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Qual o tratamento no caso de leucócitos baixos?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

O tratamento no caso de leucócitos baixos é individualizado, dependendo da causa, e pode inclusive não ser necessário.

A redução no número de células de defesa do corpo (leucócitos ou células brancas), em relação a um valor de referência, recebe o nome de leucopenia. Não é uma doença (embora possa ser a manifestação de uma), e sim um resultado de exame laboratorial (exame de sangue). Seu valor de referência (normal) é de 4000 a 10000 leucócitos por milímetro cúbico (mm3) de sangue. Este valor foi calculado para abranger aproximadamente 95% da população saudável, mas não consegue abranger todos, isto é, há indivíduos perfeitamente saudáveis com, digamos, 3000 leucócitos/mm3 (assim como há pessoas saudáveis com 11000 leucócitos/mm3). A leucopenia torna-se grave apenas a partir de certos níveis críticos. Algumas etnias como negros e judeus do Yemen e Sudão têm comumente leucopenia, mas qualquer população tem indivíduos fisiologicamente leucopênicos em maior ou menor grau.

Em caso de leucopenia, um médico clínico ou preferencialmente um hematologista deve ser consultado para avaliação. O tratamento (se necessário) vai depender da causa, que deve ser investigada inicialmente pelo médico que solicitou o hemograma, que poderá encaminhá-lo a algum especialista se julgar necessário.

O que significa eritrócitos altos no hemograma?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Significa o aumento dos glóbulos vermelhos no sangue, aumento das taxas de Hemácias ou Hematócrito. E essa condição é conhecida por Eritrocitose ou Policitemia.

Níveis de eritrócitos altos geralmente não representam muita relevância clínica, ou seja, em poucos casos é sinal de alguma doença. Por outro lado, uma diminuição do número de glóbulos vermelhos é sinal de anemia.

As principais causas de aumento dos eritrócitos são o tabagismo, a hipoxemia arterial crônica e os tumores.

Há ainda outras condições que podem sugerir eritrócitos altos no exame, que são os casos de queimadura, diarreia ou uso de medicamentos diuréticos de forma regular; mas trata-se de um "falso" aumento, nesses casos o que ocorre é uma concentração maior desses glóbulos pelo baixo volume de líquido total no sangue.

As condições descritas causam a chamada eritrocitose secundária, que é caracterizada pelo aumento apenas dos eritrócitos. Já na policitemia vera, uma causa mais rara, genética, os outros componentes do sangue, como os glóbulos brancos e as plaquetas também podem estar aumentados. 

Veja também: O que é a leucocitose e quais são as causas?

Os eritrócitos (também conhecidos como hemácias ou glóbulos vermelhos) são responsáveis pelo transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos do corpo. A sua coloração vermelha é devida a uma proteína presente no interior dessas células chamada hemoglobina, que se liga ao oxigênio e permite que as hemácias cumpram a sua função.

Os valores de referência de eritrócitos para homens ficam entre 4.500.000 e 6.000.000 mm3, enquanto para mulheres os valores devem ficar entre 4.000.000 e 5.500.000 mm3.

Lembrando que a interpretação dos resultados do eritrograma e de todo o hemograma é da responsabilidade do médico que solicitou o exame, que levará em consideração os sintomas, a história e os sinais clínicos do paciente.

Saiba mais em:

Quais são os valores de referência de um hemograma?

Para que serve o eritrograma e quais os valores de referência?

O que fazer para aumentar a contagem de plaquetas?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

O que pode ser feito para aumentar a contagem de plaquetas, em muitos casos, é receber uma transfusão de plaquetas usando o próprio sangue ou o sangue de doadores. A estratégia para aumentar as plaquetas irá depender da causa da sua redução.

Diferentes problemas de saúde podem levar a plaquetopenia, que é a redução das plaquetas, desde doenças infecciosas, doenças hematológicas, abuso de álcool, deficiência de vitaminas, realização de quimioterapia, entre outras causas. Geralmente, a abordagem deve-se voltar para o tratamento das doenças.

Em casos de maior gravidade, ou de urgência é comum haver a necessidade de transfusão. Na transfusão de plaquetas, o sangue é centrifugado para separar os seus componentes, obtendo-se assim o plasma rico em plaquetas, que pode ter até 8 vezes mais plaquetas que o plasma comum. O plasma é a parte líquida que compõe o sangue e que permanece depois que as células são retiradas.

