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Pneumonia

Dor nas costas ao respirar, o que pode ser?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

Dor nas costas ao respirar pode ter várias origens, mas a maioria destas é de origem muscular, ou seja, relacionada a algum mau jeito, a carregamento de peso excessivo ou postura inadequada. Dor que aparece somente ao respirar pode ainda ser sintoma de uma lesão das costelas, desde que haja história de alguma pancada intensa na região do tórax.

Além disso, as pessoas costumam associar esse tipo de sintoma a doenças pulmonares como a pneumonia. Essa relação até pode ser verdadeira, mas em geral o paciente vai apresentar não somente a dor isolada, mas também outros sintomas, como por exemplo febre, tosse e falta de ar.

De qualquer modo, somente um médico poderá examinar e determinar a causa exata e o tratamento necessário para o alívio dessa dor.

Também pode lhe interessar: O que pode causar dor nas costas?

Dor nas costas ao tossir e espirrar, o que pode ser?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

A maioria das dores nas costas é de origem muscular, ou seja, relacionada a algum mau jeito, carregamento de peso excessivo ou postura inadequada. Em quem está resfriado, com tosse ou espirros muito frequentes, o esforço que a pessoa faz para realizar esses movimentos pode cansar os músculos do tórax, e isso provoca a dor.

Além disso, as pessoas costumam associar esse tipo de sintoma a doenças pulmonares como a pneumonia. Essa relação até pode ser verdadeira, mas em geral o paciente vai apresentar não somente a dor isolada, mas também outros sintomas, como por exemplo febre, prostração e falta de ar.

De qualquer modo, somente um médico poderá examinar o doente e determinar a causa exata e o tratamento adequado ou a investigação necessária.

Saiba mais em: O que pode causar dor nas costas?

Pneumonia é contagiosa?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Pneumonia pode ser contagiosa. Pneumonia é um termo genérico que se refere a uma infecção no tecido pulmonar. As pneumonias podem ser causadas por diversos agentes como bactérias, micobactérias, vírus, fungos, protozoários, entre outros, sendo frequente a associação entre mais de um agente, como bactéria + vírus. O agente causador está bastante relacionado com a idade do doente e com a região geográfica. Esses microrganismos, em geral, está circulando no ambiente e entramos em contato com eles diversas vezes sem desenvolver qualquer doença, porém, em dado momento de defesa prejudicada do organismo, a presença de um agente desses pode causar a pneumonia. E em alguns casos, as bactérias podem até existir previamente em algumas regiões do nosso corpo entrando no sistema respiratório em momento oportuno.

O contato com o microrganismo não significa ter pneumonia e, além disso, duas pessoas diferentes podem desenvolver doenças diferentes por um mesmo microrganismo.

Em geral, pneumonia bacteriana não é contagiosa, mas as pneumonias causadas por vírus e bactérias atípicas podem ser contagiosas, no sentido de eliminar esses microrganismos para o ambiente externo, podendo ser transmitidas entre pessoas que convivem num mesmo ambiente. Apesar da pneumonia viral ser contagiosa, o vírus raramente causa pneumonia nas outras pessoas, provocando geralmente apenas gripes e resfriados.

Veja também: Quais são os sintomas da pneumonia bacteriana e qual é o tratamento?

A tuberculose é um tipo de pneumonia causada por micobactéria bastante contagiosa. Adultos com a doença eliminam o bacilo para o ambiente através da tosse. Todas as pessoas que tiveram contato próximo com a pessoa com tuberculose antes do diagnóstico e tratamento devem ser investigadas para a presença da doença de acordo com a indicação médica. E o paciente com o diagnóstico deverá ficar isolado de contato próximo com outras pessoas até iniciar o tratamento.

Considerando que

a) muitas vezes não é possível saber com certeza o microrganismo causador da pneumonia e b) muitas vezes há mais de um microrganismo causador da pneumonia (por exemplo: bactéria + vírus), os pacientes com pneumonia devem evitar o contato direto com outras pessoas até melhora do quadro. Essa precaução se dá especialmente para com crianças, em especial as menores de 1 ano de idade, idosos e pacientes com outras doenças crônicas.

Quais são os sintomas da pneumonia bacteriana e qual é o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sintomas da pneumonia bacteriana incluem febre alta, calafrios, tosse seca que evolui para tosse produtiva com catarro amarelado ou esverdeado, falta de ar, dor no peito, vômitos, perda de apetite, dor no corpo e fraqueza.

As manifestações da pneumonia podem variar de acordo com o agente causador e o estado de saúde da pessoa. A pneumonia bacteriana ou viral é muitas vezes confundida com uma gripe. Porém, no caso da pneumonia, os sintomas não melhoram e se agravam com o passar dos dias.

Em geral, idosos e indivíduos com doenças crônicas ou imunidade baixa manifestam poucos sintomas. O quadro costuma ser mais discreto, com pouca tosse e ausência de febre. Nesses casos, a pneumonia pode causar apenas desorientação, prostração e confusão mental.

