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O que é hiperplasia linfoide reacional? Qual é o tratamento?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Hiperplasia linfoide reacional é o aumento do número de linfócitos, células de defesa que fazem parte do sistema imunológico. Esse tipo de hiperplasia ocorre como forma de reação a micro-organismos invasores como bactérias e vírus, ou crescimento anormal de algum tecido no corpo.

A hiperplasia linfoide reacional geralmente está relacionada com uma resposta imunitária do organismo. O aumento do número de linfócitos pode ser causado por uma infecção recente local ou generalizada, ou ainda por doenças graves como leucemia e linfoma.

Os linfócitos são um tipo de glóbulo branco, células de defesa que se originam na medula óssea e se deslocam pelo corpo através da circulação sanguínea e linfática. A função do linfócito é proteger o organismo contra micro-organismos estranhos ao corpo.

Por isso, na presença de infecções, os linfócitos são produzidos e liberados em maior quantidade para combater os agentes invasores e impedir a proliferação dos mesmos.

A essa reação do sistema imunológico, com consequente aumento do número de linfócitos, dá-se o nome de hiperplasia linfoide reacional.

Quando a proliferação de linfócitos ocorre numa área específica, os linfonodos (gânglios linfáticos) ficam aumentados, dando origem às "ínguas". Saiba mais em: O que é linfonodomegalia e quais são as causas?

O tratamento da hiperplasia linfoide reacional depende da causa. Se o aumento do número de linfócitos for decorrente de uma infecção bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos. Se for secundária a algum tipo de câncer, o tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

A proliferação dos linfócitos e o consequente inchaço dos linfonodos tendem a continuar até que a infecção ou a doença seja resolvida espontaneamente ou tratada com os medicamentos e meios específicos.

O aumento do número de linfócitos deve ser avaliado em conjunto com a história e a idade do paciente, o exame físico, a presença de outros sinais e sintomas, além do resultado do exame de outras células do sangue. Assim, o médico poderá determinar a causa da hiperplasia linfoide e indicar o tratamento mais adequado.

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Ovários policísticos têm cura? Qual o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os ovários policísticos não têm cura. No entanto, é possível fazer alguns tratamentos para controlar os seus sintomas.

O tratamento da síndrome dos ovários policísticos irá depender dos sintomas apresentados pela mulher e poderá incluir perda de peso, uso de anticoncepcionais hormonais, uso de metformina, terapia com gonadotrofina, cirurgia bariátrica, controle do colesterol, entre outros.

Em caso que a mulher tenha o desejo de engravidar, é possível tomar medicamentos para estimular a ovulação e regularizar a menstruação.

O tratamento da síndrome dos ovários policísticos depende de cada caso, de acordo com os sintomas apresentados. Muitas vezes, o tratamento tem apenas objetivos estéticos, já que não existe cura para a síndrome dos ovários policísticos.

Apesar de alguns sintomas serem tratados como uma doença isolada, como a acne, por exemplo, essa forma de tratamento não é indicada. Os medicamentos específicos para acne não atuam na origem da síndrome dos ovários policísticos.

Os principais tratamentos para a síndrome dos ovários policísticos incluem:

  • Prática regular de atividade física;
  • Dieta para perder peso ou para diabéticos;
  • Pílula anticoncepcional específica para a síndrome;
  • Medicamentos orais para baixar os níveis de glicose no sangue ou outras medicações indicadas para o distúrbio metabólico apresentado;
  • Medicamentos para reduzir o excesso de testosterona ou os efeitos da testosterona já existente;
  • Medicamentos para estimular a menstruação;
  • Psicoterapia para controlar o estresse e a ansiedade provocados pelas mudanças no corpo.
O que é a síndrome dos ovários policísticos?

A síndrome dos ovários policísticos é um dos distúrbios endócrinos mais comuns, podendo afetar cerca de 6% das mulheres em idade reprodutiva.

Para que a síndrome dos ovários policísticos seja diagnosticada, a mulher deve apresentar pelo menos 2 dos seguintes conjuntos de sintomas:

1. Menstruações escassas e muito espaçadas, ausência de menstruação ou ausência de ovulação;

2. Excesso de hormônios andrógenos, como a testosterona;

3. Identificação dos ovários policísticos em exames de imagem.

A causa da síndrome dos ovários policísticos ainda não é totalmente conhecida, mas acredita-se que a síndrome esteja relacionada com fatores genéticos e hormonais, que podem ser agravados de acordo com o estilo de vida.

Quais são os sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

A síndrome dos ovários policísticos agrega um conjunto de sinais e sintomas que a mulher pode manifestar, provocando alterações nos ciclos menstruais (que podem ficar mais espaçados) e até dificultar a gravidez.

