Pergunte ao Médico
Pergunte ao Médico
Como Funciona

Exame Gravidez

Faço tratamento com Indux para engravidar...

Você pode fazer quando quiser. Mas o ideal é somente fazer o exame se caso tenha um atraso menstrual e esse atraso seja persistente por pelo menos 15 dias. Porém se sua ansiedade é muito grande pode fazer o exame dia 14 e se realmente estiver grávida o exame já vai dar positivo.

Dr. Charles Schwambach
Existem medicamentos que podem alterar o exame Beta HCG?

Existem medicamentos que podem alterar o exame Beta HCG, como a fenotiazida, que é usado no tratamento de transtornos emocionais, e medicamentos para reprodução, pois possuem o hormônio HCG na sua fórmula. Medicamentos anticoncepcionais e a pílula do dia seguinte não alteram o resultado do exame beta HCG.

Em geral, medicamentos usados para tratamento da ansiedade, tranquilizantes, sedativos e antipsicóticos, além de remédios anticonvulsivantes ou antiepilépticos​, podem interferir no resultado do exame Beta HCG, produzindo falsos positivos.

Apesar disso, é importante lembrar que a interpretação dos resultados do exame deve ser feita pelo médico. Para maiores informações e esclarecimentos sobre quais medicamentos podem alterar o exame Beta HCG, o melhor é falar com um médico clínico geral ou ginecologista, de preferência.

Que exames devem ser feitos durante a gravidez?

Os exames que devem ser feitos durante o pré-natal, idealmente, em grávidas sem fatores de risco, são os seguintes:

1º mês:
  • Tipagem de sangue (ABO e Rh): É importante para identificar o tipo de sangue, o que é essencial, especialmente quando a gestante é Rh negativo e o pai é Rh positivo. Quando isso acontece, é preciso fazer exames de controle durante a gravidez, para verificar se ocorreu a isoimunização - passagem do sangue fetal Rh positivo para mãe e consequente produção de anticorpos, principalmente depois do segundo filho do casal. Atualmente o Rh negativo não representa riscos, se houver um controle adequado através do exame de sangue Coombs indireto. É importante se lembrar que uma "vacina" deve ser aplicada na 28ª semana de gestação e outra logo depois do parto, para inibir a criação do fator anti-Rh);
  • Hemograma completo: Revela se a gestante tem anemia, ou revela sinais de infecção bacteriana ou viral; pode ser repetido durante o decorrer do pré-natal, caso seja necessário. Durante a gravidez é normal a gestante ser um pouco anêmica em relação a padrões normais. No entanto, é preciso estar atento a baixas acentuadas da hemoglobina no sangue periférico​);
  • Glicemia de jejum (Para pesquisa de diabetes. Em casos específicos, deve ser repetida durante a gestação e acompanhado da glicemia pós prandial ou curva glicêmica);
  • Sorologias para Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Hepatite B e C e HIV (pesquisa de infecções congênitas capazes de causar dano fetal);
  • Urina I: Pesquisa de infecção urinária, que é bastante frequente durante a gravidez, porque ocorrem alterações hormonais e crescimento do útero. Sempre que houver suspeita de infecção, o exame deve ser repetido; 
  • Protoparasitológico de fezes: Pesquisa de verminoses que podem causar anemia ou outros problemas nas gestantes. Apesar de não causarem problemas nos fetos, os problemas devem ser identificados e tratados na altura certa da gravidez para não prejudicarem a mãe.
2º mês (7-8 semanas):
  • Ultra-som transvaginal (avaliação da correta localização da gestação; cálculo mais preciso da idade gestacional; diagnóstico de gestação múltipla e sua viabilidade).
4º mês (11-14 semanas):
  • Translucência nucal (TN) (também chamado de Ultrassom gestacional morfológico de 1º trimestre - rastreio de alterações que possam sugerir anormalidades cromossômicas);
  • Amniocentese e/ou biópsia de vilo corial (para pesquisa de anormalidades cromossômicas. É realizado com base em solicitação dos pais, idade materna avançada, TN alterada no USG ou mulheres que já tiveram um filho com problemas congênitos, que possuem histórico de doenças genéticas na família e querem saber o quanto antes se o bebê foi afetado);
  • Doppler do ducto venoso (verifica, com mais precisão, riscos de má-formação. O doppler é um ultra-som sofisticado, que analisa o ducto venoso, um vaso sanguíneo do feto. Alterações cardíacas ali podem sinalizar problemas congênitos).
5º mês (20-24 semanas):
  • Ultra-som morfológico de 2º trimestre (avaliação de crescimento fetal, malformações anatômicas fetais);
  • Ecocardiografia fetal (pesquisa de cardiopatias fetais, principalmente em mães diabéticas, com cardiopatias ou históricos familiares destas doenças);
  • Teste triplo (quando indicado e/ou amniocentese para avaliação das anomalias fetais);
  • Fibronectina fetal (identifica precocemente a gestante com risco de parto prematuro).
6º mês:
  • Pesquisa de diabetes gestacional; além de algumas sorologias realizadas que deverão ser repetidas como, HIV, sífilis, toxoplasmose; pesquisa de anemia e infecção urinária;
7º e 8º mês
  • Ultrassom (só se houver alguma necessidade específica); 
  • Pesquisa de estreptococos (embora o corrimento vaginal, sem odor e de cor clara seja normal, a pesquisa de estreptococos beta hemolíticos na "secreção" vaginal, na 37ª semana de gestação, é muito importante. A presença desta bactéria pode levar a complicações para mãe e para o bebê no pós-parto).
9º mês
  • Ultrassom morfológico de 3º trimestre (avaliação crescimento e desenvolvimento fetal; posição fetal; peso estimado para a época do parto; quantidade de líquido amniótico; amadurecimento placentário). 

Em muitas ocasiões, não é necessária a realização de absolutamente todos os exames supracitados. Em caso de gravidez ou suspeita, um médico ginecologista deverá ser consultado para verificar se está grávida ou não e iniciar seu acompanhamento correto.

Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Que exames devem ser feitos durante a gravidez?

Os exames que devem ser feitos durante o pré-natal, idealmente, em grávidas sem fatores de risco, são os seguintes:

1º mês:
  • Tipagem de sangue (ABO e Rh). Necessário para detectar o tipo de sangue, principalmente quando a gestante é Rh negativo e o pai é Rh positivo. Essa combinação exige exames de controle durante a gravidez, para detectar se houve isoimunização - passagem do sangue fetal Rh positivo para mãe com produção de anticorpos, especialmente a partir do segundo filho do casal. Hoje, o Rh negativo não traz riscos, desde que haja um controle periódico através do exame de sangue Coombs indireto. Não se deve esquecer da aplicação de uma "vacina" na 28ª semana de gestação e logo após o parto que inibe a formação do fator anti-Rh);
  • Hemograma completo (mostra se a gestante tem anemia, ou dá indícios de infecção bacteriana ou viral; pode ser repetido durante o decorrer do pré-natal se houver necessidade. A grávida é um pouco anêmica quando comparada a padrões normais, mas é importante estar atento a eventuais baixas exageradas da hemoglobina no sangue periférico​);
  • Glicemia de jejum (Para pesquisa de diabetes. Em casos específicos, deve ser repetida durante a gestação e acompanhado da glicemia pós prandial ou curva glicêmica);
  • Sorologias para Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Hepatite B e C e HIV (pesquisa de infecções congênitas capazes de causar dano fetal);
  • Urina I (pesquisa de infecção urinária, muito comum na gestação, principalmente pelas modificações anatômicas provenientes do aumento do útero e pelas alterações hormonais próprias da gravidez. Qualquer indício de infecção acarreta a repetição deste exame); 
  • Protoparasitológico de fezes (pesquisa de verminoses que eventualmente causam anemia ou outras complicações às gestantes. Esses parasitas não prejudicam o feto, mas devem ser diagnosticados e tratados no momento certo da gravidez para evitar problemas à mãe).
2º mês (7-8 semanas):
  • Ultra-som transvaginal (avaliação da correta localização da gestação; cálculo mais preciso da idade gestacional; diagnóstico de gestação múltipla e sua viabilidade).
4º mês (11-14 semanas):
  • Translucência nucal (TN) (também chamado de Ultrassom gestacional morfológico de 1º trimestre - rastreio de alterações que possam sugerir anormalidades cromossômicas);
  • Amniocentese e/ou biópsia de vilo corial (para pesquisa de anormalidades cromossômicas. É realizado com base em solicitação dos pais, idade materna avançada, TN alterada no USG ou mulheres que já tiveram um filho com problemas congênitos, que possuem histórico de doenças genéticas na família e querem saber o quanto antes se o bebê foi afetado);
  • Doppler do ducto venoso (verifica, com mais precisão, riscos de má-formação. O doppler é um ultra-som sofisticado, que analisa um vaso sanguíneo específico do feto, o ducto venoso. Alterações cardíacas neste local podem indicar problemas congênitos).
5º mês (20-24 semanas):
  • Ultra-som morfológico de 2º trimestre (avaliação de crescimento fetal, malformações anatômicas fetais);
  • Ecocardiografia fetal (pesquisa de cardiopatias fetais, principalmente em mães diabéticas, com cardiopatias ou históricos familiares destas doenças);
  • Teste triplo (quando indicado e/ou amniocentese para avaliação das anomalias fetais);
  • Fibronectina fetal (identifica precocemente a gestante com risco de parto prematuro).
6º mês:
  • Pesquisa de diabetes gestacional; além de algumas sorologias realizadas que deverão ser repetidas como, HIV, sífilis, toxoplasmose; pesquisa de anemia e infecção urinária;
7º e 8º mês:
  • Ultrassom (só se houver alguma necessidade específica); 
  • Pesquisa de estreptococos (embora o corrimento vaginal, sem odor e de cor clara seja normal, a pesquisa de estreptococos beta hemolíticos na "secreção" vaginal, na 37ª semana de gestação, é muito importante. A presença desta bactéria pode trazer complicações tanto para a mãe como para o bebê no período pós-parto).
9º mês
  • Ultrassom morfológico de 3º trimestre (avaliação crescimento e desenvolvimento fetal; posição fetal; peso estimado para a época do parto; quantidade de líquido amniótico; amadurecimento placentário). 

