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O que significa TSH ultra sensível alterado?
Dr. Ivan Ferreira
Dr. Ivan Ferreira
Médico

Quando o TSH está elevado pode significar que está ocorrendo uma baixa produção de T3 e T4 pela tireóide, o que indicaria um hipotireoidismo primário, tiroidite de Hashimoto (tireoidite autoimune), tireoidite sub-aguda e, muito raramente, secreção inapropriada de TSH (tumores hipofisários produtores de TSH). 

Porém, quando os níveis de TSH no sangue estiverem diminuídos, pode significar uma alta produção de T3 e T4 pela tireoide, como ocorre no hipertireoidismo, a utilização de doses excessivas de hormônio tireoidiano (em pacientes em tratamento do hipotiroidismo), alguma fase transitória da tireoidite e, muito menos frequente, lesões na hipófise que levem a uma redução na produção do TSH.

O TSH ultra sensível é o exame de sangue utilizado para detectar alterações nos níveis do hormônio estimulante da tireóide (TSH), hormônio produzido na hipófise, importante glândula localizada no cérebro, que atua estimulando a produção dos hormônios T3 e T4 pela tireóide, glândula localizada na região anterior do pescoço. Esse exame é utilizado para auxiliar no diagnóstico de alterações no funcionamento da tireóide, como o hipotireoidismo e o hipertireoidismo

O endocrinologista é o especialista indicado para realizar o diagnóstico e tratamento dos problemas da tiroide.

Nível alto ou baixo de estradiol, o que pode ser?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

Níveis baixos os altos de estradiol podem ter várias causas. Estradiol é um hormônio produzido tanto pelo corpo masculino quanto pelo feminino. É conhecido como o hormônio "feminino" por se acreditar que era produzido apenas pelas mulheres. É o principal hormônio responsável pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais femininos e é fundamental que esteja em níveis adequados para a concepção.

Os valores de referência para o estradiol sérico variam conformam a análise realizada no laboratório em que se realizou a coleta. Alguns valores são citados abaixo:

  • Homens : inferior a 52,0 pg/mL
  • Mulheres: fase folicular : 1,3 a 266,0 pg/mL
  • ciclo médio : 49,0 a 450,0 pg/mL
  • fase lútea : 26,0 a 165,0 pg/mL
  • Pós menopausa : 10 a 50,0 pg/mL
  • Pós menopausa tratada : 10,0 a 93,0 pg/mL
  • Crianças : Menor que 18,0 pg/mL

Valores aumentados podem ocorrer em algumas situações como:

  • tumores ovarianos,
  • tumores feminilizantes adrenais,
  • puberdade precoce,
  • doença hepática
  • gravidez,
  • ginecomastia masculina.

Vale a pena frisar que níveis elevados de estradiol aumentam o risco de câncer endometrial, de acidente vascular cerebral, em homens e mulheres, e câncer de mama.

Valores diminuídos podem ocorrer em:

  • insuficiência ovariana (inicialmente seus níveis urinários e séricos diminuídos são acompanhados por altos níveis séricos de LH e FSH),
  • menopausa,
  • síndrome de Turner,
  • uso de contraceptivos orais e
  • gravidez ectópica.

Na presença de alterações hormonais, deve ser procurado médico ginecologista, no caso das mulheres, e/ou endocrinologista.

Saiba mais em: 

Como é o exame do estradiol?

Qual é a função do estradiol?

TSH baixo, o que significa?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

TSH pode estar baixo em diversas situações; primariamente no hipertireoidismo ou pelo uso excessivo/inadequado de hormônio tireoidiano exógeno (por exemplo, no tratamento do hipotireoidismo em dose superior à necessária para o controle da doença). Também pode diminuir com o uso de glicocorticóides, levodopa ou dopamina, bem como stress, ou mais raramente quando a glândula que produz o hormônio (hipófise) ou o hipotálamo, que produz o TRH (que estimula a síntese do TSH hipofisário), não funcionam adequadamente (hipotireoidismo secundário ou terciário, respectivamente).

