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Fui operada e foi usado Açúcar na ferida, esse procedimento está correto?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim, está correto. Apesar de não ser unânime esta opinião, diversos serviços de saúde de referência para cuidados com feridas infectadas ou não, fazem atualmente o uso do açúcar como um procedimento inicial para limpeza e cicatrização de feridas, demostrando excelentes resultados.

Portanto, pode ser usado no intuito de acelerar o processo de cicatrização da ferida e tem efeito bactericida, por isso o procedimento pode ser considerado correto.

Acredita-se que o mecanismo de ação do açúcar, para resultar no efeito antimicrobiano natural, é a absorção e consequente redução da quantidade de água na ferida, mantendo assim os níveis suficientemente baixos para evitar o crescimento de bactérias e outros micro-organismos.

Porém, os estudos indicam que o açúcar cristal não apresenta os mesmos resultados em pessoas desnutridas, obesas e idosas.

Febre após cirurgia de apendicite?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não, não é normal, deve levá-lo de volta ao hospital para investigar e tratar a causa dessa febre.

A febre em geral é um sinal de que algo não está bem no organismo e seu sistema imunológico e regulador da temperatura está reagindo para combater.

Portanto, um procedimento cirúrgico pode e causará alterações e reações no organismo, mas não um quadro de febre persistente (que melhora, "mas volta logo"). Por isso, o mais indicado é que retorne ao hospital aonde foi operado.

Qual temperatura é considerada febre?

Os valores de temperatura considerados febre, na literatura brasileira são de:

  • Temperatura oral - entre 36 e 37,8ºC;
  • Temperatura axilar - entre 36,6 e 37,2ºC e
  • Temperatura retal - cerca de 0,6ºC maior do que a oral.

Sabendo que, as temperaturas possuem níveis menores por volta das seis da manhã e maiores entre quatro e seis da tarde, devido a variação hormonal e ação do hipotálamo, órgão regular da nossa temperatura corporal.

Causas de febre no pós-operatório de apendicite

A febre no pós-operatório, tanto de apendicite quanto outras patologias, infelizmente não é incomum, sendo encontrada em 22 a 33% dos casos. As causas para a febre estão diretamente relacionadas a fatores como tipo de cirurgia, tempo de cirurgia, comorbidades e o tempo em que a febre foi iniciada.

Todos os fatores são importante, porém é fundamental saber quanto tempo após a cirurgia a febre foi iniciada. O tempo decorrido direciona a equipe médica para as principais condições e com a investigação mais específica, chegar a um diagnóstico preciso e rápido.

Casos de febre iniciada durante a cirurgia (febre intraoperatória) → Sugere infecção preexistente ou transfusional, caso tenha sido realizada transfusão de hemoderivados;

Casos de febre nas primeiras 72h do pós-operatório → Sugere complicações pulmonares, como pneumonia e atelectasia pulmonar, lesão de um órgão interno durante a cirurgia, flebite (inflamação de veia superficial) ou infecção da ferida operatória;

Casos de febre após 72 horas do pós-operatório → Nesses casos, a principal causa passa a ser a infecção urinária e infecção relacionada a algum cateter utilizado durante a cirurgia. E novamente, lesão de outro órgão durante a cirurgia e uma infecção na ferida operatória.

Sendo assim, nossa orientação é para que retorne com ele para o hospital aonde estava internado para ser reavaliado imediatamente.

Cirurgia de apendicite: quantos dias depois posso entrar na piscina?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Se ela estiver sem água pode entrar quando quiser desde que fique dentro dela em repouso, se houver água nela deve esperar uns 10 dias para entrar desde que fique dentro dela em repouso, porém se não for ficar parado deve esperar 60 dias para entra na piscina.

Após a cirurgia de apêndice tenho dificuldade de evacuar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim. Após a cirurgia de apendicite é normal apresentar dificuldade para evacuar. Durante a cirurgia há manipulação das vísceras abdominais e, em consequência, isso pode afetar o trânsito intestinal no período pós cirúrgico.

Além disso, o processo de cicatrização pode formar cicatrizes internas que unem partes diferentes do intestino (bridas intestinais), causando desconforto, dores e dificuldade para evacuar.

Contudo, sintomas como diarreia, dor para evacuar e urinar, além da dor nas pernas, por um tempo longo após a cirurgia de apendicite, devem ser avaliados por um/a médico/a da urgência, pois podem indicar alguma infecção ou complicação decorrente da operação.

Quais as possíveis complicações da cirurgia de apendicite?