Outros tratamentos utilizados para aumentar as plaquetas variam conforme a causa da plaquetopenia, entre eles têm-se:

  • Corticosteroides: podem aumentar a contagem de plaquetas, embora esse aumento possa ser passageiro, geralmente usados no tratamento da Purpura Trombocitopênica Idiopática ou PTI.
  • Medicamentos, como a azatioprina, que suprimem o sistema imunológico, também podem ser usados em casos de PTI refratária ao tratamento;
  • Administração intravenosa de altas doses de imunoglobulina por via intravenosa.

Quanto à alimentação, não há alimentos que possam fazer subir a contagem das plaquetas, embora seja importante ter uma alimentação rica em nutrientes para garantir o bom funcionamento da medula óssea, que produz as plaquetas sanguíneas.

Alimentos fontes de vitamina K, como fígado, ovos, vegetais folhosos verde-escuros ajudam no controle de hemorragias, uma vez que reduzem a quantidade de plaquetas necessárias para a coagulação do sangue, evitando assim grandes reduções nos níveis dessas células.

Para maiores esclarecimentos consulte um médico, nos casos de doenças hematológicas pode ser necessário o acompanhamento por um hematologista.

Entendendo os exames para Toxoplasmose
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O IgG e o IgM são exames para a detecção de anticorpos contra várias doenças entre elas a Toxoplasmose.

A toxoplasmose adquirida durante a gestação pode levar a problemas no feto, porém quando adquirida fora da gestação é uma doença geralmente passageira, benigna e não costuma deixar sequelas.

IgM: é o anticorpo da infecção aguda, positiva nos primeiros dias ou semanas após iniciada a infecção e costuma ficar elevado por alguns meses;

IgG: é o anticorpo que surge para imunizar a pessoa (proteger de futuras infecções da toxoplasmose), costuma dar positivo nas primeiras semanas após a infecção e assim pode permanecer por toda a vida.

IgM negativo e IgG negativo: nunca entrou em contato;

IgM positivo e IgG negativo: está com a infecção, está doente de toxoplasmose;

IgM positivo e IgG positivo: Infecção recente (semanas ou meses já podem ter se passado desde a doença);

IgM negativo e IgG positivo: infecção antiga (meses ou anos já podem ter se passado desde a doença).

O que pode acontecer com quem tem CPK alterado?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

CPK (creatinofosfoquinase) é uma enzima que desempenha um importante papel na regulação do metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esquelético e cardíaco, sendo encontrada em elevadas concentrações nesses tecidos, assim como no cérebro.   Em casos de acidente vascular cerebral (AVC), infarto e edema pulmonar, infarto do miocárdio, trabalho de parto, atividade física intensa, acometimentos musculares (miopatias), quadros de hipotireoidismo, paciente em diálise ou na fase avançada da doença renal, a CPK fica com níveis elevados.

Já em situações de perda de massa muscular, doenças hepáticas alcoólicas, hepatites virais, doenças do tecido conjuntivo, artrite reumatoide, pacientes idosos, terapia com esteroides ou tamoxifeno, os níveis de CPK ficam diminuídos

O exame de CPK serve como marcador inicial de lesão cardíaca observada no infarto agudo do miocárdio e em algumas doenças da musculatura esquelética.   

Todo exame deve ser mostrado para o/a profissional que o solicitou para completar a avaliação. Um exame não deve ser interpretado isoladamente, pois sempre deve-se correlacionar com o quadro clínico e os sintoma que a pessoa apresenta.

Fosfatase alcalina alta, o que pode ser?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A fosfatase alcalina alta no sangue, pode ocorrer por uma série de situações, desde doenças até condições naturais como a gravidez e o crescimento ósseo na maturidade.

Causas de fosfatase alcalina alta no sangue 1. Doenças no fígado e vesícula biliar
  • Coledocolitíase (cálculo no ducto biliar);
  • Colangite (inflamação do ducto biliar);
  • Obstrução de vias biliares;
  • Hepatites virais (infecção viral no fígado);
  • Cirrose (fibrose no fígado);
  • Esteatose hepática (gordura no fígado);
  • Tumor no fígado (benigno ou maligno, sendo o maligno o que mais aumenta essa taxa).
2. Doenças ósseas
  • Consolidação de fraturas;
  • Tumores ósseos;
  • Osteomalácia (fraqueza, desmineralização dos ossos);
  • Raquitismo (ossos fracos por carência de vitamina D);
  • Hiperparatireoidismo;
  • Doença de Paget (doença óssea, beniga).
3. Gravidez

Na gravidez, os valores de fosfatase alcalina se elevam de duas até cinco vezes do valor de referência, devido à produção dessa enzima pela placenta.

