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Tenho uma filha de 5 anos e ela ronca muito enquanto dorme, o que pode ser isso? Pode ser grave?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O ideal é fazer uma avaliação de uma possível obstrução de vias aéreas (adenoides ou amídalas) e se houver essa o obstrução talvez ela precisa de cirurgia.

Criança com febre: quando procurar um médico?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Uma criança ou bebê tem febre quando a sua temperatura corporal está igual ou superior a 38°C (medida no reto) ou 37,8°C (medida na axila). Porém, a temperatura entre 37,3 e 37,7º é considerada estado febril, situação que da mesma maneira exige uma maior atenção.

Uma febre em bebê recém-nascido superior a 38°C (retal) deve ser sempre informada ao médico pediatra.

Nos outros casos de febre infantil, uma criança com febre deve ser vista por um médico principalmente nos casos de: Prostração, a criança muito quietinha, não aceita a alimentação, sonolenta e ou chorosa, bem diferente do seu habitual. Ou quando apresenta sinais de desidratação, que se apresentam com a ausência de lágrimas quando está chorando, a língua seca, não urina ou urina muito pouco.

Nos bebês deve ser observado constantemente a fralda, a falta de urina por mais de 8h é um sinal importante de gravidade.

Além disso, deve-se procurar um médico ou levar a criança para um serviço de urgência nas seguintes situações:

  • Bebê com menos de 3 meses com febre igual ou superior a 38°C (temperatura retal);
  • Bebê com idade entre 3 e 12 meses com 39ºC de febre ou mais (temperatura retal);
  • Bebê com menos de 2 meses com febre que dura mais de 48 horas;
  • Febre superior a 40,0°C;
  • Febres que vão e vem durante uma semana ou mais, mesmo que não sejam muito altas ou incômodas à criança;
  • Presença de outros sinais e sintomas como dor de garganta, dor de ouvido, diarreia, náusea, vômito ou tosse;
  • A criança portadora de alguma doenças crônica, como problemas cardíacos, anemia falciforme, diabetes ou fibrose cística (em qualquer caso de febre deve ser levada para avaliação médica);
  • Vacinação recente.

Leve a criança com febre imediatamente para um serviço de urgência se ela apresentar algum dos seguintes sinais e sintomas:

  • Choro que não passa;
  • Dificuldade para acordar facilmente ou não acordar;
  • Confusão;
  • Dificuldade para andar, respirar ou movimentar um braço ou uma perna;
  • Língua, unhas ou lábios roxos;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Rigidez de nuca (não consegue encostar o queixo no peito);
  • Convulsão;
  • Erupção cutânea ou hematomas.
Como tratar uma criança com febre em casa?Alimentação e hidratação

Uma criança com febre deve beber bastante líquido para prevenir a desidratação. Porém, não se deve dar suco de fruta em excesso para a criança ou para o bebê. O ideal é diluir a bebida com água (metade água e metade suco de fruta). Picolés e gelatinas também são boas opções, principalmente se a criança estiver vomitando.

As crianças podem comer quando estão com febre, mas não devem ser forçadas a se alimentar. Crianças com febre geralmente toleram melhor os alimentos macios. A alimentação deve ser leve, com alimentos moles, pouco condimentados e com pouca fibra.

Algumas opções de alimentos para uma criança com febre incluem pães, biscoitos e massas feitos com farinha branca refinada, além de cereais quentes refinados, como aveia ou creme de trigo.

Como baixar a febre da criança ou do bebê

Os analgésicos e anti-inflamatórios podem baixar a febre em crianças e bebês. O pediatra pode aconselhar qual a melhor opção frente a suspeita do problema e características da criança. Os medicamentos podem ser administrados a cada 4, 6 ou 8h, dependendo da classe prescrita pelo médico.

Contudo, não dê aspirina a uma criança com febre, exceto com indicação médica

Antes de dar qualquer medicamento para um bebê com menos de 3 meses de idade, ligue primeiro para o médico pediatra da criança.

Para ajudar a baixar a febre da criança ou do bebê, não use cobertores ou roupas extras, mesmo que a criança tenha calafrios. Isso pode impedir que a febre diminua ou ainda aumentar a febre por reter o calor. Vista a criança com uma camada de roupa leve e use um cobertor leve para dormir.

O quarto deve estar com uma temperatura confortável, nem muito quente nem muito fria, em média deve manter o ambiente a 21 ou 22º.

Um banho de água morna com esponja também pode ajudar a baixar a febre. Esses banhos são mais eficazes se a criança também tomar alguma medicação.

Nunca dê banhos frios, nem passe gelo ou álcool no corpo da criança, pois essas medidas retiram o calor do corpo e geralmente pioram a situação, causando tremores e mal-estar, além de não resolver o problema. logo a temperatura volta aumentar.

