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Bactéria

Toda vez que tenho relação sexual ganho ardência ao urinar...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Esta bactéria esta em você e em todas as pessoas, porém em você (por fatores pessoais imunológicos seus e mecânicos da relação sexual) esta bactéria causa infecções urinárias de repetição. Procure ajuda de um médico homeopata.

Quais os sintomas da sinusite bacteriana?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas da sinusite bacteriana incluem dor facial, dor de cabeça, congestão nasal com secreção espessa ou fina, diminuição do olfato, tosse diurna, espirros e febre. Também pode haver mau hálito, fadiga e perda de apetite.  

Esses sintomas podem ser confundidos com os de uma gripe ou resfriado. Deve-se desconfiar de sinusite quando a doença dura mais de 10 dias e não melhora.

A dor facial é sentida atrás dos olhos, ao redor do nariz ou ainda nos dentes, podendo ser mais forte em um dos lados do rosto. Ocorre principalmente ao abaixar a cabeça ou caminhar.

A tosse diurna pode piorar à noite, principalmente em crianças.

Também é sinal de sinusite bacteriana haver mais secreção em uma narina do que na outra. A secreção nasal tanto pode ser espessa como mais fina, purulenta ou musosa.

A sinusite bacteriana pode cursar com uma piora progressiva dos sintomas ou ter um início grave. Na primeira situação a febre pode surgir após uma melhora inicial do quadro, enquanto que na segunda pode haver febre logo de início, com secreção nasal purulenta, durante pelo menos 3 dias seguidos.

É importante estar alerta a alguns sinais e sintomas que podem indicar complicações da sinusite bacteriana, tais como:

  • Piora do quadro após 72 horas de uso de antibióticos;
  • Inchaço ou vermelhidão nas pálpebras;
  • Dor de cabeça intensa com irritabilidade, vômitos ou alterações visuais.

Na presença de 3 ou mais sintomas de sinusite bacteriana, consulte o/a médico/a clínico geral, médico/a de família ou otorrinolaringologista.

Saiba mais em:

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Qual é o tratamento para sinusite bacteriana?

Qual a diferença entre meningite viral e bacteriana?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A diferença entre meningite viral e bacteriana é que as virais são provocadas por vírus e normalmente apresentam sintomas mais brandos que as bacterianas, que são mais graves e provocadas por bactérias.

Os sintomas da meningite viral são parecidos com os da gripe, com febre e dor de cabeça, e a nuca fica pouco rígida e dolorida.

A maioria dos casos de meningite viral evoluem sem complicações e o tratamento visa apenas controlar os sintomas através de medicamentos para dor e febre.

Já a meningite bacteriana é bem mais perigosa que a meningite viral, podendo levar à morte se não for diagnosticada precocemente. O tratamento é feito com medicamentos antibióticos específicos para o tipo de bactéria.

Os tipos de meningites bacterianas mais comuns são causados pelas bactérias meningococo, pneumococos e haemophylus.

Dentre os 3 tipos, a meningite meningocócica é a que se transmite mais facilmente pela via respiratória e também a mais temível das meningites bacterianas, pois apresenta um quadro clínico mais grave e de evolução mais rápida.

Já a pneumocócica e a haemophylus são menos frequentes, uma vez que as vacinas disponíveis são bastante eficazes na prevenção desses dois tipos de meningite.

Veja também: O que é meningite?; Quais são os tipos de meningite?

Quais os sintomas da meningite viral e bacteriana?

A meningite viral caracteriza-se pelo aparecimento súbito de:

  • Dor de cabeça;
  • Fotofobia (sensibilidade à luz);
  • Rigidez de nuca;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Febre.

Já a meningite bacteriana apresenta como principais sinais e sintomas:

  • Crianças com mais de 1 ano de idade e adultos:

    • Febre alta com início súbito;
    • Dor de cabeça intensa e contínua;
    • Vômitos em jato;
    • Náuseas;
    • Rigidez de nuca;
    • Pequenas manchas vermelhas na pele (meningite meningocócica);
  • Bebês com menos de 1 ano de idade:
    • Moleira tensa ou elevada;
    • Irritabilidade;
    • Inquietação;
    • Choro agudo e persistente;
    • Rigidez corporal com ou sem convulsões.

Veja também:

Meningite é contagiosa? Como ocorre a transmissão?

Como saber se tenho meningite?

Para prevenir complicações e possíveis sequelas, é fundamental consultar o/a médico/a clínico/a geral, médico/a de família ou infectologista logo no início dos sintomas.

Leia mais sobre as possíveis sequelas da meningite em: Meningite deixa sequelas?

Bactérias na urina são sinal de infecção urinária?

