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Cirurgia

Existe cirurgia para quem tem hímen complacente?

Não há uma cirurgia específica para hímen complacente. A cirurgia, chamada himenotomia, consiste na abertura ou remoção da membrana e é indicada principalmente para quem tem hímen imperfurado, uma vez que a falta de abertura no hímen obstrui o fluxo menstrual.

O hímen complacente é definido como um hímen mais elástico, que permite a passagem do pênis durante a penetração e por isso demora mais tempo para se romper.

Não há propriamente uma indicação cirúrgica para hímens complacentes, mas algumas mulheres podem sentir dor ou desconforto durante o ato sexual.

Se for o caso, procure um médico ginecologista para identificar o seu tipo de hímen e avaliar se existe ou não necessidade de fazer uma himenotomia.

Mesmo os outros tipos de hímen (cribiforme, septado, microperfurado) podem apresentar variações nas suas aberturas e obstruir parcialmente a menstruação, além de causar desconforto nas relações sexuais, na aplicação de cremes vaginais ou no uso de absorventes internos.

Nesses casos, a cirurgia também é indicada para remover a porção central da membrana.

Adolescentes com hímen imperfurado podem apresentar dor no baixo ventre ou nas costas, dificuldade para urinar e dor para defecar.

Leia também: Quais os sintomas do hímen imperfurado e como é o tratamento?

Quando a condição não causa sintomas, a himenotomia deve ser adiada até que a menina tenha o seu órgão genital mais bem desenvolvido.

Saiba mais em:

O que é hímen complacente?

Quem tem hímen complacente pode engravidar?

Como posso saber se tenho hímen complacente?

Qual o tempo de recuperação da cirurgia de hernia de disco?

O tempo de recuperação da cirurgia de hérnia de disco lombar ou cervical vai de uma a seis semanas. Normalmente o paciente não precisa ficar internado e sai do hospital no mesmo dia da cirurgia. Depois, é preciso ficar uma semana de repouso em casa. Se o trabalho não exigir esforço físico, já é possível retomar a atividade após esse período.

Em geral, a cirurgia de hérnia de disco permite que o paciente retorne gradualmente às suas atividades diárias. Durante o período de repouso domiciliar, é possível realizar tarefas simples que que não exigem esforço. Não é necessário ficar em repouso absoluto. 

Uma semana depois da cirurgia de hérnia de disco é feita uma reavaliação. Se estiver tudo bem, já é possível realizar mais atividades e até voltar a trabalhar, dependendo do tipo de trabalho.

Para retomar as atividades que exigem esforço físico ou uma maior movimentação, como praticar esportes, é preciso esperar cerca de 6 semanas.

A cirurgia de hérnia de disco utiliza técnicas pouco invasivas e até já é possível realizar o procedimento sem necessidade de cortes, através de laser e radiofrequência.

O objetivo do tratamento cirúrgico é remover a hérnia e os fragmentos do disco para aliviar a compressão dos nervos que saem da medula espinhal.

Quando existe instabilidade da coluna, pode ser necessário estabilizá-la com hastes e parafusos, e nesse caso o procedimento é mais complexo.

O disco intervertebral também pode ser substituído por uma prótese, mas não há evidências de que a substituição traz melhores resultados que os procedimentos tradicionais.

A cirurgia de hérnia de disco deve ser realizada de preferência por um médico neurocirurgião.

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Hérnia de disco tem cura? Qual o tratamento?

Quando a cirurgia de hérnia de disco é indicada?

Cirurgia de fimose causa aumento ou perda de sensibilidade na glande?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A cirurgia de fimose pode causar uma alteração na sensibilidade da glande com o passar do tempo, mas isso não atrapalha as relações sexuais nem diminui o prazer durante o ato.

Logo após a cirurgia, é comum os homens referirem um aumento da sensibilidade da glande. Essa alteração acontece porque, antes da operação, a glande ficava coberta pelo prepúcio (pele que recobre a glande), que oferecia uma proteção lisa, úmida e quente.

