Perguntar
Fechar

Pomada Vaginal

Tive relação e senti um incomodo e ardência durante e ...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Pode ser um traumatismo na vagina que ocorreu durante a relação (pode melhorar com o passar dos dias) ou uma inflamação vaginal (pode piorar com o passar dos dias), um creme vaginal pode resolver, o problema é que precisa consultar um médico para obter a receita do mais adequado para seu caso.

Existe algum tratamento para quem tem útero baixo?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, existe tratamento para útero baixo (prolapso uterino). As opções de tratamento variam de acordo com o grau do prolapso. Nos graus mais leves a primeira linha de tratamento consiste no uso de pessário, já em casos mais graves indica-se a realização de cirurgia.

Outras linhas terapêuticas que incluem a fisioterapia também podem ser usadas para os casos mais leves como: exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico e eletroterapia.

Mulheres com útero baixo que não apresentam sintomas não tem indicação de realizar tratamento. Mulheres que têm sintomas muito leves também podem optar pelo tratamento expectante, mas devem ter alguns cuidados para não piorar o quadro, como:

  • Perder peso;
  • Evitar levantar pesos;
  • Parar de fumar;
  • Combater a prisão de ventre.

Nos casos leves ou quando a mulher prefere adiar ou evitar a cirurgia, temos as seguintes opções de tratamento:

  • Pessário: Trata-se de um dispositivo inserido através da vagina que recoloca o útero no seu lugar anatômico, atuando como um suporte da região pélvica;
  • Fisioterapia:
    • Estimulação elétrica: Aplica-se uma corrente elétrica de baixa voltagem nos músculos do assoalho pélvico através da vagina. A corrente provoca uma contração dos músculos, fortalecendo a musculatura;
    • Biofeedback: É feito com um sensor que avalia as contrações musculares enquanto a mulher executa os exercícios pélvicos, indicando se os exercícios estão atuando nos músculos que se pretende fortalecer;
    • Exercícios de Kegel: São contrações voluntárias dos músculos do assoalho pélvico que visam fortalecer essa musculatura, dando maior sustentação ao útero;
  • Medicamentos: Os estrogênios de aplicação local em forma de creme podem não prevenir o prolapso uterino ou o risco de agravamento, mas melhoram os sintomas e exercem um papel positivo no pós-operatório.
Como é o tratamento cirúrgico para útero baixo?

A cirurgia de correção para prolapso uterino pode ser realizada através de diferentes técnicas feitas pela via vaginal, abdominal ou laparoscópica, com ou sem o uso de telas.

A cirurgia pode ou não incluir a retirada do útero (histerectomia) em mulheres jovens que ainda desejam engravidar preserva-se o útero, nos demais casos preconiza-se a histerectomia.

Quando há incontinência urinária ou fecal, a correção é feita na mesma cirurgia. 

O período de internamento é bastante curto e varia entre 2 e 3 dias, dependo do procedimento.

Para evitar um novo prolapso, é importante tomar as medidas já citadas, como perder peso, evitar pegar peso, parar de fumar e combater o intestino preso.

O ginecologista deverá avaliar o grau do prolapso uterino e indicar a forma de tratamento mais adequada.

Leia mais sobre o assunto em:

O que é prolapso uterino e como é o tratamento?

Preventivo e o diagnóstico é de gardnerella/mobilungus?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O resultado do seu preventivo significa que você tem uma infecção por um germe com esse "nome estranho", não é grave, só precisa ir ao médico para fazer o tratamento que pode ser com uso de creme vaginal ou comprimidos.

Testes de gravidez caseiros funcionam mesmo?
Dra. Juliana Guimarães
Dra. Juliana Guimarães
Doutora em Saúde Pública

O teste de farmácia é o único teste caseiro confiável. Há outros métodos utilizados como teste com água sanitária, pasta de dente, sal, vinagre e fervura da urina, entre outros. Entretanto, não se pode afirmar que são testes eficazes e que seus resultados são confiáveis.

Quando há gravidez, é possível detectar no sangue e  na urina, o hormônio beta HCG. Este hormônio é um componente da gonadotrofina coriônica, hormônio específico da gestação. Nos testes caseiros de gravidez a urina é o material analisado.

