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Tumor

Sangramento vaginal em idosa o que pode ser?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Sangramento vaginal nesta idade tem como possíveis causas algum tipo de inflamação ou ferida em vagina ou colo uterino, pode também ser um tumor de colo do útero. Deve procurar um ginecologista para ver o que está acontecendo.

Qual é o tempo de vida de uma pessoa com câncer de pulmão?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O tempo de vida dos pacientes com câncer de pulmão depende da idade, do estágio da doença e principalmente do tipo de tumor.

As estatísticas de sobrevida na área médica utilizam como base o período de 5 anos, então os resultados estão sempre relacionados a este número, o paciente que irá viver por mais de 5 anos ou por menos de 5 anos. Entretanto isso é apenas uma estimativa, na prática cada caso é um caso e deve ser avaliado dessa forma. 

Contudo, podemos dizer que os estudos atuais demonstram os seguintes dados: os tipos de câncer mais comuns no pulmão são divididos em quatro estágios (I a IV), sendo o estágio I o mais leve, e o IV os casos mais agressivos e disseminados. Em relação a quanto tempo de vida, os casos no estágio I, que são submetidos a tratamento adequado de forma rápida, sobrevivem por pelo menos mais5 anos, ou até chegam a cura. No estágio II esse número cai para 60%, e a partir do III menos de 50% sobrevive por mais de 5 anos. 

Em relação a chance de cura do câncer de pulmão, no estágio inicial a probabilidade de cura com o tratamento cirúrgico, associado ou não outras terapias, como radioterapia ou quimioterapia pode chegar aos 90%, enquanto que em estágios dito grau II, 60%. O câncer de pulmão em estágio 3 e 4, considerado avançado, tem poucas chances de cura. Nesses casos o tumor já está disseminado dentro do tórax ou em outros órgãos, conhecido por metástase.

O tratamento do câncer de pulmão pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A escolha do tratamento depende do tipo de tumor, estágio da doença, idade e condição clínica do paciente.

Infelizmente, o câncer de pulmão muitas vezes só é detectado quando já está avançado ou disseminado, uma vez que, no início, os tumores normalmente não causam sintomas específicos que justificam uma investigação.

Saiba mais em: Quais são os sintomas do câncer de pulmão?

O especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento do câncer de pulmão é o médico pneumologista e oncologista, e eles são os mais indicados para esclarecer todas as informações detalhadas para cada caso.

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Quais são os sintomas do câncer de pulmão?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os principais sintomas do câncer de pulmão são a tosse e a dor torácica. Outros sintomas frequentes incluem expectoração de sangue (hemoptise), falta de ar ou desconforto torácico.

O sintoma inicial mais comum do câncer de pulmão é a tosse com expectoração purulenta ou sanguinolenta, seguida de dor no peito. A rouquidão também é uma manifestação comum no início do tumor e ocorre quando o nervo laríngeo é acometido.

Pessoas com câncer pulmonar podem apresentar ainda febre, emagrecimento, perda de força física, aumento do volume do fígado, dor de cabeça, náuseas, vômitos e fraqueza muscular no membro superior.

Quais são os fatores de risco do câncer de pulmão?

O câncer de pulmão ocorre principalmente em homens fumantes e ex-fumantes. Cerca de 85% dos casos ocorre em pessoas que fumam, o que faz do tabagismo o principal fator de risco para desenvolver esse tipo de tumor.

Quem fuma tem entre 10 e 30 vezes mais chances de ter câncer de pulmão do que alguém que não fuma. Nos fumantes passivos, o risco é cerca de 1,5 vezes superior do que naqueles que não são expostos à fumaça do cigarro.

Nos fumantes, o risco está relacionado com o número de cigarros que a pessoa fuma por dia, idade em que começou a fumar, tempo de tabagismo e ainda o grau de inalação da fumaça.

Outros fatores predisponentes para desenvolver a doença incluem a presença prévia de doença pulmonar, exposição a produtos químicos, como asbesto, urânio e cromo, além de histórico familiar de câncer de pulmão.