Para maiores informações sobre o que fazer se tiver uma criança com febre, consulte um médico de família ou um pediatra.

Principais dúvidas sobre a COVID-19 em crianças
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

As crianças constituem um grupo que também está vulnerável a infecção pelo novo coronavírus (Sars-Cov2) e desenvolvimento da doença causada por esse vírus, a COVID-19.

Contudo, os relatos de casos de crianças atingidas pelo novo coronavírus indicam que nelas os sintomas da doença são muito mais leves do que os relatados em adultos. Ainda não se sabe o motivo, mas as crianças apresentam um risco muito baixo de desenvolver uma forma grave de COVID-19.

As medidas de proteção indicadas para as crianças contra a infecção causada pelo Sars-Cov2, são as mesmas orientadas para adultos e incluem principalmente a lavagem frequentes de mãos e distanciamento social.

Crianças também apresentam risco de contrair o novo coronavírus?

Até o momento, sabe-se que as crianças também podem ser infectadas pelo novo coronavírus, mas não apresentam um risco de infecção maior do que os adultos. Por outro lado, as crianças apresentam sintomas mais leves, poucos são os casos relatados de maior gravidade.

Embora seja um evento raro, já foram relatados casos de mortes em adolescentes, além disso, crianças infectadas também podem transmitir o vírus para populações mais vulneráveis como idosos e doentes crônicos, por isso protegê-las também é fundamental.

Como proteger as crianças da COVID-19?

As medidas de cuidado para as crianças se assemelham em grande parte aos cuidados orientados para adultos, são elas:

  • Ensinar as crianças a lavarem as mãos frequentemente com água e sabão ou desinfetante para as mãos, contendo álcool, por no mínimo 20 segundos;
  • Manter as crianças afastadas de pessoas que apresentam sintomas de infecção respiratória ou sugestiva de COVID-19;
  • Deve-se ensinar as crianças a tossir e espirrar usando um lenço de papel, que deve ser logo descartado, ou tossir e espirrar para o cotovelo;
  • Da mesma forma que os adultos as crianças devem evitar tocar nariz, olhos e boca; os adultos devem estar atentos;
  • Manter brinquedos e outros objetos de uso pessoal limpos e desinfetados;
  • Manter a casa limpa e desinfetada;
  • Caso a crianças apresente qualquer sintoma sugestivo de infecção, como tosse ou febre, deve ficar em casa e não ir para creche ou escola.
Quais são os sintomas da COVID-19 em crianças?

Os sintomas em crianças se assemelham aos sintomas presentes em adultos, mas tendem a ser mais leves, entrem os principais sintomas da COVID-19 em crianças estão:

  • Tosse;
  • Febre;
  • Coriza;
  • Dificuldade para respirar.

Outros sintomas são a fadiga, dores musculares, diarreia e vômitos.

Qual o tratamento da COVID-19 em crianças?

Não há ainda um tratamento com medicação específica para a COVID-19. De maneira geral repouso, hidratação e alimentação adequada são essenciais.

Pode ser usados medicamentos para aliviar os sintomas como antitérmicos e analgésicos.

Crianças que apresentam desconforto respiratório podem necessitar de internação hospitalar.

Mães com COVID-19 podem amamentar?

Sim, as mães com COVID-19 se desejarem podem continuar a amamentar, isto porque até o momento não foi detectada transmissão através do leite materno, mas alguns cuidados devem ser tomados:

  • Lavar as mãos antes de tocar o bebê na hora da mamada;
  • Usar máscara facial durante a amamentação.
Crianças podem usar máscara de proteção?

As crianças devem usar máscara de proteção do tipo cirúrgica quando apresentarem sintomas sugestivos de doença, caso contrário não há indicação para o uso da máscara desse tipo de máscara.

Caso as crianças não apresentem sintomas, mas precisem se descolar para ambientes fechados ou com aglomerações de pessoas podem usar máscaras caseiras de tecido, conforme mais recente recomendação do Ministério da Saúde.

Vermes em crianças: quais os sintomas e o que fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A diarreia, barriga inchada, dor de barriga e falta de apetite, são os sintomas mais comuns, encontrados nas crianças com presença de vermes.

Especialmente nas crianças e bebês, onde os sintomas são bastante inespecíficos, a suspeita de vermes costuma ocorrer pela mudança nas características das fezes. Quando a infestação é grande, é possível ver os vermes nas fezes a olho nu, por exemplo, no caso das lombrigas.

O tratamento é simples e feito com remédios chamados vermífugos, conforme orientação de um médico de família ou do pediatra.

