Perguntar
Fechar

Transmissão

Urticária é contagiosa?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não, urticária não é contagiosa nem é transmitida de uma pessoa para outra. A urticária é uma reação semelhante a uma alergia, que caracteriza-se por lesões vermelhas e inchadas que aparecem na pele repentinamente e provocam coceira intensa.

Quais são os sintomas da urticária?

Além de coçar muito, a urticária também pode provocar um inchaço das camadas mais profundas da pele, deixando boca, pálpebras, língua, garganta, órgãos sexuais, mãos e pés inchados.

Casos mais graves podem vir acompanhados de falta de ar, dor no abdômen ou dor para engolir. Essa forma mais grave de urticária pode levar à morte e precisa receber tratamento urgente.

A urticária pode aparecer em qualquer parte da pele e os tamanhos das lesões podem ser variados. Em alguns casos, as manchas se juntam, dando origem a placas avermelhadas maiores.

Normalmente, o tempo de duração dos sintomas é de menos de 24 horas. Porém, quando as placas desaparecem, podem aparecer outras novas. As crises de urticária podem durar até 6 semanas. 

Quais as causas da urticária?

A urticária surge devido a uma reação que libera substâncias que causam coceira e inchaço na pele. Tal reação pode ser desencadeada por diversos fatores, sendo as causas mais comuns:

⇒ Medicamentos antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios, além de vitaminas; ⇒ Corantes, conservantes e aditivos presentes em alimentos; ⇒ Infecções causadas por bactérias, vírus e parasitas; ⇒ Calor, frio, sol, fricção, vibração e outros estímulos físicos; ⇒ Picada de insetos; ⇒ Inflamação na tireoide; ⇒ Lúpus eritematoso; ⇒ Linfomas e tumores malignos.

Muitas vezes a urticária também aparece sem uma razão aparente. Porém, independentemente da causa, a urticária nunca é contagiosa ou transmissível.

Saiba mais em: Urticária: saiba o que é, conheça as causas e diferentes tipos

Qual é o tratamento para urticária?

O tratamento é feito com o afastamento dos fatores desencadeantes da urticária, além de medicamentos antialérgicos, corticoesteroides e imunossupressores.

Os casos mais leves e moderados de urticária são tratados com medicamentos anti-histamínicos (anti-alérgico). Essa medicação alivia os sintomas, principalmente a coceira.

Outros medicamentos que podem ser indicados no tratamento da urticária incluem a cortisona, mas por pouco tempo, além de outros medicamentos para combater a inflamação.

O/a médico/a dermatologista, clínico/a geral ou médico/a de família podem detectar a urticária e indicar o melhor tratamento para o seu caso.

Quais são os sintomas da febre amarela? Como ocorre a transmissão?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas iniciais da febre amarela podem ser semelhantes aos da gripe e costumam surgir subitamente, com presença de febre, dor de cabeça, calafrios, dor muscular, congestão conjuntival e falta de apetite. Esses casos costumam ser leves e os sinais e sintomas costumam desaparecer espontaneamente depois de 2 ou 3 dias.

Contudo, nos casos mais graves, a febre amarela pode provocar dor abdominal, diarreia, vômitos escuros, amarelão (icterícia), dor no final da coluna lombar, prostração, hemorragias (gengiva, nariz, fezes, etc) e diminuição da eliminação de urina. O quadro pode cursar com insuficiência renal e hepática.

Em geral, os sintomas mais severos aparecem depois de um curto período de melhora do paciente, que em média costuma ser de até 48 horas. Depois, o indivíduo pode desenvolver icterícia (pele e olhos amarelados), insuficiência hepática, insuficiência renal, hemorragias e cansaço intenso.

Felizmente, a forma mais grave da febre amarela é pouco comum e grande parte dos doentes fica completamente curada. Uma vez infectada pelo vírus, a pessoa fica imune à doença pelo resto da vida.

Como ocorre a transmissão da febre amarela?

Nos meios silvestres, como no campo e nas florestas, a transmissão da febre amarela ocorre pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, enquanto que nas cidades a doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue.