Porém, com o passar do tempo e a exposição constante da glande, ela fica em contato permanente com a roupa interior e esse atrito provoca uma ligeira alteração na sua textura, que pode ficar um pouco mais áspera e espessa, alterando a sensibilidade.

Para alguns homens, principalmente os que apresentam problemas com ejaculação precoce, isso pode ser algo positivo, uma vez que podem demorar mais tempo para ejacular.

Para maiores esclarecimentos, consulte o/a médico/a urologista, clínico/a geral ou médico/a de família.

Cirurgia de apendicite: quantos dias depois posso entrar na piscina?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Se ela estiver sem água pode entrar quando quiser desde que fique dentro dela em repouso, se houver água nela deve esperar uns 10 dias para entrar desde que fique dentro dela em repouso, porém se não for ficar parado deve esperar 60 dias para entra na piscina.

Quem tem problemas cardíacos pode tomar anestesia geral?

Sim, quem tem problemas cardíacos pode tomar anestesia geral, mas antes é preciso passar por uma avaliação pré-anestésica com o médico anestesista, que irá avaliar os riscos associados da anestesia geral aos problemas no coração do paciente.

A anestesia geral pode ser contraindicada para pessoas com hipertensão arterial (pressão alta) não tratada ou não controlada e doenças cardíacas graves.

Nesses casos, o paciente é encaminhado ao médico cardiologista, que irá prepará-lo para a cirurgia.

As contraindicações da anestesia geral dependem de diversos fatores, como o estado de saúde do paciente, os medicamentos que serão usados, o risco de choque anafilático, entre outros.

Dentre as principais contraindicações da anestesia geral estão situações em que há risco de broncoaspiração, dificuldade para respirar e pressão alta no momento da cirurgia.

A associação de doenças cardíacas com colesterol alto, tabagismo, sedentarismo, pneumopatia, diabetes, doenças renais, distúrbios do sangue, aumentam o risco da anestesia geral e da cirurgia.

Por isso, pacientes com problemas no coração ou outros fatores de risco devem ser preparados da melhor maneira possível antes das cirurgias que necessitam de anestesia geral.

Leia também: Quais os riscos da anestesia geral?

Fiz uma Postectomia por razões estéticas e para melhora...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Este tipo de lesão cicatricial residual precisa ser retirado cirurgicamente, em alguns casos a pomada resolve (pode levar meses). Seu urologista talvez terá que reoperar e retirar esse nódulo (se for possível ou indicado).

Cirurgia de vesícula e depois cirurgia de abdominoplastia...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Depende de quanto tempo o médico da primeira cirurgia vai levar para liberar você para a abdominoplastia e depende de quando o médico da segunda cirurgia vai estar disposto a correr riscos. Precisa perguntar isso para os seus médicos. A resposta varia de um médico para outro.

Meu marido fez uma cirurgia de fissura anal há 40 dias...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Ele precisa ir ao médico, provavelmente precisa fazer uma colonoscopia para saber a causa do sangramento. O estado geral debilitado tem origem no mesmo problema que está causando o sangramento.

Pelos sintomas que sinto, acho que estou com hérnia inguinal...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Na verdade precisa, em primeiro lugar, ser examinado por um médico para realmente ter um correto diagnóstico, somente após isso é que saberemos o que pode ou não fazer.

Cisto pilonidal pode voltar após cirurgia?

Sim, o cisto pilonidal pode voltar após a cirurgia. As chances de recidiva variam entre 2% e 27%, de acordo com a técnica cirúrgica utilizada:

  • Marsupialização: 4%;
  • Eletrocauterização: 2% a 12%;
  • Incisão e curetagem: 10% a 27%;
  • Ressecção com fechamento primário (cirurgia fechada com pontos): 0% a 20%;
  • Ressecção com fechamento secundário (cirurgia aberta, a ferida cicatriza sozinha, sem pontos ): 12% a 16%;
  • Retalho cutâneo de Limberg: 2% a 5%.