Por outro lado, o TSH pode estar aumentado primariamente no hipotireoidismo primário, mas também com o uso de uso de lítio, metimazol, propiltiouracil ou contrastes radiográficos.

O exame TSH é a dosagem de um hormônio produzido pela glândula hipófise (anterior), conhecido como hormônio tireoestimulante. Como seu nome diz, ele age sobre a glândula tireóide estimulando-a a produzir os hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). A secreção do TSH é inibida pelo aumento dos níveis de T3 e T4 (feedback negativo) e é estimulada pela produção de TRH (hormônio liberador de tirotrofina) no hipotálamo.

Veja também: O que é hipotireoidismo e quais os sintomas?

É um exame útil na avaliação da função tireoidiana, sendo considerado, isoladamente, o teste mais sensível para diagnóstico de hipotireoidismo primário.

Os valores de referência podem variar em função do método e reagente utilizado, portanto, esses valores devem estar claramente citados nos laudos de resultados de exames laboratoriais: Prematuros (28 a 36 semanas): 0,7 a 27 mUI/L Até 4 dias: 1,0 a 39,0 mUI/L 2 a 20 semanas: 1,7 a 9,1 mUI/L 21 semanas a 20 anos: 0,7 a 6,4 mUI/L 21 a 54 anos: 0,4 a 4,2 mUI/L 55 a 87 anos: 0,5 a 8,9 mUI/L

A interpretação dos resultados do exame deve ser realizada pelo médico que o solicitou, em conjunto com a história e o exame clínico. Para maiores informações, procure um médico clínico geral ou endocrinologista.

Saiba mais em: Hipotireoidismo tem cura? Qual o tratamento?

O que é T4 livre?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

O T4 livre (tiroxina livre circulante no sangue) é um hormônio produzido pela glândula tireoide. Mais de 99% dos hormônios tireoidianos (T4 e T3) circulantes na corrente sanguínea estão ligados a uma proteína chamada TBG (globulina ligadora de tiroxina, sigla em inglês). Estes hormônios ligados à TBG são inócuos, não podendo ser utilizados pelos órgãos e tecidos. Portanto, apenas uma ínfima fração, chamada T4 livre (e também o T3 livre) são quimicamente ativas e podem modular o metabolismo do corpo. No entanto, nos órgãos e tecidos, só o T4 livre pode ser transformado em T3, sendo que este é o hormônio que efetivamente age nos tecidos do corpo modulando seu metabolismo).

Portanto, o exame que determina a quantidade do T4 livre no sangue permite saber quanto hormônio tireoidiano existe na circulação. Quando há muito T4 livre na circulação, há uma elevada produção de T3 nos órgãos, provocando o hipertireoidismo. No caso contrário, quando há pouco T4 livre, o T3 para os tecidos é insuficiente, causando o hipotireoidismo. Na maior parte dos casos, a nível clínico, a determinação do T4 livre é mais útil que a do T3 ou T3 livre.

Valores de referência ('normais' - da maioria da população):

Recém-nascidos: 2,6 a 6,3 ng/dL Adultos: 0,8 a 2,7 ng/dL

Obs: Os valores de referência podem variar em função do método e reagente utilizado, portanto, esses valores devem estar claramente citados nos laudos de resultados de exames laboratoriais.

Indicação clínica: É um exame útil na avaliação da função tireoidiana, particularmente em pacientes com suspeita de alteração na concentração de globulina ligadora de tiroxina (TBG).

Preparo do paciente: Jejum mínimo de 8 horas – recomendável. Em caso de uso de hormônio tiroidiano, colher o material antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.

Métodos mais utilizados: radioimunoensaio, ensaio imunoenzimático e quimioluminescência.

