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Câncer de Pele

Mancha na pele, coça, descama, parece verruga é câncer?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Câncer de pele é um tipo de lesão que pode ter várias apresentações (mancha, ferida, verruga, coça, descama, sangra), descrevendo da maneira como você descreveu pode ser câncer de pele sim, porém as lesões malignas de pele são mais comuns em pessoas de meia idade e idosos, geralmente de cor branca e olhos claros (mas pode ocorrer em todos) e com história de exposição ao sol. No seu caso precisa procurar um dermatologista, para fazer o correto diagnóstico.

Recebi o resultado de uma biopsia: líquen plano...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Líquen plano é uma doença benigna de característica inflamatória crônica da pele, em raríssimos casos crônicos e ulcerados pode evoluir depois de muitos anos para um câncer de pele.

O câncer de pele tem cura?

Câncer de pele tem cura, mas é importante que haja um diagnóstico precoce. Quanto mais cedo o câncer de pele for descoberto, maior é a chance de sucesso no tratamento e, consequentemente, de cura do paciente.

Dos 3 tipos de câncer de pele (carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma), os carcinomas representam a grande maioria dos casos, mas é o melanoma aquele que apresenta o maior risco de morte devido ao risco de metástase (alastramento do câncer para outros órgãos do corpo). Porém, se for diagnosticado precocemente, o melanoma tem um alto percentual de cura. 

tratamento do câncer de pele depende do seu tamanho, tipo e da sua localização. Os carcinomas podem ser curados por completo através de cirurgia. Casos em que há um maior risco de metástase ou quando ela já ocorreu, pode ser necessário realizar radioterapia ou quimioterapia após a cirurgia.

É importante estar atento a qualquer alteração nas pintas ou feridas na pele que não cicatrizam. Se algum desses sinais for observado, recomenda-se procurar um médico dermatologista o mais rápido possível.

Saiba mais em: 

Quais são os sintomas do câncer de pele?

Melanoma tem cura? Como é o tratamento?

O que é melanoma?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele, com a taxa de mortalidade mais alta e o pior prognóstico dentre todos os tumores malignos de pele. A doença surge nos melanócitos, que são as células produtoras de melanina (pigmento que dá cor à pele), daí o nome "melanoma. 

Apesar de ser o mais letal, o melanoma é o câncer de pele menos comum. Mais de 90% dos tumores malignos de pele são do tipo não-melanoma, que apresentam baixos índices de mortalidade.

Em geral, o melanoma se manifesta sob a forma de um sinal de pele ou de uma pinta de coloração negra ou acastanhada. Contudo, a diferença para os sinais e pintas não cancerígenos é que o melanoma normalmente muda de cor, tamanho, forma e pode sangrar. As lesões geralmente surgem nas regiões do corpo mais expostas ao sol.

Saiba mais em: Quais são os sintomas do melanoma?

Dependendo da profundidade, o melanoma pode atingir a circulação linfática e se disseminar para órgãos internos. É a chamada metástase. Porém, apesar da gravidade, o melanoma tem mais de 90% de chances de cura se for diagnosticado no início. 

Isso porque, na fase inicial, a doença está restrita à camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção completa do tumor através da cirurgia. Nas fases mais avançadas o câncer já está mais profundo, o que eleva os riscos de metástase e reduz a probabilidade de cura. O melanoma metastático tem menos opções de tratamento e apresenta um pior prognóstico.

Leia também: Melanoma tem cura? Como é o tratamento?

O melanoma é mais comum em pessoas de pele clara. A ocorrência em indivíduos de pele negra ou morena é mais rara, mas pode acontecer. Fatores hereditários desempenham um importante papel no desenvolvimento desse tipo de câncer de pele.

Pessoas com histórico de melanoma na família, principalmente em parentes de 1º grau, devem fazer exames regulares de prevenção com o/a médico/a dermatologista.

Melanoma tem cura? Como é o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Sim, melanoma tem cura. Apesar de ser o câncer de pele com o pior prognóstico e os maiores índices de mortalidade, o melanoma pode ser curado em mais de 90% dos casos, se for diagnosticado no início.

Na fase inicial, a doença está restrita à camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção completa do tumor através da cirurgia. Nas fases mais avançadas, o câncer já está mais profundo, o que aumenta o risco de metástase (disseminação para outros órgãos) e reduz a probabilidade de cura.

O tratamento do melanoma depende sobretudo do tamanho, da localização e da agressividade do tumor, sendo o tratamento cirúrgico o mais utilizado.

A cirurgia excisional consiste na remoção da lesão e de uma borda de pele saudável ao redor do tumor, que serve como margem de segurança. Este procedimento tem altas taxas de cura e pode ser usado quando o melanoma é recorrente.

Enquanto que a cirurgia excisional é feita com um bisturi, a cirurgia micrográfica é realizada com uma cureta, com a qual o cirurgião retira o tumor com um pouco de pele saudável ao redor e faz uma raspagem no local.

Os tecidos removidos são analisados ao microscópio e, se ainda houver vestígios de células cancerosas, o procedimento é repetido sucessivamente até não haver mais nenhum resquício de células doentes.

