Perguntar
Fechar
Gengibre corta o efeito do anticoncepcional?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Gengibre não corta o efeito do anticoncepcional.

Não há contraindicações quanto ao uso do gengibre por mulheres que tomam anticoncepcional, seja ele pílula, adesivo ou injetável.

O que pode cortar o efeito do anticoncepcional são alguns medicamentos antibióticos, anticonvulsivantes e anti retrovirais.

Veja aqui o que pode cortar o efeito do anticoncepcional.

O gengibre pode ser utilizado pelas mulheres em uso de anticoncepcional. Se você usa alguma dessas medicações citadas, converse com seu/sua médico/a para tirar as dúvidas sobre os possíveis efeitos de alimentos e remédios nos anticoncepcionais.

Topiramato corta o efeito do anticoncepcional?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O Topiramato não corta totalmente o efeito do anticoncepcional, mas como a grande maioria dos anticonvulsivantes, pode reduzir o efeito do anticoncepcional sim.

Toda paciente que faz uso de anticonvulsivantes e anticoncepcionais deve informar e analisar junto com médico/a ginecologista o melhor método contraceptivo, visto que já está comprovada a interação entre esses medicamentos, e receber as devidas orientações.

Vale lembrar também, que o uso de contraceptivos como a camisinha, ainda é a melhor forma de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis, devendo sempre ser levado em consideração a associação destes métodos.

Saiba mais sobre esse assunto nos links:

Topiramato tira o efeito do anticoncepcional?

O que é topiramato?

Quais são os tipos de DST e seus sintomas? 

Metformina corta o efeito do anticoncepcional?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não. A metformina não está dentre os medicamentos que cortam ou reduzem o efeito dos anticoncepcionais.

Lembrando que o mais importante é não haver falha no uso dos anticoncepcionais, ou seja, tomar todos os dias, sem esquecimentos, 1x ao dia, no mesmo horário, ou próximo. Ainda, sempre  informar ao médico, quando for necessário acrescentar medicamentos no seu dia a dia, que faz uso de anticoncepcional e qual o nome da substância. O médico saberá avaliar se seus remédios de uso regular podem ou não interferir com outros.

Poucos medicamentos comprovadamente interferem na eficácia dos anticoncepcionais, saiba mais sobre esse assunto no link: Interação dos Anticoncepcionais com outros Remédios

Além dos medicamentos, alguns outros fatores podem alterar a eficácia dos anticoncepcionais, saiba mais nos links abaixo:

Vômito e Diarreia Podem Cortar o Efeito do Anticoncepcional?

5 Coisas que Podem Cortar o Efeito do Anticoncepcional

Existe algum chá que corta o efeito do anticoncepcional?

Para mais esclarecimentos e orientações sobre contracepção e interação medicamentosa, deve agendar uma consulta com médico clínico geral, médico de família ou ginecologista.

Pantogar tira o efeito do anticoncepcional?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Não. O Pantogar é um composto usado com fins de fortalecimento de cabelos, pelos e unhas, é composto por proteínas como a queratina e a cistina, além de cálcio e . Essas substâncias não interferem com nenhum método anticoncepcional, mesmo pílulas ou injeção contraceptivas, portanto não há motivos para se preocupar com o aumento do risco de gravidez.

Alguns exemplos de fármacos que interferem no efeito dos anticoncepcionais são: a rifampicina, um antibiótico, anticonvulsivantes como carbamazepina, fenitoína e fenobarbital, entre outros.

Leia mais em: 5 coisas que cortam o efeito do anticoncepcional

Para mais esclarecimentos consulte o seu médico de família, quando for iniciar algum tratamento com um fármaco ou composição novos.

Também pode lhe interessar:

Pantogar engorda?

Chá amarelo ou chá verde cortam efeito do anticoncepcional?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. Chá amarelo ou chá verde não cortam o efeito do anticoncepcional.

Não há contraindicações quanto ao uso desses chás por mulheres que tomam anticoncepcional, seja ele pílula, adesivo ou injetável.

O que pode cortar o efeito do anticoncepcional são alguns medicamentos antibióticos, anticonvulsivantes e anti retrovirais.

Veja aqui o que pode cortar o efeito do anticoncepcional.

Esses chás podem ser utilizados pelas mulheres em uso de anticoncepcional. Se você usa alguma dessas medicações citadas, converse com seu/sua médico/a para tirar as dúvidas sobre os possíveis efeitos de alimentos e remédios nos anticoncepcionais.

Chá de espinheira santa corta o efeito do anticoncepcional?
Dr. Ivan Ferreira
Dr. Ivan Ferreira
Médico

Não, chá de espinheira santa não corta o efeito do anticoncepcional. O chá da espinheira santa (Maytenus ilicifolia) é um fitoterápico usado frequentemente para problemas do estômago e não há qualquer contraindicação do seu uso por mulheres que utilizem um anticoncepcional.