Quais os sintomas da pneumonia bacteriana em bebês e crianças? 

Em crianças, os sinais e sintomas da pneumonia bacteriana geralmente se manifestam como uma gripe ou resfriado que vai piorando com o tempo. A criança pode apresentar prostração, febre alta, tosse com catarro, perda de apetite e respiração ofegante.

Há casos em que a criança queixa-se de dor na barriga, mas na realidade a dor vem da porção inferior do pulmão, onde pode estar localizada a infecção.

Bebês com menos de 1 ano de idade podem manifestar poucos sintomas.

O que é pneumonia bacteriana e como tratar?

A pneumonia bacteriana é uma infecção dos pulmões causada por bactérias. Seu principal agente causador é a bactéria Streptococcus pneumoniae. Trata-se de uma infecção pulmonar que afeta sobretudo pessoas que já têm alguma doença de base que enfraqueceu as defesas do organismo.

O tratamento é feito com medicamentos antibióticos, que devem ser tomados durante uma ou duas semanas. Os sintomas normalmente melhoram após 3 ou 4 dias do início do tratamento.

Pessoas idosas ou que manifestam complicações causadas pela doença, como dificuldade para respirar ou problemas renais, podem necessitar de internamento durante o tratamento.

É muito importante continuar tomando os medicamentos até ao fim do período estipulado para evitar recaídas e resistência da bactéria ao antibiótico.

Como se transmite a pneumonia bacteriana?

A pneumonia bacteriana é transmitida através do ar infectado com a bactéria, da aspiração de líquido estomacal ou de infecção pela via sanguínea.

Contudo, de modo geral, a pneumonia bacteriana não é muito contagiosa e o paciente não precisa ficar isolado.

Leia também: Pneumonia é contagiosa?

O/a médico/a de família, clínico/a geral ou pediatra podem são capazes de realizar o diagnóstico e tratamento da pneumonia bacteriana. Em caso de complicações, pode ser preciso uma avaliação do/a médico/a pneumologista.

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Quais são os sintomas de uma pneumonia?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

Os sintomas mais frequentes de pneumonia são febre alta, tosse com ou sem catarro, calafrios, dificuldade para respirar, respiração acelerada e dor no tórax. Outros sintomas menos específicos tais como dor de cabeça, dores no corpo, fadiga, fraqueza, perda de apetite, diarreia, náusea e vômito podem acompanhar o quadro. Em casos muito graves, pode haver coloração azulada da pele, alteração de consciência, convulsão e morte.

Os sintomas da pneumonia podem variar de forma considerável, conforme a causa e o estado de saúde geral da pessoa. Os sintomas podem ser confundidos com os de uma gripe, mas fases iniciais, mas se agravam progressivamente e o quadro não apresenta melhora. 

Em indivíduos idosos, com doenças crônicas ou imunidade baixa, os sintomas são mais leves, geralmente cursando com pouca tosse e sem febre. As manifestações nesses casos podem incluir somente mal-estar geral, confusão mental e perda de orientação.

Quais os sintomas da pneumonia em crianças?

Os sintomas da pneumonia em crianças e bebês incluem febre alta, tosse produtiva, perda de apetite, prostração e aumento da frequência respiratória. No início, a criança parece estar resfriada ou gripada, mas o quadro piora como passar dos dias. No caso da pneumonia em bebês com menos de um ano, os sintomas são discretos, o que merece uma atenção especial.

O que é pneumonia e como é o tratamento?

A pneumonia é a inflamação dos pulmões, de causa infecciosa. Podem ser causadas por vírus, bactérias, fungos ou parasitas.

O tratamento da pneumonia inclui suporte respiratório, isto é, fornecer oxigênio quando necessário, hidratação seja bebendo água, soro caseiro ou em casos mais graves, através das veias com soro fisiológico e medicações para infecção, tais como antibióticos, antivirais, antifúngicos e antiparasitários. Medicações anti-inflamatórias e outros tipos também podem ser necessários dependendo do caso.

O acompanhamento quase sempre se inicia em um pronto-socorro, com um médico pediatra, clínico geral ou emergencista, e é continuado em ambiente domiciliar, quando evolui com melhora, ou necessita de internação, seja em enfermaria ou UTI, quando evolui com piora e precisa de suporte específico.

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Tomar antibiótico é suficiente para tratar pneumonia?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Quando uma pneumonia é diagnosticada corretamente, o tratamento sugerido é o uso de antibióticos. O uso do antibiótico prescrito pelo/a médico/a de forma completa e adequada é suficiente para tratar a pneumonia.

Pneumonia é uma infecção pulmonar adquirida na comunidade ou em ambiente hospitalar que pode afetar pessoas em qualquer idade, embora seja mais frequente e mais grave em idosos.

Os sintomas são diversos e podem incluir dificuldade para respirar, dor no peito, respiração curta, febre, tosse, náusea, vômito, etc.

O diagnóstico é feito pelo/a médico/a de família, clínico/a geral ou qualquer outra especialidade.

