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Grávida pode tomar dipirona?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Grávida pode tomar dipirona entre o e o 6º mês de gravidez, sendo contraindicada no primeiro e último trimestre.

Os riscos e benefícios do uso da dipirona depende da dose, da idade gestacional e da duração do tratamento.

O uso da dipirona no primeiro trimestre de gestação pode causar malformação fetal. A partir da 30ª semana de gravidez (final do 7º mês), a dipirona pode provocar o fechamento prematuro do ducto arterial, além de prejudicar a coagulação do sangue na mãe e no feto.

Sabe-se que a dipirona atravessa a barreira placentária. Entretanto, faltam evidências suficientes de que o uso de dipirona seja seguro durante a gravidez. Por isso, o medicamento deve ser evitado no primeiro trimestre de gestação, uma fase muito importante no desenvolvimento embrionário.

Mesmo depois dos primeiros 3 meses de gravidez, o uso de dipirona no segundo trimestre de gestação só deve ser feito após uma avaliação médica cuidadosa dos riscos e benefícios em tomar a medicação.

No último trimestre de gravidez, a dipirona pode causar um fechamento precoce do ducto arterial e causar complicações no momento ou depois do parto devido a alterações na coagulação do sangue da mãe e do recém-nascido.

A dipirona é considerada um medicamento com categoria de risco na gravidez D. Isso significa que a dipirona pode causar danos ao feto, mas os benefícios do uso do medicamento para a grávida podem superar os possíveis riscos ao bebê. Alguns exemplos dessas situações são os casos de doenças graves ou que trazem risco de morte e para as quais não existem outros medicamentos seguros.

Além disso, a dipirona pode causar uma diminuição do número de glóbulos brancos (células de defesa) no sangue, o que aumenta a predisposição da gestante desenvolver infecções.

Durante a amamentação, a mulher não deve dar de mamar ao bebê nas 48 horas seguintes à toma de dipirona, já que os metabólitos da dipirona são eliminados no leite materno.

Antes de tomar qualquer medicamento durante a gravidez, a mulher deve consultar o médico de família ou ginecologista que irá indicar o momento exato para tomar a dipirona.

7 Coisas que uma grávida não deve fazer
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Conheça sete coisas que uma mulher grávida não pode fazer de jeito nenhum, para evitar complicações durante a gravidez e não prejudicar o bebê.

1. Tomar remédio sem indicação médica

Uma grávida nunca deve se automedicar, pois irá colocar em risco a sua saúde e a vida do bebê. Cabe ao médico avaliar o risco-benefício em tomar o medicamento e se existe ou não contraindicação durante a gravidez.

2. Consumir bebidas alcoólicas

O álcool prejudica o desenvolvimento do feto e pode inclusive alterar o desenvolvimento do bebê após o parto. O consumo de bebidas alcoólicas na gravidez também restringe o crescimento do feto, podendo resultar em baixo peso ao nascimento.

3. Fumar

O cigarro pode causar problemas graves para o bebê, pois restringe o oxigênio que chega ao feto. Fumar durante a gravidez aumenta os riscos de parto prematuro, ruptura da bolsa, placenta prévia, restrição de crescimento do feto, baixo peso ao nascimento e morte neonatal.

Mesmo que a grávida não seja fumante, ficar próxima de pessoas que fumam ou em ambientes com fumaça de cigarro (fumante passiva) também é prejudicial para ela e para o bebê, por isso ela deve evitar essa exposição.

4. Comer alimentos crus

Uma grávida deve evitar ovos, carnes (frango, porco, vaca), peixes e frutos do mar crus, bem como leite e derivados não pasteurizados. As saladas e as frutas devem ser muito bem lavadas com água corrente e devidamente desinfetadas numa solução própria e segura.

O objetivo é evitar a toxoplasmose e a listeriose, que podem trazer sérias complicações para o bebê.

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No caso do sushi e do sashimi, eles podem ser consumidos por grávidas, desde que o peixe tenha boa procedência, o restaurante tenha regras rígidas de armazenamento e manuseio dos alimentos e o peixe tenha sido congelado.

5. Doar sangue

Durante a gestação ocorre uma espécie de anemia devido ao maior volume de plasma sanguíneo e a uma alteração nos glóbulos vermelhos. Trata-se de uma adaptação que o corpo da gestante sofre para garantir o fornecimento de nutrientes necessários para o feto crescer e se desenvolver.

Doar sangue obriga o organismo a repor os nutrientes e as células sanguíneas e pode não haver tempo suficiente para que ocorra essa reposição durante a gravidez, o que poderia prejudicar o aporte sanguíneo necessário para a mulher e para o feto.

