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Qual é o tratamento para a candidíase?
Dr. Ivan Ferreira
Dr. Ivan Ferreira
Médico

O tratamento da candidíase vulvovaginal da mulher não grávida baseia-se no uso de medicamentos antifúngicos orais (comprimidos ou cápsulas) como Fluconazol, Itraconazol e Cetoconazol que, dependendo da avaliação médica, podem ou não ser usados ao mesmo tempo com os antifúngicos intravaginais (cremes ou óvulos ) como Clotrimazol, Terconazol, Isoconazol e Nistatina.

Durante a gravidez, o tratamento da candidíase é realizado somente com o uso de medicamentos de uso intravaginal. Nesses casos, pode ser necessário um tratamento de longa duração, às vezes até o término da gestação. Um tratamento mais prolongado também pode ser necessário naqueles casos onde há o reaparecimento frequente da candidíase. Para o alívio temporário da coceira e ardência causada pela candidíase, pode ser realizado o banho de assento com cerca de duas a três colheres de sopa de bicarbonato de sódio dissolvido em um litro de água.

Caso o parceiro apresente sinais e sintomas como vermelhidão e coceira no pênis (glande), ele também deve ser avaliado pelo médico para um possível tratamento. 

O ginecologista é o médico indicado para diagnosticar e orientar o tratamento da candidíase vulvovaginal.

Quais são as causas da hemoglobina baixa?
Dr. Ivan Ferreira
Dr. Ivan Ferreira
Médico

As causas para a hemoglobina baixa estão relacionadas à distúrbios que causam a redução da quantidade de hemácias no sangue. A hemoglobina é uma substância de cor vermelha presente no interior das hemácias (glóbulos vermelhos) e os valores baixos da hemoglobina é que caracterizam a anemia. 

Esses valores baixos podem ser causados por problemas que levam à redução da produção das hemácias, ao aumento da velocidade da sua destruição ou à perda de sangue. A hemoglobina um pouco abaixo do limite pode ser um resultado normal para muitas pessoas e, geralmente, não deve ser causa de preocupação. É comum as mulheres grávidas apresentarem valores de hemoglobina um pouco abaixo do normal.

Doenças que levam à redução da produção das hemácias (e hemoglobina):  

  • anemias por falta de ferro ou vitaminas; 
  • cirrose,
  • leucemia,
  • linfomas,
  • insuficiência renal,
  • anemia aplástica,
  • hipotiroidismo,
  • medicamentos, como os usados no tratamento do câncer e da AIDS.

​Doenças que levam à um aumento na velocidade da destruição das hemácias:

  • anemia falciforme,
  • talassemia,
  • distúrbios que causam o aumento do baço (esplenomegalia),
  • porfiria,
  • vasculites.

Distúrbios que levam à perda de sangue:

  • distúrbios da coagulação,
  • sangramentos no sistema digestivo,
  • distúrbios menstruais com sangramento exagerado.

A hemoglobina baixa causa palidez, descoramento das mucosas e redução dos níveis de oxigênio em todos os órgãos do corpo, levando à sensação de fraqueza, cansaço fácil e falta de ar, até mesmo para a realização de atividades das rotinas diárias.

Leia também: Minha hemoglobina está baixa: o que fazer?

Para um diagnóstico adequado é necessário avaliar a história clínica e os sinais e sintomas associados para se chegar a conclusão de qual é a causa da anemia, se por perda sanguínea, falta de produção ou por destruição das hemácias.

O hematologista é o especialista indicado para avaliar as causas e o tratamento das anemias.

Quais os sintomas da cirrose?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

Os sintomas da cirrose podem ser muito variados. Há pacientes que não apresentam sintomas, especialmente nos estágios iniciais da doença, assim como pacientes que necessitam de transplante hepático, pois o fígado perdeu grande parte de sua função.

Há sintomas decorrentes da perda de função do fígado, como:

  • Surgimento de pequenos vasos no tórax,
  • Aumento das mamas,
  • Perda de pelos,
  • Maior chance de sangramentos,
  • Pele amarelada (icterícia),
  • Alterações do nível de consciência e
  • Aumento do volume abdominal (ascite).

Outros sintomas podem ocorrer pelo aumento de pressão nos vasos do abdome, como aumento do baço, vasos visíveis no abdome (similares a varizes) e varizes no esôfago, podendo levar a vômitos com sangue ou fezes mal cheirosas e escuras.

Na presença de quaisquer desses sintomas, deve ser consultado médico gastroenterologista ou hepatologista, ou mesmo pronto atendimento.

Qual o tratamento para a cirrose?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

A cirrose hepática é irreversível, sendo assim, o tratamento da cirrose tem o objetivo de diminuir os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. O único tratamento para cirrose que é potencialmente curativo é o transplante hepático, que é recomendado para apenas alguns pacientes selecionados, pois não é isento de riscos potencialmente graves.

