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Ansiedade

Zyprexa é um anti-psicótico mais eficaz que Risperidona?

Em primeiro lugar precisa seguir a risca a orientação da sua médica, caso contrário não faz sentido consultar com ela, se tem vontade de mudar a medicação precisa conversar com ela e somente mudar com a aprovação da sua médica. Em se tratando de doenças tão complexas e de avaliação subjetivas como a sua doença é difícil dizer se um remédio é melhor ou pior que o outro,tudo depende da sua adaptação ao medicamento e também do efeito que ele te sobre você.

Sinto muitas coisas e não sei qual é a causa!

Não posso dar diagnósticos pela internet, porém acredito que com os seus sintomas e nada encontrado no exame (afastadas todas as doenças físicas) pode ser algo emocional, fale com seu médico sobre seus problemas emocionais atuais e antigos e procure ajuda nesse sentido.

Deixei de fumar e agora meus intestinos não funcionam...

Primeiro deve realmente parar de fumar e segundo deve procurar ajuda ou de um médico para te receitar medicamentos ou um psicólogo para fazer psicoterapia e tentar "organizar" essas suas ansiedades. dieta rica em fibras e exercícios físicos regulares vão fazer seu intestino funcionar bem depois que resolver o restante.

Toda vez que minha mãe se alimenta ela passa mal...

O fato de "inchar o músculo" estar associado com a mastigação deve significar que é uma questão de posicionamento dos dentes e mandíbula, nesse caso o ideal seria procurar um dentista e não um médico, todos os outros sintomas que você descreveu devem estar relacionados com problemas emocionais.

O que é Tripofobia e como saber se eu tenho? Tem cura? Qual o tratamento?

Se ao visualizar buracos agrupados te causa sensação de medo incontrolável, angústia, choro, tremores e até crise de pânico e ansiedade, é possível que você tenha Tripofobia.

A tripofobia é um transtorno descrito como o medo de buracos (trypo vem do grego e significa buraco ou cavidade). A pessoa experimenta reações de repulsa e horror a superfícies ou imagens com buracos agrupados.

As sensações de desconforto e medo podem ser desencadeadas por se observar colmeias, bolhas e, até mesmo a superfície de um queijo suíço quando partido em pedaços, mas é ampliado se estes buracos estiverem na pele humana.

Sintomas da Tripofobia
  • Sensação de angústia
  • Mal-estar
  • Incômodo
  • Coceira
  • Arrepios
  • Formigamento
  • Tremores
  • Choro
  • Aumento da sudorese (suor)
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Aumento da frequência cardíaca
  • Crise de Pânico
  • Crise de Ansiedade

A tripofobia se apresenta em diferentes níveis que vão desde de casos simples como asco e repulsa até à fobia moderada e extrema, na qual as pessoas não suportam ver uma imagem com buracos agrupados que lhe causam grande sensação de opressão.

Causas da Tripofobia

Arnold Wilkins e Geoff Cole foram os primeiros cientistas a estudar e descrever a Tripofobia. Em seu primeiro estudo, afirmam que o medo de formas geométricas e padrões irregulares pode se originar em instintos primitivos que associam buracos à iminência de perigo.

Para estes cientistas o efeito de aversão se intensifica quando existe uma relação entre a pessoa e a imagem observada, especialmente se essa afecção visual estiver relacionada ao corpo. A tripofobia, portanto, fica mais forte quando se observa a presença de buracos na pele. A natureza visual da tripofobia é uma dica importante para sua causa.

Os animais peçonhentos possuem o mesmo aspecto visual das imagens que provocam a tripofobia, o que provoca a sensação de perigo e desencadeia as reações psicológicas.

Deste modo, a pessoa identifica aquilo que lhe parece perigoso e sente a aversão e o medo, como um forma de defesa de si própria. Já trazemos esta reação, primitivamente marcada, em nosso registro psíquico como um meio de auto proteção.

Tripofobia tem cura?

Há diversas formas de tratar a tripofobia. Em alguns países é tratada como um transtorno de ansiedade. Estas terapias são feitas por psicólogos ou psiquiatras.

Terapia de exposição

Neste modo de tratamento a pessoa é exposta à situação temida. O estímulo gradual e progressivo ajuda a pessoa com tripofobia a controlar o seu próprio medo.

Dessensibilização sistemática

Nesta terapia, o manejo é feito a partir da imaginação do paciente. Se, deste modo ele não consegue controlar a ansiedade, outros métodos são buscados e esta técnica é interrompida momentaneamente.

