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Tenho um galo no lado direito da testa...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Bom pela sua descrição houve a formação de uma "massa" que não reduziu com o tempo, esses tipos de lesão com volume somente podem ser retiradas (na maioria das vezes) por via cirúrgica (só examinando a lesão para ter certeza), procure um médico. Não é grave (geralmente) e o objetivo da retirada é (geralmente) estético.

O que é derrame articular e sinovite?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Derrame articular é o aumento do líquido presente dentro da articulação e sinovite é a inflamação de uma membrana presente em alguma articulações.

Tomografia: pulmões com estrias densas situadas em ambos...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Pelo que você citou parecem sequelas pulmonares decorrentes de algo que já aconteceu no passado. Pode ser por infecções pulmonares, cigarro (talvez). Geralmente essas lesões cicatriciais já estão definidas e não há muito o que fazer. A única forma de tratamento é a retirada cirúrgica (raramente é feita, somente em situações muito específicas).

O que significa uma contusão óssea na tíbia e na fíbula?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Uma contusão óssea na tíbia e na fíbula significa um traumatismo nos ossos da perna, geralmente causado por uma pancada.

A tíbia é o osso da "canela" e a fíbula (antigo "perônio") fica ao lado tíbia, na parte de fora da perna. O local de contato entre esses dois ossos é a articulação tíbio-fibular, onde ocorreu a contusão.

Uma contusão óssea deixa o osso "inchado" e provoca uma dor intensa. Ao contrário dos hematomas verificados na pele, onde o sangue tem espaço para se espalhar, no osso o sangue fica confinado a uma área pequena devido à falta de espaço para escoar. O resultado é um edema (inchaço) com bastante dor.

Qual o tratamento para uma contusão óssea na tíbia e na fíbula?
  • Descanso: O paciente deve ficar pelo menos 15 dias sem praticar esportes e atividades que exigem muito esforço físico;
  • Fisioterapia: (deverá ser avaliado para indicação de um ou mais tipos de tratamento específico, como os exemplos descritos abaixo)
    • Exercícios para fortalecer outras partes próximas do corpo;
    • Estimulação elétrica para acelerar o tempo de recuperação;
    • Compressão com Wraps e Kinesio Taping para remover o excesso de líquido do local afetado e tornar a cicatrização mais rápida;
    • Massagem do tecido mole ao redor para melhorar a circulação e favorecer a reparação dos ossos;
    • Aparelhos de apoio, como cintas, órteses, bengalas, muletas, andadores, podem auxiliar a locomoção dos pacientes se necessário;
  • Medicamentos anti-inflamatórios.
Qual o tempo de recuperação de uma contusão óssea?

O tempo de recuperação varia entre duas semanas e um ano para cicatrizar por completo. Na maioria dos casos, o inchaço é reabsorvido após duas a seis semanas.

Casos que demoram 1 ano para cicatrizar são extremos e geralmente ocorrem devido a complicações ou problemas metabólicos, como a osteoporose, que bloqueiam a cicatrização.

O diagnóstico e o tratamento de uma contusão óssea são da responsabilidade do médico ortopedista.

Leia também: Qual a diferença entre entorse, luxação, contusão e fratura?

Bati com a cabeça na parede ontem e agora dor de cabeça?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A maior preocupação quando existe um trauma na cabeça é uma hemorragia intracraniana, mas geralmente seus sinais ocorrem nas primeiras horas após  trauma (desmaio, vômito, cefaleia intensa, sonolência e coma - dormir e não acordar mais), dor de cabeça fraca é perfeitamente esperado para alguém que bateu a cabeça e sobreviveu.

Hoje a tarde levei uma pancada na cabeça...
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A princípio não. Somente se no momento do trauma, ou até 6 horas após, houver sinais de alerta ou de gravidade, como:

  • Perda de consciência,
  • Vômitos,
  • Dor de cabeça intensa e refratária a medicações,
  • Sonolência em horário não habitual,
  • Alteração de força ou sensibilidade ou
  • Confusão mental.

Ou em caso de fatores de risco, como:

  • Pacientes idosos ou
  • Uso regular de anticoagulantes.

Nesses casos está sim indicada uma avaliação no serviço de emergência, aonde caberá ao médico avaliar a necessidade ou não de realizar um exame de imagem.

O exame de imagem indicado para casos de trauma, é a tomografia computadorizada de crânio, com o objetivo de descartar hemorragias intracranianas. Como é um exame que emite carga elevada de raio-x, não deve ser indicado regularmente, mas nos casos de sinal de alerta ou alto risco de lesão, deverá ser submetido.

Leia também: Tomografia de crânio: como é feita e para que serve?

Nos casos de pessoas saudáveis ou sem fatores de risco, a ocorrência de hemorragia ou contusão cerebral determinam alterações clínicas evidentes, como episódios de vômitos, cefaleia intensa e perda da consciência. Na ausência desses sintomas está indicada apenas a observação.

As primeiras seis horas são fundamentais para manter o acompanhamento, uma vez que aconteça algum dos sintomas citados, procure uma emergência imediatamente.

Contusão e edema da medula óssea da tíbia, fíbula e tálus...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Contusão e edema são os sinais de trauma no osso e medula óssea (no caso da tíbia, fíbula e tálus - nome dos ossos). Rotura é o rompimento do ligamento.

Meu namorado quebrou as costelas, qual tempo de recuperação?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Os ossos leva de 30 a 90 dias para soldarem, mas a recuperação total pode levar anos. A dor que ele sente também pode permanecer por muitos meses. A maioria dos pacientes sobrevive a algumas costelas quebradas.

Qual médico procuro para laudo de deficiência física?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Acredito que deve procurar um médico que faça o atestado admissional e que coloque no atestado sua deficiência ou qualquer médico pode atestar sua deficiência.

Meu vizinho que sofreu acidente e está coma vigil...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Estes métodos alternativos de comunicação somente podem ser usados quando a pessoa sai do coma e apresenta uma dificuldade ou incapacidade de se comunicar por fala ou escrita. Mas a pessoa já deve estar consciente de tudo que está acontecendo. O estado de coma é um estado de alteração da consciência, no coma vigil pode até existir movimentos, mas estes movimentos são na maioria das vezes involuntários e reflexos e não representam um pensamento ordenado ou um estado de consciência normal. Quando a pessoa recupera a capacidade de pensar e de alguma forma comunicar esse pensamento ela já não está mais em coma.

Estresse pós-traumático tem cura? Qual é o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Estresse pós-traumático pode ter cura, embora o tratamento seja difícil e uma parte dos pacientes possam permanecer com sintomas por muitos anos, necessitando manter acompanhamento por tempo indeterminado.

Trata-se de um transtorno psicológico crônico, que ocorre após a exposição de eventos traumáticos graves, como participação em guerras; sofrer ou presenciar abusos e violências, seja sexual ou física; uma grande perda, como o falecimento de um familiar, entre outros.

Qual é o tratamento do estresse pós-traumático?

O tratamento deve ser realizado com:

  • Psicoterapia e
  • Medicamentos. Os Antidepressivos são os medicamentos de primeira escolha nesse caso, embora existam outras opções a serem associadas em casos mais graves.

Após 3 meses de tratamento, os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático tendem a se estabilizar. Porém, a doença poderá retornar se houver novamente uma situação traumática ou que seja semelhante àquela que originou o estresse.

Em geral, a psicoterapia, através da terapia cognitivo-comportamental, é a primeira opção de tratamento para o estresse pós-traumático. Contudo, a medicação tem papel importante, principalmente no início do tratamento, minimizando os sintomas e auxiliando na adesão ao tratamento psicológico.

A escolha do tipo de medicamento depende de vários fatores, como a condição de saúde do paciente, presença de outros transtornos psiquiátricos ou doenças, efeitos colaterais da medicação, entre outros.

Atualmente os medicamentos mais indicados nesses casos são os antidepressivos Fluoxetina, Sertralina, Paroxetina e a Venlafaxina.

Muitas vezes é necessário incluir mais de um tipo de medicamento, especialmente quando não há resposta à terapia com antidepressivos ou em casos muito graves. Nesses casos está indicado a associação de antipsicóticos em doses baixas. Esses medicamentos coadjuvantes também atuam no tratamento dos transtornos do sono (insônia, pesadelos, terror noturno),da ansiedade, agitação e sintomas de agressividade.

Nos casos mais graves, os antipsicóticos devem ser iniciados de imediato, devido aos riscos e prejuízos à saúde física e mental do paciente.

Os benzodiazepínicos (ansiolíticos) não são recomendados para tratar o transtorno. Além de não terem eficácia comprovada nesse tipo de situação, podem causar ansiedade e insônia pelo efeito rebote. Quando prescritos, deve-se dar preferência aos de meia-vida longa para evitar o efeito rebote e não prolongar o uso por mais de 4 semanas.

Mesmo com a remissão completa dos sintomas, deve-se manter o tratamento do estresse pós-traumático por algum tempo. Lembrando que a manifestação dos sintomas é cíclica e pode piorar se a pessoa ficar exposta a situações que lembrem o trauma.

Não há um tempo definido de tratamento. Cabe ao médico psiquiatra e ao psicoterapeuta avaliarem o caso, de maneira que os medicamentos sejam retirados gradualmente e o tratamento não seja interrompido abruptamente nem se prolongue por tempo demasiado, quando o paciente já não apresenta sintomas.

Saiba mais em: O que é estresse pós-traumático e quais são os sintomas?

Devido a uma forte pancada o rim pode secar?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

No caso de um trauma pode ocorrer um atrofia renal, ele diminui de tamanho e para de funcionar, mas não desaparece. Provavelmente seu filho já nasceu sem o rim esquerdo, isso é um problema chamado agenesia renal. Ele pode ter um a vida normal e viver plenamente bem com apenas um rim.