A placenta é um dos locais que a produz, especialmente no terceiro trimestre. Portanto, no final da gestação, é comum um aumento expressivo dessa enzima, sem que sinalize um problema.

4. Uso de medicamentos

O uso de medicamentos que sobrecarregam o fígado, podem aumentar as taxas de fosfatase alcalina no sangue. Como exemplo podemos citar o alopurinol, anticonvulsivantes, antibióticos como gentamicina e tetraciclina e opioides, como a morfina.

5. Outras situações que aumentam a fosfatase alcalina
  • Doenças inflamatórias intestinais;
  • Doença renal.
O que é a fosfatase alcalina?

A fosfatase alcalina (FA) é uma enzima produzida em diferentes tecidos do corpo humano, como fígado, ossos, rim, intestino e placenta. A sua função ainda não está bem esclarecida, mas na prática médica, a sua dosagem é solicitada para investigação de problemas hepáticos, problemas nas vias biliares e doenças ósseas.

Nas situações de atividade óssea aumentada, os níveis de FA estarão elevados. Como na fase de crescimento, nas lesões ósseas, tumores e doenças crônicas como osteomalácia (enfraquecimento e desmineralização dos ossos).

Na infância, os níveis da enzima aumentam gradualmente, nos meninos as taxas são superiores às meninas, chegando a atingir valores quatro vezes maior do que na idade adulta. Após os 10 a 12 anos de idade, os níveis tendem a diminuir e aos 20 anos são similares para homens e mulheres.

Qual o tratamento para a fosfatase alcalina alta?

Para os casos que elevam as taxas de FA não associados a uma doença ou um problema, como os casos de fase de crescimento e gravidez, não existe necessidade de tratamentos.

No entanto, para os casos de tumores, hepatite ou doenças ósseas, o tratamento será definido de acordo com cada caso.

Quais são os valores de referência da Fosfatas alcalina?

Os valores de referência podem variar de acordo com o método de avaliação utilizado por cada laboratório. Por isso os valores devem estar claramente citados no resultado dos exames.

Faixa etária Masculino (Unidade/Litro) Feminino (Unidade/Litro)
Recém-nascido 150 a 600 150 a 600
6 meses a 9 anos 250 a 900 250 a 900
10 a 11 anos 250 a 730 250 a 950
12 a 13 anos 275 a 875 200 a 730
14 a 15 anos 170 a 970 170 a 460
16 a 18 anos 125 a 720 75 a 270
Acima de 18 anos 50 a 250 50 a 250

A interpretação dos resultados do exame deve ser realizada pelo médico que o solicitou, em conjunto com a história e o exame clínico. Para maiores informações, procure um médico clínico geral ou médico da família.

Quais podem ser os tipos sanguíneos dos meus filhos?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O tipo sanguíneo do seu filho depende dos tipos sanguíneos do pai ou da mãe. Existem resultados bem definidos para todas as combinações possíveis:

  • O com O = filho pode ser apenas do tipo O. Nunca será A, B ou AB.
  • O com A = filho pode ser dos tipos O e A. Nunca será B ou AB.
  • O com AB = filho pode ser A ou B. Nunca será O ou AB.
  • A com A = filho pode ser do tipo O e A. Nunca será B ou AB.
  • O com B = filho pode ser do tipo O e B. Nunca será A ou AB.
  • B com B = filho pode ser do tipo O e B. Nunca será A ou AB.
  • A com B = filho pode ser de qualquer grupo sanguíneo (O, A, B ou AB).
  • A com AB = filho pode ser A, B ou AB. Nunca será O.
  • B com AB = filho pode ser A, B ou AB. Nunca será O.
  • AB com AB = filho pode ser A, B ou AB. Nunca será O.

Quanto ao fator Rh, um antígeno que pode estar ou não presente na hemácia, define se o sangue é positivo (+) ou negativo (-). Se ambos forem negativos (-), a criança sempre será negativa, mas basta um ser positivo (+), que já existe a possibilidade da criança ser positiva.

O filho herda o sangue do pai ou da mãe?

O tipo de sangue é determinado na concepção, pela combinação genética entre o sangue da mãe e do pai, a criança herda sempre uma parte de cada um deles.