Qual é o tratamento para câncer de pulmão?

O tratamento para o câncer de pulmão pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A escolha da forma de tratamento depende do tipo de tumor, do estágio do câncer, da idade e das condições clínicas da pessoa.

A cirurgia para remover o tumor ainda na fase inicial é a forma mais eficaz de tratamento. Se o tumor for detectado ainda no estágio inicial, as taxas de cura com o tratamento cirúrgico podem chegar aos 90%. Porém, quanto mais tarde for feito o diagnóstico, mais difícil é o tratamento, diminuindo a sobrevida do paciente.

O tratamento para casos de câncer de pulmão mais avançados é feito com quimioterapia e radioterapia. Em tumores avançados, a cirurgia nem sempre é indicada.

Depois da cirurgia e dos outros tratamentos, a pessoa ainda deve ser acompanhada frequentemente durante 5 anos. O objetivo desse acompanhamento é detectar se o câncer voltou ou se há metástases (alastramento do câncer para outros órgãos). Depois desse período de 5 anos, o acompanhamento ainda é mantido pelo menos uma vez por ano.

Infelizmente, o câncer de pulmão muitas vezes só é detectado quando já está avançado ou disseminado, uma vez que, no início, os tumores normalmente não causam sintomas específicos que justificam uma investigação. O diagnóstico tardio dificulta o tratamento e reduz a sobrevida do paciente.

Quais são os sintomas de tumor no cérebro?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

São muitos os sintomas derivados de um tumor no cérebro, dependendo da localização, do tipo e do tamanho do tumor. Inclusive tumores cerebrais, de crescimento lento principalmente, podem ser "silenciosos", ou seja, levam muito tempo para causar algum sintoma.

Entretanto podemos citar alguns dos possíveis e mais comuns sintomas de um tumor no cérebro, como:

  • Convulsões e desmaios;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas ou vômitos;
  • Sonolência;
  • Alterações na visão (perdas de visão, visão dupla, pontos luminosos);
  • Alterações na fala (dificuldade de falar, perda da fala);
  • Fraqueza ou dormência em algum membro superior ou inferior;
  • Alteração do estado mental (confusão, agitação, perda de memória);
  • Desequilíbrio, tonturas, quedas frequentes;
  • Alterações nos nervos cranianos;
  • Alterações na deglutição (engasgos);
  • Movimentos involuntários;
  • Alterações do humor (irritabilidade, depressão).

Os sintomas do tumor cerebral estão relacionados com o crescimento e localização do tumor, que pode invadir ou comprimir estruturas do cérebro.

Porém, é importante lembrar que esses sintomas também podem ser causados por várias outras condições, por isso a presença dos mesmos não indica necessariamente um tumor cerebral. 

Por exemplo, uma dor de cabeça pode ter muitas causas e apenas a minoria delas está relacionada com uma doença neurológica grave.

Em geral, quando a dor de cabeça é provocada por um tumor no cérebro, ela tem início recente e piora progressivamente, além de estar frequentemente associada a outros sinais e sintomas.

Os sintomas neurológicos súbitos normalmente estão relacionados a uma doença vascular, como o "derrame". Os tumores cerebrais tendem a causar sintomas com piora progressiva.

O diagnóstico de um tumor no cérebro é feito através da história clínica, exame neurológico e exames complementares, como Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada e Arteriografia dos vasos cerebrais. A biópsia define o diagnóstico.

Na presença de um ou mais dos sintomas citados, deve-se consultar um médico neurologista.

Fiz uma tomografia de crânio e apareceu uma lesão. O que pode ser?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A única forma de ter certeza sobre a natureza dessa lesão, é com a ressecção da lesão ou parte dela, para fazer um exame do próprio tecido. Entretanto nem sempre essa é a melhor opção, ou está indicado imediatamente.  

Com a evolução da medicina e principalmente das imagens que dispomos hoje, muitas vezes não é necessária uma cirurgia aberta de crânio para definir uma lesão, porque os exames são capazes de avaliação detalhada. 