6. Fazer tatuagem

Grávida não deve fazer tatuagem principalmente porque a imunidade fica mais baixa durante a gravidez, o que aumenta o risco de infecções e complicações no local da tatuagem.

Leia também: fazer tatuagem durante a gravidez faz mal? E durante a amamentação?

Além disso, como durante a gestação a pele fica mais esticada, a tatuagem pode sofrer alterações na sua forma quando a pele voltar ao seu estado normal, podendo também provocar estrias na tatuagem que precisarão de retoques posteriores.

7) Fazer luzes, alisamento ou pintar o cabelo

Durante a gravidez, os produtos químicos usados nas luzes, nos alisamentos ou para pintar os cabelos podem ser absorvidos pela pele e prejudicar o desenvolvimento do feto, sobretudo no primeiro trimestre de gestação.

Produtos com amônia, formol e metais pesados, como o chumbo, são extremamente tóxicos e devem ser evitados durante a gravidez.

Saiba mais em:

Para maiores esclarecimentos sobre o que a grávida pode e não pode fazer, fale com o seu médico obstetra.

Veja também:

Qual anti-inflamatório é indicado para gestante e lactante?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Para gestante nenhum anti-inflamatório é recomendando, pois, podem causar problemas cardíacos no feto.

As mulheres que estão amamentando devem evitar o uso de anti-inflamatórios. Entretanto, se houver mesmo necessidade, pode fazer uso de medicamentos considerados de baixo risco para a amamentação como ibuprofeno, cetoprofeno e diclofenaco.

Mulheres grávidas ou que estão amamentando, devem buscar orientação de um médico de família ou obstetra antes de usar anti-inflamatórios ou qualquer o outro medicamento.

Anti-inflamatórios na gravidez

De forma geral, não é recomendado o uso de qualquer anti-inflamatório não-esteroide (AINEs) durante a gestação.

Sua utilização somente deve ser feita após rigorosa avaliação médica para evitar complicações como prolongamento de trabalho de parto, maior risco de hemorragia pós-parto e aumento da pressão pulmonar do bebê.

Tanto a Aspirina® como o AAS®, ambos compostos por ácido acetilsalicílico devem ser evitados durante a gravidez. Este medicamento pode provocar anemia, hemorragia e inibição do trabalho de parto, especialmente, quando usado em doses elevadas.

Anti-inflamatórios durante a amamentação

A maior parte dos anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs), passam para o leite materno. No entanto, alguns deles chegam ao bebê em pequenas quantidades ou mesmo podem não ser absorvidos pelo seu sistema gastrointestinal. Estes medicamentos incluem:

  • Ibuprogeno: Buscopan®, Trifene®
  • Ácido mefenâmico: Ponstan®, Pontin®
  • Cetoprofeno: Profenid®
  • Diclofenaco: Voltaren®, Cataflan®, Biofenac®, Diclofenac®
  • Celoxib: Celebra®
  • Piroxican: Feldene®
  • Flurbiprofeno: Allergan®
  • Fenoprofeno: Trandor®
  • Ácido flufenâmico: Nobelisin®
  • Cetorolaco: Toradol®

Esses são os anti-inflamatórios mais indicados, embora a dose e o tempo de uso deva ser definido pelo médico de acordo com a situação e condições de saúde da mãe.

Para saber mais sobre uso de anti-inflamatórios durante a amamentação e gravidez:

Quais remédios posso tomar na gravidez?

Dor de cabeça na gravidez: quais remédios posso e quais não posso tomar?

Posso tomar ibuprofeno durante a amamentação?

Ibuprofeno pode ser tomado durante a gravidez?

Referências

Aragão, F.F.; Tobias, A.F. Pharmacological treatment of pain in pregnancy. BrJP, (2)4:374-80, 2019.

Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Manual de teratogênese em humanos. FEBRASGO, 2018.

Até quando gestante pode ter relações sexuais?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A relação sexual durante a gravidez pode ocorrer em qualquer período ao longo da gestação. Isso deve ser sempre ponderado tendo em conta a vontade e o desejo da mulher em realizar a atividade sexual.

No final da gestação, não é indicado relações sexuais caso a mulher tenha algum tipo de sangramento vaginal ou já tenha rompido a bolsa. Fora dessas situações, não há contra-indicações à atividade sexual durante a gravidez.

O desejo sexual é variável de mulher para mulher e pode alterar a depender de certas circunctâncias como variações hormonais, cansaço, estresse etc.  

Uma relação sexual deve ser realizada apenas quando as duas pessoas envolvidas se sentem confortáveis e seguras para tal. Durante a gravidez, a mulher pode se sentir desconfortável em determinadas posições, principalmente no final da gestação, e isso pode ser reajustado alterando a posição e encontrando uma posição mais confortável e agradável.