Como exemplo desses sintomas estão aumento de peso, acne, aumento da oleosidade da pele, queda de cabelo, distúrbios no metabolismo da glicose, hipertensão arterial, excesso de pelos no corpo, alteração no humor, crescimento de pelos no rosto, peito e abdômen.

A síndrome dos ovários policísticos é a principal causa de infertilidade por falta de ovulação. A síndrome pode ainda aumentar o risco de doenças como infarto e derrame cerebral, se a mulher tiver excesso de peso, pressão alta e alterações no metabolismo da glicose.

Em caso de suspeita de ovários policísticos, é recomendado consultar o/a médico/a ginecologista, médico/a de família ou clínico/a geral. O/a profissional poderá avaliar detalhadamente, com anamnese e exame físico, definir o diagnóstico correto e orientar o melhor tratamento.

Leia também: Ovário policístico e mioma podem dificultar engravidar?

Quanto tempo devo repousar depois da cauterização no útero?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O período exato de repouso após a cauterização do útero pode variar de mulher para mulher dependendo de como foi o procedimento.

No dia da cauterização, a mulher deve realizar repouso das atividades laborais e evitar movimentos constantes.

No dia seguinte à cauterização, a mulher pode voltar às atividades de rotina caso se sinta bem e caso não apresente sangramento em moderada ou grande quantidade.

A paciente pode continuar suas atividades cotidianas normalmente, devendo evitar relações sexuais, duchas vaginais e uso de tampões por algumas semanas após a cauterização. Esse tempo é necessário para haver a cicatrização do tecido.

A depender de como foi o procedimento e da extensão das lesões, esse repouso pode ser mais prolongado. Porém, isso será informado pelo/a ginecologista. Quando for necessário, o/a profissional pode passar atestado médico para que o repouso seja garantido.

Após o procedimento, pergunte ao/à ginecologista sobre o repouso necessário a ser realizado no seu caso. 

Qual o tratamento no caso de gardnerella?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

tratamento da vaginose por Gardnerella vaginalis e Mobiluncus sp é feito principalmente com medicamentos derivados imidazólicos, como o metronidazol, e visa restabelecer o equilíbrio da flora vaginal através da redução do número de bactérias anaeróbias e um possível aumento dos Lactobacillus.

O medicamento mais indicado para tratar a gardnerella é o metronidazol  administrado em doses de 500 mg - 2x ao dia ou 250 mg - 3x ao dia, durante 7 dias. A clindamicina  na dose de 300mg 2x ao dia por 7 dias é outra opção de tratamento.

Outros antibióticos são menos efetivos e podem não resolver a infecção.

Em geral, o tratamento da vaginose por gardnerella em mulheres não atinge 100% de eficácia e mais de 50% das pacientes tratadas podem apresentar um novo caso, dentro de um ano.

O tratamento da gardnerella pode ser prescrito pelo/a médico/a clínico geral, médico/a de família ou ginecologista.

Água oxigenada no ouvido faz mal? É verdade que cura gripe?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Água oxigenada no ouvido não faz mal, embora não seja recomendado pingar qualquer tipo de produto no ouvido sem orientação médica. No entanto, água oxigenada no ouvido não cura gripe.

Há quem utilize água oxigenada para remover cera do ouvido, mas a recomendação médica é para que o excesso de cera seja removido apenas com a ponta da toalha, na hora do banho. As lavagens do ouvido devem ser feitas de preferência por um profissional da saúde.

Já o uso de água oxigenada no ouvido para curar gripe não tem nenhuma fundamentação científica. A água oxigenada serve principalmente para desinfetar feridas e facilitar a cicatrização das mesmas.

A gripe é causada por um vírus, que não fica localizado no ouvido. A água oxigenada pingada no ouvido permanece no local e mesmo que penetrasse no corpo, não teria a capacidade de matar o vírus causador da gripe. Aliás, não existe um medicamento capaz de curar a gripe. Todos os remédios indicados para gripe apenas aliviam os sintomas.

Para maiores esclarecimentos sobre o uso de água oxigenada no ouvido, consulte um médico.

Toda hérnia tem que ser operada?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não, nem toda hérnia umbilical ou inguinal tem indicação absoluta de cirurgia, embora o único tratamento definitivo seja a cirurgia, alguns casos de hérnia pequenas, sem queixas ou pessoas com contraindicações, pode ser indicado apenas acompanhamento.

O que pode ser feito durante esse acompanhamento é:

  • Evitar pegar peso ou fazer força exagerada e
  • Fortalecimento muscular

A sociedade brasileira de hérnia e parede abdominal desaconselha o uso de cintos e faixas.