Algumas das complicações que podem ocorrer durante ou após uma apendicectomia incluem hemorragia, infecção no local do corte ou no abdômen, lesões na bexiga, no intestino, em vasos sanguíneos ou nos nervos próximos ao local da cirurgia.

Qual é o tempo de recuperação da cirurgia de apendicite?

O tempo de recuperação total da cirurgia de apendicite varia entre 15 e 40 dias, conforme o tipo de cirurgia. Se a operação for feita por laparoscopia, o retorno às atividades diárias pode ocorrer dentro de 15 a 20 dias. Quando a cirurgia é feita por laparotomia, o tempo de recuperação pode ser de mais de 40 dias.

Em geral, depois da consulta de retorno, o paciente já pode retornar ao trabalho e às suas atividades diárias, mas sem realizar esforços. Atividades que necessitam de esforços geralmente só são permitidas depois de 1 mês.

O que pode interferir na recuperação da cirurgia de apendicite?

Dentre os fatores que podem influenciar a recuperação após a cirurgia de apendicite estão a idade, a complexidade da cirurgia, a técnica cirúrgica, a presença de doenças associadas (diabetes, doenças cardíacas ou pulmonares), entre outros.

Se as dores abdominais forem muito fortes e não houver alívio com os medicamentos prescritos, procure o/a seu/sua médico/a ou vá a um serviço de urgência.

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Já fui operada de apendicite, posso engravidar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim. A mulher que já fez cirurgia de apendicite pode engravidar normalmente.

A cirurgia para retirada do apêndice inflamado e/ou infectado não interfere na fertilidade da mulher e não apresenta riscos à gravidez.

O apêndice é um órgão localizado no início do intestino grosso. Quando ele está inflamado ou infectado, é indicada realização de cirurgia para sua retirada devido ao risco de ruptura. A cirurgia pode ser feita por diferentes técnicas, porém, nenhuma delas influenciará na possibilidade da mulher engravidar no futuro.

A mulher que pretende engravidar deve se preparar devidamente para garantir uma vida saudável para si e para seu/sua bebê. Nesses cuidados inclui, por exemplo, o uso de ácido fólico para prevenir defeitos de formação do tubo neural. Procure o/a ginecologista, médico/a de família ou clínico/a geral para uma consulta pré-concepcional.

Apendicite durante a gravidez é perigoso?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A apendicite apresenta risco durante a gravidez se houver demora no diagnóstico a ponto de provocar perfuração do apêndice e consequente infecção completa do abdômen (peritonite).

A apendicite aguda é uma das situações em que se deve realizar cirurgia na mulher gestante.

Por causa do crescimento do útero e a reorganização dos órgãos abdominais, nem sempre os sintomas de apendicite na gravidez são os mesmo sintomas nas pessoas não grávidas. A apendicite na gravidez pode começar com dor abdominal que depois se concentra no quadrante inferior direito do abdômen, acompanhada de náusea, vômito e febre que não ultrapassa os 38ºC. Pode apresentar também azia, irregularidade intestinal, mal estar e diarreia.

Ao avaliar a paciente, o/a médico/a pode solicitar ultrassom abdominal, tomografia ou ressonância para elucidação do diagnóstico. A cirurgia é realizada sem afetar o feto e sem interferir na gravidez.

Caso o diagnóstico de apendicite demore para ser feito e a gestante demore procurar a emergência, há chances de perfuração do apêndice e extravasamento do conteúdo infectado (pus e fezes) para a cavidade abdominal e, assim, aumentar os riscos de parto prematuro ou perda fetal. Essa situação é rara e normalmente difícil de acontecer, pois a dor da apendicite costuma ser intensa.

É importante realizar o acompanhamento das consultas do pré-natal de rotina e em casos de dores súbitas, a mulher deve procurar os serviços de urgência.

Dor do lado direito da barriga: o que pode ser?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Dor do lado direito da barriga pode ser um sintoma de apendicite. Nesses casos, a pessoa sente uma dor abdominal que começa ao redor do umbigo e depois migra para o quadrante inferior direito do abdômen. Os pacientes geralmente se queixam de uma “dor no pé da barriga do lado direito”.

O primeiro sintoma da apendicite costuma ser a dor ao redor do umbigo ou na parte média do abdômen superior. A dor abdominal pode ser leve no início, mas se torna mais aguda e intensa. É possível que também haja perda de apetite, náusea, vômito e febre baixa.

A dor tende a se mover para o lado direito da barriga, mais especificamente para parte inferior direita do abdômen, podendo piorar ao tossir ou fazer movimentos bruscos.

A dor abdominal do lado direito ocorre com mais frequência depois de 12 a 14 horas do início da crise de apendicite. Após esse período, podem surgir outros sinais e sintomas, como calafrios, tremores, endurecimento das fezes e diarreia.

