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Comer açaí: emagrece ou engorda?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Não há evidências científicas de que o consumo de açaí, por si só, promove o emagrecimento ou faz com a pessoa engorde. O que determina que o consumo desta fruta engorde ou emagreça é a forma como é consumida: seus acompanhamentos e sua inclusão em um plano alimentar saudável. A prática de atividade física ou sedentarismo também contribuem para a perda ou ganho de peso.

Açaí e emagrecimento Creme de Açaí

O alto teor de fibras do açaí pode ser um aliado nos processos de emagrecimento. Sabe-se que a fibras ajudam a regular a atividade dos intestinos, a formar o bolo fecal e a estimular a motilidade intestinal, o que repercute para a boa saúde dos intestinos.

Além disso, as fibras fazem com que a digestão do alimento se torne mais lenta, o que promove a sensação de saciedade. Um tempo prolongado da sensação de saciedade ajuda a evitar que a pessoa recorra a pequenos lanches, a popular ação de “beliscar”, diversas vezes ao dia.

Entretanto, aumentar o consumo de fibras por meio da ingestão de açaí não é suficiente para um emagrecimento efetivo e saudável. É preciso combinar o consumo da fruta com a prática de atividade física e hábitos alimentares saudáveis.

Recomenda-se que ao ingerir mais fibras por meio da sua alimentação você aumente também o consumo de água a fim de evitar a prisão de ventre (constipação intestinal).

Açaí e aumento de peso

Em 100 g de polpa in natura de açaí há, aproximadamente, 60 Kcal. Destas calorias, 6,5 g são carboidratos, 2,6 g são fibras, 4,0 g são gorduras e 0,8 g são proteínas. Como se pode perceber a concentração de carboidratos em 100 g da fruta não é considerada elevada.

Além disso, a elevada concentração de fibras e de boas gorduras auxiliam na redução do índice glicêmico da fruta. Isto significa que o consumo do açaí in natura provoca menos picos de insulina e não se transforma em açúcar com facilidade. O mais importante para evitar o ganho de peso é não consumir a fruta com adição de açúcares como, por exemplo, o xarope de guaraná.

Consumo saudável do açaí

É possível usufruir dos benefícios do açaí utilizando-o como aliado para o emagrecimento e, ao mesmo tempo evitar o ganho de peso. sem isto signifique o ganho de peso.

Dê preferência à polpa congelada (in natura), ao suco ou ao creme de açaí. É também possível ingerir na forma de bebida energética.

Não adoce as preparações de açaí com mel, xarope de guaraná e outros açúcares. A adição de granola, especialmente as industrializadas (ricas em açúcar), tornará as preparações com açaí bem mais calóricas.

Cuidados quanto ao consumo de açaí
  • Busque informações sobre a procedência do açaí que você irá consumir. O consumo deve ser limitado à presença do selo de garantia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Ministério da Saúde. Este controle é necessário uma vez que o açaí pode viabilizar a transmissão da Doença de Chagas.
  • Por conter alto teor de glicose, pessoas diabéticas somente devem consumir o açaí sob orientação médica ou nutricional.

Para um plano alimentar saudável e seguro, procure um/a nutricionista ou nutrólogo/a.

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Abóbora emagrece mesmo?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim. A abóbora é um vegetal de baixo valor calórico (26 Kcal/100 gr) e elevada quantidade de fibras solúveis, por isso este vegetal pode ser um forte aliado de quem busca emagrecer.

Além das fibras, a abóbora possui alta concentração de água, moderado teor de carboidratos, cerca de 3%, baixas quantidades de proteínas e gorduras. É rica em potássio, cálcio, fósforo, magnésio, ferro e zinco e em vitaminas C, A, E, B1, B2, B6, niacina e folatos.

Abóbora e emagrecimento

Por ter baixo teor de calorias, carboidratos e por ser rica em fibras solúveis, a abóbora auxilia no processo de emagrecimento. A elevada concentração de fibras estimula o bom funcionamento intestinal, regula o intestino e promove a motilidade e formação do bolo fecal. Além disso, as fibras provocam sensação de saciedade. Entretanto, é importante incluir a abóbora em um plano alimentar saudável que envolva também a prática de atividade física.

Abóbora e doenças cardíacas

A abóbora é um vegetal pobre em sódio e gorduras. Ao mesmo tempo é rica em betacaroteno, um carotenoide importante na prevenção de doenças cardíacas e coronarianas. Uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard revelou que o consumo diário de 50 mg de betacaroteno reduz em 50% o risco de infarto do miocárdio. Deste modo e por estes motivos, a abóbora ajuda na prevenção destas doenças.

