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Uma crise de asma pode matar?

Sim, uma crise de asma pode matar. Se não for tratada adequadamente, a asma pode levar à morte devido ao bloqueio que provoca nas vias aéreas, dificultando a respiração e a oxigenação dos órgãos do corpo. 

Durante uma crise de asma grave, a pessoa pode necessitar do auxílio de aparelhos para respirar. Nesses casos, muitas vezes vezes o paciente não resiste e pode morrer.

Isso acontece porque o "entupimento" das vias aéreas provocado pela asma prejudica a entrada e a saída de ar dos pulmões, causando falta de ar, tosse e chiado no peito.

Sem tratamento, a asma pode tornar esse bloqueio das vias aéreas irreversível e a pessoa deixa de conseguir enviar a quantidade de oxigênio que os órgãos do corpo necessitam para funcionar adequadamente. Nas crises mais graves, essa falta de oxigênio pode levar à morte.

Para saber se a asma está controlada, deve-se observar os seus sinais e sintomas. Se a pessoa tiver apresentado, pelo menos uma vez nas últimas 4 semanas, algum dos seguintes itens, é possível que a doença não esteja sob controle:

  • Sintomas durante o dia, mais de 2 vezes por semana;
  • Acordar durante a noite por causa da asma;
  • Usar medicamentos para aliviar a falta de ar mais de 2 vezes por semana;
  • Limitação das atividades diárias decorrente da asma.

Veja também: Como identificar uma crise de asma?

Nesses casos, o paciente deve procurar o seu médico pneumologista para uma avaliação. Para prevenir as crises de asma que podem matar, é fundamental seguir o tratamento de forma correta e contínua, mantendo sempre o cuidado com o ambiente.

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Enfisema pulmonar é câncer?

Não, enfisema pulmonar não é câncer. O enfisema é uma doença degenerativa crônica que provoca lesões irreversíveis nos alvéolos ("saquinhos de ar" que armazenam o ar nos pulmões e através dos quais ocorrem as trocas gasosas na respiração).

No enfisema pulmonar, os alvéolos vão sendo destruídos pouco a pouco, à medida que vão sendo expostos a substâncias agressivas ao longo de vários anos.

Com o tempo, surge um processo inflamatório crônico nos alvéolos, que se rompem e formam bolhas. Isso reduz a superfície disponível para as trocas gasosas, diminuindo assim a quantidade de oxigênio que chega ao sangue e dificultando a respiração.

A principal causa do enfisema pulmonar é o tabagismo, sendo responsável por cerca de 85% dos casos. Contudo, a exposição a outros tipos de poluentes e substâncias agressivas, como poluição do ar, pó de sílica, fumaças de indústrias, também podem causar enfisema.

Há ainda uma forma genética de enfisema pulmonar, cuja causa é a falta de uma proteína usada pelo organismo para proteger as estruturas elásticas do pulmão.

Já o câncer de pulmão é uma doença maligna, ou seja, as células do tumor multiplicam-se de forma rápida e descontrolada, podendo se infiltrar em estruturas próximas ou se disseminar em órgãos distantes dos pulmões (metástase).

Veja também: Câncer de pulmão tem cura?Qual a diferença entre maligno e benigno?

Contudo, apesar de serem doenças completamente diferentes, sabe-se que pessoas com enfisema pulmonar e bronquite crônica (Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas) têm mais chances de desenvolver câncer de pulmão.

Portanto, o enfisema pulmonar não é câncer nem tem chances de se tornar um, mas é considerado um fator de risco para desenvolver a doença.

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Prisão de ventre pode ser câncer?

Sim, prisão de ventre pode ser um sintoma de câncer de intestino. Nesses casos, a constipação intestinal pode se alternar com diarreia e a pessoa pode apresentar também anemia, fraqueza, cólicas, perda de peso, sangue ou muco nas fezes, perda de apetite, dor no estômago, entre outros sintomas.

É importante lembrar que esses sinais e sintomas geralmente só se manifestam quando a doença está avançada, já que o câncer de intestino não costuma causar sintomas na fase inicial. Além disso, a alteração dos hábitos intestinais (prisão de ventre ou diarreia) nesses casos não está associada à alimentação.

Vale frisar também que existem diversas causas para a prisão de ventre, sendo a baixa ingestão de fibras e água uma das principais. Outras doenças do aparelho digestivo e o uso de alguns medicamentos também podem prender o intestino.

Veja também: O que é prisão de ventre e quais são as suas causas?

Os fatores de risco para desenvolver câncer de intestino incluem idade acima de 50 anos, alimentação pobre em fibras e rica em gorduras, excesso de peso, sedentarismo, tabagismo e história de câncer ou pólipos intestinais na família.

O diagnóstico do câncer de intestino é feito através de colonoscopia. Se for detectada no início, a doença pode ter cura, daí ser muito importante ter atenção aos sinais e sintomas.

Leia também: Colonoscopia pode detectar câncer de intestino?

Em caso de prisão de ventre (menos de 3 evacuações por semana) ou diarreia acompanhados de algum dos sintomas apresentados, procure um médico de família, clínico geral ou gastroenterologista para uma avaliação.

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Deficiência de IgA tem cura? Qual é o tratamento?

A deficiência de IgA pode ter cura, dependendo da sua causa. O tratamento é direcionado para prevenir ou tratar as doenças que podem surgir devido à deficiência de imunoglobulina A. 

Pacientes que não apresentam sintomas precisam apenas de acompanhamento. Casos de infecções bacterianas são tratados com antibióticos, que também podem ser administrados para prevenir novos quadros infecciosos nos casos mais graves.

O tratamento da deficiência de IgA pode incluir ainda preparados orais de imunoglobulinas contendo IgG e pouquíssimas quantidades de IgA devido ao risco de reação anafilática.

Deficiências de IgA decorrentes do uso de medicamentos muitas vezes são resolvidas com a suspensão da medicação. 

Pessoas que sofreram reação anafilática após uma transfusão de sangue ou depois de receber imunoglobulinas devem usar algum tipo de identificação para prevenir a administração de imunoglobulinas e evitar assim a anafilaxia.

A deficiência de IgA está relacionada com defeitos em uma célula de defesa chamada linfócito B. Pode ser causada sobretudo por fatores genéticos, uso de medicamentos e infecções virais.

Apesar de não ter cura em alguns casos, a deficiência de IgA normalmente tem evolução benigna e muitos pacientes têm uma vida praticamente normal, sem grandes problemas. O prognóstico tende a ser pior quando a pessoa desenvolve alguma doença autoimune.

O imunologista é o especialista indicado para diagnosticar e tratar a deficiência de IgA.

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Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?

Ter o colesterol VLDL alto é perigoso, pois trata-se de um mau colesterol. Níveis elevados de VLDL aumentam os riscos de doenças cardiovasculares como derrame e infarto, já que esse tipo de colesterol pode se depositar na parede das artérias e formar placas de gordura que bloqueiam o fluxo sanguíneo (aterosclerose).

O colesterol VLDL é responsável pelo transporte de triglicerídeos na corrente sanguínea. Sua sigla "VLDL" vem do inglês e significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein).

Os outros 2 tipos de colesterol são o LDL (lipoproteína de baixa densidade - Low Density Lipoprotein), também conhecido como "colesterol ruim" ou "mau colesterol" e o HDL (lipoproteína de alta densidade - High Density Lipoproteincolesterol de alta densidade), também chamado de "bom colesterol".

O colesterol LDL é chamado de "mau" devido à sua baixa densidade, o que faz com que essa gordura "flutue" na superfície do sangue e se acumule na parede das artérias, formando placas de gordura que podem entupir o vaso e causar derrames e infartos.

Veja também: Quais os riscos do colesterol alto?

Já o HDL é chamado de "bom colesterol" por ter alta densidade, ou seja, é "mais pesado" e por isso não fica na superfície do sangue e pode arrastar o mau colesterol, "limpando" as artérias.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Portanto, sendo o VLDL um colesterol de muito baixa densidade, os seus níveis devem estar controlados, assim como os do colesterol LDL. 

Veja aqui o que fazer no caso de colesterol alto.

Os valores de referência para o colesterol VLDL em adultos de até 20 anos são:

Valores de referência colesterol VLDL Desejável Limítrofe Alto VLDL abaixo de 30 mg/dl VLDL entre 30 e 67 mg/dl VLDL acima de 67mg/dl

Contudo, os especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia não consideram os valores do colesterol VLDL muito relevantes para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Para eles, o risco não está relacionado às taxas de colesterol total, mas sim à maior proporção de colesterol bom (HDL) em relação ao ruim (LDL).

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Colesterol VLDL baixo: O que fazer?

Em princípio, ter o colesterol VLDL baixo é um bom sinal, já que trata-se de um mau colesterol. Portanto, o que se deve fazer nesses casos é manter a taxa de VLDL baixa, sobretudo através da alimentação e atividade física.

Os valores de referência para o colesterol VLDL em adultos de até 20 anos são:

Desejável Limítrofe Alto VLDL abaixo de 30 mg/dl VLDL entre 30 e 67 mg/dl VLDL acima de 67mg/dl

Quando os seus valores estão altos, o colesterol VLDL pode se depositar na parede das artérias e formar placas de gordura, bloqueando a circulação sanguínea. Essa doença, conhecida como aterosclerose, é uma das principais causas de infarto e derrames.

O colesterol VLDL é um tipo de gordura que transporta os triglicerídeos no sangue. Seu nome é uma sigla proveniente do inglês e significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein - VLDL).

Esse tipo de colesterol é considerado "ruim" devido à sua baixa densidade. Isso significa que o colesterol VLDL é "leve" e por isso "flutua" na superfície do sangue, o que favorece o seu acúmulo na parede interna das artérias.

Veja também: Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?

Os outros 2 tipos de colesterol são o LDL, também conhecido como "colesterol ruim" ou "mau colesterol" e o HDL, o chamado "bom colesterol".

Vale ressaltar que, mais importante do que verificar se os níveis de VLDL estão baixos ou altos, é observar a proporção de colesterol bom (HDL) em relação ao ruim (LDL). É essa diferença entre LDL e HDL que serve para calcular de fato o risco de doenças cardiovasculares.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Lembrando que o médico que solicitou o exame é o responsável por interpretar os resultados, conforme o exame clínico e o histórico do paciente.

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Qual a diferença entre colesterol VLDL, LDL e HDL?

Colesterol VLDL, LDL e HDL são os 3 tipos de colesterol analisados no exame de sangue. A diferença entre eles está no tipo de molécula que forma cada um: VLDL significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein); LDL significa "lipoproteína de baixa densidade" (Low Density Lipoprotein) e HDL é a sigla para "lipoproteína de alta densidade" (High Density Lipoprotein).

O colesterol LDL é o chamado "mau colesterol" ou "colesterol ruim". Quando o seu nível está alto, esse tipo de colesterol pode se depositar na parede interna das artérias e formar placas de gordura que obstruem o fluxo sanguíneo, causando infarto e derrames.

O LDL é considerado "ruim" justamente devido à natureza da sua molécula. Sua baixa densidade faz com que o colesterol permaneça na superfície do sangue e se deposite na parede das artérias, causando uma doença conhecida como aterosclerose.

Os valores de referência do colesterol LDL variam conforme o risco cardíaco da pessoa. Indivíduos com risco cardíaco muito alto devem manter o LDL abaixo de50 mg/dl. Fazem parte desse grupo pacientes com aterosclerose (acúmulo de gordura nas artérias) ou que já sofreram infarto ou derrame. 

Para indivíduos diabéticos ou com doenças renais, os valores de LDL devem ficar abaixo de 70 mg/dl. Já aqueles que não apresentam nenhum fator de risco devem manter a taxa de LDL abaixo de 130 mg/dl.

Veja também: Quais os riscos do colesterol alto?

O VLDL também é considerado um mau colesterol pela mesma razão, já que trata-se de uma lipoproteína de muito baixa densidade. Portanto, os seus valores também devem estar baixos, de preferência abaixo de 30 mg/dl.

Leia também: Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos? 

Já o HDL possui alta densidade, ou seja, é "mais pesado" e por isso não flutua na superfície do sangue. Além de não formar placas de gordura que podem entupir as artérias, o colesterol HDL pode arrastar o LDL e removê-lo da circulação sanguínea, baixando os seus níveis.

Por isso o HDL é conhecido como "bom colesterol" e é também o único que deve estar com a taxa acima, e não abaixo, dos valores de referência. Nesse caso, deve ser superior a 40 mg/dl.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Vale lembrar que os valores de colesterol total não são muito relevantes para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Mais importante do que ter uma taxa de colesterol total baixa é manter uma boa proporção entre colesterol bom (HDL) e ruim (LDL).

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Ao tossir tenho catarro com sangue, o que pode ser?

Tossir catarro com sangue pode ser sinal de câncer de pulmão, infecções pulmonares, tuberculose, infarto pulmonar (morte de uma área do pulmão), defeitos na coagulação sanguínea, aumento da pressão sanguínea nas veias pulmonares, insuficiência cardíaca ou ainda problemas numa das válvulas cardíacas.

A presença de sangue no catarro indica a presença de algum sangramento nos pulmões ou nas vias aéreas. Contudo, na grande maioria dos casos, a perda de sangue é pequena e o sangramento tende a parar espontaneamente.

Mesmo que pare de sair sangue com a expectoração, é recomendável consultar um médico clínico geral ou médico de família para que a causa do sangramento seja investigada. Vale lembrar que tossir catarro com sangue pode ser sinal de doenças graves, como câncer, tuberculose, entre outras.

Veja também: Tossir sangue: o que pode ser?

O tratamento de doenças que afetam o pulmão e as vias aéreas é da responsabilidade do médico pneumologista. Se necessário, o paciente poderá ser encaminhado para esse especialista pelo clínico geral ou médico de família para diagnosticar e tratar a causa do sangramento.

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Erupção cutânea pode ser o quê?

Erupção cutânea geralmente é sinal de doenças causadas vírus, bactérias, protozoários ou ainda por outros parasitas, como o Schistosoma mansoni, causador da esquistossomose, popularmente conhecida como "barriga d'água".

Em bebês e crianças, as erupções na pele podem estar associadas a sarampo, rubéola, dengue, escarlatina, enteroviroses, exantema súbito, eritema infeccioso, mononucleose Kawasaki, entre outras doenças.

Nos adultos, a erupção cutânea pode ter muitas causas e ser sintoma de várias patologias. Dentre elas estão dengue, mononucleose, AIDS, sífilis, reação a drogas, toxoplasmose, estresse, entre outras.

As erupções cutâneas caracterizam-se pelo aparecimento de múltiplas manchas ou lesões elevadas na pele que se espalham por todo o corpo.

Para determinar a causa da erupção, é necessário avaliar a lesão e colher outras informações, como o tempo de aparecimento dos sintomas, presença de febre, dore musculares ou articulares, sangramentos, mal estar, presença de nódulos no corpo, dor de garganta, além de exame clínico e histórico do paciente.

Em caso de erupções na pele, consulte um médico clínico geral ou médico de família para uma avaliação. O especialista indicado para diagnosticar e tratar erupções cutâneas é o dermatologista.

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Coração acelerado: o que pode ser e o que fazer?

Sentir o coração acelerado é normal em situações de nervosismo, ansiedade, estresse, emoções fortes, esforço físico, entre outras condições que podem deixar os batimentos cardíacos acelerados.

Porém, se o coração estiver acelerado em repouso, com mais de 100 batimentos por minuto e sem um motivo aparente, pode ser sinal de alguma doença cardíaca ou outro problema que precisa ser investigado.

A taquicardia (frequência cardíaca acima de 100 bpm) é uma reação natural do organismo em situações em que corpo precisa de mais oxigênio para executar determinadas ações, como "fugir" ou "lutar", por exemplo.

Na atividade física, o coração precisa bater mais vezes para irrigar os músculos com nutrientes e oxigênio. O estresse e a ansiedade também provocam uma reação de alerta no corpo, que responde aumentando a frequência cardíaca.

Dentre as diversas causas da taquicardia, as mais comuns são as arritmias, ansiedade, estresse, fatores genéticos, consumo de bebidas estimulantes (café, chá, energéticos), ingestão excessiva de álcool, fumo, uso de certas drogas e medicamentos, desidratação, hipoglicemia, anemia, hipertireoidismo, infecções, febre e doenças reumáticas.

Para saber se o seu coração está acelerado, permaneça em repouso durante pelo menos 5 minutos e verifique a sua pulsação. Se possível, deite-se ou sente-se confortavelmente enquanto repousa.

A pulsação é medida colocando suavemente a ponta dos dedos indicador e médio sobre o pulso oposto, de maneira que se consiga sentir os batimentos cardíacos pela pulsação da artéria que passa pelo punho.

Para isso, movimente ou pressione os dedos para os lados, até sentir a pulsação. Depois, marque o tempo com um relógio ou cronômetro e conte as pulsações durante 1 minuto.

No adulto, a frequência cardíaca de repouso considerada normal varia de 60 a 100 batimentos por minuto (bpm). Se os batimentos cardíacos estiverem acima de 100 por minuto, significa que o seu coração está acelerado.

Procure um médico clínico geral ou médico de família se notar que o seu coração dispara sem motivo aparente. Alterações no ritmo cardíaco sem estímulos internos ou externos podem ser sinal de arritmia cardíaca. O diagnóstico é feito por eletrocardiograma pelo cardiologista.

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Sinto coração acelerado e falta de ar, o que pode ser?

Coração acelerado e falta de ar, sem motivo aparente, podem ser sintomas de doenças cardíacas ou respiratórias, como arritmia, insuficiência cardíaca, bronquite, asma, entre outras. Nesses casos, o coração pode disparar mesmo quando a pessoa está em repouso, sem estímulos internos ou externos.

Contudo, o aumento da frequência cardíaca e a falta de ar podem ter diversas causas e nem sempre indicam a presença de alguma doença ou problema de saúde.

O coração pode bater mais acelerado devido ao estresse, ansiedade, emoções fortes, uso de medicamentos, consumo de bebidas alcoólicas ou estimulantes, fumo, desidratação, exercício físico, entre outras situações. 

Já a falta de ar pode ser decorrente de ansiedade, angústia, síndrome do pânico, falta de condicionamento físico ou ainda fraqueza muscular.

No entanto, existem várias doenças e condições que podem causar aumento da frequência cardíaca em repouso (taquicardia), tais como arritmias, fatores genéticos, desidratação, falta de açúcar no sangue (hipoglicemia), febre, anemia, hipertireoidismo, infecções, entre outras.

Se não estiver relacionada a fatores emocionais ou esforço físico, a falta de ar pode ser um sintoma de doenças cardíacas ou respiratórias, como insuficiência cardíaca, gripe, bronquite, asma, enfisema pulmonar, rinite, sinusite.

Veja também: Falta de ar constante: o que pode ser e o que fazer?

Portanto, sentir falta de ar e o coração batendo acelerado pode ser uma reação normal do corpo a determinados estímulos. Todavia, é importante observar se a falta de ar e o aumento do ritmo cardíaco ocorrem em repouso, na ausência de estímulos ou vêm acompanhados de outros sintomas.

Saiba mais em: Como saber se os batimentos cardíacos estão normais?

Os sinais de alerta que podem indicar a presença de algo mais grave incluem dificuldade para falar, aumento da frequência respiratória, esforço respiratório, interrupções do sono, cansaço ao executar tarefas simples, lábios roxos, tosse, chiado no peito ou dor no tórax.

Procure um médico de família ou um clínico geral na presença desses sintomas ou se sentir falta de ar e o coração acelerar sem motivo aparente.

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Como é feita a endoscopia digestiva alta com biópsia?

A endoscopia digestiva alta com biópsia é feita com um tubo flexível de aproximadamente 1 cm de diâmetro e que tem uma microcâmera instalada na sua extremidade. O endoscópio, como é chamado o aparelho, é introduzido pela boca e transmite imagens do tubo digestivo para um monitor. 

A biópsia também é realizada com o auxílio do endoscópio e consiste na colheita de uma amostra de tecido para ser analisada ao microscópio. O material colhido pode ser do esôfago, estômago ou porção inicial do intestino.

O preparo para a endoscopia digestiva alta com biópsia começa com um jejum de no mínimo 8 horas. Pessoas alérgicas ou que tomam medicação de uso contínuo devem sempre informar o médico antes do exame. 

A endoscopia é feita com o paciente deitado sobre o lado esquerdo. Antes de introduzir o endoscópio são administrados medicamentos sedativos e analgésicos diretamente na veia do paciente, que também recebe um bocal de plástico entre os dentes e um cateter de oxigênio colocado abaixo das narinas.

O tempo de duração da endoscopia digestiva alta com biópsia pode variar conforme a complexidade do procedimento. Após o exame, é necessário ficar em observação durante um período mínimo de 10 a 30 minutos.

No local da biópsia pode ocorrer um pequeno sangramento. Contudo, esses sangramentos costumam cessar espontaneamente e não são preocupantes.

Em caso de vômitos, náuseas ou sangramentos, o médico ou o setor de endoscopia do hospital deve ser contactado.

Saiba mais em: Posso fazer endoscopia se estiver grávida?