Perguntar
Fechar
Queimadura de limão: o que fazer e como tratar?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Em caso de queimadura de limão, faça compressas com soro fisiológico e chá de camomila para aliviar o incômodo, aplique protetor solar a seguir para proteger a pele e procure um médico dermatologista para avaliar a lesão. Se a queimadura formar bolhas, o que pode acontecer nos casos mais graves, nunca as estoure.

O tratamento da queimadura de limão pode ser feito através de pomadas com corticoides, cremes hidratantes e filtros solares. Também podem ser indicados produtos clareadores para eliminar mais rápido a mancha escura da pele. 

A fitofotodermatose, termo médico para a queimadura provocada por limão e outras frutas cítricas, ocorre porque o suco do limão provoca uma reação alérgica na pele ao entrar em contato com os raios ultravioletas do sol.

A reação alérgica provoca um processo inflamatório e surgem então manchas avermelhadas na pele que podem causar coceira ou ardência. Nos casos mais graves, pode haver inclusive formação de bolhas.

É importante lembrar que o protetor solar não evita a queimadura de limão. Para prevenir, lave abundantemente as mãos com água e sabão após manipular a fruta. Lave também o rosto, principalmente ao redor da boca, após beber sucos ou caipirinhas de limão.

Consulte um médico dermatologista se notar qualquer sinal de vermelhidão na pele após manipular limão ou outras frutas como caju e laranja. As queimaduras devem receber um tratamento adequado o quanto antes para evitar o agravamento do quadro.

Também podem lhe interessar:

Como tirar mancha de limão da pele?

Manchas escuras na pele: o que pode ser?

Como tratar queimadura de água-viva?

Cisto hemorrágico é grave? Qual o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Cisto hemorrágico não é grave e normalmente não precisa de um tratamento específico. Trata-se de um cisto de ovário fisiológico, ou seja, não está relacionado com doenças e surge naturalmente durante a ovulação.

Normalmente os cistos hemorrágicos desaparecem espontaneamente em até 3 meses. Quando necessário, o tratamento pode incluir:

  • Acompanhamento da evolução dos cistos por ultrassonografia;
  • Uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula;
  • Cirurgia.

O anticoncepcional hormonal serve para evitar o crescimento de novos cistos hemorrágicos, embora não acelere a resolução dos cistos que já existem.

Através do ultrassom o ginecologista pode observar a evolução dos mesmos, bem como detectar novos cistos.

Raramente os cistos hemorrágicos se rompem podendo extravasar sangue, que se mantinha no seu interior, para a cavidade abdominal, levando a dores abdominais de forte intensidade, na maioria das vezes a única indicação de tratamento mais agressiva, a intervenção cirúrgica. 

Nesses casos, dependendo da intensidade do sangramento, o tratamento é feito através de cirurgia por laparoscopia, intervenção menos invasiva, ou laparotomia exploradora, para retirar o cisto e conter a  hemorragia.

O médico ginecologista é o responsável pelo diagnóstico e tratamento do cisto hemorrágico no ovário.

Também podem lhe interessar:

Quais os riscos de ter um cisto hemorrágico?

O que é cisto hemorrágico e quais os sintomas?

Refluxo tem cura? Qual o tratamento?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Refluxo gastroesofágico tem cura. O tratamento pode ser feito com medicamentos, dieta, mudanças na alimentação e no estilo de vida, além de cirurgia, dependendo do caso.

O tratamento medicamentoso do refluxo inclui o uso de remédios que modificam a produção de ácido estomacal ou favorecem o esvaziamento gástrico. O tratamento do refluxo gastroesofágico é feito sobretudo com medicamentos e mudanças na dieta. Os casos mais graves necessitam de cirurgia.

Os principal grupo de medicamento usados para tratar o refluxo são os inibidores de bomba de prótons (omeprazol, pantoprazol, entre outros). Outras medicações eventualmente também podem ser usadas como antagonistas dos receptores H-2, que bloqueiam a secreção de suco gástrico.