Lembrando que para transmitir a doença, os mosquitos precisam estar infectados pelo vírus causador da febre amarela.

A febre amarela é comum na América do Sul, América Central e alguns países africanos, sendo transmitida sempre pela picada de mosquitos infectados, tanto na cidade como em regiões silvestres. 

Apesar da febre amarela também afetar os macacos, estes animais não transmitem a doença para os seres humanos, assim como o vírus não é transmitido de pessoa para pessoa.

Como prevenir a febre amarela?

A prevenção da febre amarela é feita pela vacinação, sobretudo se a pessoa for viajar ou viver em áreas com surtos de febre amarela.

Veja também: Quando devo tomar a vacina contra febre amarela?

Além disso, tendo em conta que a transmissão só ocorre através da picada dos mosquitos, a prevenção da febre amarela também passa pela erradicação do mosquito do meio urbano.

Como as fêmeas dos mosquitos transmissores da febre amarela precisam da água para depositar os seus ovos e proliferar, é importante eliminar qualquer tipo de recipiente aberto que possa acumular água.

Também é importante utilizar repelente, mosquiteiros e usar roupas que cubram bem o corpo quando estiver em áreas silvestres para evitar a picada do mosquito.

Em caso de sintomas de febre amarela, procure um serviço médico com urgência.

Como é a transmissão da raiva?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A transmissão da raiva ocorre através da saliva de um animal infectado. A raiva humana é transmitida principalmente pela mordida de um animal raivoso, que introduz assim o vírus que causa a doença.

A raiva também pode ser transmitida se houver contato direto da saliva do animal com os olhos, mucosas ou feridas, bem como lambeduras ou arranhões de animais doentes.

Qualquer mamífero poder transmitir a raiva, porém, os principais transmissores são os cachorros e os gatos domésticos. O vírus também está muito disseminado em cães selvagens, raposas, coiotes, lobos, chacais, gatos selvagens e morcegos.

O que devo fazer se for mordido por um animal que pode transmitir a raiva?

Sempre que alguém for mordido por um cão, gato, morcego ou qualquer outro animal que pode transmitir a raiva, deve lavar o ferimento abundantemente com água e sabão e procurar um hospital o mais rápido possível para receber o tratamento profilático.

Um médico ou enfermeiro deverá avaliar o caso e indicar a aplicação da vacina antirrábica. As outras doses da vacina devem se administradas no 3º, 7º, 14º dias após a primeira dose. O tratamento profilático pós-exposição da raiva nunca deve ser interrompido.

Se possível, o animal deve ser mantido em observação durante 10 dias para verificar se ele manifesta a doença ou morre. Se o animal apresentar sinais de raiva, deve ser sacrificado.

Saiba mais em: O que fazer para tratamento em caso de mordida de cachorro?

Quais os sintomas da raiva?
  • Mal estar;
  • Ligeiro aumento da temperatura corporal;
  • Perda de apetite;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas;
  • Dor de garganta;
  • Irritabilidade;
  • Inquietude;
  • Sensação de angústia.

Podem ocorrer ainda alterações da sensibilidade no trajeto dos nervos próximos ao local da mordida e alterações de comportamento. À medida que a doença progride, surgem outros sintomas, como:

  • Ansiedade e muita excitação;
  • Febre;
  • Delírios;
  • Espasmos musculares;
  • Convulsões.

Os espasmos musculares evoluem para paralisia, causando alterações cardiorrespiratórias, retenção de urina e prisão de ventre.

A vítima fica sempre consciente, com períodos de alucinações, até entrar em coma e morrer. A evolução da raiva é rápida, levando à morte em apenas 5 a 7 dias.

Leia também: Quais os sintomas do vírus da raiva?

Como prevenir a raiva?

A prevenção da raiva é feita através da vacinação anual de cães e gatos, além de cuidados como:

  • Não se aproximar de cães e gatos estranhos;
  • Não tocar nem mexer nos animais quando estiverem comendo ou dormindo;
  • Nunca tocar em morcegos ou qualquer outro animal silvestre, sobretudo se o animal estiver caído no chão ou encontrar-se em situações pouco comuns.

