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Libido

Fazer sexo em excesso causa algum mal?

Fazer sexo em excesso não causa propriamente nenhum mal. Fisicamente, o excesso de relações sexuais pode provocar alguma dor, desconforto ou ardência nos órgãos genitais, tanto no homem como na mulher. Isso acontece pelo atrito, que gera pequenas lesões e causa esses sintomas.

Homens que praticam sexo em excesso podem ficar com o esperma mais escuro, com uma coloração avermelhada ou marrom. Trata-se de uma condição chamada hematospermia, que é a presença de sangue no líquido seminal. No entanto, não costuma ser nada de grave. Se a causa for mesmo o excesso de sexo, o tratamento é feito com abstinência sexual e repouso.

É difícil definir exatamente o que é "sexo em excesso". Há pessoas que ficam satisfeitas fazendo sexo uma vez por semana, enquanto outras querem fazer 3 vezes por dia. Não é possível estabelecer um limite, do gênero: sexo faz bem até "x" relações sexuais por dia, mais do que isso pode ser prejudicial. Os limites e a quantidade variam em cada pessoa.

Por outro lado, ao mesmo tempo que há um certo limite físico para o sexo, existe também um limite comportamental. Se a necessidade de fazer sexo começar a interferir no cotidiano da pessoa, ao ponto dela deixar de lado outras atividades que lhe são importantes, com trabalho, estudos, vida social ou lazer, pode se tratar de algum tipo de compulsão.

Nesses casos, o mais indicado é procurar um sexólogo ou um psicoterapeuta para identificar a origem do distúrbio. Alguns medicamentos também podem inibir a compulsão sexual e auxiliar o indivíduo a restabelecer a sua rotina normal.

Quais precauções tomar quando for fazer sexo pela primeira vez?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

As precauções que você deve tomar quando for fazer sexo pela primeira vez são as mesmas que deverá ter nas outras vezes que tiver uma relação sexual:praticar de forma consciente de suas vontades e com o consentimento da outra pessoa; usar preservativo sempre, para evitar uma gravidez indesejada e prevenir-se contra doenças sexualmente transmissíveis (DST).

É importante lembrar que para prevenir a transmissão das DST, a camisinha deve ser usada em todo tipo de ato sexual (anal, oral e vaginal).

Uma consulta prévia com o/a clínico/a geral, médico/a de família ou ginecologista pode facilitar tirar dúvidas e aumentar as informações sobre métodos contraceptivos mais indicados em cada situação. 

Depois de tomadas todas as precauções para prevenir a transmissão de doenças e evitar uma gravidez não planejada, é importante que as pessoas envolvidas criem intimidade e não tenha pressa para que as coisas aconteçam de forma prazerosa.  

A tensão e a expectativa exagerada podem interferir diretamente no prazer, pois dificultam a lubrificação genital e o relaxamento da musculatura dessa região, dificultando o prazer.  

Todo ato sexual deve ser realizado com livre e espontâneo desejo das pessoas envolvidas.

O uso de fluoxetina tira desejo sexual?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Fluoxetina é um antidepressivo e como tal pode sim influenciar no desejo sexual, porém essa influencia pode ser para mais ou para menos (aumentando ou diminuindo o desejo sexual). Essa influência varia de uma pessoa para outra. Pela minha experiência fluoxetina na maioria das vezes diminui a libido.

Falta de libido: o que pode ser e o que fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A falta de libido tanto no homem quanto na mulher pode ser causada por diversos fatores, com origem física ou psicológica, tais como:

  • Idade avançada;
  • Problemas conjugais;
  • Problemas financeiros;
  • Desordens hormonais;
  • Efeito colateral de medicamentos (hormônios, calmantes, antidepressivos, anticoncepcionais, anti-hipertensivos);
  • Problemas psicológicos (depressão, ansiedade, estresse);
  • Cansaço e fadiga.

Sabendo que para quase todos os casos existe um tratamento eficaz, a primeira medida a ser tomada é buscar um atendimento médico, para avaliação clínica, esclarecimento de suas dúvidas e realização de exames que definam seu diagnóstico.

Falta de libido na mulher

Na mulher, a falta de libido pode estar associada principalmente ao estresse, cansaço, mas também deve sempre ser investigada a questão hormonal, com pesquisa de função da glândula tireoide e sinais de fases do ciclo natural da mulher, como a menopausa.

Na menopausa, fatores como redução de hormônio estrogênio, calores noturnos e secura vaginal causam grande incômodo durante as relações, gerando consequentemente, o desinteresse.

