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Emagrecimento

Sertralina emagrece ou engorda?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A Sertralina não tem efeito emagrecedor ou de ganho de peso, mas pode auxiliar as pessoas com distúrbios de ansiedade a controlar o impulso alimentar e, consequentemente, emagrecer. 

Sabe-se que um dos possíveis efeitos colaterais da sertralina é a perda de peso, embora o emagrecimento não seja tão significativo, variando de 0,5 a 1,0 kg. Como o medicamento controla a ansiedade, pode ajudar a pessoa a comer menos e, consequentemente, controlar seu peso ou até emagrecer.

A diminuição da ansiedade, presente nos transtornos psiquiátricos, pode contribuir para que a pessoa consiga controlar melhor sua ingestão de alimentos e optar por uma dieta mais equilibrada.

Além disso, em algumas pessoas, a Sertralina pode causar enjoos e falta de apetite, entre outros efeitos colaterais, o que pode dificultar a ingestão de alimentos e também levar ao emagrecimento.

Porém, há relatos de pessoas que tomaram Sertralina e engordaram, o que faz do aumento de peso um possível efeito adverso do medicamento, embora seja menos frequente.

Para que serve a Sertralina?

A Sertralina ou cloridrato de sertralina é um medicamento que atua no equilíbrio químico da serotonina no cérebro. O remédio pode ser indicado no tratamento do transtorno obsessivo compulsivo, depressão, transtorno do pânico, transtorno pós-traumático, fobia social e síndrome da tensão pré-menstrual. Porém, não há nenhuma indicação direta da medicação para emagrecer ou engordar.

O/a médico/a clínico/a geral ou o/a médico/a de família pode orientar qual o melhor tratamento e quais os especialistas que se deve procurar para auxiliar no ganho ou perda de peso.

Se estiver tomando Sertralina e notar que está emagrecendo ou engordando, fale com o/a médico/a que receitou o medicamento.

Fazer sexo emagrece ou engorda?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Fazer sexo emagrece.  

Durante a relação sexual, vários músculos são ativados, a frequência cardíaca e respiratória aumentam, há liberação de hormônios, além de intensa transpiração. Portanto, há gasto de energia e consumo de calorias

O sexo pode equivaler a uma atividade física e que, de certa forma contribui com o emagrecimento.   

Além de ajudar a queimar gordura e emagrecer, o sexo traz benefícios para o sistema cardiorrespiratório e trabalha os músculos. De fato, dependendo da posição, é possível exercitar boa parte dos músculos do corpo.  

É importante lembrar que toda atividade sexual deve ser realizada com a vontade expressa de todas as pessoas envolvidas e que o uso adequado de preservativo previne doenças sexualmente transmissíveis.

Além disso, o processo de emagrecimento deve contemplar um plano amplo de ação com reorientação alimentar associada à atividade física indicada por um/a profissional competente na área.

Qual o peso ideal na gravidez? Como calcular?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

O peso ideal na gravidez varia muito ao longo de toda a gestação, portanto é recomendável que você acompanhe passo a passo com um ginecologista, em seu pré-natal. Existem, também, muitas calculadoras disponíveis online que podem ajudá-la, mas jamais substituem a consulta médica. Uma coisa, entretanto, é certa: você vai engordar, consideravelmente. O ganho de peso é necessário porque seu corpo está crescendo e mudando, para proporcionar as melhores condições ao bebê.

Esses quilos extras podem ser explicados aqui:

  • Quando o bebê nasce, ele vai pesar aproximadamente 3,5 kg;
  • No decorrer da gravidez, a camada muscular do útero aumenta significativamente, passando a pesar entre 900 g a 1,2 kg a mais;
  • A placenta, que dá a nutrição para o bebê, pesa mais ou menos 700 g ao final da gravidez, sendo que em alguns casos pode pesar 1 kg;
  • Os seios ficam maiores, podendo pesar mais 400 g;
  • Há um acréscimo do volume de sangue em circulação no corpo; mais 1,2 a 1,5 kg de sangue.
  • O organismo acumula mais líquidos, e também existe o líquido amniótico, chegando a um valor médio extra de 2 kg;
  • Na gravidez, o corpo armazena em média 4 kg de gordura para garantir energia na fase da amamentação.

