Doença

Lingua branca é sinal de doença?

Na maioria das vezes língua branca não é sinal de doença. Mas há exceções.

Quando a língua toda é branca, mas lisa, quase sempre se trata da chamada saburra lingual, que é uma camada de placa bacteriana causada pela má higiene bucal. Nesse caso, o tratamento consiste na escovação mais adequada dos dentes e da língua.

Entretanto, quando a penas uma parte pequena da língua é branca, em especial quando a lesão branca é aveludada ou elevada como uma ferida, pode sim ser sinal de alguma doença como tumores, sífilis ou até mesmo AIDS.

Nesse caso, um dentista ou dermatologista deve ser procurado com urgência.

Qual a diferença entre Sintomas e Sinais de uma Doença?

A diferença ente sintomas e sinais de uma doença é que os sintomas são os relatos, as queixas, aquilo que o paciente diz ao/à médico/a durante a consulta. É o que o/a médico/a escuta ou pergunta ao/à paciente durante a entrevista médica (anamnese). É uma queixa subjetiva, o que a pessoa está sentindo ou sentiu. 

Já os sinais de uma doença são as imagens, os sons e outros dados objetivos que o/a médico/a vê, escuta, ausculta (com o auxílio do estetoscópio) e sente quando realiza o exame físico. É o que o/a médico/a consegue de dados pela sua observação direta.

Sinais e sintomas de uma doença são coisas distintas pois dependem da perspectiva de quem está contando a história ou avaliando a situação na relação médico-paciente.

Ultrassom vaginal pode detectar qualquer doença no útero?

Não, o ultrassom vaginal não consegue detectar qualquer doença no útero. As principais doenças no útero que podem ser diagnosticadas pela ultrassonografia transvaginal são:

  • Miomas uterinos (tumores benignos);
  • Câncer de colo de útero:
  • Pólipos uterinos: Pequenos tumores que se desenvolvem na parede do útero e podem causar sangramento vaginal fora do período menstrual;
  • Sangramento anormal do útero;
  • Endometriose: Doença inflamatória causada por células do endométrio (camada interna do útero) que migram para outros locais como ovários ou para a cavidade abdominal, onde se multiplicam e provocam sintomas como sangramento excessivo.

Outras doenças e condições que podem ser detectadas pelo ultrassom transvaginal:

  • Cistos no ovário;
  • Tumores pélvicos;
  • Gravidez ectópica: Gestação que ocorre fora do útero;
  • Problemas menstruais;
  • Alguns tipos de infertilidade.

A ultrassonografia transvaginal é um exame utilizado para avaliar os órgãos genitais internos da mulher (útero e ovários), sendo importante para detectar doenças, acompanhar a gravidez, controlar a ovulação em mulheres que querem engravidar ou que estão fazendo tratamento de infertilidade.

Para maiores informações sobre eventuais doenças do útero que podem ser diagnosticadas através do ultrassom vaginal, fale com o/a médico/a ginecologista.

Vontade de comer terra é doença?

Vontade de comer terra pode ser um problema psicológico, psiquiátrico, físico ou um comportamento comum até os dois anos, quando a criança ainda têm dificuldades em diferenciar o que se pode comer. A vontade de comer terra (geofagia) ou coisas estranhas tais como sabonete, produtos de limpeza ou tinta é chamado picamalácia ou pica, e pode estar presente durante a gravidez e muitas vezes permanecendo mesmo após ela ter terminado.

Algumas causas para a vontade de comer terra e coisas estranhas:

  • problemas psicológicos como estresse, ansiedade, separação dos pais, problemas na interação familiar, abuso infantil;
  • problemas relacionados à fome, desnutrição ou à falta de nutrientes como o ferro, cálcio e zinco;
  • problemas neurológicos, como em crianças com autismo e pessoas com atrasos no desenvolvimento intelectual;
  • costumes socioculturais;
  • doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia.

