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Qual a forma correta de tomar o fluoxetina?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A forma correta é aquela que está escrito na sua receita, existem muitas formas e horários de se tomar esse remédio, alguns são mais comuns que outros, mas tudo depende do objetivo.

Ansiedade causa falta de ar constante e dor de cabeça?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A ansiedade é uma possibilidade sim, devido aos efeitos secundários do distúrbio, no entanto, esse é um diagnóstico de exclusão, ou seja, todas as outras causas possíveis para esses sintomas devem ser devidamente excluídas para poder confirmá-lo.

O médico responsável por confirmar o diagnóstico de transtorno de ansiedade é o psiquiatra, mas pode procurar também um clínico geral ou médico da família para descartar outras causas que não o transtorno de ansiedade.

Quais são as causas de falta de ar e dor de cabeça constantes?

Causas comuns de falta de ar são: Bronquite; asma; infecção pulmonar (pneumonia); doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), comum nos tabagistas de longa data; doença do refluxo gastroesofágico; problemas cardiológicos (infarto, pericardite, angina); viroses e problemas psicológicos (ansiedade e estresse).

A própria falta de ar, quando leva a um distúrbio respiratório, com dificuldade na troca gasosa pulmonar, gera uma retenção maior de gás carbônico e consequentemente uma menor absorção de oxigênio. Com isso, menor oxigenação cerebral, justifica o quadro de dores de cabeça.

O que é a ansiedade?

A ansiedade e o medo, são sentimentos normais experimentados por todas as pessoas, como resposta adaptativa do corpo, a alguma situação de estresse ou de risco. Essa resposta é mediada pelo sistema nervoso autônomo e eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, que liberam neurotransmissores estimuladores, durante sua reação.

A liberação desses neurotransmissores, são responsáveis pelos sintomas de agitação, taquicardia, suor frio, tremores, espasmo esofagiano (levando a sensação de "bolo na garganta"), por vezes aumento da pressão arterial, confusão mental e esquecimentos.

Essa sensação se torna um problema, ou um "transtorno", quando a resposta passa a ser exagerada, ou sem motivos aparentes, causando uma sensação de ansiedade constante, desagradável e prejudicial à vida da pessoa. Quadro que definimos como Transtorno de ansiedade generalizada.

Portanto, recomendamos que, tendo sido avaliada quanto a essas queixas por diversos médicos e a suspeita foi de transtorno de ansiedade, deve agora procurar um médico psiquiatra, para avaliação e definição dessa possibilidade, ainda, dar início ao tratamento mais adequado.

O transtorno de ansiedade pode sim ter cura, por isso seu tratamento não deve ser postergado.
Quando ansiosa tenho taquicardia, dor no peito, falta de ar! O que devo fazer?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Isto que você apresenta parece ser um quadro típico de ansiedade, você precisa procurar ajuda no sentido de tratar essa ansiedade. Existem muitas maneiras de tratar: medicamentos, terapia, auto-controle... Muitas coisas podem ser feitas para reduzir seu nível de estresse, tudo depende do que você quer ou pode fazer.

Tratando síndrome do pânico, posso tomar energético?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não é recomendado o uso de energéticos para casos de síndrome de pânico, especialmente em tratamento com Rivotril®, devido ao risco de interação medicamentosa e piora dos sintomas.

O medicamento Rivotril®, é um ansiolítico potente, com efeito relaxante muscular, sedativo e ansiolítico. Indicado para tratamento de ansiedade, epilepsia, síndrome do pânico, entre outros, porém o tratamento não se restringe ao remédio. É preciso uma abordagem multidisciplinar, com atividades adequadas, psicoterapia e hábitos de vida saudáveis para atingir os resultados esperados.

Fazer uso de energéticos ou cafeína produzem um efeito contrário aos ansiolíticos, de agitação, piorando os sintomas da ansiedade. Além disso, podem interferir diretamente na ação do medicamento.