Por outro lado,  a espinheira santa é contraindicada no primeiro trimestre de gestação, como acontece com a grande maioria das drogas e medicações, e durante a amamentação, que segundo alguns estudos, pode reduzir a produção do leite materno.

O ginecologista é o especialista indicado para orientações em relação ao uso de anticoncepcionais.

Vomitar pode cortar o efeito do anticoncepcional injetável?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Vomitar não corta o efeito do anticoncepcional injetável.

A mulher que vomita após a aplicação da injeção de anticoncepcional não precisa tomar uma nova injeção.

O anticoncepcional injetável é aplicado no músculo e, após a absorção, será disponibilizado sistematicamente na corrente sanguínea. Portanto, o vômito não irá influenciar na absorção dessa medicação.

Caso esteja no dia de você tomar sua injeção de anticoncepcional e esteja apresentando episódios de vômito, você pode aplicar a injeção normalmente, mas deve procurar o serviço de saúde para avaliação da origem do vômito e tratamento adequado.

Tome a injeção mensal ou trimestral na data indicada para não haver falhas na eficácia contraceptiva.

Eu estava na pausa da pílula Minulet e tive que tomar...
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Fique tranquila que esse antibiótico não reduziu a eficácia da sua pílula anticoncepcional, poucos são os antibióticos que de fato interferem na eficácia dos anticoncepcionais, entre eles destaca-se a rifampicina, antibiótico comumente utilizado no tratamento de doenças como a tuberculose.

Antibiótico corta o efeito do anticoncepcional?

Nem todos os antibióticos cortam o efeito do anticoncepcional. As pesquisas realizadas até o momento comprovaram que apenas a rifampicina e o seu derivado chamado de rifabutina são os únicos antibióticos que reduzem o efeito das pílulas contraceptivas. Portanto, pode fazer uso de qualquer outro antibiótico, desde que não seja a rifampicina ou a rifabutina, que continuará segura contra a gravidez.

Medicamentos antibióticos comumente utilizados como a amoxicilina, a benzetacil e azitromicina, entre outros não interferem no efeito do antibiótico.

Pílula e antibiótico

É importante destacar que outros fatores como esquecimento de tomar a pílula, ocorrência de vômitos ou diarreia, que podem ocorrer durante o uso do anticoncepcional, podem reduzir a eficácia da pílula significativamente, muito mais do que o uso de outros antibióticos.

É possível que mulheres que estão com uma doença infecciosa e necessitem tomar antibióticos apresentem vômitos ou diarreia, sendo esses sintomas a causa da perda da eficácia da pílula e não propriamente o uso do antibiótico, por isso, muitas mulheres costumam relatar que engravidaram durante o uso de antibiótico, mas é possível que a falha se deva a presença desses sintomas e não do antibiótico.

O uso incorreto da pílula, como esquecimentos e mudanças no horário de tomada, também podem ocorrer paralelamente ao quadro infeccioso e antibioticoterapia, influenciando assim a eficácia da pílula.

Para mais esclarecimentos consulte um médico de família ou ginecologista.

Leia também:

5 coisas que podem cortar o efeito do anticoncepcional

Rivotril corta o efeito do anticoncepcional?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O Rivotril nem potencializa e nem corta o efeito do anticoncepcional. Algumas medicações sabidamente interagem com os anticoncepcionais, porém não é o caso do Rivotril.

Os anticoncepcionais quando utilizados de forma correta, uma vez ao dia, sem falhas, e sempre que possível no mesmo horário, a eficácia chega a 99%.

Sobre os medicamentos ansiolíticos, como é o do Rivotril, podemos destacar como efeitos colaterais mais comuns:

  • Lentidão
  • Sonolência
  • Fadiga, fraqueza muscular
  • Incoordenação motora
  • Perda de equilíbrio
  • Náuseas
  • Dependência física e psíquica
  • Mais raramente, diminuição da libido

O médico que prescreve os medicamentos, principalmente se medicamentos controlados como este, deve ser informado de todos os medicamentos que porventura faça uso regularmente, como os anticoncepcionais.

Pode lhe interessar também:

 Ginko biloba: para que serve? Seu uso corta o efeito do anticoncepcional?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

O Ginko Biloba é um dos fitoterápicos mais utilizados no mundo por ter efeitos antioxidantes. Seu uso é popularmente associado às alegadas propriedades benéficas, principalmente, para o tratamento de problemas de memória, demência de Alzheimer e outras funções cognitivas.

É também utilizado para reduzir a falta de concentração e energia, melhorar a impotência sexual, labirintopatias (zumbidos e vertigens) e dores de cabeça. Sua utilização não afeta o efeito de anticoncepcionais.

Os flavonoides e os terpenos são as substâncias que provocam os efeitos comumente associados ao Ginko Biloba no nosso organismo.

Embora tenha efeito antioxidante, a ação do ginko biloba sobre o Alzheimer, perda de memória e outras condições de perda da função cognitiva, ainda não foram comprovadas por meio de pesquisas.