Os sintomas de apendicite podem variar, podendo ser difícil de detectar em crianças pequenas, adultos mais velhos e mulheres em idade reprodutiva.

Dor do lado direito ou esquerdo da barriga: o que pode ser?

A dor do lado direito ou esquerdo da barriga pode ter várias causas. A dor abdominal pode ocorrer em qualquer área entre o tórax e a virilha.

Quase todas as pessoas experimentam dor no abdômen do lado direito ou esquerdo alguma vez na vida e, na maioria das vezes, não é nada grave.

Além disso, a intensidade da dor na barriga nem sempre reflete a gravidade da condição que a causa. Por exemplo, a pessoa pode sentir uma dor abdominal intensa se tiver cólicas ou gases no estômago devido a uma gastroenterite viral. No entanto, condições fatais, como câncer de cólon ou apendicite precoce, podem causar apenas dor leve ou nenhuma dor.

Dor abdominal generalizada

Esse tipo de dor é mais típico em casos de infecção estomacal causada por vírus, indigestão ou gases. Se a dor no abdômen se tornar mais intensa, pode ser causada por uma obstrução do intestino.

Dor abdominal localizada:

Ocorre em apenas uma área do abdômen. É provável que esse tipo de dor seja sinal de um problema em algum órgão, como apêndice, vesícula biliar ou estômago.

Dor abdominal tipo câimbra

Na maioria das vezes, essa dor abdominal não é grave e é mais provável que ocorra devido a gases e inchaço. Geralmente, é seguida por diarreia. Os sinais mais preocupantes incluem dor que ocorre com mais frequência, dura mais de 24 horas ou é acompanhada de febre.

Dor abdominal tipo cólica

Esse tipo de dor costuma ser intensa, ocorre em surtos e geralmente começa e termina subitamente. Rins e cálculos biliares são causas comuns desse tipo de dor abdominal.

Outras possíveis causas de dor abdominal:

  • Prisão de ventre;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Alergias ou intolerância a medicamentos e alimentos;
  • Intoxicação alimentar;
  • Gastroenterite viral;
  • Aneurisma da aorta abdominal;
  • Oclusão ou bloqueio intestinal;
  • Câncer do estômago, cólon (intestino grosso) e outros órgãos;
  • Colecistite (inflamação da vesícula biliar) com ou sem cálculos;
  • Diminuição do suprimento sanguíneo para os intestinos (isquemia intestinal);
  • Diverticulite (inflamação e infecção do cólon);
  • Acidez gástrica, indigestão ou refluxo gastroesofágico;
  • Doença inflamatória intestinal (doença de Crohn ou colite ulcerativa);
  • Cálculos renais;
  • Pancreatite (inflamação ou infecção do pâncreas);
  • Úlcera.

Às vezes, a dor abdominal pode ter origem em outro lugar do corpo, como tórax ou região pélvica. Por exemplo, uma pessoa pode ter dor abdominal se tiver:

  • Cólicas menstruais intensas;
  • Endometriose;
  • Fadiga muscular;
  • Doença inflamatória pélvica (DIP);
  • Gravidez tubária (ectópica);
  • Ruptura de um cisto no ovário;
  • Infecções do trato urinário.

Em caso de dor do lado esquerdo ou direito da barriga, sobretudo se vier acompanhada de outros sinais e sintomas, procure um médico clínico geral ou médico de família para uma avaliação.

Já tirei o apêndice e estou com dores agudas lado direito?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

É importante procurar um serviço médico para avaliar o seu caso clínico. Como você já tirou apêndice, provavelmente não é apendicite. De qualquer forma, precisa ser investigado.

Apendicite é um processo inflamatório e infeccioso do apêndice, um órgão intestinal localizado na região inferior direita do abdômen. Quando se realiza a cirurgia de apendicite, o apêndice é retirado e, por isso, não é possível haver outro episódio de apendicite.

Após a cirurgia, a região da cicatriz pode ficar sensível e devido ao processo de cicatrização, pode haver formação de bridas intestinais, que ocorrem entre as alças intestinais. Essas bridas pode causar desconforto e dores, o que pode justificar o retorno da dor do lado direito. Porém, essa dor é bem diferente da dor de apendicite e, geralmente, possui menor intensidade além de não vir acompanhada de outros sintomas como vômito, febre, etc.

Outras patologias e situações podem explicar a dor do lado direito inferior do abdômen como por exemplo: ovulação, cisto no ovário, gravidez ectópica, constipação ou infecção intestinal.