Porém, hérnias grandes ou sintomáticas precisam ser operadas, a não ser que a pessoa tenha alguma contraindicação absoluta para a cirurgia, como doenças graves ou ter menos de 5 anos de idade. Fora esses casos excepcionais, todas essas hérnias devem ser operadas devido ao maior risco de complicação.

O estrangulamento é a complicação mais grave e temida de uma hérnia, com uma frequência estimada de 3%.

Chamamos de estrangulamento quando a parte do intestino que formou a hérnia fica presa na abertura que permitiu o seu extravasamento, e por algum motivo não consegue mais retornar para dentro do abdômen.

Se isso não for tratado com urgência, essa parte do intestino "estrangulada" deixa de receber oxigênio através do sangue. O resultado é uma isquemia (necrose), que provoca a morte dessa parte da alça intestinal, rompimento da sua parede, permitindo a passagem de líquidos e fezes que estavam no interior do órgão para dentro do abdômen. E é esse material intestinal que leva a uma infecção generalizada, muitas vezes fatal.

Saiba mais em: Uma hérnia pode estourar?

Quais os sintomas de estrangulamento da hérnia?

Os sinais e sintomas principais são: dor súbita, contínua e intensa durante várias horas no local da hérnia, febre, distensão (estufamento) abdominal, mudança de aparência da hérnia (escurecimento ou vermelhidão), aumento da frequência cardíaca, perda de apetite, náuseas e vômitos.

Na presença desses sintomas, procure atendimento médico com urgência para avaliação e tratamento imediato. É importante lembrar que o estrangulamento pode ocorrer em hérnias pequenas ou grandes.

Como é a cirurgia para hérnia?

A cirurgia para hérnia inguinal pode ser feita pelo método convencional (aberta) ou por laparoscopia. A cirurgia aberta é realizada por meio de um corte na região da virilha e a hérnia é recolocada na cavidade abdominal. Depois, a incisão é fechada e a parede abdominal é reforçada com um material sintético.

Depois da cirurgia, a pessoa pode retornar às suas atividades aos poucos. Em geral, são necessárias aproximadamente 6 semanas para uma recuperação completa.

A cirurgia por laparoscopia é realizada através de pequenos “furinhos” feitos no abdômen, por onde serão introduzidos o material cirúrgico, e por onde a hérnia será reparada. O local também é reforçado com o material sintético e o tempo de recuperação desse procedimento é menor e menos incômodo.

Quais as causas de hérnia?

As principais causas de hérnia inguinal e umbilical são o aumento da pressão dentro do abdômen e a presença de uma área de fragilidade na parede abdominal.

O aumento de pressão na cavidade abdominal pode ser causado por esforço excessivo para evacuar, levantamento de pesos, gestação, obesidade, tosse crônica, entre outras condições.

Já a fragilidade na parede abdominal costuma estar presente desde que a pessoa nasce. Contudo, também pode surgir posteriormente com a idade, sedentarismo, ou exercícios físicos intensos, tosse crônica, predisposição genética, traumatismos, cirurgias no abdômen, permanecer de pé por períodos prolongados, entre outros fatores.

Em geral, a hérnia pode ser empurrada suavemente para dentro da cavidade abdominal quando a pessoa está deitada. Aplicar gelo sobre a hérnia diminui o inchaço e auxilia essa manobra chamada redução. Quando a redução não for possível, pode ser um sinal de encarceramento.

Uma vez que a hérnia não é um tipo de lesão com cura espontânea e que pode causar complicações graves, a indicação da cirurgia para correção é bastante comum.

Para maiores esclarecimentos e avaliação do seu caso, recomendamos consultar um médico cirurgião geral.

Leia também: Quais são os tipos de hérnia?

Quais são as principais causas de aftas e o que fazer para evitá-las?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

As causas da afta ainda não são totalmente conhecidas. Contudo, acredita-se que o aparecimento das aftas esteja relacionado com fatores imunológicos.

Há ainda indícios de que a afta pode ser desencadeada por infecções virais ou bacterianas, determinados alimentos, traumas, mordidas acidentais, alergias, escovação muito vigorosa dos dentes, mau posicionamento dos dentes, estresse, cigarro, tendência genética e ainda falta de ferro ou vitaminas.

Os fatores de risco para desenvolver aftas incluem: genética, alterações hormonais, ansiedade, estresse, falta de ferro, zinco, vitamina B12 e ácido fólico, má higiene bucal, alterações na dentição, uso de certos medicamentos, má alimentação, imunidade baixa e doenças.

Afta O que é a afta?

As aftas são lesões pequenas e brancas rodeadas por uma área vermelha. Ocorrem dentro da boca, principalmente na mucosa que recobre a bochecha, os lábios, a gengiva e a garganta, embora também possam aparecer sobre a língua.