Os sintomas de síndrome do pânico mais comuns são a angústia, dor no peito, agitação, taquicardia, sudorese, tremores, espasmo esofagiano ("bolo na garganta") e aumento efetivo da pressão arterial. Sintomas que facilmente se agravam com o uso de energéticos.

Portanto, fazer uso de bebidas ou alimentos que aumentem ainda mais os estímulos, como os energéticos, contribui para a piora dos sintomas e retardo no tratamento.

Vale ressaltar que é contraindicado o uso do Rivotril® com qualquer agente depressor do sistema nervoso central, incluindo bebidas alcoólicas.

Sendo assim, embora não haja uma contraindicação formal, o uso concomitante de energéticos com ansiolíticos não é recomendado.

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Ansiedade e remédio podem causar impotência sexual?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Caso o problema tenha começado após o uso do medicamento, pode sim ser a causa, apesar da ansiedade, por si só, ser uma das causas mais comuns de impotência sexual atualmente.

A impotência sexual é definida como a dificuldade em conseguir ou manter uma ereção adequada para se ter uma relação sexual satisfatória.

As causas mais comuns de impotência são:

  • Distúrbios de humor, como ansiedade e depressão;
  • Estresse;
  • Idade;
  • Doenças físicas, como hipertensão e diabetes mal controladas, entre outras;
  • Cirurgias;
  • Tabagismo;
  • Abuso de álcool;
  • Uso de medicamentos.

Sabendo que a maioria dos casos de impotência tem origem em fatores orgânicos e psicológicos associados.

Os principais fatores de risco relacionados com a impotência sexual incluem diabetes, hipertensão arterial, arritmia cardíaca, aterosclerose, doenças coronárias, renais e neurológicas, tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, obesidade, doenças da próstata, depressão e idade.

Há ainda outras condições que podem causar dificuldade de ereção, como a doença de Peyronie (pênis curvado), diminuição dos níveis de testosterona, hiperplasia benigna da próstata e tratamento do câncer de próstata.

Cerca de 50% dos homens com diabetes e aproximadamente 40% daqueles que têm doenças cardiovasculares apresentam algum grau de impotência.

A idade é outro importante fator para a impotência sexual. Cerca de metade dos homens com mais de 40 anos podem ter algum grau de dificuldade de ereção.

Entre os homens mais jovens, a impotência sexual tem como principal causa fatores psicológicos.

Se o problema da impotência persistir, não pare o uso do medicamento por conta própria! Volte ao médico que o prescreveu para uma reavaliação, esclarecimentos e ajuste do tratamento.

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Tenho 16 anos e enjoos constantes...
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O enjoo é um sintoma comum para diferentes doenças e situações, sendo a gastrite uma das causas mais comuns.

A melhor maneira de aliviar os sintomas, é tratando a causa do problema, no seu caso, parece estar associada a situações de estresse e ansiedade.

O trato gastrointestinal é um sistema bastante sensível à situações de estresse. Há casos de gastrite, diarreia, vômitos, até formação de úlcera gástrica (ferida na parede do estômago), secundários a situações de estresse prolongado, sem o devido tratamento.

Qual o melhor tratamento para gastrite?

A melhor opção de tratamento para gastrite e com isso melhora dos sintomas de enjoo, é a associação de orientações dietéticas, alimentação balanceada, controle da causa base da doença e medicamentos, quando necessário.

As orientações dietéticas recomendadas são principalmente:

  • Respeitar o horário das alimentações, e não "pular" refeições;
  • Evitando jejum prolongado;
  • Preferir pequenas refeições, mais vezes durante o dia;
  • Mastigar bem os alimentos;
  • Dar preferência a frutas, verduras, carnes magras;
  • Evitar frituras, refrigerantes, bebidas gaseificadas ou com cafeína;
  • Não fumar;
  • Evitar bebidas alcoólicas;
  • Evitar o uso de anti-inflamatórios sem prescrição médica.
Quais são as causas de gastrite?