Tendo em conta estes cálculos, quando a gravidez termina, a gestante estará pesando mais 13 kg do que pesava antes. É certo que isto é uma estimativa, e existem fatores que podem causar variações, mas o aumento de peso está fortemente relacionado com o IMC da gestante antes da gravidez.

Calculando o seu IMC:

É necessário saber o IMC de antes da gravidez porque, quanto maior o IMC no início, menos peso a mulher deve ganhar durante a gravidez. O IMC é calculado em função da altura e peso antes da gravidez. É possível usar calculadoras de IMC disponíveis em sites e aplicativos, ou da seguinte forma:

1. Divida seu peso pela sua altura (por exemplo: 55 kg / 1,70 m) = 32,35 kg/m. 2. Divida o resultado da operação "1" pela sua altura, novamente. Portanto:  32,35 / 1,70 = 19 kg/m2. Esse é o seu IMC.

Classificação pelo IMC (OMS):

  • < 16 =  Magreza grave;
  • 16 a <17 =  Magreza moderada;
  • 17 a <18,5 =  Magreza leve;
  • 18,5 a <25 = Saudável;
  • 25 a < 30 = Sobrepeso;
  • 30 a < 35 = Obesidade Grau I;
  • 35 a < 40 = Obesidade Grau II (severa);
  • ≥ 40 = Obesidade Grau III (mórbida).

O IMC antes de engravidar revela quanto a gestante deve engordar. A recomendação é que as mulheres calculem o ganho de peso ideal com base no IMC antes da gravidez. Quanto mais acima do peso a mulher estiver antes de engravidar, menos deve engordar na gravidez.

  • IMC inicial de menos de 18,5 -- ganho de peso ideal: 13 kg a 18 kg;
  • IMC inicial de 18,5 a 25 -- ganho de peso ideal: 11 kg a 16 kg;
  • IMC inicial de 25 a 30 – ganho de peso ideal: de 7 kg a 11 kg;
  • IMC inicial acima de 30 – ganho de peso ideal: de 5 kg a 9 kg.

Leia também: Qual o peso mínimo para poder engravidar?

Obs.: Quando as mulheres têm menos de 20 anos, é recomendado engordar o maior número de quilos dentro da faixa de peso ideal para seu IMC (consulte gráficos específicos para cada idade).

É importante ter uma alimentação balanceada, para que não se acumule excesso de gordura e o bebê se desenvolva com saúde. O consumo de bolos, bolachas, sorvetes e doces, e outras coisas pouco nutritivas deve diminuir.

Quando uma mulher está muito abaixo do peso normal, não deve tentar engravidar, pelo menos até atingir o mínimo normal, ou seja IMC superior a 18,5. Estando abaixo do peso normal, a fertilidade é afetada e o bebê pode nascer muito pequeno.

As gestantes devem buscar conselhos com o obstetra ou nutricionistas para se informar a respeito da alimentação recomendada para ela e para o bebê. Saber as informações nutricionais sobre os alimentos e o número de refeições também é importante.

Normalmente, uma mulher grávida precisa de cerca de 2.000 calorias por dia, e mais 200 calorias extra nos últimos 3 meses. Uma alimentação equilibrada é aquela que tem cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia, com alimentos de todos os grupos:

  • Proteínas: carne, peixe, ovos e grãos;
  • Cálcio: presente principalmente nos derivados de leite;
  • Gorduras (preferencialmente as não-saturadas): presentes nas castanhas (amêndoas, castanha de caju) e no azeite. Os derivados de leite e as carnes também fornecem a gordura de que você e o bebê vão precisar;
  • Carboidratos: pão, macarrão, arroz, feijão e cereais em geral, mas com moderação. Produtos integrais são melhores que os feitos com farinha branca. Além de mais saudáveis, os produtos integrais prolongam a sensação de saciedade.
Para que serve a sinvastatina? É verdade que emagrece?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A sinvastatina serve para diminuir os riscos à saúde provocados pelas doenças cardiovasculares, pois diminui os níveis do mau colesterol (LDL) e dos triglicérides e aumenta o bom colesterol (HDL) no sangue.