1. Teste da água sanitária

Consiste em colocar em um recipiente urina e água sanitária. Se borbulhar ou mudar de cor, o resultado pode ser considerado positivo. Se não borbulhar, negativo.

Problema específico do teste: a urina é composta por ureia e quantidades variáveis de amônia. A reação destas substâncias ao contato com o hiplocloridrito de sódio (água sanitária), poderá provocar a produção de gás clorídrico. É a presença deste gás que forma as bolhas que se observa no teste. Esta reação não tem nenhuma relação com a presença do HCG na urina. Inclusive, as borbulhas já foram detectadas em mulheres grávidas, não grávidas e até mesmo em homens. Portanto, é um teste que não detecta gravidez.

2. Teste do vinagre

Para o teste do vinagre deve-se misturar, em um recipiente, urina e vinagre. Se esta mistura mudar de cor, considera-se positiva a gravidez.

Problema específico do teste: Urina e vinagre são soluções ácidas, portanto não ocorrerá na mistura nenhuma reação. Isto não é conclusivo como teste de gravidez.

3. Teste de fervura da Urina

Para fazer este teste coloca-se a urina para ferver em uma panela de alumínio. Se ao ferver, a urina apresentar aspecto semelhante à nata de leite, o resultado é positivo. Se, durante a fervura, ficar parecida com água diz-se que o resultado é negativo.

Problema específico do teste: A concentração da urina interfere no resultado deste teste. Se a urina estiver concentrada as substâncias presentes atingirão, durante a fervura, diferentes temperaturas. É isto que faz com que se pareça com nata. Se por outro lado, a urina estiver diluída, ou seja, tiver maior concentração de água, ferverá parecido com água.

4. Teste da agulha

Coloque uma agulha nova em um copo plástico e depois adicione urina. Aguarde 8 horas. Após este período, observe a coloração da agulha. Se ela estiver ficado completamente escura, preta, o resultado é positivo para gravidez.

Problema específico do teste: A concentração da urina influencia no resultado do teste. Se estiver mais concentrada, a agulha muda de cor mais rapidamente. Basta algumas horas apenas para que isto aconteça.

5. Teste do cotonete

Este teste consiste na introdução de um cotonete limpo no canal vaginal até que ele encoste no colo do útero. O objetivo e verificar se há na secreção colhida vestígios de sangue. Se houver, o teste é interpretado como positivo. Se o cotonete sair do canal vaginal com sangue, considera-se resquícios de menstruação e não há gravidez.

Problema específico do teste: Ao tocar o colo do útero, o cotonete pode causar ferimentos. Além disso, pode ter no cotonete não somente a secreção do colo uterino, como também secreção do canal vaginal.

6. Teste com pasta de dente

Reserve um pouco de urina em um copo plástico e adicione à urina um pouco de creme dental branco. Se a mistura apresentar bolha ou ficar azulada, é sinal de gravidez.

Problema específico do teste: Por não saber as substâncias presentes da pasta de dente e por sofrer alterações em função da concentração da urina, não é um teste confiável.

7. Teste com sal

Colete um pouco de urina e adicione três pitadas de sal. Se apresentar um aspecto de nata sobre esta mistura, significa que você está grávida.

Problema específico do teste: Por não saber as substâncias presentes da pasta de dente e por sofrer alterações em função da concentração da urina, não é um teste confiável.

8. Teste da coca-cola

Coloque uma amostra de urina em um copo americano de coca-cola. Se ocorrer a formação de borbulhas e espuma, considera-se o teste positivo.

Problema específico do teste: Urina e coca-cola são dois líquidos ácidos e, junto com a gás da coca-cola, o efeito de borbulhas é potencializado.

9. Teste da urina amanhecida

Antes de dormir, colete a urina em copo esterilizado. Deixe descansar em uma superfície plana durante um período de 24 horas. Passadas as 24 horas recomendadas, observe se houve formação de uma camada fina e esbranquiçada na superfície da urina, o que confirma a gravidez.