O médico responsável pelo tratamento da raiva é o infectologista.

Como pode ocorrer a transmissão da hepatite B?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A transmissão da Hepatite B ocorre através do sangue, esperma e leite materno, já que é neles que o vírus HBV está presente. Assim, a hepatite B pode pode ser transmitida através de relações sexuais sem preservativo, durante a gravidez, amamentação ou parto, partilha de seringas ou agulhas, contado direto com o sangue ou objetos contaminados (agulhas, materiais de manicure, piercing e tatuagens), entre outras formas.

Para prevenir-se e evitar a transmissão da hepatite B, deve-se tomar a vacina contra a doença, usar camisinha em qualquer forma de contato sexual e não compartilhar materiais de manicure, pedicure, piercing e tatuagens, lâminas de barbear ou depilar, seringas, agulhas, entre outros objetos cortantes e perfurantes.

Na fase aguda, a hepatite B pode ser assintomática ou causar sintomas como febre, cansaço, dores abdominais, náuseas, vômitos, escurecimento da urina, dores articulares e icterícia (pele e olhos amarelados).

Em alguns casos mais raros, a doença pode evoluir para hepatite fulminante e provocar sangramentos, confusão mental, sonolência e dificuldade para respirar.

Quando não tratada, a hepatite B torna-se crônica e não costuma apresentar sinais e sintomas. Contudo, quando presentes, têm origem na insuficiência e cirrose hepática, podendo se manifestar por icterícia, acúmulo de líquido no abdômen, inchaço nos membros inferiores, aumento de tamanho do baço e confusão mental.

A vacina contra hepatite B é eficaz e está disponível gratuitamente nas Unidades de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde).

Também pode lhe interessar:

Qual é o tratamento para hepatite B?

Anti-HBS no exame significa hepatite B?

Existe vacina para a hepatite b?

Tenho ovários policísticos vou transmitir algo ao parceiro?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. A presença de cistos nos ovários não apresenta nenhum risco ao parceiro da mulher, uma vez que não é uma condição infecciosa.

Cistos nos ovários é uma situação frequente na maioria das mulheres. Esses cistos surgem porque o folículo que se desenvolve dentro do ovário não cresce o suficiente para se transformar em óvulo, ser expulso do ovário e desencadear a ovulação. Dessa forma, os folículos vão se acumulando no ovário na forma de cisto.

A presença de cistos nos ovários pode ser uma condição benigna que não apresenta riscos para a mulher. Isso dependerá de como o cisto se apresenta, se há ruptura ou torção e se, em consequência disso, há algum sintoma preocupante como dores em baixo ventre, sangramento vaginal intenso, febre, etc.

Quando os ovários com policistos são associados a um conjunto de outros sinais e sintomas, a mulher pode manifestar a Síndrome dos Ovários Policísticos. 

Sendo assim, quem tem ovários policísticos não transmite nada ao parceiro.

Leia mais em:

Ovários policísticos têm cura? Qual o tratamento?

Ultrassom transvaginal mostrou cistos nos ovários é grave?

Vitiligo é contagioso?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não, vitiligo não é contagioso e não é transmitido de pessoa a pessoa. O vitiligo é um distúrbio ativado por reações no sistema imune da pessoa afetada e, portanto, não é transmissível. 

A pessoa que possui vitiligo pode e deve conviver normalmente com as outras pessoas ao seu redor e compartilhar os utensílios de uso comum.

O que é vitiligo?

Vitiligo é uma manifestação na pele que caracteriza-se pela despigmentação. Com isso, em algumas localidades do corpo, a pessoa apresenta regiões mais claras do que outras.

Vitiligo

A pele na região afetada continua íntegra, porém sem a pigmentação habitual das outras regiões. Por isso, não há nenhum tipo de prejuízo no contato da região afetada com outras partes do corpo.

Quais as causas do vitiligo?

Os estudos científicos apontam relação no surgimento do vitiligo com fatores genéticos e com a presença de história da doença na família.