Sim, a presença de bactérias na urina é o principal sinal de uma infecção urinária, principalmente se o resultado do exame indicar também presença de leucócitos e nitrito. 

Pessoas saudáveis e sem sintomas de doenças normalmente não apresentam bactérias na urina. Se estiverem presentes é em pequenas quantidades, já que existe uma flora abundante na região. Nesses casos, pode ser que a amostra de urina foi contaminada e o exame precisa ser repetido.

Contudo, há casos em que a pessoa pode ter bactérias na urina e não apresentar sintomas de infecção urinária. É a chamada bacteriúria assintomática, mais comum em pessoas idosas, com diabetes ou que utilizam sonda vesical.

A infecção urinária geralmente é causada pela bactéria E. coli, proveniente do intestino. Quando há infecção, é comum encontrar também leucócitos e nitrito na urina.

Os leucócitos são glóbulos brancos, ou seja, são as células de defesa do organismo. A presença deles na urina normalmente indica alguma inflamação nas vias urinárias, geralmente infecção urinária.

A associação entre nitrito e infecção urinária deve-se ao fato das bactérias converterem o nitrato (metabólico abundante na urina) em nitrito.

Veja também: Nitrito na urina: O que isso significa?Leucócitos altos na urina, o que pode ser?

Além de bactérias na urina, uma pessoa com infecção urinária também poderá apresentar os seguintes sintomas:

  • Aumento da frequência urinária;
  • Dor ou ardência durante a micção;
  • Vontade urgente de urinar;
  • Dor nos rins;
  • Febre;
  • Corrimento amarelado na uretra.

Saiba mais em: Quais são os sintomas e causas de uma infecção urinária?

O diagnóstico da infecção urinária é confirmado pela urocultura (exame de urina tipo 2), que irá identificar a bactéria causadora da infecção.

É importante lembrar que cabe ao médico que solicitou o exame de urina interpretá-lo, uma vez que os resultados devem ser analisados em conjunto com a história clínica, os sintomas e o exame físico do paciente.

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Quais os sintomas da gastroenterite bacteriana e como é o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas da gastroenterite bacteriana podem incluir: diarreia, náuseas, vômitos, presença de muco ou sangue nas fezes, perda de apetite, dores abdominais e febre. Os sintomas da gastroenterite bacteriana costumam ser os mesmos da gastroenterite viral, com exceção ao sangue nas fezes, que normalmente não é observado nas infecções virais.

O tratamento da gastroenterite bacteriana é feito com medicamentos para controlar a dor, a febre e os vômitos (antieméticos). Os antibióticos são usados apenas nos casos mais graves.

O principal objetivo do tratamento da gastroenterite bacteriana é controlar os sintomas e prevenir a desidratação causada pelos vômitos e pela diarreia.

Para combater a desidratação, são indicados soros específicos de reidratação oral. Nos casos mais graves, é necessário receber líquido pela via intravenosa.

A alimentação deve ser leve e em pequenas quantidades, com intervalos menores entre as refeições. Os alimentos ricos em açúcar e gorduras devem ser evitados.

Veja aqui qual é a dieta recomendada para quem tem gastroenterite.

Algumas recomendações durante o tratamento da gastroenterite bacteriana:

⇒ Aumentar a ingestão de água, bebendo pequenas quantidades de cada vez;

⇒ Evitar sucos de frutas, pois possuem fibras que podem piorar a diarreia;

⇒ Ingerir bebidas isotônicas para repor os sais minerais perdidos;

⇒ Ficar em repouso.

A gastroenterite bacteriana é uma infecção aguda que atinge o estômago e o intestino. Pode ser causada por diversos tipos de bactérias, sendo a salmonela uma das mais comuns. A bactéria está presente sobretudo na carne de vaca, no frango, nos ovos e no leite não pasteurizado.

Leia também: O que é gastroenterite?

Para evitar a contaminação é necessário cozinhar bem os alimentos para matar a salmonela. Carnes mal passadas, ovos com a gema mole e leite não fervido ou pasteurizado devem ser evitados.

A gastroenterite bacteriana não é contagiosa. A transmissão ocorre através de alimentos que já vêm contaminados por alguns tipos de bactérias.

Saiba mais em: Gastroenterite é contagiosa?

Em caso de sintomas de gastroenterite, consulte o/a médico/a clínico/a geral ou médico/a de família.

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Urease é uma bactéria?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. Urease não é uma bactéria.

Urease é uma enzima que converte ureia em amônia e ácido carbônico e posteriormente em bicarbonato. Essa enzima é produzida pela bactéria Helicobacter pylori que se aloja no estômago e se beneficia do resultado que a enzima oferece. A enzima ao transformar a ureia presente no suco gástrico, diminui a acidez do estômago e permite que a bactéria consiga viver nessas condições.