Exames relacionados:

  • Dosagem de Tiroxina – T4
  • Dosagem de Triodotironina total – T3
  • Dosagem de Triodotironina livre – T3L
  • Dosagem de Hormônio Estimulante da Tireoide – TSH
  • Dosagem de Anticorpo Anti-peroxidase Tireoidiana – anti-TPO

Em caso de exame T4L alterado, a interpretação do resultado deve ser realizada pelo médico que o solicitou, em conjunto com a história e o exame clínico. Para maiores informações, procure um médico clínico geral ou endocrinologista.

O que é FSH e qual a sua função?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

O FSH, hormônio foliculotrófico ou folículo-estimulante, é produzido pela hipófise e é uma das gonadotrofinas, juntamente com o LH. Apresenta como funções: regular o desenvolvimento, o crescimento, a maturação puberal, os processos reprodutivos e a secreção de esteróides sexuais, nas gônadas (testículos e ovários).

A secreção das gonadotrofinas é pulsátil, periódica, cíclica e varia com a fase da vida, com diferenças consideráveis entre o sexo feminino e masculino.

No feto, a secreção de LH e FSH torna-se significativa entre o 2º e o 5º meses de gestação, porém, ao nascimento, os níveis de gonadotrofinas são praticamente indetectáveis.

Durante a infância, a secreção das gonadotrofinas permanece suprimida. Na puberdade (entre 10 e 14 anos), é restabelecida a secreção de LH e FSH.

Nos homens, o FSH estimula a espermatogênese pelas células dos túbulos seminíferos, sendo fundamental para a produção dos espermatozoides.

Nas mulheres, o FSH causa a proliferação das células foliculares ovarianas e estimula a secreção de estrógeno, sendo fundamental para a produção dos folículos (óvulos), atuando sempre em conjunto com o LH (hormônio luteinizante).

Na fase folicular, o FSH estimula a síntese de estrógenos pelas células da granulosa ovariana. Na fase lútea do ciclo, o LH estimula a produção de progesterona e estrógenos a partir do corpo lúteo; a progesterona, assim produzida, prepara o útero para a implantação do embrião; se houver fecundação, o embrião produz gonadotrofina coriônica, que mantém o corpo lúteo; caso contrário, este acaba por degenerar, ocorrendo a menstruação.

O FSH apresenta secreção pulsátil, sincronizada com a de LH. Os níveis de LH e FSH variam de acordo com a fase do ciclo menstrual, embora o LH seja secretado sempre em maior quantidade.

Na mulher, após a menopausa, a secreção das gonadotrofinas sofre elevações consideráveis, sendo a elevação de FSH muito superior à do LH, sendo que a dosagem sérica destes hormônios pode auxiliar no diagnóstico da falência ovariana, que leva à menopausa.

O médico ginecologista ou endocrinologista pode acrescentar mais informações sobre o FSH e seu papel no organismo.

Até que idade uma pessoa cresce?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A pessoa cresce até chegar à puberdade. Os homens costumam crescer, em média, até os 18 anos e as mulheres por volta dos 15 anos.

A criança tem a maior fase de crescimento durante o primeiro ano de vida, depois reduz a velocidade até chegar ao "estirão" da puberdade. Após a puberdade as cartilagens dos ossos se calcificam, devido ao estímulo hormonal, determinando o fim do crescimento.

Até que idade o homem cresce?

O homem cresce em média até os 18 anos, quando atinge a puberdade, mas esta fase do desenvolvimento variar de acordo com a sua herança genética, alimentação e hábitos de vida.

Portanto, o crescimento dos homens varia entre os 16 e os 20 anos, da seguinte maneira:

  • Do nascimento até o 1º ano = cresce 25 centímetros;
  • De 1 aos 3 anos de idade = cresce 12,5 centímetros por ano;
  • Dos 3 anos até atingir a puberdade = cresce 10 a 12 centímetros ao ano.
Até que idade a mulher cresce?

A mulher cresce, por mais 2 a 3 anos após a primeira menstruação (menarca). A menarca é considerada normal desde os 9 até os 16 anos.