Trata-se de uma reação autoimune, em que o sistema imunológico da pessoa ataca as células responsáveis pela pigmentação da pele, chamadas melanócitos.

Com a destruição dos melanócitos, a região da pele afetada perde a pigmentação, ficando mais clara quando comparada com o resto do corpo.

Por desconhecimento de parcela da população, pessoas com vitiligo sofrem preconceito e discriminação. A informação adequada e científica deve ser amplamente difundida para que essas pessoas tenham uma vida social garantida e desprovida de julgamentos.

Doença de Chagas: Quais são os sintomas e como ocorre a transmissão?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas da fase aguda da Doença de Chagas são:

  • Febre;
  • Aumento dos gânglios;
  • Mal estar;
  • Vermelhidão e inchaço nos olhos;
  • Distúrbios cardíacos;
  • Meningite;
  • Aumento do baço e do fígado.

Caso a doença não seja tratada adequadamente nesta fase, pode haver a evolução para a fase crônica da Doença. 

Os sintomas da fase crônica da Doença de Chagas podem ser:

  • Falta de ar;
  • Dor no peito;
  • Palpitações;
  • Inchaços;
  • Tontura.

A transmissão da Doença de Chagas pode ocorrer por:

  • Via vetorial: pelas fezes do barbeiro depositadas quando ele suga o sangue da pessoa, fazendo com que o parasita entre na corrente sanguínea após a pessoa se coçar;
  • Transfusão sanguínea;
  • Transmissão vertical: de mãe para filho via placentária;
  • Via oral: pela ingestão de alimentos contaminados pelas fezes do barbeiro.

Como não há vacina disponível, para evitar a Doença de Chagas é necessário uma melhoria nas condições habitacionais, combate ao barbeiro, atenção no consumo de alimentos.

Tuberculose miliar é contagiosa? Como se transmite?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não, a tuberculose miliar não é contagiosa. Trata-se de um tipo de tuberculose extrapulmonar, portanto não é transmitida de pessoa para pessoa através das secreções respiratórias. Pacientes com tuberculose miliar não são capazes de transmitir a bactéria ao falar, tossir ou espirrar, como ocorre nos casos de tuberculose pulmonar.

A tuberculose miliar é um tipo de tuberculose em que as bactérias estão disseminadas na corrente sanguínea, por isso alcançam outros tecidos e órgãos do corpo, causando lesões e sintomas de acordo com a região acometida.

As regiões mais comuns de tuberculose extrapulmonar são os gânglios periféricos, pleura, ossos e meninge. O risco de meningite é elevado, sendo uma das formas mais graves de tuberculose.

Apesar da gravidade, a tuberculose miliar não é transmissível. Os pacientes não precisam ficar em isolamento e podem entrar em contato com outras pessoas pois não existe risco de contágio.

Já a tuberculose pulmonar, que é a forma mais comum da doença, é altamente contagiosa. Quando alguém com tuberculose pulmonar ativa espirra, tosse ou fala, libera gotículas de secreção respiratória contaminadas com o bacilo, que gera a contaminação.

Veja também: Tuberculose é contagiosa? Como se transmite?

Vale lembrar que um paciente com tuberculose miliar pode transmitir a doença se estiver também com a forma pulmonar da tuberculose.

O tratamento da tuberculose miliar pode ser iniciado mesmo que ainda não haja um diagnóstico definitivo, uma vez que a taxa de mortalidade é alta se o tratamento não for iniciado precocemente.

O/A médico/a da família ou infectologista é o responsável pelo tratamento e acompanhamento nesses casos.

Saiba mais em:

O que é tuberculose miliar? Quais os sintomas?

Tuberculose miliar tem cura? Como é o tratamento?

Como ocorre a transmissão do zika?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A transmissão do Zika ocorre pela picada de diferentes espécies do mosquito Aedes (Aedes aegypti, Aedes albopictus, etc), um mosquito rajado com listras brancas.

Investigadores recentemente estão pesquisando a possibilidade do vírus ser transmitido também pela picada de outros mosquitos como o pernilongo comum ou muriçoca, cientificamente chamado de Culex.