Em ambas as terapias, se procura pouco a pouco resistir a períodos mais longos de exposição, buscando livrar a pessoa com tripofobia do seu medo.

Estes tratamentos podem ser associados:

  • à prática de atividade física para reduzir a ansiedade;
  • ao yoga e meditação;
  • uso de ansiolíticos (somente sob prescrição médica).

A tripofobia ainda não é descrita e nem reconhecida no Manual de Diagnósticos e Estatísticas de Transtornos Mentais. Entretanto, estudos mostram que 1 entre 4 pessoas no mundo têm este transtorno e que ele provoca limitações e traumas importantes na vida delas.

Para os corretos diagnósticos e tratamentos se deve procurar um psiquiatra ou psicólogo.

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Quais as causas mais comuns de dor no peito?

Nem sempre a dor no peito é associada à angina ou infarto. Ela pode estar relacionada com problemas respiratórios, problemas gástricos, excesso de gases, crises de ansiedade, estresse e fadiga muscular.

É importante observar o momento em que a dor surge, o que a desencadeia, qual o seu tipo (aperto, pontadas, queimação) e se vem acompanhada de sintomas como febre ou náuseas.

Ansiedade e estresse

A ansiedade e o excesso de estresse aumentam a tensão muscular nas costelas e a frequência cardíaca. Estes efeitos provocam a sensação de dor no peito mesmo quando a pessoa não está ansiosa ou estressada. É comum em pessoas que sofrem de estresse frequente, Síndrome do Pânico e Ansiedade.

Esta dor vem acompanhada de respiração rápida e superficial, excesso de transpiração, batimentos cardíacos elevados, náuseas e alterações intestinais. Para amenizar os sintomas é recomendado o repouso em local calmo, manter contato com a natureza, tomar chás calmantes ou fazer atividades de lazer.

Dor muscular

As tensões e lesões musculares são comuns no cotidiano das pessoas, especialmente para  quem pratica atividade física ou faz algum esporte regularmente. Entretanto, também podem acontecer após episódios longos de tosse ou levantamento de objetos pesados. Situação de muito estresse ou medo pode causar excessiva contração muscular e com isso inflamação e dor.

Esta dor pode se agravar ao respirar profundamente. Para relaxar a musculatura, repouse e aplique compressas mornas na região da dor.

Acúmulo de gases

É a causa mais comum de dor na região do tórax. Não está diretamente relacionada com problemas no coração. As pessoas que têm prisão de ventre costumam apresentar esta dor com frequência. Os gases acumulados nos intestinos, ao pressionar e empurrar os órgãos abdominais, provocam uma dor que irradia para o peito. A dor se caracteriza por pontadas agudas que desaparecem, mas retornam repentinamente. Para amenizar a dor pode massagear a região abdominal, para ajudar a empurrar os gases ou adotar uma posição que ajude a eliminá-los, como deitar de bruços.

Herpes zoster

É causada pelo mesmo vírus que provoca a catapora, entretanto no Herpes Zoster, este vírus acomete os nervos e causa dor em todo seu trajeto. É o popularmente conhecido como bicho geográfico ou "cobreiro". A dor em queimação no peito é comum quando este acomete um nervo na região torácica, e esta característica da dor pode sugerir um episódio de infarto cardíaco.

Doenças na vesícula

A vesícula é um órgão que fica localizado do lado direito do estômago e pode inflamar devido a presença de pedras ou consumo de alimentos gordurosos. Quando ocorre a inflamação, a dor se manifesta, principalmente, do lado direito do peito e se assemelha à dor do infarto. Agrava-se após as refeições, especialmente com o consumo de frituras e alimentos embutidos. Náuseas e sensação de estômago cheio são outros sintomas que podem ocorrer junto com a dor.

Úlceras no estômago

A dor provocada pelas úlceras ocorrem pela inflamação das paredes do estômago. Podem ser facilmente confundidas com a dor no coração, uma vez que os dois órgãos ficam em regiões muito próximas no interior do tórax.

A dor se manifesta no meio do tórax e pode irradiar para o lado direito do peito, dependendo da localização da úlcera. É comum que ocorra logo após as refeições e pode ser acompanhada de sensação de náuseas, vômitos e estômago cheio. Uma consulta ao gastroenterologista é importante para verificar a necessidade do uso de medicamentos protetores gástricos e evitar complicações, como perfuração e hemorragias.

Refluxo gastroesofágico

A dor ocorre no meio do peito e é acompanhada de queimação e dor de estômago. Há Também relatos de "bolo" ou aperto na garganta, que ocorrem devido aos espasmos esofágicos.