Comer terra e outras substâncias que não são alimentos podem causar distúrbios no estômago, no fígado, nos rins, nos intestinos, além de infecções e infestações por vermes. Embora muitas vezes as pessoas tenham dificuldade em falar sobre esses desejos com o médico, é importante que isso seja feito. O clínico geral poderá orientar o tratamento e encaminhamentos necessários.

Meu Gama-GT deu 40, significa alguma doença?

Pouco provável significar alguma doença (pouco elevado e isolado não tem significado nenhum). Para um exame significar algo, precisa de uma história clínica, um exame físico, suspeitas diagnósticas, o resultado dos exames e a avaliação profissional de todos os dados juntos.

Sexo Oral sem Camisinha pode-se contrair alguma doença?

Sexo oral sem proteção é uma das maneiras de contágios das DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). Você fazendo sexo oral no seu parceiro, ou o seu parceiro fazendo sexo oral em você.

Uma pessoa só transmite uma doença se essa doença for transmissível (contagiosa), se houver o contato ou meio de transmissão e se a pessoa está contaminada.

Exemplo HPV: é uma doença causada por um vírus que é transmissível, você só pega HPV se tiver contato com o vírus hospedado no corpo de outra pessoa, e a pessoa só pode transmitir o HPV se ele possuir o HPV.

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O que é doença de Paget? Quais os sintomas?

A doença de Paget mamária é um tipo raro de câncer de mama que acomete a região da aréola e do mamilo. Já a doença de Paget óssea não tem nenhuma relação com câncer. Acomete principalmente idosos e provoca uma remodelação desordenada em um ou mais ossos.

Doença de Paget Mamária

A doença de Paget mamária é mais comum em mulheres entre 60 e 70 anos de idade, podendo inclusive surgir em homens. Os seus principais sintomas são:

  • Coceira e vermelhidão na aréola ou mamilo;
  • Pele espessa e áspera;
  • Ardência;
  • Bolhas com líquido;
  • Sangramento nos mamilos;
  • Presença de nódulos.

No início, a doença pode ser confundida com uma alergia, pois começa com uma vermelhidão e descamação que geralmente provocam ardência ou coceira.

A seguir surgem feridas, que podem eliminar secreção e provocar dor intensa. Pode haver sangramento dos mamilos e em cerca de metade dos casos existe um nódulo palpável na mama.

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O tratamento da doença de Paget mamária depende sobretudo do diagnóstico precoce e da extensão do tumor, sendo a cirurgia a forma de tratamento mais utilizada.

Doença de Paget Óssea

A doença de Paget é uma enfermidade óssea relativamente comum, ficando atrás apenas da osteoporose. A doença causa alargamento e espessamento ósseo, deixando o osso esponjoso e com tendência à curvatura, o que o torna mais quebradiço e aumenta o risco de fratura.

A doença óssea de Paget não tem uma causa bem definida, mas sabe-se que o processo começa com o aumento da atividade das células responsáveis pela reabsorção óssea.

Para compensar essa perda de massa óssea, aumenta-se a formação de osso novo, causando desordem na área comprometida, o que dá origem a um osso maior, menos compacto, com muitos vasos sanguíneos e com mais tendência a deformidades e fraturas que um osso normal.

Os principais sintomas da doença óssea de Paget são:

  • Dor nos ossos (sintoma mais comum);
  • Fraturas;
  • Deformidades ósseas;
  • Artrites.

Veja aqui outras causas de dores ósseas.

O tratamento inclui medicamentos e cirurgia, embora nenhum deles seja totalmente eficaz contra a doença.

O principal objetivo é diminuir as dores, restabelecer o metabolismo normal dos ossos, prevenir as deformidades e as complicações ósseas, como artrites, fraturas e compressão dos nervos.

A doença de Paget mamária deve ser diagnosticada por um médico mastologista, enquanto que a doença óssea de Paget é da responsabilidade do médico ortopedista.

Doença crônica tem cura?

Em geral, doença crônica não tem cura. Porém, dependendo da doença pode haver cura, mas ela leva mais tempo para ser curada.

