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O que é bico de papagaio e quais são os sintomas?

Bico de papagaio é o crescimento anormal de uma pequena saliência óssea (osteófito) entre duas vértebras da coluna cervical, torácica ou lombar. O nome "bico de papagaio" é devido à forma desse osteófito, que também é chamado de "esporão de galo".

O bico de papagaio é uma artrose que acomete a coluna vertebral. O osteófito surge em decorrência do desgaste do disco intervertebral, cuja função é estabilizar e absorver impactos na coluna. Com o desgaste, o disco perde essa capacidade e o organismo, como defesa, produz mais osso entre as vértebras para proteger e estabilizar a coluna.

Os sintomas de bico de papagaio podem incluir dor intensa no pescoço ou nas costas, limitação dos movimentos, alteração da sensibilidade, formigamento nos braços ou pernas e diminuição da força muscular.

Os osteófitos ocorrem sobretudo em pessoas com mais de 50 anos de idade, devido ao desgaste natural que o disco intervertebral vai sofrendo ao longo da vida. Contudo, o bico de papagaio também pode surgir em indivíduos mais jovens.

Sedentarismo, má postura, obesidade, traumatismos na coluna, predisposição genética e envelhecimento estão entre as principais causas de bico de papagaio.

O tratamento do bico de papagaio pode incluir medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, fisioterapia e exercícios específicos para a musculatura da coluna, como Pilates. Casos mais graves podem precisar de cirurgia.

Saiba mais em: Qual o tratamento para bico de papagaio na coluna?

O médico ortopedista é o especialista indicado para diagnosticar e tratar bicos de papagaio.

Qual o tratamento para bico de papagaio na coluna?

O tratamento para bico de papagaio na coluna é feito através de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, atividade física, fisioterapia e, nos casos mais graves, cirurgia.

A atividade física e a fisioterapia devem buscar trabalhar a musculatura da coluna vertebral, através de exercícios de fortalecimento e alongamento.

Desde de que sejam adequados às limitações e às condições do paciente, os exercícios físicos são importantes para prevenir a perda de massa muscular, que provoca um aumento da dor causada pelo bico de papagaio.

Na fisioterapia, além dos tratamentos convencionais, técnicas como RPG (Reeducação Postural Global) e Pilates podem trazer bons resultados, melhorando a postura, a flexibilidade e a tonificação da musculatura da coluna.

Leia também: O que é RPG e para que serve?

Já o tratamento cirúrgico é indicado apenas nos casos mais graves, quando já existem alterações importantes no alinhamento da coluna ou lesões nos nervos causadas pelos bicos de papagaio.

Bico de papagaio não tem cura. O tratamento, que deve ser acompanhado por um médico ortopedista, visa apenas controlar a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Saiba mais sobre o assunto em:

O que é bico de papagaio e quais são os sintomas?

O que é osteofitose?

O que é osteofitose?

Osteofitose, popularmente conhecida como "bico de papagaio" ou "esporão de galo", é o crescimento anormal de uma pequena saliência óssea (osteófito) ao redor das articulações da coluna, entre as vértebras, cuja forma faz lembrar um bico de papagaio ou um esporão de galo.

A osteofitose é na realidade uma artrose, que surge quando os discos intervertebrais começam a se ressecar e desgastar, perdendo a capacidade de estabilizar e absorver impactos da coluna. Assim, os discos começam a suportar mais peso ou têm que suportá-lo de forma errada.

Em resposta a essa situação de estresse, o corpo começa a depositar osso entre as vértebras para tentar diminuir essa sobrecarga e estabilizar a coluna, formando então os osteófitos. 

Esse osso extra, o osteófito, provoca dor e deixa a articulação mais rígida, restringindo os movimentos. Além disso, ele pode lesar nervos e provocar sintomas como:

  • Alteração da sensibilidade;
  • Formigamento nos membros superiores ou inferiores;
  • Perda de força muscular.

Dentre os principais fatores que provocam ressecamento e desgaste do disco intervertebral, levando à osteofitose, estão:

  • Sedentarismo;
  • Má postura;
  • Obesidade;
  • Traumatismos na coluna vertebral;
  • Predisposição genética;
  • Envelhecimento.

O diagnóstico e o tratamento da osteofitose é da responsabilidade do médico ortopedista.

Osteofitose tem cura? Qual o tratamento?