Ingerir chá de camomila ou gengibre melhoram a digestão e reduzem a acidez do estômago que ajudam a diminuir a inflamação das paredes do esôfago. Pode-se também tomar antiácido ou sal de frutas. Ao passar a crise, mantenha uma dieta leve e saudável sem alimentos gorduroso, muito ácidos ou picantes e procure consulta médica para orientações específicas.

Afecções pulmonares

Bronquite, asma ou infecções pulmonares também podem desencadear dor no peito. Os pulmões se localizam no tórax e parte dele aloja-se por trás do coração. Por este motivo a dor pode ser identificada por quem a sente como uma dor cardíaca.

A dor no tórax pode se manifestar do lado direito ou esquerdo do peito que piora ao respirar, especialmente, ao respirar fundo. Pode ser acompanhada de falta de ar, chiado no peito ou tosse frequente. Um pneumologista deve ser consultado para a identificação da causa e iniciar tratamento adequado.

Patologias cardíacas

Os sintomas mais comuns de patologias cardíacas são: cansaço excessivo ou palpitação. As arritmias, inflamações da musculatura cardíaca e insuficiência cardíaca, normalmente não se manifestam com dor no peito. A dor associada a distúrbios cardíacos se intensifica com o esforço físico ou exercício e vem acompanhada de: alterações na frequência dos batimentos cardíacos, palpitações, inchaço generalizado, cansaço excessivo e respiração acelerada. Recomenda-se uma consulta ao cardiologista para identificar possíveis disfunções que provocam a dor e realizar o tratamento.

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Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

É a patologia que mais preocupa as pessoas ao sentir dor no peito, especialmente se esta dor for localizada do lado esquerdo do tórax. É mais comum em pessoas com idade superior a 45 anos, com hipertensão descontrolada, colesterol elevado ou fumantes.

A dor é mais localizada no lado esquerdo do peito, se manifesta em forma de aperto e não melhora com o repouso. Pode irradiar para um dos braços e para a mandíbula, causando uma sensação de formigamento.  Recomenda-se buscar um pronto socorro e fazer exames como dosagem de enzimas cardíacas, eletrocardiograma e Raio X de tórax.

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Esteja atento a estes sinais e sintomas

Como existem causas diversas para dor no peito, é importante ir ao hospital sempre que houver qualquer uma dessas situações:

  • A dor não passar com o repouso
  • A dor durar mais de 20 minutos
  • Sentir Tonturas
  • Apresentar suor frio
  • Tiver dificuldade para respirar
  • Manifestar dor de cabeça intensa

Pessoas com pressão alta ou Insuficiência Cardíaca, deve usar os medicamentos prescritos pelo cardiologista e somente ir ao hospital nas situações acima ou caso a dor permanecer por mais de 20 minutos.

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Dor no coração: o que pode ser?

A dor no coração pode ter diversas causas, sendo as mais comuns: o infarto agudo do miocárdio ("infarto cardíaco"), pericardite e outras doenças cardíacas, doenças pulmonares, como a pneumonia e derrame pleural, ansiedade, síndrome do pânico ou mesmo excesso de gases. 

A dor no coração em pontada, aperto e peso, normalmente está associada ao Infarto Agudo do Miocárdio. A dor pode irradiar para os ombros, braços, costas, mandíbula causando sensação de formigamento. Entretanto, nem todas as dores que se manifestam no coração são indicativas de infarto. Pode ser proveniente de arritmias cardíacas, angina do peito, ansiedade, síndrome do pânico, entre outras patologias.

Costocondrite

A costocondrite consiste em uma inflamação das cartilagens que ligam as costelas ao osso que fica localizado no meio do peito, chamado esterno. As causas mais comuns são o excesso de atividade física e má postura. Por vezes pode causar dor intensa semelhante a dor do infarto.

Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

O infarto ocorre quando parte da musculatura cardíaca deixa de receber irrigação sanguínea e, por consequência, oxigênio. Esta falta de oxigênio faz com que as células que não recebem sangue e oxigênio morram, o que chamamos necrose.

A dor que se manifesta nos casos de infarto é descrita como em aperto, pontada ou queimação. Esta dor, normalmente, irradia-se para o ombro esquerdo, costas, mandíbula e braço esquerdos provocando sensação de formigamento.

É mais comum em pessoas portadoras de pressão alta descontrolada, colesterol muito elevado, fumantes, história familiar de doenças cardiovasculares e pessoas com mais de 45 anos.