A sinvastatina age reduzindo a ação de uma enzima encontrada no fígado, responsável pela produção do colesterol e também age aumentando a remoção do colesterol sanguíneo, consequentemente reduzindo a concentração do colesterol circulante no sangue.

Dessa forma, o medicamento reduz significativamente os níveis do mau colesterol (LDL) e dos triglicérides e eleva o bom colesterol (HDL).

Em pacientes com doença arterial coronariana, diabetes ou história prévia de "derrame" e outras doenças vasculares, a sinvastatina pode:

  • Reduzir o risco de infarto (ataque cardíaco) ou derrame;
  • Reduzir a necessidade de cirurgia para melhorar a circulação sanguínea nas pernas e órgãos vitais, como o coração;
  • Reduzir a necessidade de hospitalização devido à dor no peito (angina);
  • Retardar a progressão da aterosclerose e reduzir o desenvolvimento de mais aterosclerose.
Sinvastatina emagrece?

A sinvastatina não emagrece e não deve ser utilizado para esse efeito. O paciente deve seguir a dieta recomendada pelo médico ou nutricionista, pois a mesma irá ajudar a reduzir os níveis de colesterol e triglicerídeos.

Quais são os efeitos colaterais da sinvastatina?

A maioria dos efeitos colaterais da sinvastatina são leves e transitórios, como dor, fraqueza e sensibilidade aumentada. O medicamento geralmente é bem tolerado. 

Porém, em alguns casos raros, a sinvastatina pode causar alguns efeitos colaterais como: fraqueza muscular intensa, reações alérgicas, sobrecarga no fígado. Ainda mais raramente, podem haver ruptura da musculatura, rabdomiólise, danos renais e óbito. 

As reações alérgicas, de hipersensibilidade, podem gerar vários sintomas, como inchaço em rosto, língua e garganta, além de dificuldade para respirar.

Outros efeitos colaterais raros da sinvastatina:

  • Dor muscular grave, normalmente no ombro e no quadril;
  • Erupção cutânea, fraqueza muscular, dor ou inflamação das articulações;
  • Inflamação dos vasos sanguíneos, hematomas, inchaço, urticária;
  • Aumento da sensibilidade da pele ao sol, febre, vermelhidão, falta de ar, mal-estar;
  • Icterícia (pele e olhos amarelados), coceira, urina escura, fezes claras;
  • Inflamação do pâncreas, dor abdominal grave;
  • Dormência ou fraqueza nos membros inferiores ou superiores;
  • Dor de cabeça, tontura, diarreia, náusea, vômitos, entre outros efeitos colaterais.

Lembre-se sempre de informar ao médico todas as medicações que faz uso, mesmo que não seja regularmente, pois algumas medicações e até alimentos podem interferir na ação da sinvastatina, potencializando seus efeitos e com isso desencadeando reações adversas mais graves.

Está contra-indicado o uso de sinvastatina para gestantes, mulheres amamentando ou pacientes com doença hepática.  

O uso da sinvastatina deve estar associado a uma dieta adequada. O medicamento controla a quantidade de colesterol produzida pelo organismo e a dieta limita a quantidade ingerida, mantendo em equilíbrio ideal de colesterol no sangue.

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Quais os remédios que engordam e emagrecem?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Vale lembrar que descreveremos alguns medicamentos que podem aumentar ou diminuir o peso, pelas evidências médicas e efeitos colaterais já descritos nas bulas, porém nem todos os pacientes apresentam os mesmos efeitos ou nem sempre com a mesma intensidade.