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É normal não sentir vontade de ter relação sexual?

Quem tem herpes pode engravidar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim. Quem tem herpes genital pode engravidar. A presença de herpes genital não inviabiliza a gestação nem diminui a fertilidade quer da mulher quer do homem. Por isso, mulheres com herpes podem engravidar normalmente.

A herpes genital é uma doença sexualmente transmissível que pode ser prevenida com o uso de preservativo durante os atos sexuais. Trata-se de uma infecção causada por vírus que, apesar de não apresentar uma cura definitiva, pode ser tratada e manejada de acordo com a frequência e sintomas.

Posso transmitir herpes para o bebê?

O risco de herpes neonatal é maior quando a mãe adquire herpes genital no final da gravidez. Isso porque o seu corpo ainda não produziu anticorpos suficientes e o bebê deixa de ter a sua proteção natural ao nascer.

O risco de transmissão pode chegar aos 50% se a gestante adquirir herpes genital quando está mais próxima do parto. Contudo, se a mãe for infectada pelo vírus no primeiro trimestre de gravidez, o risco pode ser inferior a 1%. Gestações em que a mulher é portadora de herpes genital podem ser consideradas de risco, sobretudo se a infecção acontecer durante a gravidez.

Apesar dos riscos, a infecção do feto durante a gestação através da placenta é pouco comum. De fato, o maior risco de contaminação do herpes ocorre no momento do parto, o que ocorre em cerca de metade dos casos, mesmo que a mulher não apresente sinais e sintomas.

O feto pode ser infectado pelo vírus presente no útero, o que é raro, ou pelo contato direto do bebê com as secreções maternas infectadas no momento do parto. Essa forma de contágio pode ocorrer em até 80% dos casos.

Para tentar prevenir a infecção do bebê, geralmente indica-se o parto por cesariana, principalmente quando a gestante apresenta lesões ou se o surto tiver acontecido até 6 semanas antes do nascimento.

Apesar da cesariana não eliminar por completo o risco de transmissão do herpes genital para o bebê, trata-se do tipo de parto indicado se a gestante apresentar lesões no momento do parto. Essa forma de parto diminui a exposição do recém-nascido ao vírus e a taxa de mortalidade materna decorrente do parto natural.

Quais as complicações do herpes na gravidez?

A transmissão do herpes genital da gestante para o feto é grave. A encefalite está entre as piores complicações, pois é responsável pela maioria dos casos de mortes.

O herpes genital na gravidez pode causar ainda aborto ou parto prematuro. Se infectar o feto através da corrente sanguínea, pode provocar lesões fatais para o bebê. Sabe-se que a quantidade de anticorpos presentes na gestante antes do parto pode influenciar a intensidade da infecção e as chances de transmissão do herpes para a criança.

A gravidade do herpes neonatal está no aumento de infecções no sistema nervoso central, o que aumenta significativamente as taxas de mortalidade.

Como é o tratamento do herpes na gravidez?

O diagnóstico do vírus do herpes é feito através de exames de sangue. A cesariana não evita por completo a transmissão do herpes genital para o bebê, mas é o tipo de parto recomendado se a gestante apresentar lesões no momento do parto.

A herpes neonatal é um quadro grave, que exige cuidados médicos e hospitalares especializados. O tratamento também é feito com aciclovir, na dose de 5 mg por dia, por via intravenosa, a cada 8 horas, durante uma semana.

Para prevenir a transmissão do herpes genital, recomenda-se usar preservativos durante toda a gestação. Embora não exista uma cura definitiva para o herpes genital, há medicamentos antivirais específicos que podem reduzir o tempo de duração dos sintomas e prevenir o aparecimento de novas lesões.

A mulher que pretende engravidar deve procurar um serviço de saúde para uma consulta pré-concepcional justamente para avaliar a sua saúde, bem como iniciar algumas terapias preventivas como o uso de ácido fólico.Leia também:

Gestante pode andar de moto?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim. Gestante pode andar de moto.

A mulher grávida pode andar de moto durante todo o período da gestação. Os cuidados devem ser tomados assim como o uso obrigatório do capacete.

Caso a gestante perceba alguma limitação de movimento para dirigir a moto, ela deve considerar usar outro veículo de transporte.

Caso a mulher tenha alguma contra-indicação médica, ela deve tomar as medidas recomendadas.

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Até quando gestante pode dirigir?

Estou gestante de cinco meses, posso fazer escova progressiva?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não. Está contraindicado o uso de escova progressiva durante toda a gravidez.

Qualquer produto que contenha substâncias químicas, especialmente à base de formol ou derivados, está totalmente contraindicado durante toda a gestação.