As causas de gastrite podem incluir: problemas psicológicos como ansiedade e estresse, ou, infecção pela bactéria H. pylori, uso prolongado do ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios (AINEs), gastrite autoimune (quando o organismo produz anticorpos contra a própria mucosa gástrica), tabagismo, obesidade, além de ingestão abusiva e prolongada de bebidas alcoólicas.

Na ausência de infecção, pode ser necessário tratamento com medicamentos, como inibidores de bomba protônica, como omeprazol® e/ou antagonista de receptor H2, como a ranitidina®.

No caso de infecção pela bactéria, é necessário ainda associação à antibioticoterapia, para sua erradicação.

O médico responsável pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento de casos de enjoo e gastrite, é o gastroenterologista.

Quem tem gastrite deve evitar comer o quê?

Ando tão nervosa irritada e fico chata. O que pode ser?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O nervosismo e a irritabilidade podem ser sintomas de um quadro de transtorno de humor, como transtorno de ansiedade generalizada ou depressão. Porém devem ser investigadas outras causas como por exemplo, tensão pré-menstrual, menopausa, hipertireoidismo, entre outros.

Os transtornos de humor são caracterizados por sinais e sintomas físicos e psíquicos incontroláveis, que perduram por mais de 6 meses e interferem nos hábitos de vida diários sociais e profissionais, causando grande sofrimento para a pessoa. Junto com a irritabilidade, podem acontecer taquicardia, falta de ar, sudorese, "angústia no peito", "bolo na garganta", até aumento da pressão arterial, aumento ou perda de apetite e descontrole da glicemia.

O diagnóstico será definido através de um avaliação médica detalhada, com exame físico e exames complementares, quando indicados, para exclusão de outras doenças. Após esse rastreio pode-se indicar o melhor tratamento. 

Na suspeita de transtorno de ansiedade agende uma consulta com médico/a clínico geral ou psiquiatra para avaliação inicial e orientações quanto ao tratamento. 

Saiba mais sobre o assunto nos links abaixo:

Transtorno de Ansiedade Social: Quais as causas e como tratar?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Dentre as possíveis causas para o desenvolvimento do transtorno de ansiedade social estão os fatores genéticos e neurológicos, eventos traumáticos, timidez durante a infância, violência física e psicológica, entre outras.

O transtorno de ansiedade social normalmente começa gradualmente durante a infância, trazendo posteriormente graves prejuízos nas relações profissionais, sociais e afetivas do indivíduo.

Pessoas com transtorno de ansiedade social ou fobia social, como também é conhecido, apresentam um medo excessivo quando têm que desempenhar alguma tarefa em público, como falar, ou estar presentes em situações sociais.

O medo é decorrente do medo de serem humilhados ou serem vistos tendo comportamentos constrangedores em frente a outras pessoas.

Esses pacientes têm medo de serem avaliados de forma negativa pelos outros e sentem-se constrangidos, humilhados e envergonhados.

Leia também: Como identificar o transtorno de ansiedade social?

Tratamento

O tratamento do transtorno de ansiedade social é feito com psicoterapia e eventualmente medicamentos.

A psicoterapia é fundamental para o sucesso do tratamento. Dos métodos de psicoterapia utilizados para tratar o transtorno de ansiedade social, a terapia cognitivo-comportamental é a que tem se mostrado mais eficaz, com resultados rápidos e duradouros.

Saiba mais em:

Quais os sintomas dos transtornos de ansiedade?

Quais os tipos de transtorno de personalidade e suas características?

Estou muitos sintomas e tenho medo de ir ao médico, o que posso fazer?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Independente do medo que você está sentindo de ir ao médico, precisa procurar um médico para poder tratar da sua saúde. Peça para uma amiga ou um familiar te acompanhar na consulta, assim você se sentira mais segura.