Dentre os remédios que podem fazer engordar estão:

  • Antidepressivos tricíclicos (Amitriptilina, Nortriptilina): Aumentam o apetite, levando ao ganho de peso.
  • Antidepressivos - Inibidores de recaptação de serotonina (Fluoxetina, Paroxetina): Principalmente após algum tempo de uso, podem aumentar o peso pelo aumento de apetite e retenção de líquido;
  • Anti-histamínicos (Cetirizina, Fexofenadina): São os medicamentos "antialérgicos", também aumentam o apetite;
  • Antipsicóticos (Olanzapina, Risperidona): Usados no tratamento da esquizofrenia, transtorno bipolar, psicose e transtorno obsessivo compulsivo, podem aumentar o apetite;
  • Anti-hipertensivos (Atenolol, Metoprolol): Podem fazer engordar porque aumentam a sensação de cansaço, contribuindo para a falta de atividade física;
  • Corticoides: Aumentam a retenção de água no corpo, provocam resistência à insulina, estimulam o apetite e podem deixar o metabolismo mais lento;
  • Medicamentos para diabetes:
    • Glibenclamida, Glicazida, Glimepirida: Elevam as taxas de insulina no sangue, provocando aumento de apetite e acúmulo de gordura;
    • Insulina: Também pode fazer engordar, pelos mesmos motivos citados no item acima;
    • Pioglitazona e Rosiglitazona: Provocam retenção de água e afetam as células responsáveis pelo armazenamento de gordura corporal;
  • Estabilizadores de humor (Ácido Valpróico, Lítio): Aumentam o apetite;
  • Anticoncepcionais hormonais: Provocam retenção de líquidos, levando ao aumento de peso. (Não são todas as classes).

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Quais são os remédios que fazem emagrecer?

Os remédios usados para emagrecer podem ser divididos em 3 grupos principais:

  • Sacietógenos (Sibutramina): Promovem sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa fique satisfeita com uma quantidade menor de alimento. No caso da sibutramina, ela também pode acelerar o metabolismo, aumentando assim o gasto energético;
  • Inibidores da absorção de gordura (Orlistat, Cetilistate): Inibem em até 30% a absorção de gorduras pelo intestino, auxiliando o processo de perda de peso;
  • Anorexígenos (Anfepramona, Femproporex, Mazindol): São inibidores do apetite e possuem anfetaminas em suas composições. Devido ao maior risco de efeitos colaterais, esses medicamentos geralmente só são usados quando os outros dois grupos não produziram os efeitos esperados.

Além desses medicamentos usados especificamente para emagrecer, os remédios para tireoide e os laxantes também podem provocar emagrecimento se forem usados de forma orientada para esse fim.

Porém todas as medicações que alteram o metabolismo, principalmente as que causam diminuição de peso, podem levar a efeitos colaterais graves com risco de morte, como arritmia cardíaca e morte súbita, portanto devem ser prescritos com receita médica controlada e devem ser utilizados de acordo com as orientações médicas, rigorosamente.

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Quanto tempo depois do parto a barriga volta ao normal?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O tempo para que a barriga volte ao normal dependerá do peso da mulher, da quantidade de peso que ela ganhou durante a gravidez, da quantidade de tecido adiposo presente na barriga, do tipo de parto e da presença da amamentação.

O aumento do útero durante a gestação é a explicação pelo aumento da barriga. Logo após o parto, o útero começa a reduzir de tamanho e sua musculatura continua a contração para que ele volte ao tamanho anterior à gestação:

  • Em 24 horas depois do parto, o útero se localiza na altura do umbigo.
  • 1 semana após o parto: entre o umbigo e o púbis.
  • 2 semanas após o parto já não é palpável na região abdominal
  • 6 a 8 semanas após o parto o útero já estará do tamanho que era antes da gravidez.

Toda essa retração pode ser influenciada por alguns fatores e a barriga volta mais rápido ao padrão anterior nos casos:

  • tipo de parto - parto normal;
  • presença de amamentação;
  • primeira gestação.

A atividade física associada à dieta saudável vão colaborar na recuperação.

Esses cuidados do período pós parto deve ser acompanhado pelo/a médico/a obstetra ou médico/a de família que irá avaliar clinicamente a readaptação da mulher.  

Não consigo emagrecer, o que devo fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Para emagrecer, é necessário primeiro uma consulta médica para realização de exames básicos, que irão descartar doenças ou alterações hormonais, que possam ser a causa desse aumento de peso ou até mesmo da dificuldade em emagrecer. 

Após os resultados e descartando causas secundárias para sua dificuldade, deverá iniciar um plano alimentar indicado por um/uma nutrologista e nutricionista, que deverão prescrever uma dieta de acordo com as suas necessidades calóricas e nutricionais, além de associar a dieta com exercícios físicos orientados.

Outras dicas que pode começar a seguir desde então:

1. Fazer pequenos lanches entre as principais refeições, pois estimula o metabolismo a manter o apetite sob controle. Barras de cereais, iogurtes desnatados e frutas são boas opções de lanches.

2. Distribuir os alimentos ao longo do dia. Evite comer grandes quantidades de carboidratos de uma só vez, para que o excesso não seja armazenado sob a forma de gordura.

3. Investir em alimentos integrais, como massas, arroz, pães e cereais, pois prolongam a sensação de saciedade. Alimentos feitos com farinha branca saciam temporariamente, mas, após um curto período de tempo, a pessoa volta a sentir fome.

4. Não deixar de lado as proteínas, que além de serem essenciais para a manutenção da massa muscular, prolongam a sensação de saciedade. Frango, peixes, carnes, leite, ovos e leguminosas (grão-de-bico, feijão, lentilha) são boas fontes de proteína.

5. Iniciar atividade física, de preferência em grupo e que te traga prazer, para que ajude na assiduidade do exercício. (Lembrando de realizar avaliação médica prévia).

6. Cuidar do seu estado emocional. É fundamental manter o controle emocional, evitando ou procurando ajuda caso apresente ansiedade ou depressão. Pessoas com distúrbios alimentares e sobrepeso costumam apresentar também quadros de ansiedade ou oscilação de humor, que atrapalham na rotina alimentar. Para isso é importante buscar ajuda e tratamento. Os responsáveis para tratar e orientar quanto a esses sintomas são psicólogos e psiquiatras.

Existem grupos bem estruturados para auxiliar no emagrecimento, com propostas sérias e resolutivas, existem medicamentos, quando o aumento do peso passa a causar riscos aos pacientes, indicação de cirurgia, entre outros. Ou seja, existem muitas formas de auxiliar as pessoas a emagrecer, dependendo de cada caso.

O/A médico/a saberá como orientar o seu caso.

Agende uma consulta com médico/a da família, clínico/a geral ou Nutrologista para dar início ao seu plano de tratamento, de forma segura e saudável.

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Esofagite causa perda de peso? O que fazer para evitar isso?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Esofagite pode causar perda de peso, pois pode ocasionar disfagia, que é a dificuldade para deglutir, levando a pessoa a comer menos e emagrecer. Para evitar esse quadro, é importante tratar a esofagite e prevenir novos episódios.

A pessoa com disfagia tem a sensação de que a comida fica entalada no peito e isso pode fazê-la comer menos. Também é comum haver dor no peito ao engolir os alimentos, o que também interfere na alimentação e favorece a perda de peso.

Contudo, é importante lembrar que o emagrecimento não está entre os sinais que caracterizam a esofagite. É uma consequência a longo prazo da esofagite não tratada. 

A perda de peso associada à disfagia progressiva para alimentos sólidos deve ser vista como um sinal de alerta, pois pode indicar a presença de câncer de esôfago. 

A longo prazo, a esofagite de refluxo pode favorecer o desenvolvimento de câncer de esôfago, pois o refluxo pode levar a uma condição denominada esôfago de Barrett.

O esôfago de Barrett surge devido ao suco gástrico, que ataca as células que revestem o esôfago. Como resultado, essas células sofrem modificações e ficam semelhantes às células do estômago para poderem resistir ao ácido estomacal.

Portanto, trata-se de uma reação de defesa do organismo, mas que deve ser acompanhada de perto. O esôfago de Barrett pode evoluir para câncer em até 1% dos casos.

O tratamento da esofagite pode ser realizado através de mudanças no estilo de vida e uso de medicações como os inibidores de bomba de prótons (omeprazol, pantoprazol, etc). 

Pessoas que têm esofagite e apresentam perda de peso devem procurar um médico clínico geral ou médico de família para uma avaliação inicial.

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