimento em um ponto da mama (leite empedrado), vermelhidão e calor local, dor, cansaço, calafrios e febre (normalmente acima de 38°C).

A mastite da amamentação costuma acometer somente um dos seios (mama direita ou esquerda). A infecção nas duas mamas ao mesmo tempo, é bastante rara.

Nos casos mais graves podem ocorrer fissuras nos mamilos e abscessos (bolsas de pus) na mama.

O que posso fazer?

Hidrate-se bem. Nos casos de inflamação das mamas, beber bastante líquido ajuda o corpo a eliminar o agente causador da infecção.

Mantenha a amamentação do seu bebê, pois efetuar o esvaziamento do seio neste momento evita a piora da inflamação. A amamentação, além de ajudar no tratamento da inflamação reduz o risco de ter um abscesso de mama.

Se não conseguir amamentar esvazie o seio utilizando bombinha de amamentação.

Busque um ginecologista ou mastologista para avaliar a necessidade do uso de analgésicos, anti-inflamatórios ou antibióticos.

A aplicação de compressas de água morna e massagens no seio afetado ajuda a remover o leite empedrado e aliviar a dor. Além disso, utilize sutiãs que sustentem de forma eficaz os seios e promovam conforto.

Leia também: Mastite na amamentação é perigoso?

6. Nódulos ou cistos nas mamas

De forma geral, as mulheres têm nódulos e/ou cistos na mama que se localizam na parte superior externa do seio, próximo à axila. Estes nódulos e cistos são benignos e não são decorrentes de câncer.

Durante o ciclo menstrual os níveis dos hormônios femininos, estrogênio e progesterona, variam e por este motivo, os nódulos, cistos e dor nos seios podem ocorrer.

Estas alterações hormonais também causam o aumento das glândulas mamárias, dos ductos que conduzem o leite e provocam a retenção de líquidos nos seios, o que os deixa mais sensíveis e inchados. Os seios voltam ao normal quando os níveis de hormônios diminuem.

O que posso fazer?

Não há um tratamento específico para estes nódulos ou cistos. Para aliviar a dor e o desconforto, você pode usar um sutiã macio que dê uma boa sustentação aos seios. Se necessário, é também possível usar analgésicos como paracetamol para amenizar a dor.

A avaliação de um ginecologista ou mastologista pode ser importante, caso a dor seja persistente para avaliar a possibilidade de retirada do nódulo.

7. Mastite

A mastite é uma inflamação dolorosa da mama e é, geralmente, causada por infecção bacteriana.

Os sintomas característicos de mastite são febre alta, endurecimento de uma das mamas, eritema (vermelhidão na pele), edema (inchaço), sensibilidade e dor na mama afetada e calor ao toque.

O que posso fazer?

Aumente a ingestão de líquidos e busque um ginecologista ou mastologista para efetuar o tratamento adequado que, normalmente envolve o uso de antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos para alívio da dor.

8. Uso de medicamentos

Alguns medicamentos como antidepressivos, metronidazol, espironolactona, metronidazol, entre outros, podem causar dor nos seios.

Além destes, os medicamentos que contém hormônios como os anticoncepcionais também podem provocar dor nas mamas.

O que posso fazer?

Converse com o médico que orientou o uso do medicamento, para avaliar o ajuste da dosagem ou mesmo a troca da medicação.

9. Traumas nos seios

Lesões ou traumas na mama podem provocar dor no seio afetado. Os seios são áreas muito sensíveis do corpo da mulher. Procure sempre protegê-los de traumas e pancadas.

O que posso fazer?

Em caso de dor intensa provocadas por traumas nos seios é preciso consultar um ginecologista ou mastologista para identificar uma possível lesão mamária e tratá-la adequadamente.

10. Seios muito grandes

O tamanho dos seios pode provocar dor nas mamas e nas costas pelo peso excessivo. Mamas muito grandes são normalmente pesadas, o que causa estiramento do ligamento de Cooper. É este ligamento que sustenta os seios e, quando o peso é excessivo, pode causar dor.

O que posso fazer?

O uso de sutiãs esportivos de alta sustentação podem promover maior conforto. Porém, pode ser importante conversar com o ginecologista ou mastologista para avaliar a necessidade de redução cirúrgica das mamas.

Dor nos seios pode ser um sinal de câncer de mama?

Na maior parte dos casos, não. A dor nos seios está normalmente relacionada a alterações benignas na mama.