A cirurgia micrográfica é indicada quando o melanoma está localizado em áreas críticas ou quando o tumor não está bem delimitado.

Já o melanoma metastático tem menos opções de tratamento e não tem cura na maioria dos casos. Contudo, alguns medicamentos administrados por via oral podem aumentar consideravelmente a sobrevida desses pacientes.

O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele, com a taxa de mortalidade mais alta e o pior prognóstico dentre todos os tumores malignos de pele. A doença surge nos melanócitos, que são as células produtoras de melanina (pigmento que dá cor à pele), daí o nome "melanoma.

Fatores hereditários desempenham um importante papel no desenvolvimento desse tipo de câncer de pele, que é mais frequente em pessoas de pele clara.

Indivíduos com histórico de melanoma na família, principalmente em parentes de 1º grau, devem fazer exames regulares de prevenção. A presença de qualquer pinta ou sinal de pele que muda de cor, formato ou relevo deve ser examinada pelo/a médico/a dermatologista.

Saiba mais em:

O que é melanoma?

Quais são os sintomas do melanoma?

Quais são os sintomas do melanoma?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Em geral, o melanoma se manifesta sob a forma de um sinal de pele ou pinta de coloração negra ou acastanhada, que normalmente surge nas regiões do corpo mais expostas ao sol. Contudo, os sintomas que caracterizam o melanoma e o diferencia das pintas e sinais não cancerígenos são a mudança de cor, tamanho e forma, além de sangramentos que podem ocorrer na lesão.

O melanoma também pode ter coloração rósea, avermelhada ou ainda apresentar várias cores na mesma lesão, como preto, marrom, cinza, branco e vermelho.

O tumor pode ser parecido com uma ferida que não cicatriza ou com pintas que vão crescendo lentamente. O paciente pode sentir coceira e dor no local da lesão, que pode ser plana ou em forma de nódulos. 

A assimetria e as bordas irregulares são sinais típicos do câncer de pele. Outro sinal característico é o diâmetro, que nos melanomas e outros tumores malignos de pele são superiores a 6 milímetros.

Para identificar visualmente um melanoma e outros cânceres de pele e diferenciá-lo de tumores benignos, as/os dermatologistas utilizam a chamada regra do ABCDE:

⇒ Assimetria: O tumor maligno é assimétrico, enquanto que o benigno é simétrico;

⇒ Borda: Bordas irregulares caracterizam tumores malignos, enquanto que os benignos apresentam bordas regulares;

⇒ Cor: Se a lesão tiver dois tons de cor ou mais, a chance de ser uma lesão de melanoma ou outro câncer de pele é maior. Tumores benignos apresentam um único tom de cor;

⇒ Diâmetro: Tumores malignos geralmente apresentam diâmetros superiores a 6 milímetros, enquanto que os benignos tendem a ser menores; 

⇒ Evolução: O melanoma e os outros cânceres de pele normalmente aumentam de tamanho e mudam de cor. Lesões não cancerígenas geralmente não crescem e não mudam de cor.

A presença de qualquer pinta ou sinal de pele que muda de cor, formato ou relevo deve ser examinada pelo/a médico/a dermatologista.

Saiba mais em:

O que é melanoma?

Melanoma tem cura? Como é o tratamento?

Quais são os sintomas do câncer de pele?

Quais são os sintomas do câncer de pele?

Os sinais e sintomas do câncer de pele variam conforme o tipo de câncer. Os mais frequentes são os melanomas e os carcinomas, cujas manifestações podem incluir manchas, pintas ou feridas que sangram e não cicatrizam, com bordas irregulares e que podem ter mais de uma cor na mesma lesão (preto, marrom, vermelho).

A dor nem sempre está presente no câncer de pele e as lesões podem ser lisas, planas, rugosas ou em nódulos, de acordo com o tipo de tumor.

Carcinoma

O carcinoma geralmente não causa dor e cresce lentamente. Esse tipo de câncer de pele aparece sobretudo nas áreas da pele mais expostas ao sol, embora possa surgir em qualquer parte do corpo.

Os carcinomas dividem-se em basocelulares e espinocelulares, com sinais e sintomas bem diferentes um do outro.

Carcinoma basocelular

A ferida fica aberta, sangra e é difícil de cicatrizar. As lesões desse tipo de câncer de pele são avermelhadas e brilhantes, muitas vezes semelhantes a uma cicatriz com margens indefinidas. 

Às vezes, o tumor pode ser praticamente plano e avermelhado, fazendo lembrar uma alergia. Outras vezes as lesões são protuberantes, de coloração rosa ou avermelhada, brilhantes e peroladas, com presença de vasos sanguíneos bem finos. A parte central da lesão também pode apresentar crosta.

Carcinoma espinocelular

Os sinais e sintomas desse tipo de câncer de pele incluem lesões avermelhadas que sangram  e não cicatrizam em algumas partes, as bordas são irregulares e as feridas permanecem abertas por vários dias.

Também podem surgir nódulos com a superfície áspera na pele, o crescimento geralmente é rápido e o tumor pode afetar também a boca. 

As lesões do carcinoma espinocelular também podem ser semelhantes a uma verruga que está crescendo e costumam ser sensíveis ao toque. 