Em muitas ocasiões, não é necessária a realização de absolutamente todos os exames supracitados. Em caso de gravidez ou suspeita, um médico ginecologista deverá ser consultado para verificar se está grávida ou não e iniciar seu acompanhamento correto.

Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Beber muita água pode alterar o teste de gravidez de farmácia?

Sim, beber muita água antes de fazer o teste de gravidez de farmácia pode alterar o resultado e dar um falso negativo, ou seja, a mulher pode estar grávida e o resultado dar negativo. Isso porque a urina torna-se mais diluída, reduzindo a concentração do hormônio HCG.

Por isso, recomenda-se que o teste de gravidez de farmácia seja feito logo ao acordar, com a primeira urina da manhã, que é mais concentrada. É importante também desprezar o primeiro jato de urina e colher o segundo jato, pois ajuda a limpar a uretra.

O HCG (gonadotrofina coriônica) é um hormônio produzido pelo organismo da mulher quando há gestação, ou seja, após a fecundação e a implantação do embrião no útero. É através desse hormônio que a gravidez é detectada, tanto pelo teste de gravidez de farmácia como pelos exames laboratoriais de sangue e urina.

Exame de gravidez deu negativo mas tenho sintomas de gravidez: o que pode ser?

Se o exame de gravidez deu negativo mas está com sintomas de gravidez, é preciso investigar melhor para saber o que pode estar errado. O exame beta HCG normalmente já dá positivo cerca de uma semana depois da mulher ter engravidado.  

Caso o atraso menstrual permaneça (este é o principal sintoma de gravidez), espere 10 dias e repita o exame. Se der novamente negativo e os sintomas de gravidez não desaparecerem, é preciso consultar um médico ginecologista para saber o que está acontecendo.

O médico pode fazer um ultrassom transvaginal, se ele achar necessário, embora o exame não mostre nada nas primeiras 5 semanas de gestação.

exame beta HCG raramente dá falsos resultados e, de um modo geral, deve-se acreditar sempre no seu resultado. No entanto, só o médico pode interpretá-lo, de acordo com os sintomas, e conduzir uma investigação mais aprofundada, caso se justifique.

Para fazer o teste de gravidez a menstruação precisa estar atrasada?

Sim. Se fizer antes da data da menstruação chegar o resultado pode não ser seguro, pode fazer a teste já com 1 dia de atraso.

Dr. Charles Schwambach