É o caso da obesidade e da depressão, por exemplo, que são consideradas doenças crônicas e podem perfeitamente ser curadas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma doença crônica apresenta uma ou mais das seguintes características:

  • É permanente;
  • Produz incapacidade ou deficiências;
  • É causada por alterações patológicas irreversíveis;
  • Exige uma formação especial do paciente para a reabilitação;
  • Precisa de períodos longos de supervisão, observação ou cuidados.

As doenças crônicas iniciam lentamente, têm um duração longa ou incerta e normalmente não têm uma única causa, mas várias.

O tratamento envolve mudanças no estilo de vida e cuidados contínuos que, geralmente, não levam à cura da doença mas permitem mantê-la sob controle e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Grande parte das doenças crônicas está relacionada com idade, maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse, por isso a maioria delas pode ser prevenida.

Quais os fatores de risco para ter uma doença crônica?
  • Colesterol alto;
  • Pressão alta;
  • Excesso de peso;
  • Tabagismo;
  • Consumo de bebidas alcoólicas.
Como prevenir as doenças crônicas?

A melhor forma de reduzir o risco de desenvolver uma doença crônica é mudando o estilo de vida:

  • Ter uma alimentação saudável e balanceada, privilegiando frutas, vegetais, oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas) e cereais integrais;
  • Substituir a gordura animal por gordura vegetal;
  • Reduzir o consumo de alimentos salgados e doces;
  • Praticar atividade física regularmente;
  • Manter o peso corporal dentro do normal;
  • Não fumar.

Para maiores informações sobre a prevenção e o tratamento das doenças crônicas, fale com o seu médico de família ou consulte um clínico geral.

Gastrite pode estar ligada a doença sexualmente transmitida?

Antibióticos somente se tivesse aquela bactéria (Helicobacter pylori) no estômago (pode aparecer quando faz a endoscopia) e ainda assim o tratamento é discutível. Gastrite e DSTs não lembro nenhuma associação.

Quais as causas e os sintomas da Doença de Alzheimer?

O mal de Alzheimer, também conhecido como doença de Alzheimer (em homenagem a Aloysius Alzheimer, psiquiatra alemão que foi o primeiro médico a reconhecer e descrever a doença), é uma doença neurodegenerativa, de evolução lenta e progressiva que provoca atrofia do cérebro e declínio global das funções mentais, levando à demência em pacientes idosos (preferencialmente acima dos 65 anos). Os pacientes gradualmente perdem capacidade de raciocínio, julgamento e memória, o que os torna dependentes de apoio em suas atividades diárias.

Causas:

Ainda não foram totalmente elucidadas. Atualmente, admite-se que haja uma associação entre propensão genética e exposição a fatores ambientais (ainda não reconhecidos). Acredita-se que o acúmulo nos neurônio de uma proteína chamada beta amiloide seja um dos fatores responsáveis pelo desencadeamento da doença, mas por que esta substância se acumula em umas pessoas e não em outras ainda precisa ser elucidado.

Sintomas:

Como a doença de Alzheimer é a principal causa de demência no mundo, e a demência é a principal caraterística clínica da doença de Alzheimer, vale a pena gastarmos algumas linhas explicando o conceito de demência.

A demência é uma síndrome, ou seja, um conjunto de sinais e sintomas relacionados à deterioração das capacidades intelectuais do paciente. Além da doença de Alzheimer, é também comum a ocorrência de demência em pacientes com múltiplos AVEs (acidentes vasculares encefálicos), doença de Parkinson, alcoolismo crônico, traumas cranianos, deficiência de vitaminas, hipotireoidismo grave, tumor cerebral e algumas outras doenças neurológicas.

A síndrome demencial apresenta três características básicas:

  • Alterações da memória;
  • Alterações do capacidade intelectual, incluindo dificuldades com raciocínio lógico, linguagem, escrita, organização do pensamento, interpretação dos estímulos visuais, planejar e realizar tarefas complexas, etc;
  • Alterações de comportamento, como perda da inibição, agitação e alucinações, etc.