Cirurgia para refluxo gastroesofágico

Já a cirurgia para refluxo é indicada quando a medicação e as mudanças na alimentação e no estilo de vida não resultam, ou como alternativa a tratamentos demasiado longos.

O tratamento cirúrgico consiste no fortalecimento da válvula responsável por impedir o refluxo, localizada na entrada do estômago. Nenhuma parte do estômago é retirada na cirurgia.

Medidas não medicamentosas no tratamento do refluxo

É fundamental alterar o estilo de vida durante o tratamento do refluxo gastroesofágico. Apenas os medicamentos não são suficientes para tratar o problema.

Alguns alimentos e bebidas que devem ser evitados por pessoas com refluxo gastroesofágico: café ou qualquer outra bebida com cafeína, chocolate, alimentos ácidos ou muito condimentados, bebidas alcoólicas e bebidas gasosas.

Algumas das recomendações para aliviar e evitar o refluxo gastroesofágico incluem não fumar, não ingerir bebidas alcoólicas, perder peso (quando necessário), reduzir o tamanho das refeições, evitar roupas apertadas, não ir dormir logo após uma refeição (esperar pelo menos 3 horas) e colocar calços de 15 a 20 cm embaixo dos pés da cama para elevar a cabeceira.

O que é refluxo e quais são os sintomas?

O refluxo gastroesofágico é o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago. O refluxo pode ocorrer quando há muita produção de ácido estomacal ou quando o músculo que fecha a passagem entre o estômago e o esôfago (esfíncter) não fecha adequadamente.

Os sintomas do refluxo gastroesofágico incluem azia, sabor ácido na boca devido ao retorno de alimentos ou bebidas que retornam estômago, sensação de queimação no peito, dificuldade para engolir e tosse seca.

Quais as possíveis complicações do refluxo?

Apesar de evoluir bem e ter um bom prognóstico com o tratamento adequado, o refluxo pode causar algumas complicações se não receber o tratamento e cuidados necessários.

Dentre as possíveis complicações decorrentes do refluxo estão: lesões na mucosa gástrica, hemorragias, úlcera, esofagite, estreitamento do esôfago, esôfago de Barrett e câncer de esôfago.

O tratamento do refluxo gastroesofágico pode ser realizado pelo médico de família, clínico geral ou gastroenterologista.

Conheça mais sobre esse assunto nos artigos:

O que é refluxo e quais os sintomas?

Esofagite pode virar câncer?

O que fazer no caso de superdosagem de remédio?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Em caso de superdosagem (overdose) de remédio, siga os seguintes procedimentos de primeiros socorros:

1) Não provoque vômitos, pois o medicamento pode se espalhar pelo tubo digestivo e piorar ainda mais a situação.

2) Não ofereça nada para a vítima beber, nem mesmo água ou leite.

3) Não tente manter a vítima acordada com café ou fazendo-a caminhar. Qualquer esforço físico irá acelerar a absorção do medicamento pelo corpo;

4) Procure saber qual foi o remédio que a vítima ingeriu;

5) Se a pessoa perder a consciência e você ainda não sabe qual o medicamento que ela tomou, recolha os frascos de remédios que encontrar e até mesmo amostras de vômito, se houver;

6) Se a vítima desmaiar, deite-a de lado;

7) Ligue para o Disque Intoxicação da ANVISA através do 0800 722 6001 ou para o CEATOX-SP (Centro de Assistência Toxicológica) do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas através do 0800 014 8110.

Quando ligar para o serviço de intoxicação, tenha consigo a embalagem do remédio em mãos e as seguintes informações:

⇒ Idade, sexo e peso da vítima;

⇒ Há quanto tempo ocorreu a overdose;

⇒ Presença de sintomas ou não.

Siga as instruções dadas pela assistência toxicológica e leve a pessoa para um hospital com urgência, levando também a embalagem ou a bula do medicamento.