O granuloma eosinófilo é uma lesão óssea, benigna, que raramente atinge o cérebro, quando encontrada no crânio, de origem desconhecida e muitas vezes chega a cura de forma espontânea. Um dos motivos de não se indicar a cirurgia imediatamente.

Contudo, nos casos sintomáticos, quando há queixas de dor, edema ou sinais de crescimento da lesão, o tratamento está indicado. Os tratamentos indicados atualmente são a administração de corticoides, cirurgia, radio ou quimioterapia, dependendo de cada caso. 

Os cistos dermoides no crânio são raros e costumam surgir por volta dos 22 anos de idade. Apesar de ter um crescimento extremamente lento, o seu conteúdo pode alcançar a meninge, provocando meningite química. O tratamento cirúrgico pode ser necessário para remover o cisto dermoide. Se não for completamente retirado, o cisto tende a surgir novamente.

Já os cistos epidermoides cranianos são mais comuns que os dermoides. Na maioria dos casos o cisto é detectado entre os 50 e 60 anos. Se não forem completamente removidos também tendem a voltar e raramente evoluem para câncer (carcinoma).

Portanto o tratamento vai variar de acordo com cada caso. Nas lesões pequenas, sem sintomas, com características típicas de benignidade, está correto e comprovado o tratamento conservador, com novo exame após um ano.

Nos casos de lesão grande, ou que causem dor, edema, ou ainda que os exames não sejam muito esclarecedores, provavelmente será indicado cirurgia para ressecção e melhor avaliação da lesão. 

O diagnóstico só poderá ser feito pelo médico neurologista ou neurocirurgião, responsáveis também por definir junto ao paciente a melhor conduta.

Leia também:

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Câncer de pulmão tem cura?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Depende. Câncer de pulmão tem cura se o tumor for "menos" agressivo e principalmente se for diagnosticado de forma precoce.

A remoção cirúrgica do tumor ainda em estágios iniciais é a forma mais eficaz de curar completamente o câncer de pulmão. Quanto mais tardio for o diagnóstico, mais difícil é a chance de ressecar o tumor por completo, e por isso menor é a sobrevida do paciente.

Um câncer de pulmão é classificado em estágios, sendo o estágio 1, o menos grave, até o estágio 4, o tipo mais avançado.

Considerando um câncer menos "agressivo", com diagnóstico precoce (estágio 1) podemos esperar uma cura de até 90% com o tratamento cirúrgico, enquanto no estágio 2 essa taxa já reduz para em média 60%. Nos estágios 3B e 4, considerados avançados, tem poucas chances de cura, pois nesses casos o tumor já está disseminado ou acometendo outros órgãos à distância (metástases).

Qual é o tratamento para câncer de pulmão?

O tratamento do câncer de pulmão pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A escolha do tratamento depende do tipo de tumor, estágio da doença, idade e condição clínica do paciente.

A cirurgia está indicada na maioria dos casos, entretanto tumores mais avançados acabam por ser tratados com quimioterapia e radioterapia. A cirurgia nesses casos nem sempre pode ser indicada.

Após a cirurgia e demais tratamentos que tenham sido realizados, os pacientes ainda são acompanhados regularmente durante 5 anos para rastrear um possível reaparecimento do câncer ou o surgimento de metástases. Após o 5º ano, este acompanhamento será menos rigoroso, pode ser mantido com uma consulta anual apenas.

Como é feito o diagnóstico do câncer de pulmão?

O câncer de pulmão geralmente é identificado através do raio-X de tórax, sendo depois confirmado por meio de outros exames mais específicos, como ressonância, broncoscopia e biópsia.

Infelizmente, o câncer de pulmão muitas vezes só é detectado quando já está avançado ou disseminado, porque nas fases iniciais os tumores não causam sintomas específicos que justifiquem uma investigação.

Quanto tempo vive uma pessoa com câncer de pulmão?