O teste da urease é realizado por endoscopia para avaliar a presença ou ausência da bactéria H. pylori. Normalmente, quando o resultado é positivo, o teste acusa que há bactéria no estômago.

A H. pylori pode estar associada à úlcera no estômago ou gastrite e alguns estudos colocam a bactéria como fator de risco para o câncer no estômago.

A infecção pela bactéria pode ser assintomática (a pessoa não tem sintomas) ou sintomática. O tratamento não é indicado para todas as pessoas e deve ser ponderado pelo/a médico/a que está cuidando do/a paciente.

Quais são os sintomas da pneumonia bacteriana e qual é o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas da pneumonia bacteriana incluem febre alta, calafrios, tosse seca que evolui para tosse produtiva com catarro amarelado ou esverdeado, falta de ar, dor no peito, vômitos, perda de apetite, dor no corpo e fraqueza.

As manifestações da pneumonia podem variar de acordo com o agente causador e o estado de saúde da pessoa. A pneumonia bacteriana ou viral é muitas vezes confundida com uma gripe. Porém, no caso da pneumonia, os sintomas não melhoram e se agravam com o passar dos dias.

Em geral, idosos e indivíduos com doenças crônicas ou imunidade baixa manifestam poucos sintomas. O quadro costuma ser mais discreto, com pouca tosse e ausência de febre. Nesses casos, a pneumonia pode causar apenas desorientação, prostração e confusão mental.

Em crianças, os sinais e sintomas da pneumonia bacteriana geralmente se manifestam como uma gripe ou resfriado que vai piorando com o tempo. A criança pode apresentar prostração, febre alta, tosse com catarro, perda de apetite e respiração ofegante. Bebês com menos de 1 ano de idade podem manifestar poucos sintomas.

O principal agente causador da pneumonia bacteriana é a bactéria Streptococcus pneumoniae. O tratamento é feito com medicamentos antibióticos, que devem ser tomados durante uma ou duas semanas.

Saiba mais em: Tomar antibiótico é suficiente para tratar pneumonia?

Os sintomas normalmente melhoram após 3 ou 4 dias do início do tratamento. Contudo, é muito importante continuar tomando os medicamentos até ao fim do período estipulado para evitar recaídas e resistência da bactéria ao antibiótico. De modo geral, a pneumonia bacteriana não é contagiosa e o paciente não precisa ficar isolado.

Veja também: Pneumonia é contagiosa?

A pneumonia bacteriana é uma infecção pulmonar que afeta sobretudo pessoas que já têm alguma doença de base que enfraqueceu as defesas do organismo. A infecção pode ocorrer pela inalação das bactérias suspensas no ar, aspiração acidental de conteúdo gástrico ou através do sangue.

O/a médico/a de família, clínico/a geral ou pediatra podem são capazes de realizar o diagnóstico e tratamento da pneumonia bacteriana. Em caso de complicações, pode ser preciso uma avaliação do/a médico/a pneumologista.

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Qual é o tratamento para sinusite bacteriana?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O tratamento da sinusite bacteriana é feito com antibiótico, spray nasal com anti-inflamatório e lavagens nasais. Também é aconselhável fazer inalação de vapor e ingerir bastante líquido para ajudar a amolecer a secreção acumulada. A cirurgia pode ser indicada em algumas situações.

Os antibióticos devem ser receitados pelo/a médico/a. O tratamento pode demorar 10, 14 ou até 21 dias, dependendo do caso. É muito importante seguir o tratamento até o fim e não suspender a medicação antes do tempo para que as bactérias não fiquem resistentes ao medicamento.

As lavagens nasais são uma parte importante do tratamento da sinusite bacteriana, pois servem para remover as secreções que podem prolongar a sinusite.

A higienização do nariz pode ser feita com soro fisiológico ou soluções caseiras. Para preparar o soro em casa, basta diluir uma colher (chá) rasa de sal em 1 copo de água morna.

cirurgia pode ser necessária em alguns casos, principalmente se os sintomas da sinusite persistirem por mais de 3 meses, mesmo com o tratamento adequado. O objetivo da cirurgia é limpar e drenar os seios paranasais.

O tratamento cirúrgico também é indicado para pacientes que têm 3 ou mais episódios de sinusite por ano ou que possuem alterações anatômicas que impedem a entrada do medicamento, como desvio de septo, por exemplo.

O/a médico/a de família ou clínico/a geral podem fazer o diagnóstico e tratamento das sinusites. Em caso de necessidade de cirurgia, o/a médico/a otorrinolaringologista deverá ser consultado/a.