Leia também: O que acontece se alguém tomar vários remédios para dormir?

O que é meningite?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Meningite é uma inflamação das meninges, que são as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. As meningites são causadas principalmente por vírus (meningite viral) e bactérias (meningite bacteriana).

A meningite também pode ser provocada por fungos (meningite fúngica), parasitas, lesões físicas, infecções (otites, por exemplo), câncer e uso de medicamentos.

A inflamação geralmente é decorrente de alguma infecção no líquido cefalorraquidiano, que fica entre as meninges e a medula espinhal e entre as meninges e o cérebro. As meningites podem causar lesões no cérebro e na medula.

As meningites virais são as mais frequentes e costumam ser menos graves. A meningite bacteriana, causada principalmente pelas bactérias Neisseria meningitidis (meningococo) e Streptococcus pneumoniae (pneumococo), é bem mais grave e pode ser fatal.

Streptococcus pneumoniae (pneumococo), bactéria causadora de meningite bacteriana pneumocócica.

A meningite fúngica é mais rara e afeta sobretudo pessoas com o sistema imunológico comprometido, como as pessoas com diabetes, câncer, HIV/AIDS.

Apesar de ter tratamento, a taxa de mortalidade da meningite é alta, variando entre 5% e 15% dos casos. Quando não leva a óbito, a meningite pode deixar sequelas, como surdez e atraso do desenvolvimento psicomotor, em até 25% das pessoas que ficam doentes.

Qualquer pessoa pode contrair meningite, mas sabe-se que a doença atinge sobretudo crianças com menos de 5 anos.

Quais são os sintomas da meningite?

Os sintomas da meningite incluem febre, dor de cabeça, rigidez ou dor na nuca, náuseas, vômitos, manchas vermelhas ou roxas na pele (meningite meningocócica), dores musculares, confusão mental, sonolência e dificuldade para acordar.

As manchas na pele não desaparecem quando são pressionadas. No início, surgem manchas pequenas, que depois evoluem para manchas roxas ou negras. Esse sinal indica a passagem de sangue dos vasos sanguíneos para os tecidos localizados abaixo da pele.

Nos bebês, a meningite causa febre, irritação, cansaço, falta de apetite, endurecimento ou elevação da moleira, gemidos ao tocar na criança, inquietação, choro agudo, rigidez ou moleza corporal.

No início, os sintomas da meningite podem ser confundidos com os de uma gripe ou gastroenterite. Contudo, a evolução da doença pode ser rápida, podendo levar a óbito em poucas horas.

Na meningite bacteriana do tipo meningocócica, os sintomas geralmente começam a se manifestar depois de 4 dias que ocorreu a infecção. Porém, o período de incubação pode variar de 1 a 10 dias.

Como ocorre a transmissão da meningite?

A meningite viral pode ser transmitida pela saliva (fala, tosse, espirro, beijo) ou pelas fezes. A meningite bacteriana geralmente é transmitida de pessoa para pessoa através do contato com a saliva (tosse, espirro, fala, beijo) da pessoa doente ou portadora da bactéria.

É importante lembrar que a maioria das pessoas está imune contra muitos dos vírus e bactérias que podem causar meningites.

Porém, nem todas as meningites são contagiosas ou transmissíveis, pois isso depende da sua causa. Se a doença for provocada por um traumatismo craniano, por exemplo, ela não é transmissível.

Contudo, as meningites virais e bacterianas são altamente contagiosas e podem provocar surtos e epidemias.

Meningite bacteriana

A meningite meningocócica, por exemplo, é um tipo de meningite bacteriana, causada pela bactéria meningococo. Além de ser muito contagiosa, provoca um quadro grave e de evolução rápida. O mesmo acontece com a meningite pneumocócica, causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae (pneumococo), que apresenta um elevado risco de morte e sequelas graves.

Meningite viral

A meningite viral é menos grave e mais comum que a meningite bacteriana e pode melhorar sem um tratamento específico.