O tempo de vida dos pacientes com câncer de pulmão depende mais uma vez da idade, do estágio da doença e do tipo de tumor.

Até 80% dos pacientes nos estágios iniciais da doença que são submetidos a tratamento cirúrgico sobrevivem durante pelo menos mais 5 anos. Isso porque as bases de estudos utilizam o número de 5 anos nas avaliações de sobrevida. Quando as avaliações estão baseadas em evidências médicas, os resultados apontam para um tempo ainda maior.

Nos estágios mais avançados a sobrevida de 5 anos após a cirurgia é observada em até 50% dos casos.

Quais são as causas do câncer de pulmão?

As causas do câncer do pulmão não são totalmente conhecidas. Porém, os fatores de risco estão bem estabelecidos. Dentre eles estão:

Tabagismo

O hábito de fumar é o principal fator de risco para desenvolver câncer de pulmão. Sabe-se que de 80% a 90% dos casos de câncer de pulmão ocorrem em pessoas fumantes ou ex-fumantes. O tabagismo é responsável por até 70% dos casos de câncer de pulmão. Os estudos indicam que cerca de 20% dos fumantes desenvolvem a doença. Inclusive os fumantes passivos.

Idade

Assim como em outros tipos de câncer, a idade é um fator de risco para desenvolver câncer de pulmão. A média de idade das pessoas com esse tipo de tumor é de 70 anos.

Genética

A ocorrência de casos de câncer de pulmão em pessoas da mesma família pressupõe que haja fatores genéticos na origem da doença. Mas ainda são necessários mais estudos sobre o assunto para essa definição e características.

Exposição a substâncias tóxicas

A exposição a determinadas substâncias tóxicas e sabidamente cancerígenas também pode provocar câncer de pulmão. Como por exemplo fibras de amianto, gás radônio, encontrado em solos e rochas; sílica, cloreto de vinil, níquel, entre outros.

O especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento do câncer de pulmão é o/a médico/a pneumologista.

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O que é um lipoma?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Lipoma é um tumor benigno do tecido gorduroso, que surge preferencialmente no tecido subcutâneo, localizado logo abaixo da pele, sobretudo na região posterior do pescoço. Os lipomas geralmente são notados quando a pessoa emagrece ou quando começam a crescer, pois ficam mais evidentes.

Os lipomas são firmes, elásticos e macios ao toque, podendo ser palpados sob a forma de um relevo na pele. Quando cresce muito, o lipoma causa um grande desconforto físico e estético, mesmo quando não causa dor.

Lipoma

O lipoma é um tumor relativamente comum, sendo mais frequente em mulheres. Geralmente aparece sozinho, mas também pode ocorrer em forma múltipla. Estima-se que cerca de 1% a 2% da população possui um ou mais lipomas no corpo.

Os lipomas não são comuns em crianças e também não têm relação com obesidade ou excesso de peso.

O crescimento do lipoma geralmente é lento e o tumor não provoca sintomas na maioria dos casos.

O lipoma localizado logo abaixo da pele (lipoma superficial subcutâneo) é o tipo de lipoma mais comum .

Quais os sinais e sintomas do lipoma?

O lipoma normalmente se apresenta como uma protuberância pequena e arredondada que surge logo abaixo da pele, medindo em média 1 e 3 cm de diâmetro. Há casos raros em que o tumor atinge grandes dimensões, formando os chamados lipomas gigantes.

O lipoma pode surgir em qualquer parte do corpo, sendo perceptível sob a forma de nódulos na pele. Os lipomas podem surgir isoladamente ou em grupos.

Os locais que os lipomas tendem a surgir são: tronco, braços, pernas, coxas, costas, ombros, região posterior do pescoço, nádegas e axilas. Já os lipomas profundos podem ocorrer nos músculos ou ainda dentro da articulações.

Os lipomas normalmente não causam dor, mas dependendo da localização podem comprimir órgãos e estruturas vizinhas e provocar uma série de sintomas.