Abóbora e hipertensão

O baixo teor de sódio e o alto teor de potássio presentes na abóbora podem prevenir e ajudar no tratamento de pessoas com hipertensão. Para o controle da pressão arterial o equilíbrio entre estes dois minerais (sódio e potássio) é fundamental. Vale ressaltar que para pessoas hipertensas, recomenda-se não adicionar ou adicionar bem pouco sal nas preparações culinárias, seja qual for o alimento.

Abóbora e câncer

O betacaroteno e a vitamina C presentes na abóbora parecem também ajudar na prevenção do câncer. Estas substâncias têm ação antioxidante e combatem os radicais livres que provocam lesões celulares.

Abóbora e saúde ocular

Por ser rica em vitamina A e precursor da vitamina A (betacaroteno), a abóbora ajuda a promover a saúde dos olhos e previne as doenças de retina. A presença do betacaroteno associado ao potássio reduz os riscos de formação de catarata.

Adote uma alimentação adequada e pratique atividade física regularmente para manter-se saudável. Para um plano alimentar mais seguro, procure um/a nutricionista ou nutrólogo/a.

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Reeducação alimentar: o que é e como fazer?

Para que serve e quais as contraindicações de ceftriaxona?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Ceftriaxona é um antibiótico indicado para o tratamento de sepse, meningite, doença de Lyme, peritonites, infecções do trato gastrointestinal e biliar, infecções ósseas, articulares, de tecidos moles, pele e feridas, infecções em pacientes imunocomprometidos, infecções renais e do trato urinário, infecções respiratórias, especialmente pneumonias e infecções otorrinolaringológicas, infecções genitais, incluindo a gonorreia e profilaxia peri-operatória de infecções.

Contraindicações de ceftriaxona

O uso de ceftriaxona é contraindicado em casos de:

  • Pessoas alérgicas a ceftriaxona e demais componentes da fórmula;
  • Mulheres grávidas ou que estão amamentando;
  • Alérgicos à penicilina;
  • Bebês prematuros;
  • Recém-nascidos com hiperbilirrubinemia (aumento dos níveis de bilirrubina).
Como usar ceftriaxona?

O medicamento pode ser utilizado por via intramuscular ou endovenosa.

A duração do tratamento varia de acordo com a evolução da doença. A administração de ceftriaxona deve ser mantida durante um período mínimo de 48 a 72 horas após o desaparecimento dos episódios de febre ou após evidência clínica de erradicação da bactéria causadora da doença.

A dose depende da faixa etária do paciente e da doença por ele apresentada.

Ceftriaxona não deve ser utilizada sem prescrição e monitoramento médico.

Efeitos colaterais da ceftriaxona

As reações adversas mais comuns da ceftriaxona são:

  • Diarreia
  • Fezes amolecidas
  • Erupções cutâneas
  • Aumento das enzimas hepáticas
  • Eosinofilia (aumento dos níveis de eosinófilos, células de defesa, no sangue)
  • Leucopenia (redução dos níveis de leucócitos, glóbulos brancos, no sangue)
  • Trombocitopenia (diminuição da quantidade de plaquetas no sangue)
Cuidados quanto ao uso de ceftriaxona

Ceftriaxona deve ser administrado com cautela em casos de:

  • Insuficiência renal;
  • Insuficiência hepática;
  • O uso de ceftriaxona pode provocar tontura e, deste modo, afetar a habilidade para dirigir e operar máquinas.

Não utilize ceftriaxona ou qualquer outro antibiótico sem indicação médica.

Dor anal: o que devo fazer?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A dor anal se origina no canal anal ou região perianal (áreas próximas ao ânus). Pode ser provocada por uma variedade de distúrbios, por isso é importante que você procure um médico para identificar a causa específica por meio de exame físico ou eventualmente outros exames.

Observe a sua dor (intensidade, quando e como se manifesta, entre outras características) para relatar a história da dor ao médico.