Menos de 3% das mulheres que apresentam dor nos seios como sintoma único constatam por meio de exames que a dor estava relacionada ao câncer de mama (tumor maligno de mama).

Leia também: Quais os sintomas de câncer de mama?

Quando devo me preocupar?

Você deve permanecer alerta e procurar um médico se:

  • A dor nos seios for muito forte ou tiver mais de 10 dias de duração,
  • Na presença de secreção clara ou sanguinolenta no mamilo,
  • Apresentar vermelhidão, calor e/ou pus no seio e
  • Aparecer algum nódulo que some logo após o período menstrual.

Nestes casos você deve buscar um médico de família, ginecologista ou mastologista. Pode ser necessária a realização de exames como ultrassom de mama, mamografia (especialmente se houver casos de câncer de mama na família).

Não utilize medicamentos sem prescrição médica, especialmente se você estiver grávida ou amamentando.

Faça sempre o autoexame das mamas e busque um ginecologista pelo menos uma vez ao ano para exame periódico que ajuda a prevenir doenças de mama e aparelho reprodutor.

Leia também:

Para que serve a ocitocina, o hormônio do amor?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A ocitocina também conhecida como “hormônio do amor” é produzida no cérebro por uma glândula chamada hipófise. Produzido por homens e mulheres, atua para melhorar o humor e as interações sociais, fortalece os laços afetivos entre parceiros e ajuda a reduzir a ansiedade e melhora a libido e o desempenho sexual. Este hormônio também exerce importante função no momento do parto e durante a amamentação.

Efeitos da ocitocina no organismo 1. Melhora o humor

A ocitocina atua como um regulador do estado de humor das pessoas, o que possibilita expressar as emoções de forma benéfica e saudável, ajuda a reduzir o estresse e melhora a convivência entre as pessoas. Pode ser utilizada, mediante indicação de uma/a psiquiatra, no tratamento de pessoas com transtorno de ansiedade generalizada, fobia social e depressão.

2. Cria e fortalece os laços afetivos

A criação dos vínculos afetivos entre mão e filhos ou filhas, bem como a formação e fortalecimento dos laços de afeto entre companheiros é outra função desempenhada pela ocitocina. Nestes casos, a ocitocina é produzida e liberada quando há contato de pele e quando existe a formação de uma relação de confiança entre as pessoas.

Por ter como um dos efeitos possibilitar a união entre as pessoas e o desenvolvimento das ligações de carinho, a ocitocina é conhecida como hormônio do amor.

A empatia é outra sensação desencadeada pela presença de ocitocina no organismo. Além destas ações, quanto maior a concentração deste hormônio no sangue, maior é a sensação de felicidade e bem-estar.

Alguns estudos indicam que a ocitocina pode ser importante para o tratamento de autismo, depressão pós-parto e esquizofrenia.

3. Melhora a libido e o desempenho sexual

A ocitocina parece atuar também melhorando a libido e o desempenho sexual em homens e mulheres. Nos homens, atua juntamente com a testosterona e, na mulher, com a progesterona no sentido de despertar o interesse pelo contato íntimo e facilitar a lubrificação vaginal e o orgasmo.

4. Auxilia no trabalho de parto

A ocitocina auxilia no trabalho de parto por estimular as contrações uterinas de forma ritmada. Como medicamento, é usada para induzir o trabalho de parto, especialmente quando este não aconteceu no tempo previsto ou quando está ocorrendo de forma muito demorada.

A indicação do uso de ocitocina para a indução do trabalho de parto exige uma avaliação clínica cautelosa pelo/a obstetra. O uso indiscriminado e sem prescrição adequada pode levar ao parto prematuro ou aborto.

5. Ajuda na amamentação

Ao sugar o seio da mãe durante a amamentação, o bebê estimula a produção de ocitocina pelo organismo da mãe. Deste modo, a ocitocina ajuda no processo de amamentação e favorece a criação de vínculo afetivo entre a mãe e o bebê.

A ocitocina pode ser encontrada em farmácias?

Sim. A ocitocina pode ser encontrada de forma sintética, em farmácias e para uso como medicamentos. Entretanto sua utilização somente deve ser efetuada mediante prescrição médica.

Como aumentar a ocitocina no organismo

Atitudes simples são capazes de aumentar naturalmente a produção de ocitocina pelo seu corpo:

  • Praticar atividade física;
  • Estar com as pessoas que você gosta;
  • Estabelecer contato físico por meio de carinho, abraços massagem;
  • Efetuar o contato íntimo com seu parceiro ou parceira;
  • Praticar a generosidade e as boas ações;
  • Amamentar.