Há tratamentos específicos, dependendo da doença ou condição que levou a cirrose, por isso é importante a avaliação médica para determiná-los.

De maneira geral, é recomendado para todos os pacientes com cirrose: parar de ingerir álcool; dieta balanceada, com 1 a 2 gramas de proteína, por quilo, por dia, e pode ser necessário uso de suplementos vitamínicos e de aminoácidos. Além disso, pode ser necessário o uso de diuréticos e propranolol, para controle das complicações.

É fundamental o seguimento regular por médico gastroenterologista ou hepatologista para o tratamento adequado.

O que é cirrose?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

Cirrose hepática é a fibrose do fígado, caracterizada por uma desorganização estrutural e vascular do órgão, podendo levar a um mau funcionamento deste.

O fígado normal tem a superfície lisa e o fígado cirrótico, em virtude de uma inflamação crônica, fica com aspecto nodular e endurecido.

Há diversas causas para a cirrose e, dentre elas, é importante lembrar do consumo excessivo de álcool e as hepatites, que são infecções do fígado causadas por vírus.

Os sintomas da cirrose podem ser muito variados e decorrem da perda de função do fígado. Alguns deles podem ser: surgimento de pequenos vasos no tórax, aumento das mamas, perda de pelos, maior chance de sangramentos, pele amarelada (icterícia), alterações do nível de consciência e aumento do volume abdominal (ascite).

O único tratamento para cirrose que é potencialmente curativo é o transplante hepático, que é recomendado para apenas alguns pacientes selecionados, pois não é isento de riscos potencialmente graves.

Na suspeita de cirrose hepática, há necessidade de avaliação e seguimento por médico gastroenterologista ou hepatologista.

Endometriose tem cura? Qual o tratamento?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

A cura para a endometriose ainda é controversa. Considera-se que a cura só ocorreria através da retirada do útero (histerectomia) e possivelmente dos ovários (ooforectomia), além da retirada cirúrgica dos focos de endometriose presentes em outros locais (intestino, bexiga, pulmões, peritônio), o que, claro, só deve ser indicado em pacientes com doença muito grave e que não desejam mais engravidar.

Há diversas modalidades de tratamento para endometriose:

  • esperar, para ver se ocorre melhora espontânea;
  • uso de anti-inflamatórios;
  • uso de medicações ou dispositivos, com objetivo de que a paciente pare de menstruar de 6 meses a um ano, como: contraceptivos orais ("pílula"), DIU com progesterona, danazol, gestrinona, leuprolide, goserelina, inibidores de uma enzima chamada aromatase.
  • cirúrgico: por videolaparoscopia, com objetivo de destruir implantes de células do endométrio, ou definitiva, na tentativa de "curar" a endometriose.

O seguimento e o tratamento deve ser feito por médico ginecologista.

Leia também:

Como é a cirurgia de endometriose?

Tenho endometriose: posso engravidar?

O que é endometriose profunda e quais os sintomas?

Endometriose pode virar câncer?

O que é retocolite ulcerativa? Tem cura?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

A retocolite ulcerativa idiopática (RCIU) é uma doença inflamatória que acomete o intestino. Não tem cura definitiva, exceto com cirurgia (retirada do intestino grosso), mas tem tratamento eficaz. Seus sintomas são parecidos com os de outras doenças intestinais. Embora ainda não se conheça a sua causa, sabe-se que fatores genéticos e auto-imunes estão envolvidos no seu aparecimento.

A inflamação da RCIU é superficial e crônica, e acomete predominantemente a camada mucosa do cólon. Esta doença pode não afetar apenas o reto de forma contínua, mas também algumas secções próximas do cólon.

Sintomas principais

Cólicas e diarréia com sangue e eventualmente com pus, se houver infecção. As crises de diarréia são persistentes e ocorrem a qualquer hora do dia ou noite. Há reflexo intenso para evacuar logo após as refeições.

Diagnóstico

Colonoscopia com realização de biópsia. Certos exames de sangue podem detectar alterações decorrentes da doença (anemia e deficiência de ferro, devido ao sangramento, diminuição da albumina, aumento de proteína C-reativa, etc).

Tratamento

Tem como objetivo tirar o paciente da crise e mantê-lo em remissão. O tratamento farmacológico geralmente age com rapidez e eficiência na forma aguda da doença. Nos casos de megacólon tóxico é fundamental a prescrição de antibióticos.

Recomendações

Em caso de crises persistentes de diarréia (7 dias ou mais) com ou sem sangramento, procure assistência médica;

Evite alimentos que contenham fibras insolúveis (cascas de frutas, verduras, etc.), leite ou condimentos picantes para não estimular o intestino e agravar as crises de diarreia. O mesmo vale para bebidas fermentadas.