Como descrever a dor anal

Para que o diagnóstico da dor anal seja realizado você precisará descrever para ao seu médico as características da dor e outros sinais ou sintomas associados a ela. Para ajudar a descrever a sua dor, pense:

Características da Dor
  • Intensidade da dor: intensa, moderada e leve
  • Dor constante ou intermitente (dor que vai e volta)
  • Condição em que a dor é desencadeada: se a dor ocorre ao sentar, ao andar, ao evacuar
  • De que forma é a dor: penetrante, em queimação, ardor
  • Duração: há quanto tempo você sente esta dor?
Alterações anais

Na região anal, você pode observar:

  • Presença de lesões na região anal, como hemorroidas ou fissuras
  • Saliência do ânus
  • Presença de nódulos no ânus
  • Edema (inchaço) anal
  • Prurido (coceira)
  • Rachadura na pele ao redor do ânus
  • Sangramento anal ao evacuar
  • Saída de fluidos esbranquiçados pelo ânus
Alterações intestinais

Em alguns distúrbios que causam dor anal, alterações intestinais podem estar associadas:

  • Presença de gases intestinais
  • Dificuldade de defecar
  • Diarreia com muco ou sangue
  • Constipação (prisão de ventre)
  • Presença de sangue nas fezes: observar se o sangue nas fezes é vermelho vivo ou se as fezes são escuras.
  • Sensação de que o intestino não esvazia completamente
  • Em mulheres, presença de sangramento intestinal durante a menstruação
  • Vontade urgente para defecar após se alimentar
Alterações gerais
  • Cansaço frequente e dores musculares
  • Fraqueza ou fadiga
  • Perda de peso inexplicável
  • Náuseas e vômitos
  • Perda de apetite
  • Desconforto abdominal: cólicas, dor abdominal
Medidas simples que podem avaliar a dor anal
  • Fique sentado pelo menor tempo possível;
  • Quando sentado utiliza, utilize proteção adequada: almofadas em forma de rosca tais como as câmaras de água ou ar ou acolchoadas com algodão ou espuma;
  • Correção postural com fisioterapia.
Diagnóstico da causa da dor anal

A causa da dor anal é diagnosticada por meio de:

  • História clínica do paciente com a descrição da dor e de outros sintomas;
  • Exame físico que inclui a inspeção anal e perianal. Pode ser necessário o toque retal e a anuscopia (visualização do canal anal por meio de um tubo curto (anuscópio) conectado a uma fonte de luz.

Exames de imagem também podem ser solicitados:

  • Ultrassom endoanal
  • Ressonância magnética
  • Fibrosigmoidoscopia
  • Colonoscopia
Tratamento da dor anal

O tratamento da dor anal depende da condição clínica que a provoca. Pode ser clínico ou cirúrgico.

Tratamento clínico
  • Uso de anti-inflamatórios;
  • Utilização de analgésicos;
  • Injeção local de solução com anestésicos de ação prologada, nos casos em que a medicação oral e a fisioterapia são insuficientes para o alívio da dor;
  • Fisioterapia (massagem, mobilização e estiramento do cóccix).
Tratamento Cirúrgico

O tratamento cirúrgico pode ser efetuado a depender da causa da dor anal, como em situações de doença hemorroidaria grave e quando o tratamento clínico não foi benéfico.

O resultado do tratamento cirúrgico é, de forma geral, efetuado com sucesso para tratar distúrbios que provocam dor anal.

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Para que serve e como devo usar Noripurum® injetável (intramuscular)? Quais os efeitos colaterais?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Noripurum® injetável por via intramuscular é utilizado para combater as anemias causadas por deficiência de ferro. Inclui também o tratamento de anemias nutricionais. De modo geral, é prescrito quando se pretende rápida e eficiente reposição de ferro.

Indicações de Noripurum® intramuscular

A medicação intramuscular é indicada em casos de anemias ferropênicas (anemias por deficiência de ferro) nas seguintes anemias:

  • Anemias que ocorrem após hemorragias ou cirurgias (anemias ferropênicas graves);
  • Anemia acompanhada de distúrbios de absorção gastrointestinal;
  • Anemias diagnosticadas antes de cirurgias de grande porte;
  • Anemia associada por insuficiência renal crônica;
  • Impossibilidade de receber o tratamento para anemia por via oral;
  • Inviabilidade de tratar a anemia por via endovenosa.
Como usar Noripurum® intramuscular

Nessa apresentação intramuscular, como o nome já diz, o medicamento só deve ser administrado por via intramuscular.

De preferência, a primeira dose deve ser feita em unidades de saúde que tenham medicamentos e equipamentos disponíveis para tratar possíveis reações alérgicas.

Antes de iniciar a primeira dose é realizada uma dose de teste que consiste na administração de metade da dose prescrita. Se não ocorrer nenhuma reação adversa nos 30 minutos seguintes à administração da metade da dose, o restante do medicamento pode ser administrado.

A prescrição médica de Noripurum® intramuscular deve ser obedecida.

Cuidados na administração de Noripurum® intramuscular

Noripurum® deve ser administrado puro. Não pode haver mistura com outros medicamentos.

Observe se a solução no interior da ampola está homogênea, sem danos e sedimentos.