Descubra o tipo de sangue dos filhos O+ com O+

Filho: O+ ou O-

O+ com O-

Filho: O+ ou O-

O- com O-

Filho: O-

O+ com A+

Filho: A+, A-, O+ ou O-

O+ com A-

Filho: A+, A-, O+ ou O-

O- com A+

Filho: A+, A-, O+ ou O-

O- com A-

Filho: A- ou O-

O+ com B+

Filho: B+, B-, O+ ou O-

O+ com B-

Filho: B+, B-, O+ ou O-

O- com B+

Filho: B+, B-, O+ ou O-

O- com B-

Filho: B- ou O-

O+ com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-

O+ com AB-

Filho: A+, A-, B+, B-

O- com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-

O- com AB-

Filho: A- ou B-

A+ com A+

Filho: A+, A-, O+ ou O-

A+ com A-

Filho: A+, A-, O+ ou O-

A- com A-

Filho: A- ou O-

A+ com B+

Filho: é possível ser qualquer um dos tipos de sangue

A- com B+

Filho: é possível ser qualquer um dos tipos de sangue

A+ com B-

Filho: é possível ser qualquer um dos tipos de sangue

A- com B-

Filho: A-, B-, AB- ou O-

A+ com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

A+ com AB-

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

A- com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

A- com AB-

Filho: A-, B- ou AB-

B+ com B+

Filho: B+, B-, O+, O-

B+ com B-

Filho: B+, B-, O+ ou O-

B- com B-

Filho: B- ou O-

B+ com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

B+ com AB-

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

B- com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

B- com AB-

Filho: A-, B- ou AB-

AB+ com AB+

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

AB+ com AB-

Filho: A+, A-, B+, B-, AB+ ou AB-

AB- com AB-

Filho: A-, B- ou AB-

E se não for nenhuma das combinações acima?

Cientificamente o tipo sanguíneo da criança deve ser um dos que estão listados nas combinações acima. Um resultado diferente não é possível, sendo assim, uma das possibilidades é um equívoco no resultado apresentado pelo laboratório.

A recomendação é de repetir o exame de sangue da criança e dos pais em um laboratório. Para maiores esclarecimentos, converse com seu médico da família ou com um clínico geral.

Tipos de sangue compatíveis para ter filhos

Na verdade, todos os tipos de sangue são compatíveis para gerar filhos.

A questão que pode causar maior preocupação é quando a mãe for Rh- (negativo) e o pai Rh+ (positivo). Nessa situação, o bebê pode herdar o fator Rh do pai, e por isso ao ter contato com o sangue da mãe, desencadear uma reação. O que chamamos de reação de "incompatibilidade".

O organismo da mãe não reconhece o fator Rh, que passa a ser entendido como um agente "agressor" para o seu organismo, e o corpo reage tentando expulsá-lo, o que pode levar a complicações na gravidez, inclusive ao aborto.

Por esse motivo, as gestantes fazem todos os exames de pré-natal, que indicaram essas possibilidades e situações como essa são tratadas com vacinas e orientações desde o início da gestação. Evitando problemas posteriores.

Mostrando como é importante uma consulta e acompanhamento pré-natal.

Mãe positivo e pai negativo, o filho pode ser negativo?

Sim. Quando os dois forem positivos, ou apenas um for positivo, quer dizer que a criança pode ser tanto positivo quanto negativo.

Como confirmar o tipo sanguíneo do filho?

O tipo sanguíneo é pesquisado logo no nascimento, com o teste do pezinho. Mas pode ser solicitado em uma amostra de sangue a qualquer momento da sua vida.

Durante a gestação também existem testes e exames capazes de identificar o sangue do bebê, mas oferecem riscos, sendo solicitado apenas quando realmente necessário.

Para maiores esclarecimentos, converse com seu médico da família, clínico geral ou hematologista.

Leia também:

O que são monócitos?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

Os monócitos são células do sangue que fazem parte do sistema imunológico. Os monócitos têm a função principal de defenderem o organismo de corpos estranhos como bactérias ou vírus, mas também removem células mortas, senescentes ou alteradas do nosso corpo, removem partículas estranhas, e destroem células tumorais, entre outras funções.

O monócito é um dos cinco tipos principais de leucócitos (monócitos, linfócitos, basófilos, neutrófilos e eosinófilos) e podem ser identificados em microscopia óptica (lâminas com esfregaço de sangue).

Os monócitos desenvolvem-se a partir da medula óssea, circulam na corrente sanguínea por poucos dias e finalmente deslocam-se para os tecidos onde são denominados macrófagos, ou outros nomes particulares dependendo do tipo de tecido, por exemplo: microglia, no sistema nervoso; células de Kupffer, no fígado; e células de Langerhans, na epiderme.

O aumento ou diminuição de monócitos no sangue pode ser evidenciado através de um leucograma, incluso no hemograma completo.

A realização de exames de sangue periódicos é aconselhável, e em casos de alterações quaisquer da normalidade, seja no leucograma ou outros exames, um médico deverá ser consultado para avaliação e tratamento, se necessário.