A osteofitose não tem cura, porque o disco intervertebral desgastado não volta a se regenerar, portanto, os osteófitos, chamados popularmente de bicos de papagaio, permanecem. Mas essas alterações degenerativas do disco podem não causar mais sintomas após um tratamento eficaz, que ajuda a controlar a dor e melhorar a qualidade de vida da pessoa.

Fazem parte do tratamento da osteofitose medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, atividade física e fisioterapia, com terapias que trabalhem a musculatura da coluna. A cirurgia só é indicada nos casos mais graves.

A atividade física, desde de que seja adequada às condições e limitações do paciente, são importantes para prevenir a perda de massa muscular, que causa o aumento da dor.

O RPG (Reeducação Postural Global) e o Pilates são técnicas que podem trazer resultados muito satisfatórios, uma vez que trabalham postura, flexibilidade e tonificação da musculatura da coluna.

A fisioterapia também é essencial no tratamento da osteofitose porque além de utilizar técnicas analgésicas para alivio da dor também ajuda no fortalecimento e alongamento muscular.

Veja também: O que é RPG e para que serve?

A cirurgia somente é indicada nos casos mais graves de osteofitose, quando são observadas alterações significativas no alinhamento da coluna ou lesões nos nervos provocados pelos osteófitos.

Caso apresente osteofitose procure um médico de família ou clínico geral geral para uma avaliação inicial.

Tenho uma hérnia de disco na lombar e estou com dor?

Pode usar o mesmo medicamento que o ortopedista já te receitou ou pode procurar um serviço de emergência para ser medicada novamente. Repouso e compressas quentes sobre o local da dor podem ajudar bastante.

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O que é escoliose e quais os seus sintomas?

Escoliose é uma curvatura anormal da coluna vertebral, em que a coluna fica curvada para os lados, em forma de "C" ou "S", quando observada pela frente ou pelas costas. Pode acometer a coluna lombar, torácica e cervical e caracteriza-se pelos seguintes sinais e sintomas:

  • Tronco inclinado para um lado;
  • Ombros desnivelados (ter um ombro mais alto que o outro);
  • Ombro que projeta-se mais à frente que o ombro do lado oposto;
  • Apresentar um lado do quadril mais elevado ou à frente do quadril do lado oposto;
  • Tamanhos dos membros inferiores aparentemente diferentes um do outro;
  • Quando há dor, esta normalmente só surge na idade adulta.

Na escoliose, ocorre uma torção da coluna, fazendo com ela se incline não apenas para os lados, mas também para frente e para trás, o que acentua as curvaturas naturais da coluna lombar e torácica. Isso faz com que a pessoa fique mais "corcunda" e com o traseiro mais empinado para trás.

O tratamento da escoliose vai depender do grau e o do tipo de curvatura, da idade do paciente, da flexibilidade, das causas, entre outros fatores. É feito através de fisioterapia, fortalecimento muscular, coletes, palmilhas posturais e cirurgia.

O diagnóstico precoce da escoliose é essencial para o sucesso do tratamento e também para diminuir as chances do paciente desenvolver deformidades que só poderão ser melhoradas ou corrigidas por meio de cirurgia.

O médico ortopedista é o responsável pelo diagnóstico e tratamento da escoliose.

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Retorno da infecção urinária ou problema de coluna?

A infecção de urina que você teve no passado e foi curada não volta mais, pode ter outras infecções, mas não é a mesma. Outra infecção urinária até pode ser mas, faltam muitos sintomas para completar o quadro. Problema de coluna, talvez, mas a região da dor não bate com a dor na coluna.

Escoliose tem cura? Qual o tratamento?

Escoliose tem cura e o seu tratamento depende de diversos fatores, podendo ser conservador (fisioterapia, coletes, fortalecimento muscular) ou cirúrgico. Se o paciente não apresentar sintomas provenientes da coluna, a cirurgia não é necessária, mesmo havendo curvatura.

Se houver sintomas, estes são tratados com medicamentos ou fisioterapia. Desde que diagnosticada precocemente, é possível retardar os efeitos da escoliose.

No caso do paciente não sentir alívio dos sintomas após 6 meses de tratamento conservador, o médico pode optar pela cirurgia para corrigir a curva e descomprimir os nervos.

O acompanhamento clínico deve ser constante para que seja observada a evolução da escoliose. Em curvas de até 20 graus, a evolução da deformidade é verificada através de radiografias a cada 3 meses. Somente naquelas que evoluem o uso de coletes é necessário.

Em escolioses acima de 40 graus associadas a uma descompensação do tronco, a abordagem cirúrgica está indicada.

O tratamento da escoliose é da responsabilidade do médico ortopedista.

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