Qual é o tratamento para meningite?

O tratamento da meningite depende do agente causador (vírus, bactéria, fungo). As meningites bacterianas necessitam de tratamento imediato com antibióticos específicos para o tipo de bactéria e o/a paciente precisa ficar internado/a.

O tratamento das meningites virais incluem repouso, cuidados gerais e medicamentos para aliviar os sintomas. Os antibióticos não são necessários. Pode, ou não, haver necessidade de internação, dependendo do caso. Na maioria dos casos, a meningite viral resolve-se espontaneamente sem necessidade de tratamento.

É possível prevenir a meningite? Existe alguma vacina?

Sim, existe vacina contra certos tipos de meningite meningocócica (tipos A, C, W e Y), pneumocócica e por Haemophilus influenzae tipo b. Elas estão incluídas no Calendário Nacional de Imunização e são disponibilizadas gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Outras formas de prevenir a meningite incluem cuidados como evitar aglomerações, manter os ambientes ventilados e higienizar adequadamente os ambientes (casa, escolas, hospitais, creches).

Procure o/a médico/a clínico geral ou médico/a de família o mais rápido possível na presença de sinais e sintomas de meningite. O diagnóstico e tratamento precoce pode evitar sequelas e complicações que podem inclusive provocar a morte do/a paciente.

Saiba mais em:

Meningite tem cura? Qual o tratamento?

Meningite fúngica tem cura? Qual o tratamento?

É possível ter meningite mais que uma vez?

O que fazer em caso de mordida de gato?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Em caso de mordida de gato, lave bem a ferida com água e sabão, deixando a água escorrer durante alguns minutos sobre o ferimento. É importante retirar totalmente o sabão após a lavagem para não interferir na ação dos medicamentos que podem ser aplicados no local da mordida pelos profissionais especializados.

Depois, irrigue abundantemente o ferimento com soro fisiológico a 0,9%, imobilize e eleve o membro afetado. Após os primeiros socorros, a vítima deve ser levada a um serviço de saúde para receber tratamento e orientações adequadas.

É provável que a pessoa que foi mordida pelo gato receba também vacina ou soro antirrábico, uma vez que o gato também pode transmitir a raiva, como o cão e outros animais.

Além da raiva, a mordida de gato pode transmitir uma bactéria chamada Pastereulla Multocida, que está presente na saliva dos felinos, essa bactéria pode levar a uma grave doença infecciosa, que atinge principalmente pessoas mais suscetíveis como imunodeprimidos. O risco de infecções é baixo, principalmente, se tomados os devidos cuidados nas primeiras 8 horas após a mordida, por isso a ida ao serviço de saúde rapidamente é importante, Dor, inchaço e vermelhidão no local do ferimento são sinais de que pode haver uma infecção e é preciso procurar tratamento imediatamente.

De qualquer forma, qualquer mordida de animal deve ser tratada num pronto-socorro. Mordidas de gato, cão, rato ou qualquer outro animal doméstico ou silvestre, podem causar infecções fatais se não forem devidamente tratadas. Por isso o acompanhamento médico é sempre necessário, mesmo que não haja sinais de infecção.

Também podem lhe interessar:

Qual o tratamento para mordida de rato?

O que fazer para tratamento em caso de mordida de cachorro?

O que fazer em caso de picada de escorpião?

O que posso fazer quando a pele está descascando?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Quando a pele está descascando é preciso ter alguns cuidados para evitar que a descamação se agrave. Algumas medidas que podem ser tomadas em casa para amenizar o problema:

  • Usar sabonetes apropriados para pele ressecada, de preferência com hidratantes na composição, pois preservam ou repõem a oleosidade natural da pele, principalmente os que contêm ceramidas, glicerina, triglicerídeos ou manteiga de karité nas suas composições;
  • Produtos que têm como ingredientes ácido salicílico, ácido glicólico ou álcool devem ser evitados;
  • Evitar tomar banho em água quente, pois ela retira o manto de gordura que protege a pele. Tomar banho em água morna, sempre que possível;
  • Usar as mãos para lavar o corpo na hora do banho, evitando o uso de esponja ou bucha;
  • Aplicar um hidratante mais consistente na pele, de preferência enquanto ela ainda estiver úmida após o banho; Se necessário, voltar a aplicar mais vezes ao longo do dia;
  • Não esfregar a toalha na pele na hora de se enxugar, mas sim pressioná-la suavemente sobre a pele.

Uma causa muito comum de pele descascando é o ressecamento, que ocorre quando a pele perde a sua camada protetora de gordura, que atua como um hidratante natural.

No entanto, o ressecamento e a descamação da pele podem ter diversas causas, podendo inclusive ser sinal de doenças como câncer de pele e hipotireoidismo.

Se os sintomas persistirem por mais de uma semana, deve-se consultar um médico de família para uma avaliação inicial. Em alguns casos mais graves pode ser necessário o acompanhamento por um médico dermatologista, para um diagnóstico e tratamento adequados.

Como tratar sarna humana?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

O tratamento da sarna humana é feito com o uso de loções para o corpo, próprias para matar o parasita que provoca a doença. A sarna humana, em algumas situações, pode ser tratada ainda com medicamentos por via oral, que deve ser prescrito pelo médico.

Também podem ser usados medicamentos anti-histamínicos para aliviar a coceira e a vontade de coçar, evitando que a pessoa arranhe a pele e provoque uma infecção por bactérias. Fazer banhos ou compressas frias podem ajudar a diminuir a coceira.

Mulheres grávidas e crianças em fase de amamentação devem utilizar medicamentos e dosagens próprias para essas fases.

Vale lembrar que alguns tipos de sabão, creme e pomada não são indicados para tratar a sarna humana e podem até mesmo piorar o quadro.

Além dos medicamentos, são indicadas medidas de higiene, que incluem:

  • Não compartilhar roupas, roupas de cama e toalhas;
  • Lavar diariamente roupas, roupas de cama e toalhas; não é preciso fervê-las uma vez que o ácaro não sobrevive muito tempo fora da pessoa (hospedeiro);
  • Retirar objetos do quarto, como bichos de pelúcia que não podem ser lavados, embalá-los em sacos plásticos e guardá-los em local distante das pessoas por alguns dias;
  • Manter as unhas curtas para evitar lesões causadas pela coceira.
O que é a sarna humana e como se transmite?

A sarna humana é uma doença contagiosa que afeta a pele. A doença é causada por um parasita, um ácaro chamado Sarcoptes scabiei. A fêmea desse parasita forma um túnel na pele e deposita ovos no local, gerando uma reação alérgica.

A transmissão da sarna ocorre pelo contato direto, de pessoa para pessoa, ou através de roupas, roupa de cama e toalhas usadas pela pessoa com sarna.

Quais são os sintomas da sarna humana?

Os sintomas da sarna humana geralmente aparecem depois de 3 a 4 dias que ocorreu o contágio, podendo se prolongar por várias semanas. Os sintomas incluem: coceira, principalmente à noite, bem como erupções cutâneas parecidas com picadas, sobretudo entre os dedos, nas mãos, nas axilas, nos seios, nas nádegas, nos genitais e no abdômen.

Em crianças mais novas e bebês, a sarna pode afetar outras partes do corpo, como cabeça, palmas das mãos e plantas dos pés.

Existe uma forma grave e rara de sarna, chamada sarna crostosa ou norueguesa, que causa descamação e crostas na pele. Nesses casos, há uma hiperinfestação do ácaro causador da doença. Essa forma de sarna afeta principalmente indivíduos com doenças que baixam a imunidade.

Procure um médico de família, clínico geral, pediatra ou dermatologista para o diagnóstico e tratamento da sarna.

Leia também: Estou com manchas vermelhas pelo corpo o que pode ser?