Sintomas de vermes em crianças

Os sintomas da presença de vermes nas crianças e bebês incluem:

  • Diarreia: a diarreia pode vir acompanhada de sangue ou muco,
  • Dor de barriga (dor abdominal),
  • Barriga inchada,
  • Náuseas,
  • Vômitos,
  • Coceira no bumbum (prurido anal),
  • Dor ao evacuar,
  • Desidratação,
  • Febre,
  • Falta de apetite,
  • Perda de peso,
  • Anemia,
  • Problemas respiratórios e
  • Distúrbios cerebrais.
Como é feito o tratamento das verminoses em crianças?

Com uso de vermífugos. O tratamento das verminoses é bastante simples, entretanto é preciso que a criança faça um exame de fezes para identificar o tipo de verme que está causando a infecção. Em alguns casos um exame de sangue pode ser necessário para verificar a extensão da verminose.

Com base nos sintomas apresentados pela criança e no resultado do exame de fezes e, o médico de família ou pediatra indicará o melhor remédio, chamado vermífugo, para que o tratamento seja eficaz.

Albendazol, mebendazol, ivermectina e a nitazoxanida (Annita) são os vermífugos mais usados em crianças. No caso das crianças menores de 2 aos, o mebendazol pode ser uma opção, após a avaliação de riscos e benefícios pelo pediatra que o acompanha.

Nos bebês, os vermífugos são administrados de acordo com o peso e idade. Você deve trocar roupinhas, pijamas ou roupa de cama com frequência para evitar que os ovos dos vermes voltem ao bumbum do bebê.

É importante que você não use esses medicamentos nos seus filhos sem orientação médica.

Quais são as verminoses mais comuns nas crianças?

As verminoses mais comuns são:

  • ascaridíase (lombriga),
  • esquistossomose,
  • ancilostomose,
  • filariose,
  • amebíase,
  • teníase (solitária),
  • oxiuríase e
  • giardíase.
O que fazer para evitar as verminoses em crianças?

Algumas medidas simples que ajudam a evitar a verminoses podem ser feitas por cada um de nós e ensinadas às crianças. São cuidados que incluem:

1. Lavar bem as mãos com sabão e com frequência, principalmente, antes das refeições e após usar o banheiro;

2. Evitar andar descalços em locais em que não se conhece as condições de higiene;

3. Beber apenas água filtrada ou fervida;

4. Cuidado ao manipular os alimentos. Os adultos que manipulam os alimentos devem lavá-los cuidadosamente antes do seu preparo e consumo;

5. Cuidado especial deve ser dados aos alimentos ingeridos crus como, por exemplo, verduras e legumes. Recomenda-se deixar por 15 minutos de molho em uma solução de 1 litro de água e 1 colher de sopa de água sanitária ou com produto específico para limpar verduras. Porém, após os 15 minutos, deve lavar com água corrente, de maneira abundante, até eliminar completamente o produto de limpeza, antes de ingerir o alimento.

Para saber mais sobre as doenças causadas por vermes e sobre os vermífugos, você pode ler:

Quais são as doenças causadas por vermes?

Quais os melhores remédios para vermes?

Referências

  • Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. Abordagem das Parasitoses Intestinais mais Prevalentes na Infância.
  • Federação Brasileira de Gastroenterologia
  • Sociedade Brasileira de Infectologia
  • Sociedade Brasileira de Pediatria
Vômitos em bebês e crianças: o que fazer e quando levar ao médico?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A presença de vômitos é um sintoma muito frequente em bebês e crianças e pode estar relacionado a diferentes doenças e condições de saúde.

Na maioria das vezes constitui um quadro autolimitado e transitório, decorrente principalmente de gastroenterites.

No entanto, em algumas situações pode indicar uma doença de maior gravidade devendo a criança ser levada a um serviço de atendimento médico.

A maioria dos pais tem dúvidas no que fazer quando a criança começa a vomitar e qual o momento de levar a criança para uma avaliação médica.

O que fazer se meu filho estiver vomitando?

Quando uma criança começa a vomitar é importante manter uma observação constante para observar possíveis sinais de gravidade e levar ao médico quando necessário.

1. Observe a criança

Em muitos casos os episódios de vômito cessam espontaneamente. Portanto, os adultos devem cuidar para que a criança ou bebê mantenha-se bem hidratado até que ocorra a melhora dos sintomas de vômito.

2. Mantenha a ingesta de líquidos e alimentos

Em bebês que são amamentados, é essencial continuar amamentando-os, garantindo assim a oferta hídrica necessária.

Em crianças maiores ofereça líquidos e alimentos leves. Ofereça porções pequenas de alimentos, já que o apetite costuma estar diminuído. Prefira também alimentos mais frios, ao invés de quentes.

Crianças que apresentam vômitos ou diarreia podem fazer uso de Sais de Reidratação Oral, que ajudam a manter a hidratação e repor os eletrólitos perdidos. Converse com o seu médico sobre essa possibilidade.

