Perguntar
Fechar

Como é o tratamento da endocardite bacteriana?

O tratamento da endocardite bacteriana é feito com medicamentos antibióticos. A medicação é administrada por via endovenosa, durante um período de 4 a 6 semanas. Nos casos em que a válvula cardíaca está danificada ou destruída, pode ser necessário realizar uma cirurgia para recompor ou substituir a válvula.

Também é importante tratar infecções em outras partes do corpo para que as bactérias não caiam na corrente sanguínea e possam infectar o coração.

O diagnóstico da endocardite é realizado por meio de exames de sangue, eletrocardiograma, ecocardiografia, raio-X, tomografia computorizada ou ressonância magnética.

A gravidade da endocardite bacteriana depende muito do tipo de bactéria que está causando a infecção. Há casos de elevada toxicidade que evoluem em dias ou semanas, com destruição da válvula cardíaca e infecção generalizada (sepse). Em outros, a endocardite evolui depois de semanas ou meses e raramente causa sepse.

Dentre as piores complicações da endocardite bacteriana estão a insuficiência cardíaca, as embolias e as complicações neurológicas. A insuficiência cardíaca congestiva é decorrente dos danos valvulares causados pela infecção. Já as embolias afetam sobretudo o sistema nervoso central, gerando complicações neurológicas.

Leia também: Endocardite bacteriana é grave?

Outras complicações menos comuns da endocardite bacteriana incluem arritmias, acidente vascular cerebral (AVC), manchas e pontos vermelhos na pele, mucosas e conjuntiva (parte branca dos olhos), aumento de baço, entre outras.

Sem tratamento, a endocardite bacteriana pode danificar ou destruir as válvulas do coração, causando insuficiência cardíaca e morte. Outras complicações incluem ainda embolia, acidente vascular cerebral (derrame), infecção generalizada, lesões em outros órgãos, entre outras.

Saiba mais em:

Quais os sintomas da endocardite bacteriana?