Caso essa dor seja persistente, procure um serviço de saúde para uma avaliação.

Fiz cirurgia de apêndice faz 60 dias e ainda sinto desconforto na cicatriz da cirurgia, é normal?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim. Alguns pacientes podem sentir ainda desconforto no local da cirurgia mesmo após 60 dias de cirurgia, principalmente quando estão presentes alguns fatores como:

Tipo de cirurgia

Nos casos de cirurgias abertas como a laparotomia, por ser uma abordagem mais ampla, costuma envolver mais órgãos e estruturas, e por isso leva mais tempo para que ocorra a cicatrização completa e o término dos sintomas.

Tempo de cirurgia

Cirurgias com rotura de apêndice, ou qualquer outra complicação, que consequentemente leve a uma cirurgia mais longa também contribuem para uma cicatrização mais lenta e sintomas mais prolongados.

Fatores clínicos

A idade do paciente, se é portador de alguma doença crônica, como a diabetes ou se faz uso de medicamentos regulares que interfiram no processo de cicatrização, podem retardar a melhora do processo de pós-operatório.

Outros

Podemos citar ainda, alimentação balanceada, o grau de atividade ou esforço físico realizado ao retornar suas atividades de trabalho entre outros.

De qualquer forma, o mais adequado é que entre em contato com seu médico assistente, que realizou a cirurgia, para que seja reavaliado, esclareça suas dúvidas e seja devidamente orientado.

Saiba mais sobre o assunto nos links:

É verdade que quem foi operada de apendicite tem dificuldade de engravidar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. A mulher que já fez cirurgia de apendicite pode engravidar normalmente.

A cirurgia para retirada do apêndice inflamado e/ou infectado não interfere na fertilidade da mulher e não apresenta riscos à gravidez futura.

O apêndice é um órgão localizado no início do intestino grosso. Quando ele está inflamado ou infectado, é indicada realização de cirurgia para sua retirada devido ao risco de ruptura. A cirurgia pode ser feita por diferentes técnicas, porém, nenhuma delas influenciará na possibilidade da mulher engravidar no futuro.

A mulher que não pretende engravidar deve usar algum método contraceptivo de longa duração (pílulas anticoncepcionais, DIU, adesivos, anel vagina, etc) associado com o preservativo em toda relação sexual. A camisinha, além de evitar gravidez, previne contra as doenças sexualmente transmissíveis.

A apendicite aguda pode levar ao câncer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não. A apendicite aguda é um processo inflamatório no apêndice, pequeno órgão do intestino grosso, que se inicia e termina em pouco tempo. Os sintomas apresentados são dor abdominal intensa, mal-estar e febre. Caso demore a ser diagnosticada, em geral pode levar dias, devido sintomas pouco específicos no início da doença, a inflamação evolui com quadro grave de infecção generalizada e sempre necessita de tratamento cirúrgico para que o apêndice seja ressecado.  

Não existe relatos de correlação entre a região inflamada e estímulo de proliferação de células anormais, para originar um tumor.

Existe sim o contrário, relatos de tumor causar uma apendicite aguda. Isso ocorre quando um tumor preexistente no apêndice ocupa espaço suficiente para obstruir a entrada do apêndice, aonde podem ser acumulados fecalitos (restos de fezes), evoluindo com inflamação e/ou infecção - a apendicite aguda. E durante a cirurgia, ou no estudo do apêndice que foi retirado na cirurgia, chamado estudo da peça, ou estudo histopatológico; ser diagnosticado o tumor.

Para casos de apendicite aguda o cirurgião geral é o médico responsável.

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Fiz um Raio X e apareceu uma "bola de pus" na barriga, do lado direito, pode ser apendicite?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim. Pode ser, embora seja esperado que um quadro de apendicite apresente outros sintomas associados, como mal-estar, falta de apetite e febre, nem sempre isso acontece, principalmente no início da doença.

O Raio X é um exame que emite radiações, as quais são melhor absorvidas por tecidos como os ossos, e menos absorvidas por tecidos moles, como músculos ou líquidos, por isso fica mais difícil o diagnóstico de abscesso, ou "bola de pus" apenas com esse exame.

Entretanto, algumas vezes, imagens como o simples Raio X, sugerem um processo infeccioso ou abscesso, e devido aos riscos conhecidos de um diagnóstico "atrasado" de apendicite, nesses casos é mandatório continuar a investigação, com avaliação médica criteriosa e se necessário, complementar com exames mais específicos.

Portanto, deve procurar uma emergência médica, para ser avaliado por cirurgião/ã geral, de preferência, e seguir suas orientações de tratamento.

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