Grávida pode fazer escova progressiva?

Não. A gestante não deve fazer uso desse produto porque contém substâncias químicas e tóxicas, que podem ultrapassar a placenta, causando prejuízos ao bebê.

Segundo especialistas e segundo a sociedade brasileira de dermatologia, não existem no mercado, produtos para escova progressiva liberados pelos órgãos responsáveis, como sendo seguro para o uso em mulheres grávidas.

O seu uso aumenta os riscos de abortamento precoce, mal formação fetal, crescimento intrauterino anormal ou mal-estar materno.

Grávida pode fazer selagem no cabelo?

A selagem, também não é recomendada, pelo mesmo motivo. A grande maioria dos produtos utilizados na selagem apresentam em sua composição, produtos químicos mais "leves", que ao serem expostos ao calor (secador e ou chapinha), mudam sua conformação se tornando semelhantes ao formol, causando riscos à gestante e ao bebê.

Assim como a tintura comum, reflexos, e outros produtos químicos.

Grávida pode fazer pintar o cabelo?

Depende. O uso de tinturas sem amônia e xampus tonalizantes são liberados após o segundo trimestre, para grande parte das gestantes. Porém essa autorização deve ser dada pelo obstetra assistente, que saberá avaliar os riscos de cada mulher, caso a caso.

Com quantos meses a gestante pode fazer escova progressiva ou selagem de cabelo?

A gestante nunca deve fazer nenhum desses tratamentos estéticos. O risco existe durante todo o período gestacional.

Para maiores esclarecimentos ou qualquer dúvida em relação aos riscos e efeitos colaterais durante a gestação, entre em contato com seu médico obstetra assistente.

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Fiz o exame de VDRL e deu soro reagente, sou gestante?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Você deve consultar o seu médico e se possível fazer o exame confirmatório para sífilis e tratar a doença. O tratamento é feito com penicilina benzatina (Benzetacil) e o seu parceiro sexual também deve realizar o tratamento, já que a sífilis é uma doença sexualmente transmissível.

O que é o VDRL?

VDRL é o teste de sífilis não treponêmico mais comumente utilizado, ou seja é um teste que detecta anticorpos produzidos pelo organismo contra a bactéria causadora da sífilis, o Treponema Pallidum. É um exame muito importante para o diagnóstico da sífilis e para o seu seguimento pós tratamento.

O VDRL é um exame quantitativos pois é capaz de detectar a quantidade de anticorpos produzidos contra o treponema. O seu resultado é apresentado em títulos como 1:2, 1:4, 1:16, etc. Quanto maior o título maior a quantidade de anticorpos detectada pelo exame.

A titulação do VDRL tende a cair após o tratamento com o decorrer do tempo. Em algumas pessoas mesmo após o tratamento pode-se ter uma titulação residual e o teste permanecer positivo, mas em títulos baixos.

Comumente o exame de VDRL é solicitado junto com outro tipo de exame, um teste treponêmico, que detecta precisamente a bactéria causadora da sífilis de modo a confirmar o diagnóstico, já que os testes não treponêmicos como o VDRL podem apresentar falso positivo.

O VDRL pode apresentar-se positivo também em outras situações como doenças reumáticas, gestação ou drogadicção.

Em gestantes o tratamento deve ser realizado o mais rapidamente possível, por isso, mesmo quando não é possível realizar um teste confirmatório treponêmico já se está indicado iniciar o tratamento.

Como é o tratamento da sífilis em gestantes?

O tratamento da sífilis é feito com a aplicação de injeção de penicilina G benzatina, a dose pode variar entre 2,4 milhões de Unidades a 7,2 milhões de Unidades.

São aplicadas duas injeções, uma em cada glúteo, e a aplicação pode ser repetida semanalmente por até três semanas, a depender do tipo de sífilis e do tempo de contaminação pela doença.

Converse com o seu médico de família ou obstetra caso apresente teste positivo para a sífilis, é essencial que o tratamento seja iniciado o mais rapidamente possível para evitar complicações na gravidez e no recém-nascido.

Até quando gestante pode dirigir?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A gestante pode dirigir durante todo o período da gestação, a menos que ela tenha alguma contra-indicação médica.

A direção é permitida e a gestante deve usar o cinto de segurança corretamente.

Não há restrições quanto às semanas de gestação, porém caso haja alguma indicação médica para evitar dirigir, ela deve ser respeitada.

A mulher gestante que é motorista de profissão deve seguir as recomendações legais condizentes a atestados médicos e afastamentos autorizados pela legislação trabalhista. Saiba dos seus direitos para usufrí-los da melhor forma.

Em caso de outras dúvidas, pergunte para o/a seu/sua médico/a durante as consultas do pré-natal.