Perguntar
Fechar

Ansiedade

Nos últimos meses eu não tenho sentido fome...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Precisa procurar um médico, a falta de apetite é somente um dos sintomas do seu problema de saúde, precisa tratar a doença toda e não somente um dos sintomas.

Leia também: Sinto muita fome: o que pode ser?

Sou uma pessoa muito ansiosa?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O ideal é procurar um médico, qualquer um, para primeiro fazer o diagnóstico e depois começar a tratar, dependendo da situação precisa de medicamentos e psicoterapia.

Zyprexa é um anti-psicótico mais eficaz que Risperidona?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Em primeiro lugar precisa seguir a risca a orientação da sua médica, caso contrário não faz sentido consultar com ela, se tem vontade de mudar a medicação precisa conversar com ela e somente mudar com a aprovação da sua médica. Em se tratando de doenças tão complexas e de avaliação subjetivas como a sua doença é difícil dizer se um remédio é melhor ou pior que o outro,tudo depende da sua adaptação ao medicamento e também do efeito que ele te sobre você.

Deixei de fumar e agora meus intestinos não funcionam...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Primeiro deve realmente parar de fumar e segundo deve procurar ajuda ou de um médico para te receitar medicamentos ou um psicólogo para fazer psicoterapia e tentar "organizar" essas suas ansiedades. dieta rica em fibras e exercícios físicos regulares vão fazer seu intestino funcionar bem depois que resolver o restante.

Dor no coração: o que pode ser?
Dra. Juliana Guimarães
Dra. Juliana Guimarães
Doutora em Saúde Pública

A dor no coração pode ter diversas causas, sendo as mais comuns: o infarto agudo do miocárdio ("infarto cardíaco"), pericardite e outras doenças cardíacas, doenças pulmonares, como a pneumonia e derrame pleural, ansiedade, síndrome do pânico ou mesmo excesso de gases. 

A dor no coração em pontada, aperto e peso, normalmente está associada ao Infarto Agudo do Miocárdio. A dor pode irradiar para os ombros, braços, costas, mandíbula causando sensação de formigamento. Entretanto, nem todas as dores que se manifestam no coração são indicativas de infarto. Pode ser proveniente de arritmias cardíacas, angina do peito, ansiedade, síndrome do pânico, entre outras patologias.

Costocondrite

A costocondrite consiste em uma inflamação das cartilagens que ligam as costelas ao osso que fica localizado no meio do peito, chamado esterno. As causas mais comuns são o excesso de atividade física e má postura. Por vezes pode causar dor intensa semelhante a dor do infarto.

Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

O infarto ocorre quando parte da musculatura cardíaca deixa de receber irrigação sanguínea e, por consequência, oxigênio. Esta falta de oxigênio faz com que as células que não recebem sangue e oxigênio morram, o que chamamos necrose.

A dor que se manifesta nos casos de infarto é descrita como em aperto, pontada ou queimação. Esta dor, normalmente, irradia-se para o ombro esquerdo, costas, mandíbula e braço esquerdos provocando sensação de formigamento.

É mais comum em pessoas portadoras de pressão alta descontrolada, colesterol muito elevado, fumantes, história familiar de doenças cardiovasculares e pessoas com mais de 45 anos.

Veja mais em : Dores no braço podem ser sintomas de ataque cardíaco?

Angina do peito ou Angina pectoris

A angina do peito ou angina pectoris é caracterizada por uma dor em aperto no coração e é comumente provocada por doença coronariana. A dor é sinal de que a musculatura cardíaca está em sofrimento por falta de oxigênio. Se o quadro de angina permanece instalado por tempo prolongado, desenvolve-se o quadro de infarto.

A angina se caracteriza por dor em aperto na região anterior do tórax que geralmente é precipitada por esforço físico e pode, ou não, ser aliviada com o repouso - critério inclusive que diferencia a chamada angina estável, da angina instável. Pode ainda, irradiar-se para as costas e braços. Algumas pessoas sentem dor no estômago ou na mandíbula.

Pessoas com colesterol elevado, alimentação com excesso de carboidratos, hipertensão descompensada, diabetes e tabagistas são mais propensas a desenvolver não só a angina de peito, mas também infarto e acidente vascular cerebral.

Leia mais em: O que é angina e quais os sintomas?

Qual a diferença entre angina estável e angina instável?