Veja mais em : Dores no braço podem ser sintomas de ataque cardíaco?

Angina do peito ou Angina pectoris

A angina do peito ou angina pectoris é caracterizada por uma dor em aperto no coração e é comumente provocada por doença coronariana. A dor é sinal de que a musculatura cardíaca está em sofrimento por falta de oxigênio. Se o quadro de angina permanece instalado por tempo prolongado, desenvolve-se o quadro de infarto.

A angina se caracteriza por dor em aperto na região anterior do tórax que geralmente é precipitada por esforço físico e pode, ou não, ser aliviada com o repouso - critério inclusive que diferencia a chamada angina estável, da angina instável. Pode ainda, irradiar-se para as costas e braços. Algumas pessoas sentem dor no estômago ou na mandíbula.

Pessoas com colesterol elevado, alimentação com excesso de carboidratos, hipertensão descompensada, diabetes e tabagistas são mais propensas a desenvolver não só a angina de peito, mas também infarto e acidente vascular cerebral.

Leia mais em: O que é angina e quais os sintomas?

Qual a diferença entre angina estável e angina instável?

Pericardite

O coração fica alojado dentro de um saco membranoso chamado pericárdio. A pericardite é, portanto, uma inflamação do pericárdio. A dor provocada por esta inflamação é muito forte e pode ser confundida com a dor do infarto. Doenças reumatológicas e infecções dentárias não tratadas são algumas das causas comuns de pericardite.

Arritmias cardíacas

As alterações na frequência do ritmo cardíaco, sejam batimentos cardíacos lentos, acelerados ou fora do ritmo, são chamadas de arritmias cardíacas. Estas alterações de ritmo podem desencadear sintomas como tonturas, mal-estar, palidez, dor no coração, suor frio e úmido.

As causas mais comuns de arritmia são a hipertensão, distúrbios de tireoide, insuficiência cardíaca descontrolada, anemia, doença coronariana, envelhecimento e atividade física de alta intensidade.

Pessoas saudáveis, principalmente se houver história familiar de doenças cardíacas, também podem apresentar alterações cardiovasculares de forma aguda durante a vida.

Pneumonia

A pneumonia é uma doença infecciosa que acomete parênquima pulmonar, apresentando como sintoma comum a dor no peito. Entretanto, na maioria das vezes a dor se diferencia por piorar com os movimentos, inclusive tosse. A febre pode não estar presente em pacientes com imunidade baixa como idosos, diabéticos e imunodeprimidos. Outras doenças pulmonares como pleurite ou derrame pleural também podem causar dores no peito. 

Ansiedade

Durante as crises de ansiedade as pessoas experimentam o aumento da tensão da musculatura das costelas e aumento da frequência cardíaca, que podem vir acompanhados de dor no coração e sensação de dor em aperto no peito. Além disso, a dor pode associar-se à respiração superficial e rápida, aumento da transpiração, náuseas e alteração do funcionamento intestinal.

A ansiedade é bastante incapacitante e pode comprometer a vida cotidiana das pessoas.

Veja também: Quais são os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada?

Síndrome do pânico

As pessoas com síndrome do pânico apresentam crises repentinas de medo intenso, acredita-se que por um desequilíbrio dos neurotransmissores responsáveis por enviar sinal de "perigo", sem que realmente existam, provocando taquicardia, perda do controle de si mesmas, suor frio, falta de ar, dormência e dor no peito. A dor no peito que ocorre durante os ataques de pânico é aguda e localizada no tórax e pescoço, com duração de no máximo 10 minutos.

Excesso de gases

O acúmulo de gases é a causa mais comum de dor no peito, no entanto não está associada a distúrbios cardíacos. O excesso de gases intestinais empurra os órgãos da cavidade abdominal e provocam a sensação de dor em pontadas no peito. Pessoas que têm prisão de ventre são muito propensas à "dor no coração" por acúmulo de gases.

O que posso fazer ao sentir dor no coração?

Procure um cardiologista se a dor cardíaca durar um tempo superior a 10 minutos e se manifestar acompanhada de:

  • Tontura
  • Náusea
  • Dor de cabeça intensa
  • Suor frio
  • Formigamento
  • Respiração difícil
  • Taquicardia
  • Dor em aperto ou queimação no perto
  • Dificuldade de deglutição

Diante destes sintomas procure um médico ou unidade hospitalar rapidamente. Pessoas portadoras de hipertensão, cardiopatias, diabetes ou história familiar de infarto agudo do coração devem procurar atendimento médico imediatamente.

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