3. Afaste a criança de substâncias que podem piorar os sintomas

Afaste a criança de ambientes ou produtos com odores fortes, pois podem piorar os sintomas de náuseas.

4. Não use medicamentos sem supervisão médica

Evite o uso de medicamentos para inibir o vômito, sem orientação médica.

Quando de fato os vômitos estiverem muito intensos, o médico poderá indicar algum antiemético como o dimenidrato (Dramin) ou a androsetona (Vonau), no entanto, na maioria dos casos nenhum medicamento é necessário.

5. Saiba quando procurar um médico

Algumas crianças podem perder o apetite e deixarem de comer, sendo que em alguns casos, por conta do vômitos persistente, a criança pode não conseguir ingerir nada.

Nessa situação, os pais devem redobrar a atenção, pois se a criança começar a apresentar sinais de desidratação e os vômitos imparáveis, os pais devem procurar atendimento médico.

Existem ainda outras situações que podem indicar a presença de doenças de maior gravidade, que exigem uma avaliação médica. Portanto, procure um médico se a criança apresentar:

  • Persistência dos vômitos. Em recém nascidos o vômito deve cessar em até 12 horas, em bebês lactentes em até 24 horas e em crianças maiores, em até dois dias. Caso os episódios de vômitos persistam além desse período, procure um médico.
  • Vômitos repetidos: caso a criança esteja vomitando sem parar de forma repetitiva, a ponto de não conseguir ingerir nada de líquidos.
  • Sinais de desidratação: casos o bebê ou a criança apresente sinais de desidratação, como boca seca, choro sem lágrimas, sonolência ou redução do volume urinário.
  • Vômito verde ou com sangue.
  • Inchaço e dor abdominal.
  • Sonolência ou irritabilidade fora do usual.
  • Em bebês a presença de fontanela abaulada ou deprimida.
  • Em crianças maiores a queixa de dor de cabeça, dificuldade de movimentação da cabeça (dificuldade de abaixar o queixo até o peito) e febre.

Caso esteja preocupado com o estado de saúde do seu bebê ou criança também não hesite em entrar em contato com o seu médico de família ou pediatra para esclarecimentos.

O que pode causar vômitos em bebês e crianças? Gastroenterites

As gastroenterites se referem a quadros de infecção e inflamação do trato gastrointestinal, pode ter inúmeras causas como infecção por vírus, bactérias, parasitas ou ingesta de toxinas alimentares.

Em muitos casos as gastroenterites correspondem a um processo auto-limitado, que causa vômitos, diarreia, mal-estar e eventualmente febre.

Durante a gastroenterite é essencial estar atento a hidratação da criança, pois episódios de vômito e diarreia repetidos podem levar a desidratação.

Alergia ou intolerância alimentar

Casos de alergia e intolerância alimentar são uma importante causa de vômitos e outros sintomas gastrointestinais.

Deve-se observar bem se os sintomas surgiram ou sempre surgem após a criança ingerir determinado alimento. Caso episódios de vômito se repitam após a ingesta de um alimento específico, como leite, deve-se fazer a suspeita de alergia ou intolerância.

Doenças infecciosas

Diferentes doenças de causa infecciosa podem desencadear episódios de vômitos desde uma otite até uma meningite, passando por infecção urinária ou pneumonia.

Por isso, quando uma criança começa a vomitar, é importante observar outros possíveis sinais e sintomas como dor de cabeça, febre, tosse, falta de ar ou sintomas urinários.

Causas específicas de vômito em bebês

Bebês e recém-nascidos estão propensos a apresentar doenças específicas que desencadeiam vômitos, como a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), a estenose pilórica congênita e a intuscepção.

A doença do refluxo esofágico consiste no retorno de parte do alimento ingerido do estômago e esôfago para a garganta podendo causar vômito e desconforto. Pode ser confundida com regurgitação fisiológica do bebê, no entanto, na DRGE o bebê apresenta grande volume de alimento regurgitado, a ponto de interferir no seu ganho de peso.

A estenose pilórica se refere no estreitamento do piloro, a passagem entre o estômago e o intestino. Já a intuscepção consiste na curvatura do intestino sobre si mesmo. Ambas são doenças mais raras.

Para mais informações sobre vômitos em bebês e crianças consulte o seu médico pediatra ou médico de família.

Referências:

1. Uptodate. Approach to the infant or child with nausea and vomiting. Acesso em set. 2020.

2. SBP. Evidências para o manejo de náusea e vômitos em pediatria. 2018.

Posso dar Desalex de novo para meu filho com tosse?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Não, precisa seguir a receita de sua médica. Este medicamento é indicado para uso em uma única dose diária.