A falta de libido na mulher também é bastante acentuada no período pós-parto, podendo se estender por até 1 ano. Nesses casos, existem fatores físicos e psicológicos associados. O aumento do hormônio prolactina, para estimular a produção de leite na amamentação, é um fator físico importante, enquanto a tensão e a ansiedade geradas com os cuidados de um bebê recém-nascido são um fator psicológico.

Outras situações que levem ao aumento de prolactina, como tumores de hipófise e alguns medicamentos de uso crônico, podem bloquear a produção dos hormônios femininos, gerando um quadro clínico semelhante ao da menopausa.

Falta de libido no homem

Nos homens, as causas mais comuns de falta de libido estão associadas à idade avançada, estresse e problemas financeiros.

Entretanto, deve fazer parte de uma avaliação médica, alguns exames complementares, com estudo de níveis hormonais e o que mais achar necessário para definição da causa.

Em homens com mais de 50 anos, uma das causas mais comuns de falta de libido é a diminuição da produção do hormônio masculino testosterona. Isso pode ser causado pela idade, uso de certos medicamentos, doenças dos testículos, da hipófise ou do hipotálamo, localizados no cérebro.

Vale lembrar que até 30% dos homens com mais de 45 anos apresentam sintomas causados pela baixa produção de testosterona. A falta do hormônio aumenta também os riscos de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, perda de massa óssea, aumento da gordura visceral, distúrbios do sono, cansaço, irritabilidade e depressão. Nesses casos, o tratamento é feito com reposição hormonal.

Os fatores psicológicos também exercem um importante papel na falta de libido no homem. Dentre as principais causas estão o cansaço, o trabalho extenuante, a ansiedade, depressão e situações de insegurança. A falta de libido decorrente dessas causas afeta sobretudo homens entre 30 e 39 anos. Para esses casos, o tratamento é feito principalmente com aconselhamento e apoio psicológico.

O que fazer para combater a falta de libido?

Se a causa da falta de desejo for o estresse, é recomendável fazer terapias ou atividades que ajudem a lidar ou aceitar os problemas, como atividade física ou atividades de lazer prazerosas.

A terapia de casal também pode ajudar a resolver o problema se este estiver relacionado com falta de comunicação, falta de intimidade ou outras questões conjugais.

Estudos recentes sugerem que a maior exposição à luz do sol auxilia o aumento da produção de testosterona, aumentando a libido do homem. Além da dieta mediterrânea, que parece contribuir para uma atividade sexual mais satisfatória.

O mais adequado é agendar uma consulta com um/a médico/a clínico geral, ou médico/a da família, para a avaliação e tratamento.

Pode lhe interessar também: Como aumentar minha libido?

Problemas com desejo sexual, ereção ou ejaculação!
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Estes assuntos são cuidados por um médico chamado Urologista, que inclui problemas em Pênis, Testículos, Bolsa Escrotal, Próstata, ou seja tudo relacionado ao aparelho reprodutor masculino e o urologista também cuida de tudo que esteja relacionado ao aperelho urinário tanto masculino como feminino.

1 - Tenho dificuldade de ereção, o que é? O que devo fazer?

Dificuldade com ereção é a chamada impotência sexual, que na maioria das vezes em jovens e adultos está relacionado com problemas de ordem emocional (existem outras causas, mas essa é a principal). Nestes casos deve procurar ajuda de um Urologista.

2 - Tenho falta de desejo sexual, o que é? O que devo fazer?

Resposta 1

3 - Tenho dificuldade de ereção somente com minha esposa ou namorada, se me masturbo ou fora de casa é normal, o que é? O que devo fazer?

Resposta 1

4 - Tenho facilidade para ejacular, não consigo segurar é muito rápido, o que é? O que devo fazer?

Isso chama-se ejaculação precoce, geralmente está relacionado com problemas de ansiedade e falta de auto-controle. Deve procurar um Urologista. Treinamento, psicoterapia e/ou remédios controlam isso muito bem.

5 - Quanto tempo é o normal levar para ejacular?

Não existe um tempo específico, porque tudo depende do tempo que a mulher leva para se satisfazer.

6 - Tenho dor na hora de ejacular, o que é? O que devo fazer?

Isso chama-se ejaculação dolorosa, existem muitas causas, deve procurar um Urologista.

Qual o melhor remédio para aumentar a libido da mulher?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O melhor remédio para o aumento da libido na mulher se baseia principalmente na causa do problema, entretanto atitudes como a prática regular de atividades físicas e a boa alimentação comprovadamente interferem de forma positiva.

As causas podem ser desde físicas/orgânicas, como os distúrbios hormonais ou doenças endocrinológicas; podem ser também devido a problemas psicossociais, como estresse e ansiedade, ou até pelo uso de medicamentos de rotina, por exemplo, alguns antidepressivos ou anti-hipertensivos que possuem a redução da libido como efeito colateral.