A administração da medicação deve ocorrer imediatamente após a abertura da ampola.

É obrigatória a aplicação profunda na região glútea utilizando-se a técnica em “Z”. (O profissional de saúde está capacitado a realizá-la.)

Após a aplicação é indicado movimentar-se.

O líquido não deve extravasar para a pele, pois este contato do medicamento com a pele pode provocar manchas escurecidas e difíceis de retirar.

Procure profissional de saúde para realizar a aplicação de Noripurum® intramuscular com segurança.

Contraindicações e cuidados para a administração de Noripurum® intramuscular

Noripurum® intramuscular é contraindicado em casos de:

  • Pessoas alérgicas a medicamentos à base de ferro e demais componentes da fórmula;
  • Fase aguda de infecção renal;
  • Asma brônquica;
  • Poliartrite crônica;
  • Cirrose hepática descompensada;
  • Hiperparatireoidismo não controlado;
  • Hepatite infecciosa;
  • Sobrecarga férrica;
  • Crianças com menos de 4 meses de vida;
  • Mulheres no primeiro trimestre de gestação.
Efeitos colaterais de Noripurum® intramuscular injetável

De forma geral, Noripurum® intramuscular injetável é bem tolerado e as reações adversas são incomuns (ocorre em 0,1% a 1% das pessoas que utilizam o medicamento), são elas:

  • Reações locais como dor no local da injeção ou manchas de longa duração na pele;
  • Dor nas articulações;
  • Ínguas (aumento de linfonodos);
  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Distúrbios gastrintestinais;
  • Enjoos e vômitos;
  • Gosto metálico na boca;
  • Formigamento;
  • Dores musculares;
  • Hipotensão (pressão baixa);
  • Urticária;
  • Vermelhidão;
  • Sensação de calor;
  • Edema nas mãos e nos pés.
  • Muito raramente ocorrem reações alérgicas.

O Noripurum® intramuscular nunca pode ser administrado por via endovenosa.

Não utilize o medicamento sem prescrição médica.

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Quais os benefícios da pera durante a gravidez?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Especialmente durante a gestação, o consumo de frutas e o hábito de uma alimentação saudável são essenciais. Os benefícios que as frutas trazem à mãe também são repassados ao bebê e, deste modo, algumas frutas são mais benéficas que outras. A pera se enquadra nesta condição de trazer benefícios importantes para a mulher e o feto durante a período gestacional.

Nesse artigo procuramos descrever com um pouco mais de detalhes os benefícios oferecidos por essa fruta.

1. Auxilia na manutenção do peso

A pera é uma fruta que possui alta densidade nutricional. É rica em nutrientes, fibras e possui baixo teor calórico. Isto quer dizer que a pera é capaz de oferecer nutrição e, ao mesmo tempo, auxiliar na manutenção do peso por promover saciedade, e evitar o sobrepeso é importante para que não ocorram complicações durante a gravidez.

2. Promove o bom funcionamento intestinal

Durante a gravidez é comum que os intestinos funcionem de forma mais lenta. Nestes casos, a pera pode ser uma importante aliada para promover o bom funcionamento intestinal. A alta concentração de fibras presentes na fruta ajuda a regular a função e estimula a motilidade intestinal. A maior concentração de fibras da fruta é encontrada em sua casca. Por este motivo, lave bem a pera e consuma sem descascá-la.

3. Ajuda a manter a hidratação

Rica em água e potássio, a ingestão de pera auxilia na hidratação do organismo. Na gravidez o estado de hidratação da mulher deve ser observado, uma vez que a água é importante no desenvolvimento da gestação e formação do bebê. Além disso, o potássio é importante para o bom funcionamento do coração, dos neurônios e do coração.

4. Promove reforço ao sistema imunológico

A grande quantidade de vitamina C presente na pera ajuda a fortalecer o sistema imunológico a mulher grávida, reduzindo o risco de gripes e infecções. Estes distúrbios podem ser bastante prejudiciais durante a gestação.

Portanto, a pera é um alimento benéfico para ser acrescentado à sua dieta, durante e depois da gravidez, promovendo uma alimentação saudável, fundamental para o desenvolvimento do bebê e para sua saúde. Sendo assim, recomendamos que procure um/a nutrólogo/a ou nutricionista para obter um plano alimentar adequado às suas necessidade.