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Como se transmite a bactéria kpc?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A bactéria KPC é transmitida pelo contato com secreções corporais de paciente infectado com a bactéria. Isso ocorre em ambiente hospitalar quando regras mínimas de higiene não são estabelecidas.

Para prevenir a transmissão, os profissionais e as pessoas que visitam o paciente devem lavar as mãos com água e sabão e desinfetar com álcool antes e após o contato com o paciente, além de usar medidas de proteção como o uso de luvas, máscaras e aventais descartáveis.

O uso exagerado de antibióticos de alta potência influenciou no aparecimento e propagação da bactéria KPC. Essa bactéria é resistente a uma classe de antibiótico considerada muito forte e usada em raras situações, após ter sido usado outros antibióticos também potentes.

O hábito incorreto do uso de antibióticos sem a real necessidade contribui para a resistência das bactérias e a formação de novas. Por isso é importante usar antibiótico apenas com a indicação e receita médica, pelo tempo completo indicado e na quantidade exata prescrita pelo/a médico/a.

Meu filho teve meningite bacteriana tipo C...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Em primeiro lugar devemos sempre respeitar uma prescrição médica, mas sempre acredito que nestes casos uma segunda opinião de um outro médico especialista nessa área é valida. Existe também a opção de usar um outro medicamentos que não dê esses efeitos colaterais. E acima de tudo está a sua autoridade máxima de mãe que pode optar ou não optar por fazer qualquer tipo de tratamento indicado por qualquer médico para seu filho, claro que sempre deve estar ciente das sua decisões e arcar com as consequências, mas a palavra final é sua.

Tive contacto com uma pessoa com a bactéria kpc. O que devo fazer?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A bactéria KPC é transmitida pelo contato com secreções corporais de paciente infectado com a bactéria. Isso ocorre dentro dos hospitais quando regras mínimas de higiene não são estabelecidas.

Normalmente, um paciente que esteja contaminado com a bactéria KPC é mantido em regime de isolamento hospitalar e o acesso ao quarto é realizado com uso de aventais, luvas e máscaras descartáveis. Os profissionais que cuidam do paciente, bem como as pessoas que vão visitar o doente devem respeitar o uso desses equipamentos que são oferecidos pelo hospital.

A medida de prevenção mais importante é a lavagem das mãos antes e depois do contato com o paciente. Por isso  A lavagem adequada das mãos com água e sabão e a desinfecção com álcool é fundamental para evitar a propagação da bactéria.

Por isso, se você planeja visitar alguém no hospital, faça essas atitudes mínimas de higiene que serão importantes para não contrair a bactéria nem transmitir para outras pessoas.

Quais os sintomas da endocardite bacteriana?

Os sinais e sintomas da endocardite bacteriana podem se manifestar gradualmente ou ter início súbito. As manifestações mais comuns incluem febre, calafrios, transpiração noturna, alterações na frequência cardíaca, falta de ar, cansaço, tosse persistente, emagrecimento, dor muscular ou articular e presença de sangue na urina.

Contudo, o sinal mais característico da endocardite bacteriana é a presença de manchas vermelhas em forma de nódulos dolorosos, próximas às pontas dos dedos das mãos e dos pés. 

Também é comum surgir manchas ou pontos vermelhos na pele, mucosas e parte branca dos olhos.

A válvula cardíaca mais acometida pela endocardite bacteriana é a aórtica, embora a infecção possa ocorrer em qualquer parte do endocárdio (parte interna do coração) e suas estruturas, principalmente as válvulas. 

Geralmente o lado direito do coração é o mais afetado, o que pode favorecer a formação de êmbolos que podem se deslocar para os pulmões. O êmbolo infectado gera também uma infecção generalizada nos pulmões.

Quando a endocardite bacteriana ocorre no lado esquerdo do coração, os êmbolos infectados podem se deslocar para o cérebro, artérias coronárias, rins e baço. Se ocorrer sepse (infecção generalizada), o coração normalmente também está envolvido.

Veja também: Endocardite bacteriana é grave?

O diagnóstico da endocardite bacteriana é feito por meio de exames de sangue e ecocardiograma. 

O ecocardiograma de tórax pode detectar a presença das vegetações em quase todos os casos. No entanto, o exame pode não indicar a presença de endocardite se a pessoa for obesa, tiver doença pulmonar obstrutiva crônica ou deformidades na parede torácica. A ecocardiografia realizada através do esôfago é mais invasiva, contudo é mais sensível para detectar as vegetações.

O tratamento da endocardite bacteriana é feito com medicamentos antibióticos, administrados diretamente na veia. Casos mais graves podem necessitar de cirurgia para substituir a válvula acometida.

Saiba mais em:

Quais as causas da endocardite bacteriana?

Como é o tratamento da endocardite bacteriana?