O diagnóstico pode ser feito apenas através da palpação. Em caso de dúvida, o/a médico/a poderá diagnosticar a lesão por ultrassonografia ou biópsia.

O lipoma não deve ser confundido com o lipossarcoma, um tumor de pele maligno e que normalmente não é causado por um lipoma prévio. O lipossarcoma é um câncer que acomete células de gordura da pele e tem altas taxas de metástase (disseminação do câncer para outras partes do corpo).

Qual é o tratamento para lipoma?

A cirurgia para retirar o lipoma só é indicada por razões de estética, incômodo ou pela localização. Se houver dúvidas quanto à benignidade do tumor, o tratamento cirúrgico também é indicado.

O tratamento do lipoma consiste na sua remoção através de cirurgia ou lipossucção (aspiração do conteúdo gorduroso do lipoma). O tipo de tratamento depende do tamanho e da localização do tumor.

A cirurgia para retirar o lipoma é indicada apenas em casos de desconforto estético ou físico, como ao realizar movimentos, ou ainda na presença de dor.

Durante o procedimento cirúrgico, o lipoma deve ser completamente retirado. A permanência de tecidos do tumor no local pode levar ao crescimento de um novo lipoma.

O tratamento por lipossucção é indicado apenas para lipomas pequenos. Apesar de ser menos invasivo e deixar uma cicatriz menor, o risco do lipoma não ser totalmente retirado é maior, já que durante o procedimento a visualização do interior do tumor é limitada.

O/a médico/a dermatologista é o/a responsável pelo diagnóstico e tratamento do lipoma.

Nódulo em mama em adulto jovem pode ser Câncer?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Se você sabe o tamanho do nódulo é porque fez algum exame e neste exame deve ter aparecido outras coisas que o seu médico pode basear-se para saber se o nódulo é benigno ou é um tumor maligno, então pergunte a ele quando for mostrar o exame. Na sua idade a maioria dos nódulos são nódulos benignos, não sei dizer em valores exatos, só para você ter uma idéia de que a maioria dos nódulos de mama na sua idade são realmente benignos.

Lipoma tem cura? Qual o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim, lipoma tem cura e o tratamento é cirúrgico. A cirurgia para retirar o lipoma é indicada apenas quando a localização do tumor causa incômodo do ponto de vista estético ou comprime órgãos e estruturas vizinhas, causando dor, desconforto ou outras complicações.

Se houver dúvidas quanto à benignidade do lipoma, o tratamento cirúrgico também é indicado. Nesses casos, o tumor geralmente tem um crescimento rápido, apresenta dor à palpação ou tem um aspecto endurecido.

Lipoma

Outras indicações para a retirada do lipoma incluem alterações nervosas, limitação dos movimentos, crescimento do lipoma, irregularidades nas suas características, tamanho superior a 5 cm de diâmetro, entre outras.

Porém, uma vez que o lipoma não causa sintomas na maioria dos casos, o tratamento muitas vezes não é necessário.

Como é feita a cirurgia para retirar o lipoma?

O lipoma pode ser removido através de cirurgia ou lipossucção (aspiração da gordura do interior do lipoma). O tipo de tratamento depende do tamanho e da localização do tumor.

A cirurgia é simples e pode ser feita em consultório, com anestesia local e sedação, sem necessidade de internamento.

A cirurgia é realizada com anestesia local e um corte na pele, através do qual o lipoma é removido. Depois, a incisão é suturada com pontos, que são retirados após 10 a 14 dias, conforme o tamanho e a localização do lipoma.

A remoção cirúrgica do lipoma é a única forma de garantir que ele não vai voltar a crescer, pois retira o tumor na totalidade, garantindo a cura definitiva do problema.

A vantagem da cirurgia, daí ser o procedimento mais usado no tratamento do lipoma, é garantir que o tumor seja completamente retirado. Se partes do tumor não forem retiradas, é provável que ocorra o crescimento de um novo lipoma.

O número de lipomas que podem ser retirados na cirurgia depende das condições clínicas e pessoais do paciente, como doenças associadas, medicamentos, trabalho, tempo para recuperação, entre outras.