Atualmente a causa mais frequente para a redução da libido na mulher, tem sido o estresse do dia a dia, e neste caso um acompanhamento psicológico se faz necessário e suficiente na maioria das vezes, embora seja fundamental a exclusão de doenças orgânicas antes de confirmar esse diagnóstico.

Seja qual for a causa, é importante deixar claro, que existe um tratamento e orientação específicos que irão solucionar esse problema. Portanto, agende uma consulta o quanto antes com médico/a ginecologista, que deverá investigar todas essas causas, definindo seu diagnóstico e orientando quanto a um tratamento adequado.

Saiba mais sobre esse assunto nos links abaixo:

Durante a relação minha vagina vai perdendo lubrificação...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Excesso de pele na vagina pode ser corrigido por meio de cirurgia, peça para um ginecologista te examinar e ele poderá dizer se existe mesmo um excesso de pele. A lubrificação vaginal tem mais haver com o libido e excitação sexual, existem lubrificantes artificiais que podem ajudar. Converse com seu namorado sobre isso e sobre o que você gosta e não gosta na relação, ele precisa ajudar você a ficar mais excitada durante toda a relação.

É normal você sentir vontade de fazer sexo de 15 em15 dias?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Vontade sexual é algo individual de cada um, alguns querem todos os dias (até mais de uma vez por dia) e alguns estão bem contentes e confortáveis com uma vez por mês.

Tenho dores na relação e não sinto prazer...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Pela sua descrição seu problema está relacionado, provavelmente, com o lado emocional e psicológico do sexo. A relação sexual para a mulher é muito mais complexa que para o homem, existem muitos fatores que interferem no desejo sexual feminino (aspectos culturais, religiosos, filhos, o parceiro, suas experiências anteriores em relação ao sexo, traumas de infância e assim por diante). Precisa de ajuda especializada: um ginecologista e um psicólogo.

Meu ex-namorado é viciado em sexo...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Um relacionamento para dar certo precisa de muita sintonia entre o casal, seu ex-namorado é muito diferente de você em relação ao sexo, ou seja o relacionamento de vocês tem tudo para dar errado outra vez, mas a decisão deve ser sua. Ele com certeza precisa de ajuda médica e psicológica para resolver esse distúrbio. Deve convence-lo a procurar tratamento.

Não consigo ter um bom desempenho sexual, não sinto prazer, vagina muito seca. O que fazer?

Seria interessante repensar seus momentos de ato sexual, avaliar o porquê não sente prazer, o que lhe sucede no momento. Talvez boas conversas com seu parceiro, auxilio de um ginecologista irá ajuda-la.

Como aumentar minha libido?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Para aumentar a libido feminina ou masculina, é preciso primeiro identificar a causa da falta de desejo sexual, que pode ser física ou psicológica. Se a falta de desejo não for causada por fatores físicos, seguem algumas dicas que podem ajuda a aumentar a libido:

  • Procure melhorar ou manter sua autoestima elevada;
  • Diga ao parceiro/a aquilo que deseja, fale sobre os seus sentimentos;
  • Faça atividades que lhe dão prazer e ajudam a aliviar o estresse, como exercícios físicos, massagens ou outros hobbies;
  • Quando possível faça uma atividade prazerosa junto com seu/sua parceiro/a, como dança ou esportes;
  • Crie oportunidades para estar a sós com seu/sua parceiro/a e reserve um dia da semana só para os dois;
  • Aproxime-se mais do/da seu/sua parceiro/a, com abraços, beijos, um toque, como pegar nas mãos com mais frequência e não somente no momento do sexo.

Dentre os fatores físicos que podem diminuir a libido estão o uso regular de alguns medicamentos como: anticoncepcionais, antidepressivos, ansiolíticos, bem como as alterações hormonais da menopausa, baixa dosagem de testosterona e alterações normais no pós-parto.

A diminuição da libido na grande maioria das vezes está relacionada com problemas psicológicos e psicossociais, por exemplo, relacionamentos de longa duração, monotonia, descuido de um ou ambos os lados, falta de comunicação ou intimidade entre o casal, sexualidade reprimida, nascimento do 1º filho, estresse, problemas pessoais, financeiros, entre tantos outros fatores.

Leia também: Falta de libido: o que pode ser e o que fazer?

Recomendamos em primeiro lugar, agendar uma consulta com seu/sua médico/a ginecologista (no caso das mulheres), ou urologista (no caso dos homens), para uma avaliação adequada do seu caso e tratamento direcionado para a causa.

Caso não seja um problema físico, pode ser benéfico a associação de um tratamento conjunto com terapia sexual ou terapia de casal.