Pericardite

O coração fica alojado dentro de um saco membranoso chamado pericárdio. A pericardite é, portanto, uma inflamação do pericárdio. A dor provocada por esta inflamação é muito forte e pode ser confundida com a dor do infarto. Doenças reumatológicas e infecções dentárias não tratadas são algumas das causas comuns de pericardite.

Arritmias cardíacas

As alterações na frequência do ritmo cardíaco, sejam batimentos cardíacos lentos, acelerados ou fora do ritmo, são chamadas de arritmias cardíacas. Estas alterações de ritmo podem desencadear sintomas como tonturas, mal-estar, palidez, dor no coração, suor frio e úmido.

As causas mais comuns de arritmia são a hipertensão, distúrbios de tireoide, insuficiência cardíaca descontrolada, anemia, doença coronariana, envelhecimento e atividade física de alta intensidade.

Pessoas saudáveis, principalmente se houver história familiar de doenças cardíacas, também podem apresentar alterações cardiovasculares de forma aguda durante a vida.

Pneumonia

A pneumonia é uma doença infecciosa que acomete parênquima pulmonar, apresentando como sintoma comum a dor no peito. Entretanto, na maioria das vezes a dor se diferencia por piorar com os movimentos, inclusive tosse. A febre pode não estar presente em pacientes com imunidade baixa como idosos, diabéticos e imunodeprimidos. Outras doenças pulmonares como pleurite ou derrame pleural também podem causar dores no peito. 

Ansiedade

Durante as crises de ansiedade as pessoas experimentam o aumento da tensão da musculatura das costelas e aumento da frequência cardíaca, que podem vir acompanhados de dor no coração e sensação de dor em aperto no peito. Além disso, a dor pode associar-se à respiração superficial e rápida, aumento da transpiração, náuseas e alteração do funcionamento intestinal.

A ansiedade é bastante incapacitante e pode comprometer a vida cotidiana das pessoas.

Veja também: Quais são os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada?

Síndrome do pânico

As pessoas com síndrome do pânico apresentam crises repentinas de medo intenso, acredita-se que por um desequilíbrio dos neurotransmissores responsáveis por enviar sinal de "perigo", sem que realmente existam, provocando taquicardia, perda do controle de si mesmas, suor frio, falta de ar, dormência e dor no peito. A dor no peito que ocorre durante os ataques de pânico é aguda e localizada no tórax e pescoço, com duração de no máximo 10 minutos.

Excesso de gases

O acúmulo de gases é a causa mais comum de dor no peito, no entanto não está associada a distúrbios cardíacos. O excesso de gases intestinais empurra os órgãos da cavidade abdominal e provocam a sensação de dor em pontadas no peito. Pessoas que têm prisão de ventre são muito propensas à "dor no coração" por acúmulo de gases.

O que posso fazer ao sentir dor no coração?

Procure um cardiologista se a dor cardíaca durar um tempo superior a 10 minutos e se manifestar acompanhada de:

  • Tontura
  • Náusea
  • Dor de cabeça intensa
  • Suor frio
  • Formigamento
  • Respiração difícil
  • Taquicardia
  • Dor em aperto ou queimação no perto
  • Dificuldade de deglutição

Diante destes sintomas procure um médico ou unidade hospitalar rapidamente. Pessoas portadoras de hipertensão, cardiopatias, diabetes ou história familiar de infarto agudo do coração devem procurar atendimento médico imediatamente.

Pode lhe interessar também:

O que fazer no caso de dor no peito?

O que é síndrome do pânico?

Quais são os sintomas da pneumonia bacteriana e qual é o tratamento?

Sinto muitas coisas e não sei qual é a causa!
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Não posso dar diagnósticos pela internet, porém acredito que com os seus sintomas e nada encontrado no exame (afastadas todas as doenças físicas) pode ser algo emocional, fale com seu médico sobre seus problemas emocionais atuais e antigos e procure ajuda nesse sentido.

Toda vez que minha mãe se alimenta ela passa mal...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O fato de "inchar o músculo" estar associado com a mastigação deve significar que é uma questão de posicionamento dos dentes e mandíbula, nesse caso o ideal seria procurar um dentista e não um médico, todos os outros sintomas que você descreveu devem estar relacionados com problemas emocionais.