Estresse pós-traumático tem cura? Qual é o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Estresse pós-traumático pode ter cura, embora o tratamento seja difícil e uma parte dos pacientes possam permanecer com sintomas por muitos anos, necessitando manter acompanhamento por tempo indeterminado.

Trata-se de um transtorno psicológico crônico, que ocorre após a exposição de eventos traumáticos graves, como participação em guerras; sofrer ou presenciar abusos e violências, seja sexual ou física; uma grande perda, como o falecimento de um familiar, entre outros.

Qual é o tratamento do estresse pós-traumático?

O tratamento deve ser realizado com:

  • Psicoterapia e
  • Medicamentos. Os Antidepressivos são os medicamentos de primeira escolha nesse caso, embora existam outras opções a serem associadas em casos mais graves.

Após 3 meses de tratamento, os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático tendem a se estabilizar. Porém, a doença poderá retornar se houver novamente uma situação traumática ou que seja semelhante àquela que originou o estresse.

Em geral, a psicoterapia, através da terapia cognitivo-comportamental, é a primeira opção de tratamento para o estresse pós-traumático. Contudo, a medicação tem papel importante, principalmente no início do tratamento, minimizando os sintomas e auxiliando na adesão ao tratamento psicológico.

A escolha do tipo de medicamento depende de vários fatores, como a condição de saúde do paciente, presença de outros transtornos psiquiátricos ou doenças, efeitos colaterais da medicação, entre outros.

Atualmente os medicamentos mais indicados nesses casos são os antidepressivos Fluoxetina, Sertralina, Paroxetina e a Venlafaxina.

Muitas vezes é necessário incluir mais de um tipo de medicamento, especialmente quando não há resposta à terapia com antidepressivos ou em casos muito graves. Nesses casos está indicado a associação de antipsicóticos em doses baixas. Esses medicamentos coadjuvantes também atuam no tratamento dos transtornos do sono (insônia, pesadelos, terror noturno),da ansiedade, agitação e sintomas de agressividade.

Nos casos mais graves, os antipsicóticos devem ser iniciados de imediato, devido aos riscos e prejuízos à saúde física e mental do paciente.

Os benzodiazepínicos (ansiolíticos) não são recomendados para tratar o transtorno. Além de não terem eficácia comprovada nesse tipo de situação, podem causar ansiedade e insônia pelo efeito rebote. Quando prescritos, deve-se dar preferência aos de meia-vida longa para evitar o efeito rebote e não prolongar o uso por mais de 4 semanas.

Mesmo com a remissão completa dos sintomas, deve-se manter o tratamento do estresse pós-traumático por algum tempo. Lembrando que a manifestação dos sintomas é cíclica e pode piorar se a pessoa ficar exposta a situações que lembrem o trauma.

Não há um tempo definido de tratamento. Cabe ao médico psiquiatra e ao psicoterapeuta avaliarem o caso, de maneira que os medicamentos sejam retirados gradualmente e o tratamento não seja interrompido abruptamente nem se prolongue por tempo demasiado, quando o paciente já não apresenta sintomas.

Saiba mais em: O que é estresse pós-traumático e quais são os sintomas?

Palpitações podem estar relacionadas com cirurgia de vesícula?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Provavelmente as sua palpitações não são decorrentes da sua cirurgia, palpitação é um sintoma que em pessoas jovens está muito associado com ansiedade ou anemia (no seu caso até algum tipo de fraqueza pela fato de voçê estar amamentando).

Alprazolam: para que serve e quais os efeitos colaterais?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O alprazolam serve para tratar transtornos de ansiedade e seus sintomas, como tensão, boca seca, medo, angústia, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia, aumento da frequência cardíaca (taquicardia), sensação de sufocamento, "bolo na garganta", suor nas mãos, mãos frias, tontura, náuseas, diarreia, calafrios, entre outras manifestações físicas e psíquicas.

O alprazolam também está indicado no tratamento da ansiedade decorrente da abstinência de bebidas alcoólicas e síndrome do pânico, que se caracteriza por crises repentinas de ansiedade, medo extremo e sensação de terror.