A cirurgia fechada com retalhos cutâneos ("pedaços de pele") parece ter os melhores resultados gerais no pós-operatório, com pouca dor, retorno rápido às atividades diárias, poucas complicações e baixo risco do cisto pilonidal voltar.

A técnica consiste na remoção do cisto e fechamento do local da lesão com retalhos cutâneos, associando procedimentos de cirurgia plástica aos métodos cirúrgicos tradicionais.

Esse procedimento diminui o longo tempo de cicatrização das cirurgias abertas e elimina as complicações comuns dos métodos fechados. Suas principais vantagens são:

  • Baixas taxas de recidiva: A chance do cisto pilonidal voltar é de cerca de 12%;
  • Método pouco doloroso: A maioria dos pacientes não precisa tomar analgésicos pós-operatório;
  • Poucas chances de complicações: Cerca de 70% dos casos não apresentam complicações após a cirurgia;
  • Rápida recuperação: Permite andar e retornar às atividades habituais precocemente.

O tratamento cirúrgico do cisto pilonidal é a única forma de curar definitivamente o problema, mas existe muita discussão quanto à melhor técnica que deve ser utilizada.

Cabe ao médico dermatologista esclarecer o paciente quanto à técnica empregada, bem como as suas vantagens e desvantagens.

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Cisto pilonidal tem cura? Qual o tratamento?

Cisto pilonidal pode virar câncer?

Como é feita a cirurgia de hemorroida e qual o tempo de recuperação?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A cirurgia de hemorroida pode ser feita de diversas formas a depender do grau da hemorroida e da indicação clínica do/a paciente.

Em geral, as hemorroidas internas que não são exteriorizadas podem ser removidas com escleroterapia ou laqueadura com elástico.

Na escleroterapia, o/a proctologista injeta uma substância que provoca o fechamento desse vaso sanguíneo dilatado e, por consequência, acaba com a hemorroida.

Na laqueadura, é aplicado um elástico na base da hemorroida para cessar o fluxo de sangue e fechar a hemorroida.

As hemorroidas externas ou que possuem um grau avançado de exteriorização podem ser removidas por meio de cirurgia, com necessidade de anestesia geral ou raquidiana, em que é feito o corte da hemorroida e a posterior retirada do vaso sanguíneo afetado.

Outras técnicas também podem ser indicadas como por exemplo:

  • Desarterialização Hemorroidária Transanal (THD) em que o vaso sanguíneo que supre a hemorroida é suturado sem a necessidade de cortes;
  • Laser;
  • Crioterapia;
  • Coagulação por raios infravermelhos;
  • Grampeamento - técnica de hemorroidopexia (PPH).

O tempo de recuperação será diferente de acordo com a técnica cirúrgica empregada, podendo variar de 7 a 30 dias. Esse tempo também pode ser maior caso a pessoa apresente alguma complicação como infecção no sítio cirúrgico.

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Posso tomar antibiótico antes de uma cirurgia?

Sim, é permitido tomar antibiótico antes de uma cirurgia. Suspender o antibiótico aumenta o risco de resistência ao tratamento, por isso ele geralmente é mantido antes da operação.

Isso serve tanto para antibióticos usados para tratar infecções agudas como para aqueles usados em tratamentos mais longos, como no caso da tuberculose.

Durante o pré-operatório deve-se evitar mudanças bruscas e profundas no uso de medicamentos para não provocar uma descompensação da doença de base, o que pode ser muito mais prejudicial do que manter a medicação.

Se for realmente necessário parar de tomar o antibiótico antes da cirurgia, essa alteração deve ser feita lentamente, prorrogando a data da cirurgia o maior tempo possível.

Contudo, dependendo da cirurgia, durante o período de jejum pode não ser possível continuar tomando o medicamento.

Nesses casos, o antibiótico pode ser administrado por via intramuscular, endovenosa ou ainda enteral, através de sondas.

Para maiores esclarecimentos, fale com o médico que irá realizar a cirurgia ou tire as suas dúvidas durante a entrevista com o anestesista.

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