Artrite reumatóide tem cura? Qual o tratamento?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

A artrite reumatoide não tem cura definitiva, infelizmente; mas seu tratamento é geralmente efetivo: preserva a capacidade funcional, evita a progressão das deformidades e pode cessar os sintomas.

A artrite reumatóide, também conhecida como artrite degenerativa, artrite anquilosante, poliartrite crônica evolutiva (PACE) ou artrite infecciosa crônica é uma doença inflamatória autoimune e crônica. Afeta as membranas sinoviais (camada fina de tecido conjuntivo) de várias articulações (mãos, ombros, coluna cervical, cotovelos, punhos, joelhos, tornozelos, pés) e órgãos como o coração, os pulmões e os rins dos indivíduos que têm uma predisposição genética. Com a progressão, podem ocorrer deformidades, com comprometimento da função dos membros (movimentos).

Ainda não se conhecem as causas exatas da doença, mas sabe-se que afeta as mulheres duas vezes mais do que os homens e, ocorre principalmente entre 50 e 70 anos. Entretanto, pode manifestar-se em qualquer idade e em ambos os sexos. A forma juvenil tem início antes dos 16 anos. Acomete um número de articulações menor e há menos alterações em exames de sangue.

Saiba mais em: O que é artrite reumatoide?

Tratamento

O prognóstico será melhor se a doença for diagnosticada precocemente e o tratamento iniciado o quanto antes. É possivel obter a remissão dos sintomas, preservar a capacidade funcional e evitar a progressão das deformidades.

O repouso só deve ser indicado por pouco tempo, e quando os pacientes apresentam dor intensa: atividades físicas e fisioterapia são fundamentais no controle do comprometimento das articulações e perda da mobilidade.

O tratamento farmacológico inclui anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), analgésicos, corticóides e drogas imunossupressoras (como o metrotrexato e a ciclosporina). Há alguns medicamentos mais recentes, baseados em biologia molecular, que trazem novas possibilidades terapêuticas.

Em estágios mais avançados da doença, pode-se realizar cirurgia e/ou colocação de próteses articulares.

Em caso de suspeita de artrite reumatóide, um médico (preferncialmente um reumatologista) deverá ser consultado para orientação e tratamento.

Também pode lhe interessar: O que é artrite?

Gota tem cura? Qual o tratamento?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

A gota tem cura sim e, com o tratamento adequado, é difícil o desenvolvimento de tofos (acúmulos de cristais nas articulações).

Nos casos de elevação do ácido úrico, sem sintomas articulares (hiperuricemia assintomática), apenas raramente é prescrito o alopurinol (medicamento que diminui os níveis de ácido úrico), mas, uma vez prescrito, deve ser utilizado por longo período. Na maioria dos casos, é recomendado apenas perda de peso, diminuição da ingesta de álcool, de proteínas e de outros alimentos ricos em purina. Também é recomendado o controle da pressão alta e problemas de colesterol.

Quando houver a crise aguda (artrite gotosa), são utilizadas medicações para diminuir a dor e o inchaço. O tratamento é feito com colchicina, anti-inflamatórios ou corticóides, ou mesmo uma associação destes.

Para prevenir a recorrência de crises agudas, é utilizada a colchicina. Para diminuir os níveis de ácido úrico sanguíneo, é recomendado o alopurinol ou probenecida.

O diagnóstico, seguimento e tratamento deve ser feito por médico reumatologista.

Bursite tem cura? Qual o tratamento?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

A bursite tem cura, se o tratamento for corretamente realizado. O tratamento deve sempre ser feito sob orientação médica e inclui o uso de relaxantes musculares, anti-inflamatórios, aplicações de gelo local e redução dos movimentos na área afetada. A injeção de medicamentos anestésicos ou corticóides pode ser indicada em casos mais graves. Fisioterapia pode ajudar, desde que bem realizada e orientada, por profissionais especializados. Casos mais graves podem exigir intervenção cirúrgica.

Os tratamento tem como objetivo

1) Acalmar a dor 

Algumas medidas podem ser tomadas para tratar a dor, entre elas proteger a articulação (diminuindo a movimentação), utilização de tipóias, descanso da articulação, bolsas de gelo ou compressas, e sessões de fisioterapia (quando recomendado pelo médico). Como a bursa está inflamada, é essencial descansar e evitar movimentos que causam dor, para que a pressão no local diminua.  2) Tratar a infecção 

Quando há infecção, normalmente antibióticos são utilizados. Também é possível recorrer à cirurgia para drenar o abscesso. Em alguns casos em que não há infecção, mas a bursa está muito dura, a cirurgia também é recomendada.