Folhas de Ginko Biloba

Em casos de impotência sexual, o uso de ginko biloba pareceu melhorar a função sexual. Em pessoas com problemas de vertigem observou-se uma redução dos sintomas. Para esclarecer e assegurar estes resultados outros estudos maiores precisam ser feitos.

Não há evidências de que a interação do ginko biloba com medicamentos anticoncepcionais diminuam seus efeitos. Portanto, pode ser usado por mulheres que usam drogas contraceptivas.

A baixa taxa de efeitos colaterais é uma característica importante do ginko biloba. Náuseas, diarreia, dor abdominal e dor de cabeça são os mais comuns. Também podem ser observados:

  • Aumento do risco de sangramento: o ginko biloba pode interferir na coagulação sanguínea, o que pode favorecer sangramentos em algumas situações. Deste modo, não deve ser usado por pessoas com elevados riscos de hemorragias. Em pessoas que se submeterão a procedimento cirúrgico, seu uso deve ser suspenso pelo menos 36 horas antes da cirurgia;
  • A combinação do ginko biloba com outras ervas como gengibre, alho e ginseng, deve ser evitada, pois podem aumentar sangramentos;
  • Não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estão amamentando;
  • Pessoas com histórico de crise convulsiva ou epilepsia não devem usar ginko biloba. Há relatos de que seu uso pode desencadear crises convulsivas.
  • Não deve ser utilizado por pessoas que fazem uso de medicamentos anticonvulsivantes: o ginko biloba pode interagir com estes medicamentos e reduzir os seus efeitos.

Antes de iniciar o uso de ginko biloba, procure um médico para esclarecer suas dúvidas.

Carbamazepina: para que serve, corta o efeito do anticoncepcional? Como usar?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Carbamazepina é um medicamento anticonvulsivo. É indicado no tratamento de alguns tipos de crises convulsivas (epilepsias), de algumas doenças neurológicas (neuralgia do trigêmeo - dor facial) e de alguns distúrbios psiquiátricos, como a fase maníaca do distúrbio afetivo do bipolar, e em um tipo específico de depressão. É também utilizado em casos de síndrome de abstinência alcoólica e neuropatia diabética dolorosa.

O uso de carbamazepina pode interferir na eficácia dos anticoncepcionais orais.

Carbamazepina e uso de anticoncepcionais

O uso de carbamazepina pode tornar ineficaz a ação do anticoncepcional oral. Neste caso, para prevenir uma gravidez indesejada é importante conversar com seu médico para a escolha de outro método contraceptivo.

Como usar carbamazepina

A dosagem diária de carbamazepina depende do quadro clínico apresentado: epilepsia, fase de mania aguda dos distúrbios afetivos bipolares, síndrome de abstinência alcoólica, neurologia do trigêmeo, neuropatia diabética, entre outras.

O medicamento deve ser administrado durante, entre ou após as refeições acompanhado de um pouco de líquido.

É importante que a dose diária de medicamento seja respeitada.

Se alguma das doses for esquecida, deve tomar o comprimido logo que possível e respeitar os horários das doses seguintes.

Não suspenda o medicamento sem orientação médica.

Não consuma bebidas alcoólicas durante o tratamento com carbamazepina.

Os comprimidos podem ser tomados durante, após ou entre as refeições. Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido. É importante tomar o medicamento regularmente.

Se o paciente esquecer de tomar uma das doses, deverá tomá-la logo que possível e então, voltar ao esquema habitual. Se já for a hora de tomar a próxima dose, deve tomá-la normalmente sem dobrar o número de comprimidos. A retirada do medicamento deve ser gradual e de acordo com a orientação médica.

Contraindicações da carbamazepina

Carbamazepina é contraindicada em casos de:

  • Alergia à carbamazepina e demais componentes da fórmula;
  • Pessoas com bloqueio átrio-ventricular;
  • Portadores de doenças hepáticas;
  • Pacientes com histórico de depressão da medula óssea;
  • Pessoa em uso de medicamentos inibidores da monoamino-oxidase.
Efeitos colaterais da carbamazepina

São reações adversas comuns:

  • Vertigem;
  • Cefaleia (dor de cabeça);
  • Ataxia (perda do controle muscular durante movimentos voluntários);
  • Sonolência;
  • Fadiga;
  • Diplopia (visão dupla);
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Boca seca;
  • Edema;
  • Retenção de líquido;
  • Aumento de peso;
  • Letargia.
Cuidados quanto ao uso de carbamazepina

Carbamazepina deve ser utilizado com cautela nos seguintes casos:

Distúrbios sanguíneos;

  • Pessoas com histórico de distúrbios renais, hepáticos e cardíacos;
  • Portadores de glaucoma (pressão do olho aumentada);
  • Pessoas em quadros de psicose.

Respeite a dose prescrita pelo/a seu/sua médico/a.

Não tome carbamazepina sem orientação médica.