Quanto mais relaxado/a e livre de tensões você estiver, mais ocitocina o seu corpo produzirá sem precisar de remédios. Isto ampliará a sensação de bem-estar no seu cotidiano.

Como a ocitocina, hormônio do amor, funciona durante o parto e amamentação?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A ocitocina é o principal hormônio envolvido no trabalho de parto e no processo de amamentação. Produzido no hipotálamo e armazenado na hipófise, glândula localizada no cérebro, este hormônio também ajuda a melhorar o humor, cria e fortalece os laços afetivos, atua sobre a relações sociais, auxilia na redução do estresse e melhora a libido e o desempenho sexual, tanto em homens como em mulheres.

Ocitocina e o trabalho de parto Trabalho de parto normal

As contrações uterinas são promovidas pela produção e liberação da ocitocina na corrente sanguínea da mulher durante o trabalho de parto. Estas contrações ritmadas provocam a dilatação do colo uterino e a passagem do bebê pelo canal vaginal, na pelve feminina.

Para favorecer a ação da ocitocina é preciso que o ambiente no qual ocorrerá o parto seja preparado com medidas simples como manter a privacidade e interferir o menos possível no trabalho de parto. Estudos sugerem que estas ações aumentam a ação da ocitocina nas fibras musculares do útero e, deste modo, intensificam as contrações uterinas fazendo com que elas se tornem mais efetivas para a expulsão do bebê da cavidade uterina.

Ocitocina e a amamentação

Durante a amamentação, é a ocitocina que atua para que ocorra liberação do leite materno pelas glândulas mamárias. Além de promover a contração das glândulas mamárias para a ejeção do leite durante a amamentação, a ocitocina provoca a sensação de prazer e o relaxamento da mãe favorecendo a criação dos laços entre mães e bebês.

Sabe-se que o processo de amamentação é delicado e nem sempre é fácil para todas as mulheres. Para as mães que têm dificuldade de amamentar, pode ser utilizada a ocitocina sintética de 2 a 5 minutos antes das mamadas ou mesmo da retirada manual do leite. Neste caso, a ocitocina deve ser prescrita adequadamente pelo/a médico/a assistente.

Uso da ocitocina sintética durante o trabalho de parto

A ocitocina sintética é bastante utilizada em obstetrícia para induzir o trabalho de parto. Pode ser benéfico para as mulheres que possuem doenças graves e por isso necessitem do fim da gravidez, para casos em que o parto excedeu o tempo previsto ou mesmo quando está ocorrendo de forma muito demorada.

Nestes casos, as mulheres que fazem uso da ocitocina sintética podem passar pelo trabalho de parto de forma muito semelhante às mulheres que entram em trabalho de parto espontaneamente.

Entretanto, o uso indiscriminado da ocitocina sintética para este fim pode ser arriscado. Ao mesmo tempo em que pode auxiliar em partos mais complicados, pode provocar distúrbios em partos que ocorreriam normalmente apenas pela ação da ocitocina produzida pelo corpo da mulher. O uso indiscriminado da ocitocina sintética para acelerar o trabalho de parto pode causar:

  • Aumento das complicações pós-cirúrgicas;
  • Aumento das complicações durante o parto: aumento do risco de alterações na frequência cardíaca e oxigenação do bebê;
  • Redução da sensação de prazer que as mulheres sentem após o parto uma vez que elas não produziram endorfina, adrenalina e outros hormônios que são produzidos juntos com a ocitocina para causar esta sensação;
  • Lentidão na capacidade da mulher de vencer o cansaço e o sono nos momentos iniciais de cuidados com o recém-nascido, pois esta habilidade sofre influência da ocitocina que ela mesma produziria para o seu trabalho de parto;
  • Dificuldades no processo de amamentação;
  • Aumento dos índices de depressão pós-parto.

A ocitocina é um hormônio importante tanto para a reprodução humana como para mediar as relações sociais no que se refere à criação e formação das ligações afetivas e produção das sensações de bem-estar e de felicidade. Nós todos somo capazes de produzi-la sem recorrer ao hormônio sintético.

Não utilize ocitocina artificial sem orientação médica.

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Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Qualquer substância duvidosa e com efeitos desconhecidos deve ser evitada na gravidez e na amamentação.