3) Eliminação dos fatores que levam à bursite 

É aconselhável não assumir posturas que elevem a pressão nas bursas, ou ficar na mesma posição durante muito tempo. Não se deve apoiar o corpo sobre o braço nem praticar atividades que forcem as articulações. A utilização de proteções acolchoadas também é recomendada.

O excesso de peso sobrecarrega as articulações, piorando a situação. Por esse motivo, é essencial manter o peso ideal.

Em caso de suspeita de bursite, um médico clínico geral ou ortopedista deverá ser consultado para avaliação e tratamento.

O que é aneurisma cerebral?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

O aneurisma cerebral (também conhecido como aneurisma sacular) é uma dilatação que se forma na parede enfraquecida de uma artéria do cérebro, que geralmente ocorre em artérias do Polígono de Willis (responsáveis por parte da irrigação cerebral). Acredita-se que a predisposição genética pode levar à doença, inclusive em indivíduos com pressão arterial normal, e muito mais frequente em hipertensos. A pressão força essa região menos resistente da artéria e origina uma espécie de bexiga que vai crescendo lenta e progressivamente. Com o tempo, pode haver rotura da artéria, com volumosa hemorragia, ou compressão de outras áreas do cérebro (com o crescimento do aneurisma).

Os episódios de ruptura e sangramento costumam ocorrer entre os 40 e 50 anos de idade, são mais comuns em mulheres e tornam-se mais comuns à medida que a pessoa envelhece. Nestes casos, apenas dois terços dos pacientes sobrevivem e dentre esses, metade permanece com sequelas que comprometem a qualidade de vida.

Causas: predisposição genética, HAS, dislipidemia, diabetes, tabagismo, etilismo, etc.

Sintomas mais comuns: dor de cabeça súbita, náuseas, vômitos, perda da consciência.

Diagnóstico: É realizado por angio-ressonância magnética. A detecção precoce (antes da rotura) é rara, porque ese não é um exame que faz parte da rotina dos exames de check-up.

Tratamento: Uma vez feito o diagnóstico, o tratamento cirúrgico deve levar em conta o tamanho do aneurisma e as condições clínicas do paciente. O risco da cirurgia deve ser menor do que os riscos oferecidos pela história natural da doença. A cirurgia fecha o aneurisma ou provoca a formação de coágulos que evitam o sangramento, para excluí-lo (via aberta ou endovascular); e preserva a artéria da qual ele se originou, para não prejudicar a irrigação cerebral.

Em caso de pessoas que não podem, não devem ou não querem passar por cirurgia, deve-se manter controle rigoroso da pressão arterial, evitar esforços físicos e não fumar.

Atenção: Dores de cabeça intensas, com surgimento súbito e repentino (como se tivesse levado uma pancada), acompanhada de enjôo e vômitos indica a necessidade urgente de atendimento médico-hospitalar. Em caso de suspeita por quaisquer outros motivos, um médico clínico geral ou preferencialmente um neurologista deverá ser consultado para avaliação e tratamento.

Quais os sinais e sintomas de um aneurisma cerebral?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

Um aneurisma cerebral é geralmente assintomático (não tem sintomas), especialmente quando pequeno. À medida que crescem, podem comprimir alguma estrutura cerebral e provocam sintomas que variam com a área do cérebro que é afetada, e podem incluir: diplopia (visão dupla), perda da visão, ptose palpebral (queda da pálpebra), cefaléia (dor de cabeça), entre outros.

A sintomatologia torna-se muito mais exuberante quando ocorre a ruptura do aneurisma, que geralmente provoca a "maior dor de cabeça da vida", intensa e súbita, associada a náusea/vômitos pelo sangramento em torno do cérebro, lipotímia (escurecimento da visão) e/ou síncope (desmaio). Além disso, ocorre rigidez de nuca em mais da metade dos casos, semelhante ao que ocorre na meningite.

A rotura de um aneurisma pode levar à morte em até 50% dos casos, especialmente se houver comprometimento de áreas vitais como as do controle respiratório ou da pressão arterial. Esta situação é, na maioria dos casos, um dos tipos de derrame cerebral hemorrágico, conhecido como hemorragia meníngea ou subaracnóidea (quando ocorre em uma artéria do Polígono de Willis, por exemplo, local mais comum de ocorrência).

Outros sinais que podem decorrer da rotura de um aneurisma cerebral são: confusão, letargia, sonolência ou estupor, fraqueza muscular ou dificuldade de movimentação e/ou dormência ou diminuição de sensibilidade de qualquer parte do corpo, convulsões, fala prejudicada, alterações visuais.

Atenção: o rompimento de um aneurisma é uma emergência médica. Procure ajuda médica imediatamente.