A demência é uma síndrome de instalação lenta e progressiva, que muitas vezes passa despercebida em estágios iniciais. É comum o paciente idoso com demência em fases precoces ter suas alterações tratadas como “coisas normais da idade”.

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É importante salientar que pequenos esquecimentos são comuns e ocorrem com todas as pessoas, principalmente em períodos de maior estresse ou cansaço. Todavia, quando os lapsos de memória começam a ocorrer com frequência e são importantes, como esquecer o próprio endereço, sair de casa e perder-se, esquecer nomes de pessoas familiares, etc., devemos ficar alertas. Se junto com a perda frequente e progressiva de memória para fatos recentes, o idoso também apresentar alterações do comportamento social, como apatia e tendência a isolar-se, além de períodos de confusão, como guardar sal na geladeira ou as chaves de casa no armário dos alimentos, a demência deve ser uma hipótese a ser considerada.

O esquecimento da demência é diferente do esquecimento comum do dia a dia. Uma pessoa pode esquecer que marcou uma reunião, mas tornar-se-á ciente do fato quando lembrada por outro. O paciente com Alzheimer esquece a reunião e nem sequer lembra-se de tê-la alguma vez marcada, mesmo que a veja escrita com sua letra em uma agenda.

Nas fases iniciais da doença de Alzheimer, o próprio paciente não consegue reconhecer estes déficits neurológicos, arranjando sempre uma desculpa para justificar estas falhas. Como o paciente não se dá conta da doença, muitas vezes os familiares também demoram a valorizar as alterações. Conforme a demência avança, a família começa a notar que os sinais e sintomas começam a ficar muito evidentes e já não mais se encaixam no que as pessoas consideram natural para idade.

Os pacientes com doença de Alzheimer em fases mais avançadas podem apresentar apatia, depressão ou agressividade, lê coisas e não consegue interpretá-las, é incapaz de fazer cálculos, não consegue nomear objetos e não reconhece pessoas familiares ou sua própria casa. Com o tempo, passa a ser incapaz de realizar tarefas básicas, como se vestir e tomar banho. O paciente torna-se desorientado no tempo e no espaço, não sabendo indicar a data atual nem identificar geograficamente onde se encontra.

Perda das inibições é outro sintoma comum do Alzheimer. O paciente pode mostrar sua genitália em público, acusar pessoas de roubarem seus objetos, falar palavrões ou obscenidades indiscriminadamente, ou insultar os outros sem motivo aparente. Em fases mais avançadas, surgem incontinência fecal e urinária.

Em caso de suspeita de Doença de Alzheimer (você ou um familiar/amigo), um médico (preferencialmente um geriatra) deverá ser consultado. Ele poderá avaliar detalhadamente, através de anamnese, exame físico e eventuais exames complementares, se este é realmente seu diagnóstico, orientá-lo e prescrever o melhor tratamento, caso a caso.

Quais os fatores de risco para a doença de Alzheimer?

Dentre os fatores de risco para a doença de Alzheimer, a idade avançada é o maior. Após os 65 anos, a chance de se desenvolver Alzheimer dobra a cada cinco anos, fazendo com que 40% das pessoas acima de 85 anos tenham a doença.

Raramente, o mal de Alzheimer surge antes dos 60 anos de idade. Curiosamente, os pacientes que chegam aos 90 anos sem sinais da doença apresentam menor risco de desenvolvê-la posteriormente.

Outro fator de risco importante, além da idade, é a história familiar. Pessoas com familiares de primeiro grau com Alzheimer apresentam maior risco de também tê-lo, evidenciando um papel importante da carga genética.

Além disso, o mal de Alzheimer é duas vezes mais comum em negros do que em brancos e mais comum em mulheres do que em homens.