Problema específico do teste: Urina e coca-cola são dois líquidos ácidos e, junto com o gás da coca-cola, o efeito de borbulhas é potencializado. Portanto, não é seguro para detectar a gravidez.

10. Teste de farmácia

Entre os testes de gravidez que podem ser feitos em casa, o teste de farmácia é o único capaz de detectar a presença do beta HCG, hormônio específico da gravidez. Como ele é feito com a urina, é um teste fácil de realizar.

Apesar de ser bastante fidedigno recomenda-se utilizar um teste de farmácia para a detecção da gravidez após um atraso de 7 dias da menstruação. Isto possibilita que uma maior concentração de hormônio na urina e torna mais eficaz o resultado do exame.

Quando feito antes do atraso menstrual, o deste poderá apresentar um resultado falso-negativo, pois a baixa concentração de beta HCG na urina ainda não é suficiente para reagir com as substâncias presentes no exame.

Os testes de farmácia não são todos iguais. Alguns deles são mais sensíveis e, por isto, capazes de identificar a gestação no primeiro dia de atraso menstrual.  Cada fabricante orienta os procedimentos para a o uso do teste. Portanto, antes de fazer leia as instruções e dê preferência à primeira urina da manhã, uma vez que esta concentra uma quantidade mais elevada de beta HCG.

Veja mais:

Teste de farmácia de gravidez é confiável?

Por que os testes caseiros de gravidez não são eficazes?

Com a exceção do teste de farmácia, nenhum dos testes caseiros de gravidez funcionam e nem tampouco são eficazes por alguns motivos:

  • Nenhum dos testes é capaz de detectar a presença do beta HCG na urina;
  • Nestes testes caseiros os recipientes usados são inadequados, pois não passam por nenhum tipo de esterilização. As mulheres comumente utilizam copos de vidro, de plástico, cerâmica ou acrílico, materiais que alteram a composição do conteúdo.
  • Qualquer pequena alteração na concentração da urina ou de um reagente, podem alterar completamente o resultado de um teste.
  • Nos testes caseiros não há concordância entre as quantidades de urina e, por exemplo, a quantidade de água sanitária. Para afirmar que estes testes, de fato, funcionam, as pessoas precisam saber a dosagem correta para a água sanitária ou para outras substância e para a urina no frasco. Além disso os regentes deveriam ser capazes de identificar a presença de beta HCG.
  • No início da gravidez, as características da urina das mulheres grávidas são praticamente as mesmas da urina de uma mulher não grávida. A diferença está na presença e concentração do hormônio HCG, que é bastante baixa nos primeiros dias. Mesmo se estes testes tivessem alguma base científica, dificilmente eles seriam capazes de detectar concentrações tão baixas  de hormônio.
  • Para detecção da gravidez, as únicas alternativas seguras e confiáveis são o exame de urina efetuado por testes de farmácia e o exame de sangue. Ambos são capazes de detectar a presença do hormônio beta HCG. Entres estes dois testes, o exame de sangue é ainda mais eficaz. 

Após a detecção da gravidez pelo uso do teste de gravidez pelo exame de urina, em testes de farmácia, procure um(a) ginecologista para efetuar o beta HCG e iniciar o pré-natal.

Leia mais:

Resultado do exame de gravidez Beta-HCG

É preciso estar em jejum para fazer o exame Beta_HCG?

Qual o tratamento para vaginose?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A vaginose é tratada com medicações em comprimidos ou em creme vaginal.

É importante realizar o tratamento completo com a dosagem prescrita pelo médico mesmo que os sintomas já tenham desaparecido. Tomar todo o medicamento pode evitar o reaparecimento da doença.

Nesse caso específico, o parceiro sexual da paciente não precisa ser tratado.

O ginecologista, clínico geral ou médico de família poderão indicar o melhor tratamento para cada mulher.

Síndrome de Sjögren: o que é, quais os sintomas e qual é o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Síndrome de Sjögren é uma doença inflamatória crônica autoimune caracterizada pela diminuição da função das glândulas salivares e lacrimal.

Os principais sintomas da Síndrome de Sjögren são olhos ressecados e boca seca. Em geral, a pessoa poderá sentir que os olhos estão ressecados e com sensação de queimação ou que há areia nos olhos. Além disso, os olhos podem ficar avermelhados, lacrimejantes e com a visão embaçada.