A fêmea do mosquito aedes pica uma pessoa infectada com o vírus, mantém o vírus na sua saliva e retransmite o vírus ao picar outra pessoa sã.

Ao depositar os ovos em recipientes com água parada, os ovos se desenvolvem, transformam em larvas e dão origem a novos mosquitos adultos.

A transmissão do zika não ocorre com ingestão de água ou em contato com a pessoa doente, a única fonte de transmissão é a picada do mosquito. Com a complicação mais recentemente vinculada ao zika ( a microcefalia em bebês de mães que tiveram zika durante a gravidez), além das outras complicações ainda em estudo, investigadores cogitam a possibilidade da doença ser enquadrada em Zika congênita, o que caracteriza a transmissão do vírus pela placenta, ou seja, de mãe para filho/a.

Para combater o zika, elimine os focos de água parada em pneus, vasos de plantas ou recipientes que possam favorecer a procriação do mosquito. Guarde baldes com a boca para baixo e coloque areia nas bordas dos vasos de plantas.

8 cuidados que a mulher grávida deve ter para prevenção do zika vírus

Zika pode causar Síndrome de Guillain-Barré?

A mãe pode transmitir Doença de Chagas para o bebê?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Uma Mulher infectada com o T. cruzi, agente causador da Doença de Chagas pode transmitir a doença aos seus filhos, dentro do útero (infecção congênita).

Quais são os sintomas da malária e como ocorre a transmissão?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas da malária são:

  • Febre;
  • Calafrios;
  • Sudorese;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas e vômitos;
  • Dor na barriga;
  • Diarreia
  • Dores no corpo;
  • Cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Tosse;
  • Icterícia: amarelamento da pele;
  • Palpitações;
  • Aumento na frequência respiratória;
  • Confusão mental;
  • Alucinações;
  • Tontura;
  • Urina escura.

A transmissão da malária pode ser:

  • Picada da fêmea do mosquito Anopheles;
  • Transfusão sanguínea;
  • Transplante de órgão infectado;
  • Compartilhamento de agulhas e seringas infectadas.
  • Na presença dos sintomas, procure o/a médico/a clínico/a geral ou médico/a de família para uma avaliação.
Um abscesso é contagioso?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. O abscesso não é contagioso nem é transmitido de pessoa para pessoa. Ele pode ser consequência de alguma infecção que se restrinja àquela localidade ou ser provocado por alguma infecção generalizada no sangue.

Em qualquer uma dessas formas, não é possível haver transmissão da infecção de uma pessoa para outra. Por isso, o abscesso não é contagioso.

Portanto, a pessoa com abscesso pode se relacionar normalmente com outras pessoas sem risco de contágio da infecção.

O que é um abscesso?

Um abscesso é uma coleção de pus localizada em algum tecido do corpo. O mais conhecido é o abscesso localizado embaixo da pele e nas suas camadas mais profundas.

Abscesso

Contudo, o abscesso também pode estar presente em outros órgãos, como cérebro, pulmão, fígado, mamas, entre outros.

No local do abscesso, pode-se observar alguns sinais e sintomas como inchaço, dor, vermelhidão e aumento da temperatura local. A porção central do abscesso é amarelada, o que indica a presença de pus.

Em grande parte dos casos, o pus é uma consequência de alguma infecção sanguínea que se manifesta na pele.

Qual é o tratamento para abscesso?

O abscesso requer tratamento específico. O tratamento depende da localização e extensão do abscesso, podendo necessitar de retirada cirúrgica para drenar o pus presente no local.

Normalmente, os abscessos na pele são tratados através de uma incisão no local para drenar o pus e fazer uma limpeza.

O tratamento do abscesso também pode incluir o uso de medicamentos antibióticos, como em casos de imunodeficiência ou quando os abscessos são recorrentes. 

Quando o abscesso está localizado dentro de algum órgão, pode haver necessidade de removê-lo cirurgicamente.

O tratamento do abscesso é escolhido pelo/a médico/a, que irá avaliar a história do/a paciente e as possíveis causas do abscesso.