As aftas podem ter formato raso, redondo ou ovalado, com coloração branca, vermelha ou amarelada. A afta causa dor, muito desconforto e dificuldade para comer, beber ou ainda falar.

As aftas não são contagiosas e podem ser pequenas ou grandes, podendo surgir isoladamente ou em grupos. As maiores, com mais de 1 cm, podem durar até 6 semanas e deixar cicatriz. Já as menores, com menos de 1 cm, tendem a desaparecer espontaneamente em 7 a 10 dias sem deixar cicatriz.

As mais comuns são as aftas herpetiformes, que surgem em grupos formados por pequenas úlceras e são recorrentes

Qual é o tratamento para aftas?

O tratamento da afta é feito através da aplicação de pomadas analgésicas para aliviar a dor, anti-inflamatórios para controlar a inflamação, além de lavagem bucal com enxaguantes antissépticos e antibacterianos para controlar a irritação no local. Também pode ser indicada a aplicação de um gel para proteger a mucosa oral.

Em alguns casos, podem ser prescritos medicamentos antibióticos para tratar a infecção secundária que pode estar causando a afta.

Durante o tratamento da afta, deve-se evitar alimentos quentes, ácidos ou apimentados, que podem irritar ainda mais a lesão.

Como prevenir as aftas?

Para prevenir o aparecimento de novas aftas, é preciso tentar identificar as suas causas e afastar-se dos fatores que podem desencadear novas lesões. Além disso, é importante manter um estilo de vida saudável para não baixar a imunidade.

Alguns alimentos também devem ser evitados para ajudar a prevenir as aftas, como alimentos apimentados ou muito condimentados, alimentos salgados artificialmente (salgadinhos, amendoim, batatas fritas), frutas cítricas ou ácidas (laranja, abacaxi, kiwi, limão, morango, tangerina, acerola), alimentos muito duros, alimentos e bebidas quentes, refrigerantes e chocolate.

Se as aftas não cicatrizarem dentro de um período máximo de 10 dias, consulte o/a médico/a de família, clínico/a geral ou dentista para avaliar o quadro e orientar quanto ao tratamento mais adequado.

Saiba mais em:

Qual é o melhor tratamento para curar afta?

Como tratar afta na língua?

Quais os sintomas e tratamento da sífilis?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os primeiros sinais e sintomas da sífilis são pequenas feridas que surgem nos órgãos genitais e o aparecimento de caroços nas virilhas (ínguas). As manifestações da sífilis primária costumam surgir de 7 a 20 dias depois de uma relação sexual desprotegida com alguém infectado.

As ínguas e as feridas não causam dor, não coçam, não ardem e não produzem pus. As feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz, mesmo sem tratamento.

Os sintomas então desaparecem e a pessoa pensa que está curada. Porém, apesar da sífilis permanecer adormecida durante meses ou anos, a bactéria continua circulando no sangue.

Na mulher, a sífilis pode se manifestar na região dos grandes lábios, vagina, região entre ânus e vagina, clitóris e colo do útero. No homem, a doença se manifesta no órgão genital, geralmente na glande e na pele que a recobre.

Quais os sintomas da sífilis secundária?

Depois de um tempo, geralmente 1 ou 2 meses, podem surgir manchas nos troncos e extremidades do corpo (palmas das mãos e solas dos pés), queda de cabelo, perda de peso, febre, mal-estar e dor de cabeça.

As manchas e os demais sintomas também desaparecem espontaneamente. Contudo, após alguns anos, começam a surgir complicações graves, como paralisia, cegueira, doenças neurológicas, problemas cardíacos, doenças ósseas, podendo provocar inclusive a morte do paciente.

Qual é o tratamento para sífilis?

O tratamento da sífilis é simples e é feito com antibiótico, normalmente a penicilina. O tempo de duração do tratamento varia entre 7 e 14 dias, de acordo com a fase da doença.

O parceiro ou a parceira da pessoa que está em tratamento deve fazer os exames necessários para diagnosticar a sífilis. Se o resultado for positivo, ele ou ela também deverá realizar o tratamento.

É importante usar preservativos nas relações sexuais para prevenir a transmissão da doença, mesmo durante o tratamento.

No caso da sífilis congênita, transmitida da mãe para o bebê durante a gravidez ou no momento do parto, o tratamento também é feito com penicilina. Entretanto a criança precisa ficar internada para uma investigação sobre possíveis complicações, e deverá ser acompanhada até os 18 meses.

Vale ressaltar que a sífilis é facilmente tratada, sobretudo no início dos sintomas. Por isso, pessoas que tiveram relações sexuais sem proteção e apresentam algum dos sintomas característicos da sífilis, devem procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para investigar a causa, receber um diagnóstico e tratamento adequados.

Saiba mais sobre o assunto nos links: