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Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?

Ter o colesterol VLDL alto é perigoso, pois trata-se de um mau colesterol. Níveis elevados de VLDL aumentam os riscos de doenças cardiovasculares como derrame e infarto, já que esse tipo de colesterol pode se depositar na parede das artérias e formar placas de gordura que bloqueiam o fluxo sanguíneo (aterosclerose).

O colesterol VLDL é responsável pelo transporte de triglicerídeos na corrente sanguínea. Sua sigla "VLDL" vem do inglês e significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein).

Os outros 2 tipos de colesterol são o LDL (lipoproteína de baixa densidade - Low Density Lipoprotein), também conhecido como "colesterol ruim" ou "mau colesterol" e o HDL (lipoproteína de alta densidade - High Density Lipoproteincolesterol de alta densidade), também chamado de "bom colesterol".

O colesterol LDL é chamado de "mau" devido à sua baixa densidade, o que faz com que essa gordura "flutue" na superfície do sangue e se acumule na parede das artérias, formando placas de gordura que podem entupir o vaso e causar derrames e infartos.

Veja também: Quais os riscos do colesterol alto?

Já o HDL é chamado de "bom colesterol" por ter alta densidade, ou seja, é "mais pesado" e por isso não fica na superfície do sangue e pode arrastar o mau colesterol, "limpando" as artérias.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Portanto, sendo o VLDL um colesterol de muito baixa densidade, os seus níveis devem estar controlados, assim como os do colesterol LDL. 

Veja aqui o que fazer no caso de colesterol alto.

Os valores de referência para o colesterol VLDL em adultos de até 20 anos são:

Valores de referência colesterol VLDL Desejável Limítrofe Alto VLDL abaixo de 30 mg/dl VLDL entre 30 e 67 mg/dl VLDL acima de 67mg/dl

Contudo, os especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia não consideram os valores do colesterol VLDL muito relevantes para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Para eles, o risco não está relacionado às taxas de colesterol total, mas sim à maior proporção de colesterol bom (HDL) em relação ao ruim (LDL).

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Colesterol VLDL baixo: O que fazer?

Em princípio, ter o colesterol VLDL baixo é um bom sinal, já que trata-se de um mau colesterol. Portanto, o que se deve fazer nesses casos é manter a taxa de VLDL baixa, sobretudo através da alimentação e atividade física.

Os valores de referência para o colesterol VLDL em adultos de até 20 anos são:

Desejável Limítrofe Alto VLDL abaixo de 30 mg/dl VLDL entre 30 e 67 mg/dl VLDL acima de 67mg/dl

Quando os seus valores estão altos, o colesterol VLDL pode se depositar na parede das artérias e formar placas de gordura, bloqueando a circulação sanguínea. Essa doença, conhecida como aterosclerose, é uma das principais causas de infarto e derrames.

O colesterol VLDL é um tipo de gordura que transporta os triglicerídeos no sangue. Seu nome é uma sigla proveniente do inglês e significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein - VLDL).

Esse tipo de colesterol é considerado "ruim" devido à sua baixa densidade. Isso significa que o colesterol VLDL é "leve" e por isso "flutua" na superfície do sangue, o que favorece o seu acúmulo na parede interna das artérias.

Veja também: Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?

Os outros 2 tipos de colesterol são o LDL, também conhecido como "colesterol ruim" ou "mau colesterol" e o HDL, o chamado "bom colesterol".

Vale ressaltar que, mais importante do que verificar se os níveis de VLDL estão baixos ou altos, é observar a proporção de colesterol bom (HDL) em relação ao ruim (LDL). É essa diferença entre LDL e HDL que serve para calcular de fato o risco de doenças cardiovasculares.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Lembrando que o médico que solicitou o exame é o responsável por interpretar os resultados, conforme o exame clínico e o histórico do paciente.

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Qual a diferença entre colesterol VLDL, LDL e HDL?

Colesterol VLDL, LDL e HDL são os 3 tipos de colesterol analisados no exame de sangue. A diferença entre eles está no tipo de molécula que forma cada um: VLDL significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein); LDL significa "lipoproteína de baixa densidade" (Low Density Lipoprotein) e HDL é a sigla para "lipoproteína de alta densidade" (High Density Lipoprotein).

O colesterol LDL é o chamado "mau colesterol" ou "colesterol ruim". Quando o seu nível está alto, esse tipo de colesterol pode se depositar na parede interna das artérias e formar placas de gordura que obstruem o fluxo sanguíneo, causando infarto e derrames.

O LDL é considerado "ruim" justamente devido à natureza da sua molécula. Sua baixa densidade faz com que o colesterol permaneça na superfície do sangue e se deposite na parede das artérias, causando uma doença conhecida como aterosclerose.

Os valores de referência do colesterol LDL variam conforme o risco cardíaco da pessoa. Indivíduos com risco cardíaco muito alto devem manter o LDL abaixo de50 mg/dl. Fazem parte desse grupo pacientes com aterosclerose (acúmulo de gordura nas artérias) ou que já sofreram infarto ou derrame. 

Para indivíduos diabéticos ou com doenças renais, os valores de LDL devem ficar abaixo de 70 mg/dl. Já aqueles que não apresentam nenhum fator de risco devem manter a taxa de LDL abaixo de 130 mg/dl.

Veja também: Quais os riscos do colesterol alto?

O VLDL também é considerado um mau colesterol pela mesma razão, já que trata-se de uma lipoproteína de muito baixa densidade. Portanto, os seus valores também devem estar baixos, de preferência abaixo de 30 mg/dl.

Leia também: Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos? 

Já o HDL possui alta densidade, ou seja, é "mais pesado" e por isso não flutua na superfície do sangue. Além de não formar placas de gordura que podem entupir as artérias, o colesterol HDL pode arrastar o LDL e removê-lo da circulação sanguínea, baixando os seus níveis.

Por isso o HDL é conhecido como "bom colesterol" e é também o único que deve estar com a taxa acima, e não abaixo, dos valores de referência. Nesse caso, deve ser superior a 40 mg/dl.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Vale lembrar que os valores de colesterol total não são muito relevantes para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Mais importante do que ter uma taxa de colesterol total baixa é manter uma boa proporção entre colesterol bom (HDL) e ruim (LDL).

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Ao tossir tenho catarro com sangue, o que pode ser?

Tossir catarro com sangue pode ser sinal de câncer de pulmão, infecções pulmonares, tuberculose, infarto pulmonar (morte de uma área do pulmão), defeitos na coagulação sanguínea, aumento da pressão sanguínea nas veias pulmonares, insuficiência cardíaca ou ainda problemas numa das válvulas cardíacas.

A presença de sangue no catarro indica a presença de algum sangramento nos pulmões ou nas vias aéreas. Contudo, na grande maioria dos casos, a perda de sangue é pequena e o sangramento tende a parar espontaneamente.

Mesmo que pare de sair sangue com a expectoração, é recomendável consultar um médico clínico geral ou médico de família para que a causa do sangramento seja investigada. Vale lembrar que tossir catarro com sangue pode ser sinal de doenças graves, como câncer, tuberculose, entre outras.

Veja também: Tossir sangue: o que pode ser?

O tratamento de doenças que afetam o pulmão e as vias aéreas é da responsabilidade do médico pneumologista. Se necessário, o paciente poderá ser encaminhado para esse especialista pelo clínico geral ou médico de família para diagnosticar e tratar a causa do sangramento.

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Erupção cutânea pode ser o quê?

Erupção cutânea geralmente é sinal de doenças causadas vírus, bactérias, protozoários ou ainda por outros parasitas, como o Schistosoma mansoni, causador da esquistossomose, popularmente conhecida como "barriga d'água".

Em bebês e crianças, as erupções na pele podem estar associadas a sarampo, rubéola, dengue, escarlatina, enteroviroses, exantema súbito, eritema infeccioso, mononucleose Kawasaki, entre outras doenças.

Nos adultos, a erupção cutânea pode ter muitas causas e ser sintoma de várias patologias. Dentre elas estão dengue, mononucleose, AIDS, sífilis, reação a drogas, toxoplasmose, estresse, entre outras.

As erupções cutâneas caracterizam-se pelo aparecimento de múltiplas manchas ou lesões elevadas na pele que se espalham por todo o corpo.

Para determinar a causa da erupção, é necessário avaliar a lesão e colher outras informações, como o tempo de aparecimento dos sintomas, presença de febre, dore musculares ou articulares, sangramentos, mal estar, presença de nódulos no corpo, dor de garganta, além de exame clínico e histórico do paciente.

Em caso de erupções na pele, consulte um médico clínico geral ou médico de família para uma avaliação. O especialista indicado para diagnosticar e tratar erupções cutâneas é o dermatologista.

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Coração acelerado: o que pode ser e o que fazer?

Sentir o coração acelerado é normal em situações de nervosismo, ansiedade, estresse, emoções fortes, esforço físico, entre outras condições que podem deixar os batimentos cardíacos acelerados.

Porém, se o coração estiver acelerado em repouso, com mais de 100 batimentos por minuto e sem um motivo aparente, pode ser sinal de alguma doença cardíaca ou outro problema que precisa ser investigado.

A taquicardia (frequência cardíaca acima de 100 bpm) é uma reação natural do organismo em situações em que corpo precisa de mais oxigênio para executar determinadas ações, como "fugir" ou "lutar", por exemplo.

Na atividade física, o coração precisa bater mais vezes para irrigar os músculos com nutrientes e oxigênio. O estresse e a ansiedade também provocam uma reação de alerta no corpo, que responde aumentando a frequência cardíaca.

Dentre as diversas causas da taquicardia, as mais comuns são as arritmias, ansiedade, estresse, fatores genéticos, consumo de bebidas estimulantes (café, chá, energéticos), ingestão excessiva de álcool, fumo, uso de certas drogas e medicamentos, desidratação, hipoglicemia, anemia, hipertireoidismo, infecções, febre e doenças reumáticas.

Para saber se o seu coração está acelerado, permaneça em repouso durante pelo menos 5 minutos e verifique a sua pulsação. Se possível, deite-se ou sente-se confortavelmente enquanto repousa.

A pulsação é medida colocando suavemente a ponta dos dedos indicador e médio sobre o pulso oposto, de maneira que se consiga sentir os batimentos cardíacos pela pulsação da artéria que passa pelo punho.

Para isso, movimente ou pressione os dedos para os lados, até sentir a pulsação. Depois, marque o tempo com um relógio ou cronômetro e conte as pulsações durante 1 minuto.

No adulto, a frequência cardíaca de repouso considerada normal varia de 60 a 100 batimentos por minuto (bpm). Se os batimentos cardíacos estiverem acima de 100 por minuto, significa que o seu coração está acelerado.

Procure um médico clínico geral ou médico de família se notar que o seu coração dispara sem motivo aparente. Alterações no ritmo cardíaco sem estímulos internos ou externos podem ser sinal de arritmia cardíaca. O diagnóstico é feito por eletrocardiograma pelo cardiologista.

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Sinto coração acelerado e falta de ar, o que pode ser?

Coração acelerado e falta de ar, sem motivo aparente, podem ser sintomas de doenças cardíacas ou respiratórias, como arritmia, insuficiência cardíaca, bronquite, asma, entre outras. Nesses casos, o coração pode disparar mesmo quando a pessoa está em repouso, sem estímulos internos ou externos.

Contudo, o aumento da frequência cardíaca e a falta de ar podem ter diversas causas e nem sempre indicam a presença de alguma doença ou problema de saúde.

O coração pode bater mais acelerado devido ao estresse, ansiedade, emoções fortes, uso de medicamentos, consumo de bebidas alcoólicas ou estimulantes, fumo, desidratação, exercício físico, entre outras situações. 

Já a falta de ar pode ser decorrente de ansiedade, angústia, síndrome do pânico, falta de condicionamento físico ou ainda fraqueza muscular.

No entanto, existem várias doenças e condições que podem causar aumento da frequência cardíaca em repouso (taquicardia), tais como arritmias, fatores genéticos, desidratação, falta de açúcar no sangue (hipoglicemia), febre, anemia, hipertireoidismo, infecções, entre outras.

Se não estiver relacionada a fatores emocionais ou esforço físico, a falta de ar pode ser um sintoma de doenças cardíacas ou respiratórias, como insuficiência cardíaca, gripe, bronquite, asma, enfisema pulmonar, rinite, sinusite.

Veja também: Falta de ar constante: o que pode ser e o que fazer?

Portanto, sentir falta de ar e o coração batendo acelerado pode ser uma reação normal do corpo a determinados estímulos. Todavia, é importante observar se a falta de ar e o aumento do ritmo cardíaco ocorrem em repouso, na ausência de estímulos ou vêm acompanhados de outros sintomas.

Saiba mais em: Como saber se os batimentos cardíacos estão normais?

Os sinais de alerta que podem indicar a presença de algo mais grave incluem dificuldade para falar, aumento da frequência respiratória, esforço respiratório, interrupções do sono, cansaço ao executar tarefas simples, lábios roxos, tosse, chiado no peito ou dor no tórax.

Procure um médico de família ou um clínico geral na presença desses sintomas ou se sentir falta de ar e o coração acelerar sem motivo aparente.

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Como é feita a endoscopia digestiva alta com biópsia?

A endoscopia digestiva alta com biópsia é feita com um tubo flexível de aproximadamente 1 cm de diâmetro e que tem uma microcâmera instalada na sua extremidade. O endoscópio, como é chamado o aparelho, é introduzido pela boca e transmite imagens do tubo digestivo para um monitor. 

A biópsia também é realizada com o auxílio do endoscópio e consiste na colheita de uma amostra de tecido para ser analisada ao microscópio. O material colhido pode ser do esôfago, estômago ou porção inicial do intestino.

O preparo para a endoscopia digestiva alta com biópsia começa com um jejum de no mínimo 8 horas. Pessoas alérgicas ou que tomam medicação de uso contínuo devem sempre informar o médico antes do exame. 

A endoscopia é feita com o paciente deitado sobre o lado esquerdo. Antes de introduzir o endoscópio são administrados medicamentos sedativos e analgésicos diretamente na veia do paciente, que também recebe um bocal de plástico entre os dentes e um cateter de oxigênio colocado abaixo das narinas.

O tempo de duração da endoscopia digestiva alta com biópsia pode variar conforme a complexidade do procedimento. Após o exame, é necessário ficar em observação durante um período mínimo de 10 a 30 minutos.

No local da biópsia pode ocorrer um pequeno sangramento. Contudo, esses sangramentos costumam cessar espontaneamente e não são preocupantes.

Em caso de vômitos, náuseas ou sangramentos, o médico ou o setor de endoscopia do hospital deve ser contactado.

Saiba mais em: Posso fazer endoscopia se estiver grávida?

Pólipo endometrial causa dor? Quais são os sintomas?

Pólipo endometrial normalmente não causa dor e a maioria dos casos são assintomáticos. Quando presente, o principal sintoma é o sangramento uterino anormal, geralmente com fluxo mais intenso durante a menstruação e escapes fora do período. 

Contudo, embora não seja comum, algumas mulheres com pólipos endometriais podem sentir dores ou incômodo na pelve. Outros sinais e sintomas que podem estar presentes são os sangramentos uterinos durante as relações.

Dependendo da localização, o pólipo endometrial pode tornar mais difícil a fixação do óvulo fertilizado no útero e dificultar a gravidez

Porém, grande parte das pacientes com pólipo endometrial não apresenta dor ou qualquer outro sintoma. Em mulheres na pós-menopausa, muitas vezes a única manifestação encontrada é um espessamento endometrial verificado durante o ultrassom transvaginal, já que apenas 30% desses casos são sintomáticos.