Já a lipossucção só é indicada para os lipomas menores. O procedimento é pouco invasivo e deixa uma cicatriz pequena, mas as chances do tumor não ser totalmente retirado são maiores, uma vez que a visualização do mesmo é limitada.

O/a médico/a dermatologista é o/a responsável pelo diagnóstico do lipoma. O tratamento cirúrgico pode ser feito pelo/a próprio/a dermatologista ou por um/a cirurgião/ã geral.

O que é tumor desmoide? Quais são os sintomas e qual é o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Tumor desmoide é um tumor benigno raro, originado do tecido conjuntivo. Pode ser encontrado em qualquer parte do corpo, embora seja mais comum na parede abdominal, extremidades, quadril e região da artéria mesentérica.

O tumor desmoide geralmente não causa sintomas, quando presente, o mais comum é a dor.

Também chamado de fibromatose agressiva, apesar de ter um crescimento lento e não provocar metástase (disseminação do tumor para outras partes do corpo), ele tem a característica de  invadir órgãos ou tecidos adjacentes ao tumor.

Devido a sua agressividade, mesmo não sendo câncer (tumor maligno), o tumor desmoide acaba por ser perigoso e de caráter maligno, porque no caso de invasão de órgão ou tecido vital, como uma grande artéria ou fígado, pode levar à morte.

O tratamento do tumor desmoide tem sido a principal discussão entre as grandes pesquisas atualmente. Grupos europeus afirmam que a nova política de "esperar para ver" tem demonstrado bons resultados, pois alguns tumores regridem espontaneamente, o que evitaria cirurgias extensas desnecessárias. Contudo, nos casos de tumores de grande volume, sinal de invasão a estruturas próximas e ou na presença de sintomas, como a dor, que geralmente não ocorrem, indicaria a abordagem imediata.

Entre as abordagens sugeridas, a principal é a cirurgia com ressecção em bloco do tumor, e parte ao redor, chamado margem de segurança, para evitar células tumorais remanescentes. Quando a localização do tumor desmoide é desfavorável para a remoção cirúrgica com a adequada margem de segurança, o tratamento pode incluir radioterapia, terapia com inibidores hormonais, anti-inflamatórios ou ainda quimioterapia.

O risco de recorrência da doença é grande, portanto devendo manter acompanhamento médico regular.

O/A médico/a responsável para avaliar a presença e tratamento de tumores desmoides é o/a Oncologista.

Quando o PSA dá elevado significa um tumor?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Não necessariamente, apenas com o resultado do exame não é possível dizer ou não se a pessoa tem tumor. O PSA pode estar aumentado por diferentes razões, como na Hiperplasia Prostática Benigna, presença de infecções ou inflamações prostáticas, traumas prostáticos ou uretrais, ou por conta da própria idade. Todos esses são motivos que podem levar a valores maiores de PSA.

Para saber qual a causa do aumento do valor do PSA é importante avaliar a presença de outros sintomas sugestivos de acometimento prostático como:

  • Dificuldade de urinar
  • Diminuição do jato de urina
  • Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite
  • Sangue na urina

Na presença de sintomas o médico ainda pode realizar um toque retal para avaliar características da próstata ou solicitar exames complementares como a biópsia guiada por ultrassom para um diagnóstico mais preciso.

É valido ressaltar que atualmente o exame de PSA em pessoas assintomática e que não apresentam fator de risco aumentado para o câncer de próstata não está recomendado de forma rotineira, como rastreamento do câncer, isso porque as evidências científicas não demonstraram que os benefícios do rastreamento nessas condições superem os riscos. 

Saiba o que é Hiperplasia Prostática Benigna em: O que é hiperplasia prostática?

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Retirei um tumor no duodeno, ainda pequeno...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Esse clip agora é parte do seu corpo... Ele faz parte da sutura que foi feita no seu intestino, não pode ser retirado. Área avermelhada é somente uma área de cor vermelha.