Sendo assim, o crescimento da mulher pode terminar já aos 11 ou 12 anos, quando a menarca ocorre entre os 9 e 10 anos, ou mais raramente, até os 18, quando a menstruação demora mais para acontecer. Em média, a mulher cresce até os 15 anos.

A curva de crescimento no sexo feminino é um pouco menor quando comparada ao sexo masculino, provavelmente devido à ação hormonal. Nas mulheres, o crescimento anual varia da seguinte forma:

  • Do nascimento até o 1º ano = cresce 25 centímetros;
  • De 1 aos 3 anos de idade = cresce 12,5 centímetros por ano;
  • Dos 3 até atingir a puberdade = cresce 8 a 10 centímetros ao ano.
Como estimular o crescimento?

Fatores externos representam apenas 20% do estímulo do crescimento, porém, para muitas pessoas é uma diferença considerável, especialmente para quem tem uma expectativa de crescimento baixa.

Alimentação saudável, atividade física regular, sem a presença de peso ou estímulo em excesso e a boa qualidade de sono, são medidas que comprovadamente, estimulam o crescimento da pessoa.

No caso de baixa estatura por problemas de saúde, como doenças genéticas, doenças da tireoide e/ou desnutrição, existem tratamentos mais específicos. O médico endocrinologista é o responsável por identificar a causa e tratar o problema.

Como parar de crescer?

Interromper o crescimento é uma tarefa mais difícil, mas no caso de um crescimento exagerado, é importante procurar um médico endocrinologista para avaliar se existe algum problema que justifique esse crescimento.

Uma pessoa muito alta devido a sua herança genética, os pais e/ou avós também altos, provavelmente não é um problema. Porém, pessoas que observam um crescimento anormal ao esperado e discordante da sua família, deve ser investigado.

Uma causa comum de crescimento anormal é o tumor benigno de hipófise. A hipófise é uma glândula localizada embaixo do cérebro, que produz entre outros hormônios, o GH (hormônio do crescimento), que em concentrações elevadas, causa a acromegalia, popularmente conhecida como gigantismo.

Saiba mais:

Referências:

Sociedade brasileira de pediatria

Mãos inchadas: o que pode ser e o que fazer?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Mãos inchadas podem ser sinal de doenças cardíacas e alterações hormonais, podendo também ser causadas por menstruação, gravidez, calor, exercício ou uso de medicamentos.

Veja as principais causas de inchaço nas mãos:

  • Uso de medicamentos (antidepressivos, anti-hipertensivos, corticoides, anticoncepcionais, anti-inflamatórios, diuréticos, laxantes);
  • Exercício físico: Atividades físicas intensas provocam retenção de líquido para compensar a desidratação sofrida durante o esforço. O resultado é um inchaço de todo o corpo, que pode facilmente ser observado nas mãos, principalmente ao acordar;
  • Menstruação: O aumento do nível do hormônio estrógeno favorece a retenção de líquidos, deixando as mãos e o corpo inchados;
  • Trombose: Os trombos são causados pela coagulação do sangue dentro de veias profundas do corpo. São mais comuns nas pernas, mas também podem ocorrer nos membros superiores devido à falta de movimentação por tempo prolongado (doentes acamados, uso de gesso), doenças do sangue que interferem na coagulação sanguínea ou alterações nas paredes das veias;
  • Alergias: Alimentos, cremes, perfumes e produtos de higiene podem provocar alergias que causam inchaço durante ou após à exposição ao agente agressor (Saiba mais em: Quais são os sintomas de alergia nas mãos e quais são as causas?);
  • Pancadas: Traumas nas mãos ou em qualquer parte do corpo provocam inchaço, que neste caso é um mecanismo inflamatório de autodefesa do corpo para proteger o local;
  • Calor: Nos dias mais quentes, depois da sauna ou de um banho muito quente, é comum que as mãos fiquem mais inchadas e o anel fique mais preso ao dedo. Isso ocorre porque os vasos sanguíneos dilatam para favorecer a perda de calor e esfriar o corpo;
  • Insuficiência cardíaca: Quando o coração não tem força suficiente para bombear o sangue, ele fica acumulado nas veias e as mãos ficam inchadas;
  • Problemas renais: Qualquer falha no mecanismo de filtragem dos rins pode afetar a eliminação de líquidos do corpo, causando inchaço;
  • Ingestão excessiva de sal: O consumo de sal em excesso provoca retenção de líquidos e pode deixar as mãos inchadas;
  • Gravidez: Mãos inchadas na gravidez são causadas pela maior retenção de líquidos do corpo, comum no final da gestação.
O que fazer em caso de mãos inchadas?