Essa síndrome pode afetar outros órgãos causando:

  • Pele seca e coceira na pele;
  • Dor muscular e nas articulações;
  • Cansaço;
  • Problemas urinários como dor ao urinar, aumento da frequência urinária, urgência urinária e micção noturna;
  • Secura vaginal e por vezes dor durante o ato sexual.

O tratamento da Síndrome de Sjögren é feito a depender dos sintomas apresentados pela pessoa. Isso poderá incluir:

  • Colírio ou pomada ocular;
  • Anti-inflamatório;
  • Bálsamo labial;
  • Lubrificante vaginal;
  • Corticoide;
  • Imunomoduladores.

O diagnóstico inicial pode ser feito pelo/a médico/a clínico/a geral ou médico/a de família.

Plantas medicinais são seguras para a saúde?
Dra. Juliana Guimarães
Dra. Juliana Guimarães
Doutora em Saúde Pública

As plantas medicinais, espécies vegetais utilizadas com propósitos terapêuticos, são seguras para a saúde quando prescritas de forma adequada. Além disso, para o uso seguro das plantas medicinais é necessário que você seja orientado por um profissional de saúde qualificado ou fitoterapeuta sobre as possíveis interações medicamentosas.

12 plantas medicinais utilizadas para cuidados em saúde

Atualmente existem 12 plantas medicinais que constituem a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do Ministério da Saúde. Estas plantas foram submetidas a pesquisas que atestaram a sua eficácia e por este motivo fazem parte dos medicamentos que podem ser usados por profissionais de saúde.

1. Alcachofra (Cynara scolymus L.)

As folhas de alcachofra podem ser utilizadas em forma de chá e somente por adultos. É indicada para tratar distúrbios relacionados à má digestão. Não deve ser utilizada por pessoas com doença da vesícula biliar. Em pessoas com hepatite grave, falência hepática e câncer do fígado, deve ser usada com cautela. O uso de alcachofra pode provocar fraqueza, sensação de fome e flatulência (gases). É possível também consumir em cápsulas, comprimidos, solução oral ou tintura.

2. Aroeira (Schinus terebinthifolius R.)

A casca do caule de aroeira pode ser utilizada por decocção (colocar as cascas em água fervente) como adstringente e cicatrizante para tratar inflamação vaginal e leucorreia (corrimento vaginal). Pode ser encontrada em gel vaginal e óvulo vaginal.

3. Babosa (Aloe vera L.)

A babosa tem ação cicatrizante e anti-inflamatória e é indicada para o tratamento tópico (local) de queimaduras de 1o e 2o graus e como coadjuvante nos casos de psoríase vulgaris (caspa). O seu uso pode desencadear dermatite de contato ou sensação de queimação. Nestes casos, o uso deve ser suspenso. Pode ser encontrada em creme e gel.

4. Cáscara-sagrada (Rhamnus purshiana D.C.)

A casca da cáscara- sagrada é recomendada para tratar eventuais constipações intestinais em pessoas adultas. Durante o uso pode ser observada a mudança de coloração da urina e desconforto gastrointestinal, especialmente em pacientes com cólon irritável.

Não é recomendado para pessoas com obstrução intestinal, refluxo, inflamação intestinal aguda (doença de Crohn), colite, apendicite, dor abdominal de origem desconhecida, polipose intestinal (crescimento anormal de tecido intestinal), por mulheres grávidas ou que estão amamentando e por crianças menores de 12 anos.

5. Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia)

O chá das folhas de espinheira-santa pode ser usado somente por adultos e é indicado para dispepsia (distúrbios digestivos), azia e gastrite. Pode atuar como coadjuvante no tratamento episódico de prevenção de úlcera em pessoas que se encontram em uso de anti-inflamatórios não esteroides como o ibuprofeno. O chá não deve ser consumido por crianças com idade inferior a 6 anos, mulheres grávidas ou que estão amamentando. No caso das lactantes, o uso de espinheira-santa provoca a redução na produção de leite materno.

A espinheira-santa pode ainda ser encontrada em cápsulas, suspensão e emulsão oral e tintura.

6. Garra-do-diabo (Harpagophytum procumbens D.C.)

A raiz da planta chamada garra-do-diabo pode ser utilizada por adultos na forma de chá. É utilizada para atenuar dores articulares (artralgias), artrose e artrite. Portadores de úlceras estomacais e duodenais não devem utilizar garra-do-diabo.

Pode ser encontrada em, comprimidos, cápsulas e ainda em comprimidos de ação lenta.

7. Guaco (Mikania glomerata Spreng)

O chá de folhas de guaco atua como expectorante em quadros de gripe, resfriado, bronquite alérgica e infecciosa. Pode ser consumido por adultos e crianças. O uso do guaco pode interferir na coagulação sanguínea. Quando utilizado em doses superiores a recomendada pode provocar diarreia e vômitos. Há possibilidade de interação com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides como o ibuprofeno. É possível encontrar o guaco em forma de tintura, xarope e solução oral.

8. Hortelã-pimenta (Menthax piperita L.)

As folhas e sumidades floridas do hortelã-pimenta pode ser usado por adultos e crianças na forma de chá. É indicado para cólicas, flatulência (gases) e distúrbios hepáticos. Deve ser usado com cautela em pessoas com cálculos biliares. Não deve ser consumido por portadores de danos hepáticos severos, em caso de obstruções biliares e por mulheres que estão amamentando. Pode-se encontrar hortelã-pimenta em cápsulas.

9. Isoflavona-de-soja (Glycine max L.)

A isolflavona-de-soja é indicada como coadjuvante no tratamento dos sintomas da menopausa e pode ser utilizada na forma de comprimidos ou cápsulas.

10. Plantago (Plantago ovata F.)

O chá das folhas de plantago é utilizado como adstringente e anti-inflamatório em quadros de infecção na boca e laringe. Deve ser utilizado para uso tópico em bochechos ou gargarejos e não deve ser ingerido. A casca da semente de guaco nunca deve ser utilizada. É contraindicado para pessoas que possuem pressão arterial baixa, obstrução intestinal ou mulheres grávidas. É encontrado sob a forma de pó para dispersão oral.

11. Salgueiro (Salix alba L.)

A casca do caule de salgueiro somente pode ser usada por adultos na forma de chá. É indicado em casos de inflamação, dor, febre, gripes e resfriados. Deve ser utilizado com cautela por pessoas em uso de anticoagulantes, corticoides e anti-inflamatórios. Não pode ser consumido em combinação com maracujá ou noz moscada. Pode ser encontrada em comprimidos, elixir e em solução oral.

12. Unha-de-gato (Uncaria tomentosa)

A entre casca da unha-de-gato é utilizada como anti-inflamatório nos quadros de dores musculares e dores articulares como artrite e artrose. Deve ser consumida somente por adultos na forma de decocção (colocar as entre cascas em água fervente). Não é recomendado o consumo antes e depois de sessões de quimioterapia e nem por portadores de hemofilia (distúrbio de coagulação). Pode provocar cansaço, diarreia e febre.

Cuidados quanto ao uso de plantas medicinais

A utilização de plantas medicinais e fitoterápicos é reconhecida e encorajada pela Organização Mundial de Saúde e, por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e da Política Nacional de Plantas Medicinais, é recomendada pelo Ministério da Saúde. Entretanto, alguns cuidados são necessários:

  • Não utilize plantas medicinais sem orientação, especialmente se você usa medicamentos de uso contínuo;
  • Comunique ao/à médico/a se você começou a utilizar alguma planta medicinal por conta própria;
  • Utilize as plantas medicinais conforme orientação e nas dosagens prescritas;
  • So você sentir algum efeito colateral suspenda o uso da planta medicinal;
  • Não substitua seus medicamentos por plantas medicinais.

Antes de iniciar o uso de plantas medicinais busque orientação de um profissional de saúde qualificado ou fitoterapeuta.

Posso transar com camisinha fazendo o uso do creme vaginal?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Não. Enquanto estiver em tratamento para infecções vaginais não deve ter relações sexuais.