Como o alprazolam funciona?

O alprazolam pertence ao grupo de medicamentos benzodiazepínicos, que exercem um efeito depressor no sistema nervoso central. Dependendo da dose e do tempo de uso, o medicamento pode causar a melhora da angústia e do quadro de ansiedade esperado, mas também comprometimento no desempenho de tarefas simples, até mesmo quadros de sonolência, esquecimentos, fala arrastada e dependência da medicação.

Depois de ingerir a medicação, o alprazolam é logo absorvido, portanto proporciona um alívio rápido dos sintomas. A concentração máxima de alprazolam no organismo ocorre após 1 a 2 horas de sua tomada.

Como tomar alprazolam?

Para os casos de transtornos de ansiedade, a dose inicial recomendada de alprazolam varia entre 0,25 mg e 0,5 mg, divididos em 3 a 4 doses por dia. A dose diária máxima não deve ultrapassar os 4,0 mg, sempre administrados em doses divididas, 3 a 4 vezes ao dia.

Para o transtorno do pânico, as doses iniciais de alprazolam variam entre 0,5 mg e 1,0 mg, tomados em dose única, ou 0,5 mg, 3 vezes ao dia.

O tempo de duração do tratamento com alprazolam para o transtorno de ansiedade é de pelo menos 6 meses, podendo ser estendido de acordo com a resposta ao tratamento. No caso do transtorno do pânico, a duração mínima sugerida é de 8 meses.

No caso de pessoas idosas ou com condições debilitantes de saúde, a dose de alprazolam normalmente é de 0,25 mg, 2 ou 3 vezes ao dia., não devendo ultrapassar 0,75 mg por dia

Quando necessário e bem tolerado pela pessoa, as doses podem ser aumentadas gradualmente, assim como, quando houver melhora, deverão ser reduzidas lentamente.

As doses de alprazolam devem ser estabelecidas pelo médico, conforme a gravidade dos sintomas e a resposta ao tratamento. O aumento das doses deve ser feito com cautela para evitar efeitos colaterais.

Como parar de tomar alprazolam?

Para interromper o uso de alprazolam, recomenda-se inicialmente reduzir a dose, de maneira lenta e gradativa, conforme orientação médica. A sugestão de redução da dose é de 0,25 a 0,5 mg a cada 3 dias. Há casos em que pode ser necessário a redução de forma ainda mais lenta.

Quais as contraindicações do alprazolam?

O alprazolam é contraindicado para pessoas que já tiveram reação alérgica ao medicamento, a algum dos componentes da fórmula ou a outros benzodiazepínicos.

O medicamento também é contraindicado para pessoas com miastenia gravis (doença neurológica que interfere na força muscular), glaucoma (aumento da pressão intraocular) e em menores de 18 anos de idade.

Quais são os efeitos colaterais do alprazolam? Efeitos colaterais muito comuns (ocorrem em 10% dos casos ou mais)
  • Sedação;
  • Sonolência.
Efeitos colaterais comuns (ocorrem em 1% a 10% dos casos)
  • Perda de apetite, confusão, depressão;
  • Desorientação, diminuição da libido, alteração da coordenação motora;
  • Alterações no equilíbrio, falta de memória, alteração da fala;
  • Dificuldade de concentração, aumento do sono, letargia;
  • Tontura, dor de cabeça, visão turva;
  • Prisão de ventre, boca seca, náuseas;
  • Cansaço, irritabilidade.
Efeitos colaterais incomuns (ocorrem em 0,001% a 0,01% dos casos)
  • Ansiedade, insônia;
  • Nervosismo, perdas de memória;
  • Tremores, fraqueza muscular;
  • Alteração de peso.

O uso de alprazolam só deve ser feito com prescrição médica. Na presença de algum efeito colateral, o médico que receitou o medicamento deverá ser informado.

Pode lhe interessar também: Quais são os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada?