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Pressão Alta

Medicamento para pressão alta pode tirar o desejo de fazer sexo?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim. Alguns medicamentos frequentemente usados para controlar a pressão arterial, como os anti-hipertensivos e os diuréticos, apresentam como efeitos colaterais disfunção na atividade sexual, seja reduzindo a libido, causando disfunção erétil ou diminuição na lubrificação vaginal, embora dificilmente representem a única causa desse sintoma.

Contudo não são todos os medicamentos para hipertensão que causam esses efeitos, e as complicações de um quadro de hipertensão arterial são muito mais graves e perigosas. Por exemplo, é a principal causa de Acidente vascular cerebral (AVC), ou "derrame"; também está fortemente associada ao Infarto agudo do miocárdio (IAM), doenças muito prevalentes e motivos de incapacidade e sequelas na nossa população.

Outras causas comuns de redução da libido tanto nos homens quanto nas mulheres atualmente, são o sedentarismo, a obesidade, o tabagismo, ansiedade e depressão. Inclusive os quadros de transtorno de humor, como a ansiedade e depressão, estão entre as causas mais importantes de redução da libido.

Portanto é importante que não interrompa seu tratamento por conta própria antes de conversar com seu médico, responsável pelo tratamento da hipertensão, seja o clínico geral, médico da família ou seu cardiologista. Todos os efeitos colaterais oriundos da medicação podem ser reduzidos ou a medicação substituída, caso seja esse o principal ou único motivo para seus sintomas de redução da libido, evitando assim efeitos colaterais indesejáveis e ao mesmo tempo não colocando sua vida em risco.

Saiba mais sobre o assunto nos links abaixo:

Possíveis causas de diminuição da libido no homem

Qual o melhor remédio para aumentar a libido da mulher?

Falta de libido: o que pode ser e o que fazer?

O que é um AVC e quais os sintomas ou sinais?

O que pode causar um infarto?

Quais as causas da hipertensão arterial?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) ocorre por diversas causas.

A maioria dos casos de hipertensão arterial são chamadas essencial ou primária, situação em que ainda não tem uma causa definida e respondem a 95% dos casos. Embora não se saiba exatamente a sua causa, sabe-se que se origina de múltiplos fatores, sendo os principais fatores de risco bem estabelecidos.

Fatores de risco para desenvolver hipertensão arterial

Afrodescendência

Os negros apresentam maior incidência de hipertensão arterial essencial e o início mais precoce. Além disso, apresentam maior frequência de complicações e gravidade ao longo dos anos.

Genética: história familiar

Quanto mais pessoas portadoras de pressão alta na família, maiores são as chances de também desenvolver a doença.

Consumo de sal

O consumo de mais de 6 gramas de sal por dia aumenta o risco de desenvolver hipertensão arterial. O sal aumenta a pressão arterial por induzir duas alterações nos vasos sanguíneos: aumenta o volume de líquidos dentro dos vasos e age diretamente nas paredes das artérias, causando uma constrição das mesmas (diminuição do diâmetro).

Essas alterações na parede dos vasos sanguíneos provoca um aumento da resistência (pressão) à passagem do sangue e uma menor capacidade de vasodilatação.

Obesidade

Pessoas obesas, com IMC (índice de massa corporal) maior ou igual a 30, têm até 6 vezes mais chance de desenvolver pressão alta. A circunferência abdominal, medida na linha do umbigo, também é um fator de risco, ou seja, quanto maior a barriga, maior o risco de HAS.

Consumo de álcool

O consumo diário de duas ou mais doses de álcool (dois copos de vinho ou de cerveja) aumenta em duas vezes o risco de hipertensão arterial. Quanto maior o volume de bebida alcoólica ingerida, maior o risco.

Idade

Ao longo dos anos, os vasos sanguíneos vão passando por um processo chamado arteriosclerose, em que a parede das artérias se torna mais rígida, fazendo com que as mesmas percam a elasticidade e a capacidade de se acomodar com as variações da pressão.

A hipertensão do idoso é tipicamente sistólica, isto é, a pressão máxima (pressão sistólica) fica alta e a pressão mínima (pressão diastólica) permanece normal ou um pouco mais baixa.

Colesterol elevado

Aumenta o depósito de gordura nas artérias, um processo chamado de aterosclerose, que leva a redução do calibre do vaso, com consequente aumento da hipertensão arterial.

Sedentarismo

A prática regular de exercícios físicos, diminui os níveis circulantes de adrenalina (que causa constrição das artérias) e aumenta a liberação de endorfinas e óxido nítrico, que causam vasodilatação, o que é excelente na prevenção da doença. O sedentarismo também contribui para o sobrepeso e aumento do colesterol.

Tabagismo

O cigarro provoca um aumento imediato da pressão arterial pela ação vasoconstritora da nicotina, além de acelerar o mecanismo da arteriosclerose, tornando os vasos duros e rígidos. O fumo passivo também é fator de risco para hipertensão arterial.

Anticoncepcionais orais

A pílula anticoncepcional geralmente aumenta discretamente a pressão arterial, porém, há mulheres, principalmente fumantes com mais de 25 anos de idade, que podem desenvolver franca hipertensão ao tomar a pílula.

Quais as causas da hipertensão arterial secundária?

Diferentemente da hipertensão essencial, em que há fatores de risco identificados mas sem uma causa claramente estabelecida, a hipertensão secundária tem uma causa bem definida.

A hipertensão arterial secundária ocorre em cerca de 5% dos casos e dentre as doenças que originam a hipertensão secundária podemos citar como principais:

Insuficiência renal crônica

Uma das principais causas de hipertensão secundária. Quando os rins começam a falhar, o corpo começa a ter dificuldade em excretar o excesso de sal e líquidos consumidos, o que provoca um aumento da pressão arterial.

Cerca de 85% dos pacientes com insuficiência renal crônica têm hipertensão. É importante lembrar que o contrário também pode ocorrer, isto é, a pressão alta levar à insuficiência renal.

Glomerulonefrite

Os glomérulos possuem os filtros que "limpam" o sangue. Glomerulonefrite é caracterizada pela inflamação dos glomérulos. Existem várias doenças que provocam glomerulonefrite e quase todas apresentam hipertensão como parte dos sintomas.

Rins policísticos

Os cistos expandidos nos rins, aumentam a liberação do hormônio renina, que causa uma maior absorção de sódio nos túbulos renais e aumenta, por consequência, o risco de hipertensão.

Indivíduos com rins policísticos podem desenvolver hipertensão mesmo quando não apresentam ainda alterações detectáveis da função renal.

Estenose da artéria renal

Estenose é um estreitamento de uma artéria. A estenose da artéria renal reduz o aporte sanguíneo para o rim. Como a pressão sanguínea que chega ao rim está muito baixa, o rim reage como se houvesse pressão baixa em todo o corpo, retendo mais sal e líquidos para compensar essa falsa hipotensão.

Feocromocitoma

É um tumor maligno da glândula supra-renal, que produz adrenalina. A hipertensão pode ser causada por este excesso de adrenalina.

Aldosteronismo primário

Normalmente é causado por um tumor benigno da supra-renal ou por um crescimento anormal da glândula. Leva à hipertensão devido ao aumento da produção do hormônio aldosterona, que atua no rim aumentando a absorção de sódio nos túbulos renais.

Síndrome de Cushing

Doença causada por corticoides em excesso no organismo, tanto por aumento da sua produção pela glândula supra-renal como por ingestão de corticoides sintéticos em excesso para tratamento de algumas doenças.

Apneia obstrutiva do sono

Ocorre sobretudo em obesos e caracteriza-se por períodos de apneia (interrupção da respiração) durante o sono. Metade dos pacientes apresenta hipertensão que costuma estar mais elevada no período da manhã, ao contrário do que ocorre em outras causas de hipertensão.

Outras causas de hipertensão arterial secundária:
  • Aterosclerose, hiperplasia fibromuscular, poliarterite nodosa;
  • Aumento de pressão intracraniana, quadriplegia, porfiria aguda, disautonomia familiar;
  • Acromegalia, hipotireoidismo, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, uso de hormônios exógenos;
  • Uso de drogas imunossupressoras, intoxicação por metais pesados;
  • Cirurgias, hipoglicemia, queimaduras, abstinência alcoólica, pós-parada cardíaca, peri operatório;
  • Gestação - Hipertensão gestacional;
  • Insuficiência aórtica, fístula arteriovenosa, tireotoxicose, doença Paget e beribéri (hipertensão sistólica).
O que é a hipertensão arterial?

A pressão alta é definida como o aumento crônico da pressão sanguínea, com valor igual ou superior a 140/90 mmHg (em indivíduos adultos, de até 74 anos, sem comorbidades como diabetes ou insuficiência renal).

Os valores da pressão arterial seguem a seguinte classificação:

  • Pressão arterial normal: valores menores ou iguais a 120/80 mmHg;
  • Pré-hipertensão: valores entre 121/81 – 139/89 mmHg;
  • Hipertensão grau I: valores entre 140/90 – 159/99 mmHg;
  • Hipertensão grau II: valores iguais ou maiores que 160/100 mmHg.
Quais as complicações da hipertensão arterial?

A pressão alta constitui um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais. É responsável por pelo menos 40% das mortes por acidente vascular cerebral, 25% das mortes por doença arterial coronariana e, em combinação com o diabetes, 50% dos casos de insuficiência renal terminal.

10 Recomendações para controlar a hipertensão arterial

1. Meça a pressão pelo menos uma vez por ano; 2. Pratique atividades físicas todos os dias, ou pelo menos 40 minutos, cinco vezes na semana; 3. Mantenha o peso ideal, evite a obesidade; 4. Adote alimentação saudável: pouco sal, evite comidas gordurosas ou frituras e dê preferência a frutas, verduras e legumes; 5. Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba; 6. Pare de fumar; 7. Nunca pare o tratamento, é para a vida toda. Faça-o corretamente, nos horários certos; 8. Sempre siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde; 9. Durma oito horas todas as noites, verifique se a qualidade do seu sono é boa; 10. Evite o estresse. Reserve tempo para a família, os amigos e o lazer. Garanta pelo menos uma hora por dia, todos os dias, para fazer algo que realmente gosta.

Em caso de suspeita de hipertensão arterial, um médico, preferencialmente um cardiologista, deverá ser consultado. Ele poderá avaliar detalhadamente, através de anamnese, exame físico e eventuais exames complementares, se esse é o diagnóstico correto, além de orientar e prescrever o melhor tratamento, para cada caso.

Qual exame fazer para saber se tenho pressão alta?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Sua pergunta é bem estranha, mas é interessante.. Para saber se tem pressão alta basta medir a pressão se estiver acima de 12/8 você tem pressão alta, procure um médico e comece a tomar o remédio que ele vai prescrever, além de para de beber, fumar e assim por diante.

Quem tem pressão alta pode tomar nimesulida?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim. Quem tem pressão alta pode tomar nimesulida sim, sempre que prescrita e orientada por um médico, para evitar interação medicamentosa ou diminuição do efeito de alguma das substâncias.

A nimesulida é um anti-inflamatório, e como quase todos os anti-inflamatórios pode aumentar a pressão arterial de uma pessoa mesmo que esteja em tratamento regular com anti-hipertensivos.

Assim como as medicações, os alimentos e a atividade física são de fundamental importância para o controle adequado da pressão arterial. Saiba mais sobre tipos de alimentação e maneiras de manter a pressão estabilizada no link abaixo:

 7 Maneiras de Baixar a Pressão Alta

O médico cardiologista é o especialista responsável pelo tratamento da pressão alta, para maiores informações e esclarecimentos agende uma consulta com seu médico.

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Sinto aperto ou queimor no peito e pressão alta?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Para saber se tem ou não pressão alta basta fazer um controle da pressão, vá a um posto de saúde para medir a pressão diariamente, anote em uma caderneta e depois de alguns dias leve para o médico ver. Angina é a dor no peito de origem cardíaca que aparece todas as vezes que faz exercícios físicos, para saber se tem ou não problema no coração somente fazendo exames do coração.

Mulher com pressão alta pode engravidar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim. A mulher que tem pressão alta pode engravidar.

É recomendado que a mulher com hipertensão e que pretenda engravidar mantenha a pressão sob controle e faça o uso adequado das medicações.

Como algumas medicações anti-hipertensivas não podem ser usadas durante a gestação, é indicado que a mulher procure o/a ginecologista, médico/a de família ou clínico/a geral dizendo sua intenção em engravidar e fazer a mudança para outra medicação compatível com a gravidez.

Veja também:

Pressão alta durante a gravidez é perigoso?

Com a pressão em valores estáveis e normais, o uso de medicações adequadas, a mulher pode engravidar normalmente.

Durante a gestação, alguns cuidados devem ser feitos caso a mulher já tenha hipertensão e, assim, evitar complicações.

Tomo hidroclorotiazida tem problema tomar bebida alcoólica?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O ideal é não ingerir bebidas alcoólicas, porém a escolha é sua. Uma pequena quantidade usada eventualmente não vai lhe causar nenhum mal, mesmo tomando este remédio.

Qual é o valor normal para pressão?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A pressão normal não deve ultrapassar 14 por 9 (alguns acham que os valores máximos deveriam ser 12 por 8), qualquer valor acima disso é considerado alto. Em pacientes idosos devido ao endurecimento das artérias podemos até considerar valores de pressão arterial um pouco mais alto como normais, porém cada caso deve ser avaliado isoladamente.

Minha mãe, 84 anos, está com pernas e tornozelos inchados
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Bom eu diria que o problema dela é o número de anos (84), só isso já bastaria para ter inchaço nas pernas, mas ela tem outras coisas que podem causar esse inchaço como a pressão alta, falta de movimentação e os problemas de coração. Aliás eu me surpreenderia se ela não tivesse esse inchaço (isso seria estranho).

Que cuidados mulher com pressão alta deve ter durante a gravidez?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os cuidados com a pressão alta na gravidez devem ser bem rigorosos devido à alta prevalência de complicações na nossa população, entretanto variam conforme o caso e os riscos que a hipertensão arterial pode trazer àquela gestação.

Podemos citar entre os principais tipos de tratamentos e medidas:

  • Reduzir o ritmo das atividades diárias;
  • Incluir mais horários de repouso no dia;
  • Controlar a alimentação, diminuindo a ingestão de sal e gorduras;
  • Praticar atividades físicas leves, de baixo impacto, como hidroginástica;
  • Afastar-se do trabalho, se for muito estressante;
  • Uso de medicamentos anti-hipertensivos, nos casos mais complicados;
  • Internação hospitalar para repouso e monitoramento da pressão arterial, nos casos refratários ou de difícil controle.

Leia também: Qual o tratamento para pré-eclâmpsia?

A hipertensão arterial na gravidez ocorre quando os níveis pressóricos apresentam valores iguais ou maiores a 140 x 90 mmHg ("14 por 9"), podendo ser classificada de 4 formas:

  • Pré-eclâmpsia (hipertensão específica da gravidez): Quando a pressão alta surge após 20 semanas de gestação e a grávida apresenta perda de proteínas pela urina;
  • Hipertensão crônica: Quando é identificada antes da gravidez ou antes da 20ª semana de gestação;
  • Pré-eclâmpsia com hipertensão crônica: A gestante já era hipertensa e começou a perder proteínas na urina depois da 20ª semana de gravidez;
  • Hipertensão gestacional: Quando a pressão alta se manifesta em qualquer período da gravidez, mas sem os agravantes da pré-eclâmpsia.

Saiba mais em: O que é pré-eclâmpsia e quais os sintomas?

Quais são os riscos da hipertensão na gravidez?

A pressão alta durante a gravidez pode trazer sérias complicações para a gestação, interferindo no crescimento fetal, no funcionamento dos rins da mulher, acidente vascular cerebral, hemorragias, entre outros.

Se a hipertensão não for detectada e tratada corretamente, pode evoluir para eclâmpsia e provocar convulsão na gestante, podendo causar a morte da mãe e ou do bebê.

A hipertensão arterial não controlada, está entre as três principais causas de morte nas gestantes no Brasil, com índices bem acima dos valores aceitáveis mundialmente, por isso precisamos reforçar a importância de um pré-natal ainda mais rigoroso para esses casos, com tratamento e orientações adequadas.

Portanto, grávidas hipertensas devem ser acompanhadas de perto pelo/a médico/a obstetra, sendo considerada uma gravidez de risco, cuidando da correta adesão das medicações e mudanças de hábito de vida, visando uma gravidez saudável.

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Uso de anti-inflamatórios aumentam a pressão?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, pode aumentar. Os anti-inflamatórios aumentam a pressão quando usados de forma excessiva por longos períodos, além disso, podem inclusive reduzir o efeito dos medicamentos anti-hipertensivos.

Os anti-inflamatórios são medicamentos que agem na inibição das prostaglandinas, que são substâncias que temos naturalmente em nosso organismo e agem em diferentes processos, como indução da dor e resposta inflamatória, febre, menstruação, controle da pressão arterial e proteção gástrica.

Alguns anti-inflamatórios utilizados comumente são o ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida, cetoprofeno, naproxeno, entre outros.

Atualmente, recomenda-se que os anti-inflamatórios sejam usados pelo menor tempo possível, na dose mais baixa, e apenas quando forem prescritos pelo médico. Isto porque, são remédios que podem levar a uma série de problemas e efeitos quando usados de forma indiscriminada por longos períodos como por exemplo, aumento do risco de gastrite, úlcera, insuficiência renal e sangramentos.

Caso precise fazer uso de anti-inflamatórios consulte sempre o seu médico de família ou clínico geral.

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Remédio para hipertensão pode causar impotência
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Dependendo da medicação sim. Entretanto muitos outros fatores podem causar impotência no homem, assim como a associação deles. É importante que seja feita uma avaliação completa e criteriosa, com médico urologista, para definir corretamente a causa da disfunção, permitindo assim um tratamento realmente eficaz.

Causas comuns de disfunção ou impotência no homem
  • Idade
  • Fatores psicológicos
  • Medicamentos
  • Doenças crônicas
Idade

Estudos recentes comprovam que 50% dos homens com mais de 40 anos de idade, já apresentam algum grau de disfunção erétil, independente de outros fatores.

Fatores psicológicos

O estresse e a ansiedade estão entre os principais fatores de disfunção erétil, falta de libido e graus variados de impotência masculina. O tratamento é baseado em associação de medicamentos e terapia específica, com bons resultados.

Medicamentos

Alguns medicamentos anti-hipertensivos e antidepressivos, apresentam como efeito colateral possível, a impotência sexual, especialmente em pessoas com muitas comorbidades. Contudo, é incomum que a causa seja exclusivamente do medicamento, por isso é fundamental a confirmação dessa suspeita, através de uma avaliação criteriosa do cardiologista, antes de considerar a troca da medicação.

Doenças crônicas

As doenças crônicas mais relacionadas a disfunção erétil e impotência, são a diabetes, hipertensão, alcoolismo, tabagismo e obesidade. Todas acabam por interferir na microcirculação, resultando em sintomas como a disfunção e redução da libido.

O urologista é o médico especializado em casos de disfunção erétil e impotência. Agende uma consulta.

Leia também: Impotência sexual tem cura? Como é o tratamento?