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Noripurum® comprimidos mastigáveis: para que serve e como usar?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Noripurum® comprimidos mastigáveis é indicado para tratamento de anemia provocada por deficiência de ferro. É utilizado em: síndromes (conjunto de sinais e sintomas) da deficiência de ferro que ainda não se manifestou ou se manifestou de forma suave; anemias por deficiência de ferro causadas por subnutrição e/ou carências alimentares tanto de qualidade quanto de quantidade; anemias motivadas pela má absorção intestinal; anemia por deficiência de ferro (ferropriva) durante a gravidez e a amamentação ou anemia originada de sangramentos recentes.

Como usar Noripurum® comprimidos mastigáveis

Noripurum® comprimidos mastigáveis devem ser administrados durante ou logo após as refeições.

A dose e a duração do tratamento dependem do grau de deficiência de ferro.

A dosagem varia também com:

  • A idade (crianças de 1 a 12 anos, crianças com mais de 12 anos e adultos)
  • Situações especiais, como gravidez ou a lactação;
  • O grau de deficiência de ferro avaliado pela presença ou não de sintomas de anemia.

Por estes motivos, Noripurum® comprimidos mastigáveis somente devem ser utilizados com orientação médica.

Contraindicações de Noripurum® comprimidos mastigáveis

O medicamento é contraindicado em casos de:

  • Alergias a medicamentos à base de ferro;
  • Doenças hepáticas agudas;
  • Distúrbios gastrointestinais;
  • Anemias que não são provocadas pela deficiência de ferro ou por problemas de absorção de ferro.
Efeitos colaterais de Noripurum® comprimidos mastigáveis

Noripurum® comprimidos mastigáveis é, de forma geral, muito bem tolerado pelas pessoas que precisam utilizá-lo. As reações adversas são raras e ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que o utilizam. São elas:

  • Dor abdominal;
  • Prisão de ventre;
  • Diarreia;
  • Enjoo;
  • Dor de estômago;
  • Indigestão;
  • Vômitos e ou
  • Alterações na pele: reações na pele como vermelhidão, urticária, erupções ou coceira na pele.

Se observar algum desses sintomas, você deve informar imediatamente ao seu/sua médico/a.

Cuidados quanto ao uso de Noripurum® comprimidos mastigáveis

Noripurum® comprimidos mastigáveis devem ser utilizados com cautela nos seguintes casos:

  • Alcoolismo;
  • Hepatites;
  • Quadros de infecções agudas;
  • Estados inflamatórios do trato gastrointestinal (enterites, colite ulcerativa), pancreatite e úlcera péptica;
  • Portadores de anemias associadas a infecções e neoplasias (câncer);
  • Pessoas que sofreram transfusões sanguíneas repetidas devem ser rigorosamente acompanhadas quando em uso de Noripurum® comprimidos mastigáveis;
  • Usuários de prótese dentária devem lavar a boca e escovar as próteses logo depois de utilizar a medicação;
  • Mulheres grávidas somente devem usar Noripurum® comprimidos mastigáveis com adequada prescrição médica.

Siga a orientação médica quanto ao uso de Noripurum® comprimidos mastigáveis. Respeite os horários de administração do medicamento, as doses e a duração do tratamento.

Não utilize Noripurum® comprimidos mastigáveis sem prescrição médica.

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Tomar pílula do dia seguinte menstruada pode engravidar?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

As chances de engravidar se tomar a pílula do dia seguinte menstruada são praticamente nulas. Em primeiro lugar, porque a pílula do dia seguinte tem uma eficácia de até 98% na prevenção da gravidez, quando tomada nas 24 horas seguintes à relação. Em segundo lugar, porque as chances da mulher engravidar durante a menstruação são muito baixas.

A pílula do dia seguinte é considerada eficaz para prevenir a gravidez se for tomada em até 72 horas que ocorreu a relação. Porém, quanto mais tempo a mulher demorar para tomar a pílula, menor é a sua eficácia: nas primeiras 24 horas, pode chegar a 98%; após 48 horas, é de cerca de 85%; se a pílula for tomada 72 horas depois da relação, a eficácia cai para 58%.

Posso engravidar, mesmo tomando a pílula do dia seguinte?

Apesar de ser praticamente impossível engravidar tomando a pílula do dia seguinte menstruada, não se pode excluir uma pequena possibilidade de gravidez, ainda que ela seja mínima.

Para isso acontecer, a pílula do dia seguinte teria que falhar, você teria que ter um ciclo menstrual curto (21 dias ou menos) e um período menstrual com 7 dias de duração ou mais.

Supondo que você tenha tomado o medicamento nas 24 horas seguintes à relação, a probabilidade de falha é de cerca de 3%. Portanto, pode-se dizer que o risco de engravidar é de 3%.

Contudo, existe ainda o fato de estar menstruada. A menstruação é o período do mês que a mulher tem menos chances de engravidar, pois ela indica que o óvulo não foi fecundado. Esse óvulo costuma ser liberado cerca de 14 dias antes da menstruação, se o seu ciclo for de 28 dias, que é a duração média dos ciclos da maioria das mulheres. Lembrando que o ciclo menstrual começa no 1º dia de menstruação e termina no dia anterior à vinda do próximo período.

Se estiver menstruada não posso engravidar nunca?

Embora as chances de engravidar menstruada sejam muito baixas, uma vez que dificilmente a mulher estará no seu período fértil durante a menstruação, existe uma possibilidade.

O dia da ovulação fica na metade do ciclo. Portanto, se o seu ciclo menstrual for de 28 dias, o 14º dia é o seu dia mais fértil, em que tem mais chances de engravidar. Porém, como o espermatozoide pode permanecer vivo por até 72 horas dentro do corpo da mulher, o período fértil começa 3 dias antes e termina 3 dias depois do dia da ovulação. Assim, o período fértil nesse caso vai do 11º ao 17º dia do ciclo menstrual.

Dessa forma, se o seu ciclo for de 28 dias, é impossível engravidar menstruada, independentemente de tomar ou não a pílula do dia seguinte, pois você não estará no seu período fértil. A ovulação só irá acontecer depois de 14 dias que veio a menstruação.

Por outro lado, os ciclos menstruais podem ter de 21 a 35 dias de duração. Se o seu ciclo for de 21 dias, por exemplo, o seu dia fértil será o 10º ou 11º dia. Nesse caso, o período fértil irá começar no 7º dia do ciclo menstrual. Se você tiver um período menstrual de 7 dias e tiver relação no último dia de menstruação, já estará no seu período fértil, pois estará no 7º dia do ciclo. Nessa situação, existe a possibilidade de engravidar menstruada.

Portanto, se o seu ciclo tiver 21 dias ou menos e a sua menstruação durar 7 dias ou mais, você pode engravidar durante o período menstrual. Entretanto, como tomou a pílula do dia seguinte, muito provavelmente você não está grávida.

Todavia, se a dúvida persistir, espere pela próxima menstruação. Se ela atrasar uma semana, faça um teste de gravidez.

Para maiores esclarecimentos sobre o uso da pílula do dia seguinte durante a menstruação, consulte um médico clínico geral, médico de família ou ginecologista.

Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida?

Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim. Não é nenhum sintoma de que você está grávida. Fazer sexo menstruada não interrompe a menstruação, mesmo que a relação tenha originado uma eventual gravidez. Pelo contrário, a estimulação durante o ato pode gerar contrações uterinas que expulsam o sangue do útero, podendo aumentar o sangramento.

Além disso, quando a mulher está menstruada, é um sinal de que o óvulo não foi fecundado. Esse óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia de menstruação, se você tiver um ciclo de 28 dias. Isso significa que, no caso de haver relação sexual durante a menstruação, não haverá óvulo para ser fecundado pelo espermatozoide.

Se for esse o seu caso, é impossível estar grávida. Porém, 28 dias é a duração média dos ciclos, que podem ter duração mais curta, de 21 dias, ou mais longa, de até 35 dias. Se o seu ciclo for de 21 dias, você pode engravidar se tiver relação sexual menstruada.

Ter relação menstruada engravida?

A mulher que tem relação sexual menstruada dificilmente engravida. Aliás, é muito difícil engravidar durante a menstruação, pois esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Contudo, se você tiver um ciclo menstrual curto e um período menstrual longo, a chance de gravidez existe. Por isso, embora seja muito improvável, não é impossível.

A maioria das mulheres tem um ciclo menstrual de 28 dias, em média. Cada ciclo começa no 1º dia de menstruação e termina no dia anterior à vinda do próximo período. A ovulação ocorre exatamente no meio do ciclo. Nesse caso, no 14º dia. Esse é o dia mais fértil e, portanto, com maior probabilidade de engravidar.

Porém, o espermatozoide pode permanecer vivo no corpo da mulher durante 72 horas. Por isso, o período fértil começa 3 dias antes e termina 3 dias depois do dia da ovulação. Portanto, o período fértil num ciclo de 28 dias vai do 11º ao 17º dia. Esse é período do mês que pode ocorrer uma gravidez se tiver relações sexuais sem usar método anticoncepcional.

Veja também: Como calcular o Período Fértil?

Assim, se o seu ciclo for de 28 dias, o seu período fértil só começa 11 dias depois do 1º dia de menstruação. Tendo em conta que o período menstrual, em condições normais, dura no máximo 7 dias, seria impossível, nesse caso, estar grávida, mesmo que tenha tido relação sexual no último dia de menstruação.

Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada?

A duração média do ciclo menstrual é de 28 dias. Contudo, é importante lembrar que ciclos menstruais com duração de 21 a 35 dias são considerados normais.

Assim, se uma mulher tem um ciclo de 21 dias, o seu dia mais fértil seria o 10º ou 11º dia do ciclo. O período fértil nesses casos iria do 7º ao 14º dia. Nesse caso, se houver relação sexual no último dia de menstruação (considerando um período menstrual de 7 dias), a mulher já está no seu período fértil, pois seria o 7º dia.

Portanto, é possível engravidar menstruada se você tiver um ciclo menstrual de 21 dias ou menos e o seu período menstrual tiver duração de 7 dias ou mais. Quanto mais próxima do fim da menstruação ocorrer a relação sexual, maiores são as chances de gravidez.

O que deve fazer é esperar pela próxima menstruação. Se ela atrasar uma semana, faça um teste de gravidez. Se, por acaso, você estiver grávida, é no próximo período menstrual que a gravidez irá se manifestar. Nesse caso, com atraso e ausência de menstruação no período esperado.

Para maiores esclarecimentos, consulte um médico clínico geral, médico de família ou ginecologista.

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Comer abacate aumenta o colesterol? Quais os benefícios para a saúde?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Ao contrário, evidências científicas demonstraram que comer abacate reduz o colesterol ruim.

Associado a uma alimentação saudável e balanceada, o consumo regular de abacate traz benefícios à saúde, especialmente pela redução do colesterol ruim (LDL) no sangue. A redução do LDL está diretamente relacionada com a prevenção de doenças cardiovasculares.

A fruta possui alto valor nutricional. É rica em proteínas, vitaminas A, B1, B2, D e E, ácido fólico, ácidos graxos ômega, fitoesteróis, tocoferóis e esqualeno. Também tem boa quantidade de cálcio, potássio, magnésio, sódio, fósforo, enxofre e silício.

Abacate e a redução de colesterol

Compostos bioativos presentes na polpa do abacate como os fitoesteróis (β-sitosterol) são os principais responsáveis pela redução dos índices de colesterol. A ação desta substância se relaciona com a inibição da absorção de colesterol nos intestinos e com a redução da síntese de colesterol pelo fígado.

Alguns estudos mostraram ainda que os fitoesteróis atuam sobre os níveis de colesterol total no sangue e sobre o colesterol ruim (LDL), sem afetar o colesterol bom (HDL) e os triglicerídeos sanguíneos.

Planos alimentares ricos em fitoesteróis, presentes em abundância no abacate, podem diminuir os níveis de colesterol total e do LDL (colesterol ruim). Uma pesquisa realizada no México mostrou uma redução média de 17% nos níveis de colesterol no sangue de 45 voluntários que ingeriram abacate uma vez por dia durante uma semana.

Regulação da atividade muscular e proteção de doenças cardiovasculares

O abacate se destaca pelos elevados índices de potássio, o que ajuda a regular a atividade muscular e protege o corpo contra as doenças cardiovasculares.

Prevenção de câncer

A fruta parece também atuar positivamente na prevenção do câncer, por ser uma fonte de antioxidantes, como a glutationa. Esta substância tem ação sobre os compostos potencialmente cancerígenos. Já os fitoesteróis (β-sitosterol) atuam inibindo a carcinogênese (processo de formação do câncer).

Fortalecimento do sistema imunológico

O β-sitosterol, fitoesterol presente no abacate, parece ser benéfico para o fortalecimento do nosso sistema imunológico. Este composto aumenta a produção das células de defesa do organismo e, deste modo, desempenha importante contribuição no tratamento de infecções e de doenças como câncer e HIV.

Auxílio nos processos de emagrecimento

É também o β-sitosterol, abundante no abacate, que ajuda as pessoas que desejam emagrecer. A substância reduz a compulsão alimentar e o acúmulo de gordura na região abdominal. Além disso, por ser rico em fibras, o consumo de abacate promove a sensação de saciedade e melhora o trânsito intestinal.

Sabendo que trata-se de um alimento com alto valor calórico e ser rico em lipídios (gorduras), embora nesse caso sejam gorduras boas, o alimento deve ser integrado a uma rotina alimentar saudável e abundante em frutas, verduras, legumes e carnes magras.

Para uma orientação nutricional direcionado ao seu caso, consulte um/a nutricionista ou nutrólogo/a.

Que remédios posso usar para corrimento vaginal?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O remédio que você pode utilizar para tratar o corrimento vaginal depende do agente causador da inflamação e/ou infecção. Para definir esse medicamento procure um médico ginecologista. De forma geral, as infecções são tratadas com medicamentos de aplicação local como cremes e comprimidos vaginais ou em forma de gel. Pode ser ainda necessário remédios por via oral, de forma associada.

Diagnóstico do corrimento vaginal

Por meio de um exame ginecológico é possível diagnosticar corretamente os tipos de corrimento vaginal. Se o corrimento apresentar odor fétido e coloração esverdeada ou amarelada e, além disso, for acompanhado de sintomas de irritação como ardência, dor, prurido (coceira) e vermelhidão na vagina e/ou vulva, é provável que esteja com uma infecção ginecológica.

Nestes casos, durante o exame o médico identifica a presença da infecção e localizações. Quando acomete o útero, é denominado cervicite; na mucosa da vagina ou vulva, vaginite. Amostras da secreção podem ser coletadas com o objetivo de avaliar o pH vaginal, análise microscópica definindo os germes mais prevalentes através da cultura.

Lembre-se que, é a mucosa da vagina produz uma secreção natural, de aspecto espesso, aquoso ou elástico, de cor branca leitosa ou transparente e sem odor ou com odor muito suave. Secreção que não indica presença de doenças.

É importante relatar ao/a médico/a o início dos sintomas, há quanto tempo eles estão presentes, se usou algum produto diferente na região genital ou durante o ato sexual (lubrificantes, espermicida).

Tratamento do corrimento vaginal

Não existe um tratamento único para todos tipos de corrimento. O tratamento é efetuado de acordo com a causa da inflamação e/ou infecção. É feito com medicamentos antifúngicos ou antibióticos, em casos de infecção por fungos ou bactérias. Episódios de vaginite atrófica são tratados com administração local de cremes de estrogênio. A vaginite atrófica é o processo de ressecamento e inflamação das paredes da vagina, devido a redução da produção de estrógeno, na maioria das vezes, pela menopausa.

No caso de infecção, o parceiro sexual também deve ser tratado, mesmo que não apresente sinais ou sintomas. O tratamento do parceiro impede a reinfecção e o prolongamento da doença ginecológica.

Se você está apresentando corrimento vaginal e ou sinais de irritação, como dor, ardor, coceira ou vermelhidão, não deixe de procurar um/a ginecologista. Não utilize medicamentos orais ou vaginais sem indicação médica.

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Espinafre cura anemia?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O consumo de espinafre é importante na prevenção e pode ser um aliado no tratamento de anemia, quando a causa for a deficiência de ferro (anemia ferropriva). A anemia é a redução dos glóbulos vermelhos do sangue e/ou a redução da hemoglobina (componente dos glóbulos vermelhos que tem a função de transportar o oxigênio), devido à diminuição de ferro no sangue.

Espinafre e anemia Espinafre

O espinafre, como os demais alimentos vegetais de cor verde-escura, são fontes de um tipo de ferro chamado ferro não-heme. Para que o ferro do espinafre seja melhor absorvido pelo organismo e ajude na prevenção e tratamento da anemia, é necessário que ele seja consumido junto com alimentos ricos em vitamina C (ácido ascórbico).

Alimentos vegetais ricos em ferro
  • Espinafre
  • Brócolis
  • Couve
  • Acelga
  • Ervilha
  • Feijões (preto, branco, verde)
  • Lentilha
  • Grão-de-bico
  • Abóbora
  • Beterraba
  • Amendoim
  • Sementes de abóbora
  • Sementes de girassol
  • Noz
  • Uva passa
  • Abacate
  • Pistache
  • Cacau em pó
  • Tofu
  • Aveia em flocos

O consumo destes vegetais deve ser acompanhado de outros alimentos ricos em vitamina C, como: morangos, laranja, limão, abacaxi, pimentão.

Quais são os sintomas de anemia?

Os sintomas de anemia se iniciam de forma leve e vão se acentuando. São eles:

  • Cansaço
  • Palidez
  • Dores de cabeça
  • Dificuldade de concentração
  • Unhas frágeis
  • Tontura
  • Falta de apetite
  • Desmaio
  • Falta de ar

O diagnóstico é feito com base nos sintomas clínicos e em exames laboratoriais de sangue.

O tratamento consiste em uma alimentação rica em ferro e, de acordo com os exames, em suplementação de ferro através de comprimidos.

Se você suspeita que pode estar com anemia, adote uma alimentação saudável e procure um/a médico/a. Não utilize suplementos sem prescrição.

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