Alprazolam: para que serve e quais os efeitos colaterais?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O alprazolam serve para tratar transtornos de ansiedade e seus sintomas, como tensão, boca seca, medo, angústia, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia, aumento da frequência cardíaca (taquicardia), sensação de sufocamento, "bolo na garganta", suor nas mãos, mãos frias, tontura, náuseas, diarreia, calafrios, entre outras manifestações físicas e psíquicas.

O alprazolam também está indicado no tratamento da ansiedade decorrente da abstinência de bebidas alcoólicas e síndrome do pânico, que se caracteriza por crises repentinas de ansiedade, medo extremo e sensação de terror.

Como o alprazolam funciona?

O alprazolam pertence ao grupo de medicamentos benzodiazepínicos, que exercem um efeito depressor no sistema nervoso central. Dependendo da dose e do tempo de uso, o medicamento pode causar a melhora da angústia e do quadro de ansiedade esperado, mas também comprometimento no desempenho de tarefas simples, até mesmo quadros de sonolência, esquecimentos, fala arrastada e dependência da medicação.

Depois de ingerir a medicação, o alprazolam é logo absorvido, portanto proporciona um alívio rápido dos sintomas. A concentração máxima de alprazolam no organismo ocorre após 1 a 2 horas de sua tomada.

Como tomar alprazolam?

Para os casos de transtornos de ansiedade, a dose inicial recomendada de alprazolam varia entre 0,25 mg e 0,5 mg, divididos em 3 a 4 doses por dia. A dose diária máxima não deve ultrapassar os 4,0 mg, sempre administrados em doses divididas, 3 a 4 vezes ao dia.

Para o transtorno do pânico, as doses iniciais de alprazolam variam entre 0,5 mg e 1,0 mg, tomados em dose única, ou 0,5 mg, 3 vezes ao dia.

O tempo de duração do tratamento com alprazolam para o transtorno de ansiedade é de pelo menos 6 meses, podendo ser estendido de acordo com a resposta ao tratamento. No caso do transtorno do pânico, a duração mínima sugerida é de 8 meses.

No caso de pessoas idosas ou com condições debilitantes de saúde, a dose de alprazolam normalmente é de 0,25 mg, 2 ou 3 vezes ao dia., não devendo ultrapassar 0,75 mg por dia

Quando necessário e bem tolerado pela pessoa, as doses podem ser aumentadas gradualmente, assim como, quando houver melhora, deverão ser reduzidas lentamente.

As doses de alprazolam devem ser estabelecidas pelo médico, conforme a gravidade dos sintomas e a resposta ao tratamento. O aumento das doses deve ser feito com cautela para evitar efeitos colaterais.

Como parar de tomar alprazolam?

Para interromper o uso de alprazolam, recomenda-se inicialmente reduzir a dose, de maneira lenta e gradativa, conforme orientação médica. A sugestão de redução da dose é de 0,25 a 0,5 mg a cada 3 dias. Há casos em que pode ser necessário a redução de forma ainda mais lenta.

Quais as contraindicações do alprazolam?

O alprazolam é contraindicado para pessoas que já tiveram reação alérgica ao medicamento, a algum dos componentes da fórmula ou a outros benzodiazepínicos.

O medicamento também é contraindicado para pessoas com miastenia gravis (doença neurológica que interfere na força muscular), glaucoma (aumento da pressão intraocular) e em menores de 18 anos de idade.

Quais são os efeitos colaterais do alprazolam? Efeitos colaterais muito comuns (ocorrem em 10% dos casos ou mais)
  • Sedação;
  • Sonolência.
Efeitos colaterais comuns (ocorrem em 1% a 10% dos casos)
  • Perda de apetite, confusão, depressão;
  • Desorientação, diminuição da libido, alteração da coordenação motora;
  • Alterações no equilíbrio, falta de memória, alteração da fala;
  • Dificuldade de concentração, aumento do sono, letargia;
  • Tontura, dor de cabeça, visão turva;
  • Prisão de ventre, boca seca, náuseas;
  • Cansaço, irritabilidade.
Efeitos colaterais incomuns (ocorrem em 0,001% a 0,01% dos casos)
  • Ansiedade, insônia;
  • Nervosismo, perdas de memória;
  • Tremores, fraqueza muscular;
  • Alteração de peso.

O uso de alprazolam só deve ser feito com prescrição médica. Na presença de algum efeito colateral, o médico que receitou o medicamento deverá ser informado.

Pode lhe interessar também: Quais são os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada?