Tratamento

Qual o tratamento para herpes genital?

O tratamento para herpes genital inclui higiene local e uso de pomadas ou comprimidos antivirais.

O herpes genital é uma infecção causada pelo vírus do herpes simples, o qual é transmitido pelo contato sexual. Seus principais sintomas são vermelhidão, dor em ferroadas e bolhas no local do contato.

As complicações graves são raras e incluem a encefalite herpética, que é a infecção do cérebro causada pelo vírus; e o herpes congênito, que é a infecção do bebê que ocorre quando há lesões de herpes na mãe durante a gravidez.

Embora o tratamento seja muito eficaz e as lesões desapareçam sem deixar cicatrizes, é importante esclarecer que o vírus não é erradicado, e continua sempre vivo dentro das células nervosas. Assim, em qualquer momento de estresse ou baixa imunidade, ele pode se reativar, levando ao surgimento de novas lesões.

Para saber o tratamento mais adequado para cada caso, é preciso consultar-se com um clínico geral, dermatologista ou ginecologista.

Amigdalite caseosa tem cura? Qual o tratamento?

A amigdalite crônica caseosa tem cura, e o tratamento pode ser clínico ou cirúrgico (idealmente cirúrgico). 

No tratamento clínico, gargarejos com soluções higiênicas ou uma excelente higiene bucal podem atenuar o problema, mas não o solucionam. Anti-inflamatórios vão minimizar os sintomas, mas também não são a cura definitiva. Ficar mexendo nas amígdalas tentando tirar o caseum pode piorar ainda mais a situação: não vai resolver o problema e pode causar infecções. Depois de confirmado o diagnóstico, a remoção das amígdalas é o único jeito de resolver a situação de forma definitiva.

A indicação da cirurgia é feita pelo próprio paciente. A cirurgia não é obrigatória se o incômodo não for muito grande para o paciente. Se, no entanto, paciente quiser realmente resolver o problema porque o incômodo já é considerável, a orientação será a realização de amigdalectomia (retirada das amígdalas).

A amigdalectomia pode ser realizada de forma convencional ou assistida por laser. Tais procedimentos, embora façam parte da rotina cirúrgica em otorrinolaringologia, não são isentos de riscos, tanto sob o ponto de vista anestésico quanto cirúrgico propriamente dito, em especial os sangramentos.

Em caso de suspeita de amigdalite caseosa, um médico (preferencialmente um otorrinolaringologista) deverá ser consultado para confirmação diagnóstica, orientação e tratamento adequados.

Quais os sintomas e tratamento para cervicite aguda?

A cervicite (inflamação do colo do útero) é assintomática (não tem sintomas) em 70 a 80% dos casos, mas a mulher pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Corrimento vaginal purulento (branco ou amarelado);
  • Dispareunia (dor nas relações sexuais);
  • Disúria (dor ou ardência ao urinar);
  • Perda de sangue após as relações sexuais;
  • Febre, ocasionalmente.

O tratamento para cervicite aguda é feito com antibióticos voltados ao agente causador, caso a caso. Uma cervicite prolongada, sem o tratamento adequado, pode-se estender ao endométrio e às tubas uterinas, causando Doença Inflamatória Pélvica (DIP), sendo a esterilidade, a gravidez ectópica e a dor pélvica crônica as principais sequelas.

Em caso de suspeita de cervicite, um médico ginecologista deverá ser consultado. Ele fará exames que permitirão dizer se você tem ou não a doença, qual o agente causador e qual o tratamento ideal, caso a caso.

Secreção pulmonar: qual o tratamento?

O tratamento da secreção pulmonar pode ser feito através de fisioterapia respiratória, que utiliza manobras específicas na caixa torácica para mobilizar a secreção e facilitar a sua eliminação pela tosse ou escarro.

Antes da fisioterapia pode ser feita uma inalação com soro fisiológico para umedecer a secreção pulmonar e facilitar a sua mobilização e posterior eliminação.

A secreção também pode ser retirada através de uma aspiração pulmonar, quando o paciente está inconsciente ou impossibilitado de tossir.

Nestes casos, o fisioterapeuta também realiza a inalação com soro e as manobras terapêuticas, mas como o paciente não pode tossir ou escarrar, a secreção é aspirada com um tubo.

Pessoas que ficam acamadas por tempo prolongado, mesmo que não tenham doença pulmonar, tendem a acumular secreção nos pulmões e muitas vezes precisam de fisioterapia respiratória.

A retirada da secreção pulmonar pelo fisioterapeuta melhora a respiração do paciente e pode prevenir complicações, como infecções.

O tratamento é igual para todos os tipos de secreção pulmonar?

O tratamento fisioterapêutico normalmente sim, variando se a secreção pulmonar estiver mais ou menos fluida.

Na realidade, o tratamento da secreção pulmonar propriamente dita é paliativo, pois visa apenas aliviar esse sintoma e melhorar temporariamente a condição do paciente.

Cada tipo de secreção pulmonar indica um tipo de doença, que precisa receber tratamento com medicamentos e condutas específicas. Se a doença não for tratada, a pessoa continuará a produzir secreção.

Quais os tipos de secreção pulmonar e as doenças associadas?
  • Secreção mucosa:

    • É semelhante à clara de ovo, esbranquiçada e viscosa;
    • Aparece em pacientes com bronquite crônica e asma brônquica, quando não há infecção bacteriana;
    • No caso da asma brônquica, a secreção pode ter coloração amarelada, mas não significar uma infecção bacteriana;
  • Secreção purulenta:
    • É amarelada ou esverdeada e extremamente viscosa, podendo ficar "grudada" na superfície do objeto em que foi colhida;
    • Pode apresentar grumos consistentes, podendo também ser chamada de "secreção em medalhões";
    • Ocorre tipicamente em casos de infecção pulmonar bacteriana;
    • Na pneumonia pneumocócica, a secreção adquire cor de ferrugem;
    • Infecções causadas por Klebsiella pneumoniae deixam a secreção arroxeada, semelhante à geleia de framboesa;
    • Infecção por Pseudomonas aeruginosa confere um aspecto esverdeado à secreção pulmonar;
  • Secreção biliosa:
    • É semelhante à pasta de anchovas;
    • Indica abscessos do fígado que chegaram ao pulmão pela comunicação que há entre o trato respiratório e o músculo diafragma, que fica acima do fígado;
  • Secreção hemática:
    • Apresenta raias de sangue;
    • Pode ocorrer em casos de tuberculose, câncer nos brônquios e tromboembolismo pulmonar;
    • Nessas situações, pode haver ainda hemoptise franca, que é a eliminação de sangue vivo;
  • Secreção rósea: Se tiver aspecto espumoso, aerado, pode ser uma congestão pulmonar;
  • Secreção enegrecida ou cinzenta: Pode ser observada em mineradores de carvão, fumantes ou pacientes com mucormicose.

A secreção pulmonar é um sinal de que algo está acontecendo no aparelho respiratório e precisa ser investiga, pois pode indicar doenças graves.

Em caso de secreção pulmonar, consulte preferencialmente um médico pneumologista.

Úlcera gástrica tem cura? Qual o tratamento?

Úlcera gástrica tem cura e o tratamento é feito com medicamentos que interrompem a produção de ácido pelo estômago, antibióticos para matar a bactéria H. pylori (uma mas principais causas de úlcera gástrica) e mudanças na alimentação. Alguns casos podem necessitar de cirurgia.

Dependendo dos sintomas da úlcera gástrica, o paciente pode precisar tomar um ou mais destes medicamentos durante algumas semanas. Eles irão interromper e dor e ajudar na cicatrização do estômago. 

As úlceras gástricas demoram algum tempo para cicatrizar e curar, por isso os medicamentos devem ser mantidos, mesmo que já não haja dor.

A alimentação deve seguir uma dieta apropriada durante um período mínimo de 4 semanas, em que o paciente deve evitar alguns alimentos e bebidas, como:

  • Álcool, café, chá, refrigerantes, sucos cítricos;
  • Frutas cítricas;
  • Hortelã;
  • Mostarda;
  • Vinagre;
  • Alimentos gordurosos;
  • Frituras;
  • Pimentas;
  • Molhos vermelhos.

Além disso, as refeições devem ser feitas em porções pequenas e várias vezes ao dia, evitando ficar muito tempo em jejum.

É importante também parar de fumar, pois o fumo dificulta a cicatrização da úlcera gástrica. O uso de anti-inflamatórios não hormonais também deve ser abandonado durante o tratamento, uma vez que a utilização frequente desses medicamentos é a 2ª maior causa de úlcera gástrica.

Veja também: Alguns remédios podem causar úlceras? O que fazer para evitar?

A cirurgia pode ser necessária se a úlcera:

  • Não cicatrizar;
  • Voltar constantemente;
  • Perfurar, sangrar ou obstruir o estômago ou duodeno.

​​Nestes casos, a cirurgia pode retirar a úlcera gástrica, diminuir a quantidade de ácido produzida pelo estômago ou fechar a perfuração e interromper a hemorragia.

O/a médico/a responsável pelo tratamento da úlcera gástrica é o/a gastroenterologista.

Calcificação no cérebro tem cura? Qual o tratamento?

Calcificação no cérebro não tem cura, mas é possível controlar os sintomas. O tratamento das calcificações cerebrais pode incluir:

  • Antipsicóticos;
  • Antidepressivos;
  • Medicamentos para o tremor;
  • Fisioterapia.

O tratamento para as calcificações no cérebro deve ter uma abordagem multidisciplinar, que contribui significativamente para o sucesso do tratamento e para um melhor prognóstico.

Dependendo dos sintomas, o paciente pode receber o mesmo tratamento dado a doenças como enxaqueca, esquizofrenia, Parkinson, transtorno bipolar, entre outras. Veja também: Quais os sintomas de calcificação no cérebro?

As intervenções terapêuticas de vários profissionais (psiquiatra, neurologista, endocrinologista, fisioterapeuta) são fundamentais para controlar os sintomas neurológicos e psiquiátricos, além da corrigir os níveis de cálcio no sangue.

Os principais objetivos do tratamento para calcificações cerebrais são:

  • Controlar os sintomas;
  • Recuperar a funcionalidade psíquica e motora;
  • Melhorar a qualidade de vida;
  • Prevenir complicações;
  • Prevenir a progressão da doença, quando possível.

Está em estudo um medicamento específico capaz de inibir a progressão das calcificações cerebrais, que já é usado em outras doenças ósseas, como a osteoporose. Pessoas que receberam tratamento com essa medicação têm apresentando bons resultados.

As calcificações cerebrais são ossos que se formam no cérebro, uma vez que a calcificação é composta pelo mesmo material que forma ossos e dentes. A causa dessa anomalia parece estar relacionada com mutações de alguns genes.

O diagnóstico da calcificação no cérebro é feito através de tomografia computadorizada pelo médico neurologista.

Qual o tratamento para fungo nas unhas das mãos e pés?

O tratamento da micose das unhas (onicomicose) deverá levar em conta alguns fatores:

  • número de unhas acometidas;
  • porcentagem da unha que está acometida;
  • doenças que o paciente possui e medicações que faz uso.

Após esta avaliação e, considerando que foi realizado idealmente exame que comprove a infecção fúngica, ou se a apresentação clínica for típica, deverá ser optado por realizar tratamento com medicação antifúngica, que pode ser tópica ou sistêmica. Se forem poucas as unhas afetadas e em porcentagem de acometimento inferior a 50% da unha, deve ser tentado tratamento tópico. O esmalte deverá ser aplicado de uma a duas vezes por semana e há diversas opções disponíveis atualmente. Se forem muitas unhas acometidas, é necessário o tratamento com antifúngicos de uso oral, como terbinafina, itraconazol e fluconazol. O tratamento sistêmico pode estar associado ao uso de esmaltes. usualmente a dose é de um comprimido por dia e é necessário seguimento periódico com realização de exames laboratoriais de controle.

O tempo mínimo de tratamento é de seis a 12 meses para as unhas da mãos e seis a 18 meses para as unhas dos pés.

Uma opção relativamente recente é o uso de laser. Contudo, esta tecnologia não tem uma aceitação irrestrita na literatura e serve como método auxiliar, sendo necessário o uso de antifúngicos também.

O tratamento da onicomicose deve ser feito pelo médico dermatologista.

Quais sãos as causas do útero infantil? Tem tratamento?

As causas do útero infantil podem ser doenças ou lesões no hipotálamo e hipófise, doenças genéticas e o uso prolongado de esteroides. O útero infantil é o útero que não se desenvolveu normalmente devido à deficiências na produção, secreção ou ação de hormônios que têm a função de estimular o desenvolvimento das características e órgãos sexuais. 

O útero infantil é uma das características do hipogonadismo hipogonadotrófico e o seu tratamento é feito dependendo da sua causa. No hipogonadismo hipogonadotrófico a mulher pode ter um útero infantil (pequeno, que não se desenvolveu adequadamente), mas com os ovários normais e apresentar ovulações. Nesse caso, ela poderá engravidar, mas a chance de abortamento é grande, pois o feto não terá espaço para se desenvolver.

Outra situação ocorre quando a mulher tem o útero infantil e os ovários também. Por não ocorrer a ovulação, não há chance de gravidez natural. Existem tratamentos para que a mulher com útero infantil possa engravidar, mas é necessário uma avaliação cuidadosa do problema pelos médicos ginecologista/obstetra e endocrinologista ou ainda, uma equipe multidisciplinar.

Cisto no ovário tem cura? Qual o tratamento?

Os cistos ovarianos tem cura e o tratamento pode ser clínico e/ou cirúrgico.

Os cistos ovarianos funcionais, aqueles gerados por alterações hormonais, geralmente não necessitam de tratamento. Eles geralmente somem depois de 8 a 12 semanas sem tratamento.

O tratamento clínico pode ser feito com pílulas anticoncepcionais. E o médico solicitará periodicamente (usualmente a cada seis meses) ultrassonografia transvaginal para avaliar as dimensões e características do cisto e surgimento de novas lesões. O uso da pílula a longo prazo pode diminuir o surgimento de novos cistos no ovário. As pílulas não diminuem o tamanho dos cistos que já existem no ovário, sendo que normalmente estes desaparecem sozinhos.

Pode ser necessária a realização de cirurgia para a remoção de cistos do ovário ou para garantir a ausência de células cancerígenas. O procedimento cirúrgico é indicado nos casos de maior risco de câncer de ovário, como nos casos abaixo:

  • Cistos complexos (com componente líquido e sólido) no ovário que não desaparecem;
  • Cistos sintomáticos que não regridem;
  • Cistos simples no ovário que são maiores que 5 a 10 centímetros;
  • Mulheres que estão na menopausa ou próximas desse período.

Os tipos de cirurgia para ressecção do cisto são:

  • Laparotomia exploradora;
  • Laparoscopia pélvica;

O médico ginecologista indicará o melhor tratamento.

Leia também: O que é um cisto unilocular?

Qual o tratamento no caso de coágulo no cérebro?

O tratamento de um coágulo no cérebro geralmente é feito através de uma pequena cirurgia, em que se faz uma abertura do tamanho de uma moeda pequena no crânio, para drenar o hematoma. Se o coágulo estiver na meninge (capa fibrosa que recobre o cérebro), nem é preciso abrir o crânio.

Outra forma de tratamento, dependendo da localização e da extensão do hematoma, é através de medicamentos anticoagulantes, que "afinam" o sangue e dissolvem o coágulo cerebral.

O diagnóstico do coágulo é feito com os exames de tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Um coágulo no cérebro aumenta a pressão interna do crânio e provoca a liberação de substâncias inflamatórias que podem levar a danos cerebrais irreversíveis. Em alguns casos podem causar a morte ou invalidez do/a paciente, por isso necessitam de tratamento médico urgente.

O tratamento dos coágulos cerebrais é feito pelo/a médico/a neurocirurgião/ã.

Íngua no pescoço: qual o tratamento?

O tratamento para íngua no pescoço vai depender essencialmente da sua causa, que pode ir desde pequenas inflamações locais a doenças graves, como o câncer. Casos em que as ínguas no pescoço são causadas por pequenos processos inflamatórios, situação comum em crianças, muitas vezes não necessitam de tratamento.

Na realidade, na maioria dos casos, os nódulos ou ínguas no pescoço são sintomas de alguma doença, que pode ou não necessitar de tratamento. Se for uma infecção, por exemplo, o tratamento com antibióticos deve ser iniciado o mais brevemente possível, para evitar complicações ou a propagação da infecção.

No caso do bócio na tireoide, outra causa de íngua no pescoço, o tratamento inclui medicamentos e/ou cirurgia para removê-lo. Casos em que os nódulos no pescoço são provocados por um tumor benigno, também podem necessitar de remoção cirúrgica.

Doenças malignas como linfoma, câncer de boca, laringe, faringe e esôfago, também podem se manisfestar sob a forma de íngua no pescoço e, quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maiores são as chances de cura.

A íngua no pescoço, em adultos e crianças, deve ser examinada por um médico o quanto antes, para evitar possíveis complicações e para que a causa seja devidamente diagnostica e tratada.

Leia também: O que é adenite e o que pode causá-las?

Enxaqueca: Sintomas e Tratamento

Sintomas da Enxaqueca: o primeiro passo no caminho do tratamento da enxaqueca é o seu correto diagnóstico e para o correto diagnóstico da enxaqueca é preciso conhecer os sintomas da enxaqueca para diferenciar a enxaqueca das outras causas de cefaléia.  Muito comum é a confusão entre enxaqueca e as outras formas de cefaléia ou dor de cabeça. A cefaléia é apenas um sintoma que pode aparecer isolado ou aparecer em conjunto com outros sintomas em um grande número de doenças como a gripe, hipertensão arterial, meningite ou tumor cerebral e até mesmo na própria enxaqueca, para citar apenas alguns exemplos de doenças em que a cefaléia pode aparecer.

A enxaqueca é uma doença que tem como principal sintoma a cefaléia. A cefaléia da enxaqueca tem algumas características especiais como a periodicidade das crises de que podem ser desde diárias até semanais ou quinzenais e em alguns pacientes as crises são mais esparsas. Essa periodicidade é que leva o médico ao diagnóstico de enxaqueca. Geralmente a dor é em apenas um dos lados da cabeça, pode ocorrer nos dois lados e apresenta-se na forma de uma dor pulsátil. Geralmente é de forte intensidade levando o paciente a procurar o serviço de emergência com frequência. Alguns pacientes apresentam aura pré-crise (espécie de alteração visual que antecede a crise de enxaqueca ou ocorre logo no início da crise). Náuseas, vômitos, fraqueza, tontura e mal-estar geralmente estão associados às crises de enxaqueca, principalmente se a dor for muito intensa. Um médico de posse desses dados pode fazer o diagnóstico e conduzir adequadamente a investigação e tratamento adequado para cada caso.

Causas da enxaqueca

Não existe uma causa definida para enxaqueca, provavelmente o fator genético está presente devido o fato de haver “famílias de enxaquecosos”. O que já se sabe é que alguns fatores são desencadeantes das crises de enxaqueca como preocupações, ansiedade, stress, ficar muito tempo sem comer, alguns tipos de bebidas alcoólicas, excesso de café e adoçantes. Para algumas mulheres existe uma relação direta com o período menstrual. O sono também é importante e dormir pouco, dormir demais ou sono mal dormido pode desencadear a dor. O sol, a claridade, mudanças climáticas, o cigarro e a poluição são outros fatores. Evitar ou diminuir os fatores anteriormente citados pode reduzis o número de crises.

A maioria das pessoas que sofrem de enxaqueca apenas toma remédios para as crises de dor, são analgésicos apenas, que não tem nenhum efeito em longo prazo no controle da enxaqueca.

Tratamento da enxaqueca

O tratamento da enxaqueca pode ser feito com o uso de medicamentos antidepressivos, anticonvulsivantes e betabloqueadores. Além de algumas medidas gerais que são muito importantes no controle e tratamento da enxaqueca e devem ser adotadas por todos os pacientes: evitar o consumo de bebidas alcoólicas, dormir pelo menos 8 horas por dia, dieta equilibrada e o principal fator é a prática regular de exercícios físicos (mínimo de 30 minutos de exercícios aeróbicos entre 3 a 5 vezes por semana.