O tratamento deve ser feito corretamente como indicado na receita e precisa ser completado, ou seja, o/a paciente precisa tomar o antibiótico nos horários recomendados e pelo tempo indicado. Em alguns casos, o/a médico/a pode prescrever um antibiótico e, se não houver melhora dos sintomas, ele/ela pode trocar o tipo de antibiótico e iniciar um novo ciclo de tratamento.

Seguindo a indicação médica, o tratamento será suficiente para curar a pneumonia.

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O que é derrame pleural e quais os sintomas?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

Derrame pleural é o acúmulo anormal de líquidos na pleura, membrana que envolve os pulmões. O derrame pleural é uma manifestação comum de várias doenças diferentes, portanto, uma vez diagnosticado o derrame, investigar a sua causa é o próximo passo.

O sintomas do derrame pleural são:

  • Falta de ar: será tão mais intensa, quanto mais rapidamente se formar o derrame pleural e quanto maior for o acúmulo de líquido na pleura. Existem derrames pleurais que podem ter até 4 litros de volume, o suficiente para comprimir completamente o pulmão afetado;
  • Dor torácica: dor em pontada que piora quando a pessoa respira fundo;
  • Tosse seca.

A dor e a falta de ar são os dois sintomas próprios do derrame pleural. Os demais sintomas que normalmente também aparecem, costumam surgir devido à doença de base, como febre e tosse na pneumonia; tosse com sangue no câncer de pulmão; ascite na cirrose; pernas inchadas na insuficiência cardíaca, e assim por diante.

O derrame pleural  pode ser constituído de dois tipos de líquido: transudato e exsudato. Sua determinação é importante para que se descubra a doença que levou apo derrame pleural. Esta é possível após a análise do líquido pleural através da retirada pela toracocentese. As causas de derrame pleural do tipo transudato são:

  • Insuficiência cardíaca;
  • Cirrose hepática;
  • Síndrome nefrótica;
  • Insuficiência renal;
  • Hipotireoidismo descompensado.

As causas de derrame pleural do tipo exsudato são:

  • Pneumonia;
  • Tuberculose;
  • Câncer metastático para a pleura;
  • Câncer da pleura (mesotelioma);
  • Linfoma;
  • Embolia pulmonar;
  • Doenças auto-imunes, como lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide;
  • Pancreatite;
  • Radioterapia;
  • Doenças abdominais, como peritonites e abscessos;
  • Síndrome de hiperestimulação ovariana, com uso de citrato de clomifeno.

Há ainda outros tipos de líquidos que podem ficar acumulados na pleura, como:

  • Sangue: hemotórax;
  • Urina: urinotórax;
  • Triglicerídeos e lipídeos: quilotórax.

O diagnóstico é suspeitado no exame clínico e confirmado com a radiografia do tórax. É prudente a coleta do líquido pleural se houver suspeita da doença que causou o derrame pleural, para o tratamento adequado.

Se você apresentar os sintomas supracitados deve procurar um pronto atendimento para melhor avaliação.

Enfisema pulmonar é câncer?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Não, enfisema pulmonar não é câncer. O enfisema é uma doença degenerativa crônica que provoca lesões irreversíveis nos alvéolos ("saquinhos de ar" que armazenam o ar nos pulmões e através dos quais ocorrem as trocas gasosas na respiração).

No enfisema pulmonar, os alvéolos vão sendo destruídos pouco a pouco, à medida que são expostos a substâncias agressivas ao longo de vários anos.

Com o tempo, surge um processo inflamatório crônico nos alvéolos, que se rompem e formam bolhas. Isso reduz a superfície disponível para as trocas gasosas, diminuindo assim a quantidade de oxigênio que chega ao sangue e dificultando a respiração.

A principal causa do enfisema pulmonar é o tabagismo, sendo responsável por cerca de 85% dos casos. Contudo, a exposição a outros tipos de poluentes e substâncias agressivas, como poluição do ar, pó de sílica, fumaças de indústrias, também podem causar enfisema.

Há ainda uma forma genética de enfisema pulmonar, cuja causa é a falta de uma proteína pelo organismo para proteger as estruturas elásticas do pulmão.

Já o câncer de pulmão é uma doença maligna, ou seja, as células do tumor multiplicam-se de forma rápida e descontrolada, podendo se infiltrar em estruturas próximas ou se disseminar em órgãos distantes dos pulmões (metástase).

Veja também: Câncer de pulmão tem cura?Qual a diferença entre maligno e benigno?

Contudo, apesar de serem doenças completamente diferentes, sabe-se que pessoas com enfisema pulmonar e bronquite crônica (Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas) têm mais chances de desenvolver câncer de pulmão.

Portanto, o enfisema pulmonar não é câncer nem tem chances de se tornar um, mas é considerado um fator de risco para desenvolver a doença.

Saiba mais em:

Enfisema pulmonar tem cura?

Qual é o tratamento para enfisema pulmonar?

Quais são os sintomas do enfisema pulmonar?