Alguns outros fatores também parecem aumentar os riscos de desenvolvimento do Alzheimer, entre eles:

  • Sedentarismo;
  • Tabagismo;
  • Hipertensão arterial;  
  • Colesterol e/ou triglicerídeos elevados;
  • Diabetes mellitus;
  • Depressão após os 50 anos de idade.

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Vale a pena mencionar que algumas evidências apontam que indivíduos com maior grau de escolaridade e/ou que exercem trabalhos intelectualmente estimulantes durante a vida (professores, escritores, cientistas, médicos, artistas, etc.) têm certa proteção contra a doença. A leitura frequente, assim como a interação social e ouvir música também previnem o mal de Alzheimer, até certo ponto.

Em caso de suspeita de Doença de Alzheimer (você ou um familiar/amigo), um médico (preferencialmente um geriatra) deverá ser consultado. Ele poderá avaliar detalhadamente, através de anamnese, exame físico e eventuais exames complementares, se este é realmente seu diagnóstico, orientá-lo e prescrever o melhor tratamento, caso a caso.

Tenho dermatite atópica, esta doença tem cura?

Dermatite atópica não tem cura, mas com o tratamento adequado e tomando alguns cuidados para prevenir as crises, é possível manter a dermatite sob controle.

No caso da dermatite atópica em bebês, a doença geralmente melhora gradualmente conforme a criança cresce. Por volta dos 5 anos de idade, a dermatite atópica já pode apresentar uma melhora considerável, sendo que a maioria das crianças deixa de ter crises na adolescência.

Porém, há casos em que a dermatite atópica permanece até à fase adulta, embora sejam pouco comuns.

Qual é o tratamento para dermatite atópica?

O tratamento da dermatite atópica é feito com pomadas, cremes e medicamentos via oral que aliviam a coceira, diminuem o ressecamento da pele e combatem a inflamação. Além disso, é essencial controlar os fatores que desencadeiam as crises para evitar recidivas.

Dentre os remédios usados para tratar a dermatite atópica estão as pomadas com corticoides (controlam a inflamação) e os anti-histamínicos (diminuem a coceira).

Nos casos mais graves, pode ser necessário usar corticoides por via oral ou intravenosa. Se a pele estiver infeccionada, também são indicados antibióticos em pomadas ou por via oral.

Existe algum tratamento natural ou caseiro para dermatite atópica?

Não existe um tratamento natural ou com produtos caseiros para dermatite atópica. Aliás, aplicar qualquer produto, receita ou remédio caseiro sem indicação do médico dermatologista pode provocar infecções na pele e piorar o quadro. 

O único "tratamento natural" indicado para dermatite atópica consiste em cuidados e medidas para evitar novas crises ou diminuir o tempo de duração das mesmas, tais como:

  • Evitar o contato da pele com detergentes, cosméticos coloridos e perfumados, produtos de limpeza, bijuterias e qualquer outro agente irritante;
  • Usar sabonete próprio para bebês e crianças ou que seja indicado para pele sensível e com tendência para alergias;
  • Usar pouco sabonete no banho para evitar ressecar a pele;
  • Evitar banhos demorados com água quente; dar preferência a banhos curtos (5 minutos), com água morna ou fria;
  • Lavar o corpo com as mãos, sem usar bucha ou esponja;
  • Aplicar hidratante no corpo após o banho, diariamente; nas áreas em que a pele continua ressecada, o hidratante deve ser aplicado mais de uma vez ao dia;
  • Se o hidratante causar ardência devido à maior sensibilidade da pele, pode-se usar vaselina semi-sólida ou líquida no lugar do creme;
  • Usar roupas de algodão, evitando tecidos sintéticos;
  • Evitar se agasalhar muito ou usar muita roupa;
  • Aplicar protetor solar sempre que for à piscina e, quando sair da água, secar a pele com a toalha e aplicar o creme hidratante imediatamente;
  • Evitar usar amaciantes para lavar as roupas;
  • A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a coceira.

O médico dermatologista é o responsável pelo tratamento da dermatite atópica.

Saiba mais em: O que é dermatite atópica?