Essa forma de câncer de pele surge sobretudo na face, no couro cabeludo, nos braços, nas pernas e mãos.

Veja também: Quais os sintomas do carcinoma espinocelular?

Melanoma

O melanoma normalmente é preto ou escuro, mas também pode ter coloração rosa ou avermelhada. Esse câncer de pele cresce progressivamente e pode ser semelhante a uma ferida que não cicatriza ou a uma pinta que cresce lentamente.

As lesões podem ser planas ou em nódulos, são assimétricas, as bordas são irregulares e apresentam diferentes colorações (preto, marrom, vermelho, branco, cinzento).

O melanoma pode causar coceira e dor no local, suas lesões podem ter mais de 6 mm de diâmetro e pode surgir nas unhas, planta dos pés e palma das mãos.

Leia também: Quais são os sintomas do melanoma?

O diagnóstico do câncer de pele é da responsabilidade do médico dermatologista. Qualquer pinta, mancha ou ferida na pele que muda de cor, forma ou relevo, sangra ou não cicatriza deve ser avaliada por esse profissional.

Saiba mais em: O câncer de pele tem cura?

Carcinoma basocelular nodular é grave? Quais os sintomas?

Carcinoma basocelular nodular é um tipo de câncer de pele. Os carcinomas basocelulares estão entre as formas menos graves dos tumores malignos que atingem a pele, já que o seu crescimento é lento e o risco de metástase (disseminação do câncer para outros órgãos) é bastante rara.

Os carcinomas basocelulares têm origem na camada basal da epiderme, que é a parte mais superficial da pele. Trata-se do tipo mais comum de câncer de pele, sendo mais frequente em pessoas de pele clara e que permanecem expostas ao sol por longos períodos sem proteção.

No entanto, o carcinoma basocelular nodular pode ser agressivo no local e causar deformidades que podem ser irreversíveis. Por isso é importante identificar e tratar o tumor precocemente.

Sintomas

O carcinoma basocelular nodular caracteriza-se pela presença de um nódulo superficial brilhante na pele, com bordas redondas e uma depressão ao centro que pode virar uma ferida e sangrar. Quando isso acontece as lesões são difíceis de cicatrizar.

O nódulo pode ser translúcido ou de coloração rosa, muitas vezes com pequenos vasos sanguíneos presentes na sua superfície. O tumor pode levar até 2 anos para atingir meio centímetro de diâmetro.

As áreas do corpo mais atingidas pelo carcinoma basocelular nodular são o rosto, o pescoço as pernas e as costas, por serem as mais expostas ao sol.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico do carcinoma basocelular nodular é feito pela análise das características da lesão e confirmado através de biópsia. O tratamento é realizado por meio de cirurgia, com a retirada completa do tumor.

O médico responsável pelo diagnóstico e tratamento de todos os tipos de câncer de pele é o dermatologista.

Saiba mais em:

O que é carcinoma basocelular?

Quais os sintomas do carcinoma basocelular?

Qual o tratamento para carcinoma basocelular?

Quais os sintomas do carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular caracteriza-se pela presença de um caroço ou nódulo brilhante na pele, de coloração rósea ou translúcida, muitas vezes com pequenos vasos sanguíneos na sua superfície. As lesões podem sangrar e formar feridas difíceis de cicatrizar, que normalmente ficam abertas.

No entanto, os sinais e sintomas do carcinoma basocelular podem variar de acordo com o subtipo dessa forma de câncer de pele. As lesões podem ser planas e avermelhadas, semelhantes a uma reação alérgica, ou serem nodulares, brilhantes, com tons róseos ou avermelhados. É comum formar uma crosta na porção central do tumor.

No caso do carcinoma basocelular pigmentado, pode haver formação de nódulos pontilhados com pigmentos. Já o carcinoma basocelular esclerodermiforme produz lesões semelhantes a cicatrizes com bordas mal definidas na pele, enquanto que no carcinoma basocelular superficial surgem placas vermelhas e descamativas.

O carcinoma basocelular atinge sobretudo pessoas com mais de 40 anos, de pele e olhos claros, cabelos ruivos e que permanecem expostas ao sol por longos períodos sem proteção.

O tumor pode surgir em qualquer parte do corpo que sofra exposição constante aos raios solares, embora a grande maioria dos tumores apareçam na cabeça ou no pescoço.

De todos os tipos de câncer de pele, os carcinomas basocelulares estão entre os que têm melhor prognóstico, já que crescem lentamente e a disseminação para outros órgãos (metástase) é muito rara.

Porém, o carcinoma basocelular pode ser agressivo e invasivo, destruindo os tecidos ao redor do tumor, inclusive cartilagem e ossos. Se não for diagnosticado e tratado precocemente, pode causar deformidades irreversíveis.

O dermatologista é o especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento de todos os tipos de câncer de pele.

Saiba mais em:

O que é carcinoma basocelular?

Qual o tratamento para carcinoma basocelular?

Carcinoma basocelular nodular é grave? Quais os sintomas?

Estou com pequenas manchas marrom na mão...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Provavelmente nenhum dos dois.