A suspeita de pólipo no útero é levantada se, na pós-menopausa, o endométrio apresentar um espessamento igual ou superior a 5 mm.

Mulheres em idade fértil que apresentam sintomas e ao ultrassom apresentam uma imagem focal do útero mais clara que o normal, também são suspeitas de terem pólipo endometrial.

O pólipo endometrial é um tecido anormal que cresce no endométrio (parte interna do útero). Normalmente os pólipos são benignos e ocorrem sobretudo em mulheres entre 30 e 50 anos.

Veja também: O que é um pólipo uterino?

O aparecimento de pólipo endometrial pode estar associado a fatores hormonais ou lesões internas no útero, embora a sua causa exata não seja bem conhecida.

Embora sejam benignos na maioria dos casos, alguns pólipos endometriais podem evoluir para câncer. O risco de transformação maligna varia entre 0,5% a 3%.

Leia também: Pólipo endometrial pode virar câncer?

O tratamento do pólipo uterino pode incluir terapia hormonal e cirurgia para remover o pólipo ou o útero (histerectomia).

O médico ginecologista é o especialista indicado para diagnosticar e tratar pólipos no útero.

Saiba mais em:

Qual é o tratamento para pólipo endometrial?

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Pólipo endometrial pode virar câncer?

O risco de um câncer de endométrio ter origem num pólipo endometrial é bastante baixo, já que menos de 1% dos pólipos endometriais apresentam células cancerígenas dentro deles. Na grande maioria dos casos, o pólipo é benigno e não evolui para câncer.

Pólipos endometriais grandes (mais de 15 mm) na pós-menopausa normalmente são os que requerem mais atenção no que toca ao risco de malignização. A taxa de câncer nesses casos pode chegar a 3%.

Mulheres com mais de 60 anos de idade e as que apresentam sangramentos uterinos depois da menopausa também podem ter mais chances de desenvolver câncer de endométrio.

Portanto, os principais fatores de risco para que um pólipo endometrial evolua para câncer são o tamanho do pólipo, a presença de sangramentos uterinos anormais, a idadeda mulher e o seu estado reprodutivo (idade fértil ou menopausa).

Contudo, não há um consenso de que o pólipo endometrial favoreça o aparecimento de um tumor maligno ou aumente as chances da mulher desenvolver câncer de endométrio (parte interna do útero).

A incidência de câncer endometrial nessas pacientes pode não ser necessariamente maior do que nas mulheres que não têm pólipos. Isso porque as pacientes com pólipos endometriais sintomáticos são submetidas mais vezes à histeroscopia, o que aumenta as chances de diagnosticar um eventual câncer.

Mulheres que não têm pólipos endometriais ou têm e não manifestam sintomas (sangramentos uterinos anormais), não fazem tantas histeroscopias. Este exame, que permite visualizar o interior do útero através de um aparelho com uma microcâmera na sua extremidade, é o mais utilizado no diagnóstico e tratamento do pólipo endometrial.

Veja também: Qual é o tratamento para pólipo endometrial?

É possível que a presença dos sintomas do pólipo conduzam a uma investigação médica que leve ao diagnóstico "acidental" do câncer de endométrio. Além disso, o tumor pode não ter necessariamente origem no pólipo, mas em qualquer outra parte do endométrio.

Mesmo com um baixo risco de malignização, o tratamento cirúrgico é indicado em casos de pólipos sintomáticos.

Saiba mais em: Pólipo endometrial causa dor? Quais são os sintomas?

Portanto, a presença de pólipos endometriais pode ser considerado um fator de risco para desenvolver câncer de endométrio, uma vez que faltam evidências para se poder afirmar com certeza que um pólipo pode evoluir para câncer.

Aftas podem ser por causa da gastrite nervosa que tenho?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Sim. Aftas estão geralmente associadas com problemas estomacais ou problemas de origem emocional como a gastrite nervosa.

Caroço na nuca desde de pequeno o que é isso?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Linfonodo ou cisto sebáceo são as as causas mais comuns desse tipo de lesão.