Se a causa do inchaço nas mãos for facilmente identificável, como gravidez, menstruação ou exercício físico, não há nada a fazer. Nesses casos, basta esperar que o corpo volte ao estado habitual.

No entanto, procure o/a médico/a clínico/a geral ou médico/a de família quando as mãos inchadas vierem acompanhadas dos seguintes sinais e sintomas:

  • Dor, calor ou vermelhidão;
  • Cansaço ou falta de ar durante a realização de tarefas cotidianas ou quando estiver em repouso;
  • Inchaço localizado nas articulações ou extremidades dos dedos, sobretudo se estiver associado à dor.
Cobavital engorda? Em quanto tempo verei os resultados?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim, Cobavital ® engorda, pois estimula o apetite e favorece o aumento de massa muscular. Os resultados podem ser observados em pouco tempo, a partir do 10º dia de uso do Cobavital ®, sendo mais evidentes depois de 1 mês de tratamento.

O Cobavital ® está indicado para:

  • Estimular o apetite;
  • Tratamento conjunto nos casos de crianças com distúrbios do desenvolvimento;
  • Doenças ou situação que levam a estados de fraqueza ou de falta de apetite
  • Durante período de recuperação após doenças ou pós-operatórios complicados.

A medicação atua diretamente no metabolismo, estimulando a síntese de proteínas pelo corpo e estimulando o apetite. O aumento da produção de proteínas gera um ganho de massa muscular, com consequente aumento de peso. 

Entretanto, cada caso deve ser avaliado e determinado se existe indicação e benefícios antes de prescrever a medicação. Na maioria das vezes, a medicação atua como tratamento adjunto. Todas as situações citadas merecem investigação adequada e acompanhamento médico.

Como tomar Cobavital ®?

O Cobavital ® é tomado por via oral. Os comprimidos devem ser ingeridos juntamente com um copo de água, suco ou outro líquido, podendo também ser facilmente dissolvidos na boca.

Não é recomendado para crianças abaixo de 2 anos de idade.

Para crianças dos 2 aos 6 anos, a dose deve ser de ½ (meio) comprimido, duas vezes ao dia, antes das refeições. Acima de 6 anos de idade, pode tomar 1 comprimido inteiro, 2 vezes ao dia. Para adultos, a dose passa para 1 comprimido 3 vezes ao dia.

Quais são os efeitos colaterais do Cobavital ®?

Os efeitos colaterais mais comuns do Cobavital ® são a sedação e a sonolência. Ou mais raramente, secura das mucosas, dor de cabeça, náuseas e erupções na pele. Esses efeitos geralmente desaparecem em poucos dias, espontaneamente.

O Cobavital ® é contraindicado para pessoas com glaucoma de ângulo fechado, retenção urinária, doenças gástricas, como azia, gastrite.

Na gravidez e amamentação, o uso da medicação não está recomendado, apenas quando prescrito pelo médico assistente.

A utilização do Cobavital ® deve ser feita apenas com prescrição médica e orientações de um profissional, de preferência médico nutrólogo, clínico geral ou nutricionista. O medicamento pode interagir com outros remédios, além de causar efeitos colaterais indesejados.