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Médico Online para tirar dúvidas

O MédicoResponde que disponibiliza um médico online para tirar dúvidas sobre saúde, doenças, exames médicos ou qualquer outro assunto ou tópico relacionado com saúde.

Objetivos do Médico Responde:

Há muita informação na internet, muitos sites disponibilizam informações sobre saúde, doenças e exames médicos na rede. Todas essas informações são segmentadas e desconexas que acabam levando o internauta a conclusões equivocadas, principalmente quando digita o que está sentindo nos sites de busca. Sem falar nas informações erradas que associadas a auto medicação colocam em risco a saúde de quem lê tais “conselhos”.

Muito do que é escrito não é feito por profissionais médicos. A intenção de um site que disponibilize um médico online para tirar dúvidas não é suplantar a consulta médica – isso seria impossível – a interação que ocorre entre médico e paciente é imprescindível para os bons resultados na medicina e essa interação deve ser feita dentro do consultório. Síntese dos objetivos do Medico Responde:

  • Criar conteúdo de qualidade feito por médicos;
  • Disponibilizar um médico online grátis para tirar dúvidas;
  • Sanar no tempo mais rápido possível as dúvidas por meio das respostas às perguntas dos usuários;
  • Orientar medidas gerais de promoção da saúde e prevenção de doenças e qual a medida mais indicada em cada caso (qual profissional procurar ou qual o especialista mais indicado).

Importante:

Antes de fazer sua pergunta não esqueça de ler as "Regras do Site" para perguntas e respostas.

Posso fazer luzes amamentando?

Sim, pode-se fazer luzes durante a amamentação desde que para fazê-las não se utilize tinturas que contenham chumbo. As tinturas que contém amônia também devem ser evitadas porque ainda não existem estudos sobre a segurança do seu uso durante a amamentação. Já a água oxigenada utilizada no clareamento dos cabelos não tem qualquer contra-indicação.

Alguns produtos podem ser passados da mãe para a criança pelo leite, durante a amamentação, como é o caso do chumbo, presente em algumas tinturas, que pode causar problemas no desenvolvimento da criança e em muitos dos seus órgãos.

O médico obstetra e o pediatra são os profissionais responsáveis pelas orientações no período da amamentação.

Corrimento vaginal e ardência para urinar o que é?

Após a relação sexual, a pessoa pode sentir ardência para urinar o que não necessariamente chega a ser dor. Pela fricção que ocorre durante o ato sexual, é normal sentir essa ardência após a relação. Contudo, essa ardência, em geral, deixa de existir após algumas micções.

Outra situação que pode ocorrer é a infecção de urina, muito frequente em mulheres com vida sexual ativa. A infecção urinária pode ser desencadeada com o ato sexual. Com ela, a mulher pode sentir dor ou ardência ao urinar, vontade constante de urinar e ainda notar a presença de sangue na urina. A infecção urinária normalmente é tratada com medicamentos antibióticos.

O corrimento vaginal pode ser normal quando apresenta coloração clara ou esbranquiçada, parecida com clara de ovo, não possui cheiro forte, não provoca coceira ou ardência. Neste caso, trata-se de uma secreção vaginal normal.

No entanto, corrimento vaginal branco, amarelo ou esverdeado, com odor desagradável tipo peixe podre ou azedo, pode ser algum tipo de infecção ou inflamação vaginal que precisa ser avaliada e tratada adequadamente pelo clínico geral, médico de família ou ginecologista.

Você pode observar essa ardência e o corrimento. Caso fiquem constante, é recomendável procurar um serviço de saúde para uma avaliação e uso da medicação indicada.

Saiba mais em:

Dor ao urinar, o que pode ser?

O que pode causar ardência ao urinar?

Ardência ao urinar no homem, o que pode ser?

Não conseguir ou ter dificuldade em urinar: o que pode ser e como tratar?

Vontade de urinar toda hora, o que pode ser?

Corrimento vaginal: o que significam as diferentes cores

Médico Online

A função principal do site é disponibilizar um médico online grátis para tirar dúvidas.

Médico Online é mais um conceito, uma idéia. Caso você digite este termo em uma ferramenta de busca será remetido a um grande número de sites com artigos falando a respeito de algum assunto referente a saúde ou doenças, alguns são bem específicos para determinadas especialidades e outros nem são sites sobre saúde, esses sites aparecem na busca porque são sites relevantes e que possuem algum texto com o termo “médico online” sem nenhum realmente disponibilizar nenhum meio e ferramenta que traga um real impacto (benefícios) ao usuário. Ou melhor, dizendo, nenhum site coloca o usuário em contato direto com um médico, no caso um médico on-line.

Um tópico que precisa ser abordado é que a lei que rege o ato médico, ou seja, que determina o que é um ato medico e dita os preceitos do ato médico, de certa forma inviabiliza a consulta com um médico on-line nos moldes de uma consulta tradicional como a que conhecemos (obs.: a vídeo conferência entre médicos para tratar de casos específicos já esta bastante difundida), então uma consulta com um médico online poderia ser considerada ilegal? Em que moldes o médico online poderia ser uma realidade? Como disponibilizar um serviço de saúde que seja produtivo (benefícios reais para os pacientes) sem ir contra a lei?

Cada vez mais chegam pacientes para a consulta com as mãos cheias de páginas impressas com informações oriundas da internet.  Não há nada de errado em buscar informações, é bom para as pessoas se informarem, o problema é que geralmente se buscam essas informações antes do diagnóstico médico, antes mesmo de se ir ao médico. Porém partindo dos sintomas e encontrando um grande número de textos falando sobre um grande número de doenças é muito fácil fazer confusões e até aumentar o grau de ansiedade devido a conclusões precipitadas. O leigo costuma fazer associações muito subjetivas e erradas a respeito do que está sentindo. Somente o médico, com seu conhecimento técnico e treinamento adequado deve fazer diagnósticos.

O momento ideal para essa interação entre médico e paciente é a consulta médica e o local ideal é o consultório do médico, este deve ser sempre o ponto central, será neste momento e neste local que estarão presentes: de um lado o conhecimento das mudanças e anomalias fisiológicas e corporais e do outro lado as queixas, as ansiedades, as apreensões e os medos do próprio paciente.

Os objetivos do médico on-line podem ser atingidos por meio da disponibilização de informações de qualidade feita por médicos baseada em suas próprias experiências de consultório; e também por meio de respostas às dúvidas dos usuários. A partir daí as pessoas podem pesquisar com mais segurança porque já estarão orientadas. Podem escolher melhor o médico que precisam consultar (especialidade médica) economizando dessa forma tempo e dinheiro e o mais importe de tudo reduzir a ansiedade em relação as possíveis doenças enquanto aguardam a consulta médica.

Importante:

Antes de fazer sua pergunta não esqueça de ler as "Regras do Site" para perguntas e respostas.

O que é realmente um orgasmo?

Do ponto de vista físico, o orgasmo é uma resposta do sistema nervoso parassimpático aos estímulos que são aplicados nos órgãos genitais. Entretanto, o orgasmo não é somente produzido pelo estímulo físico diretamente nos genitais. É também resultado de estímulos visuais, da imaginação e da cumplicidade com seu parceiro ou parceira.

Nas mulheres, o prazer ocorre de forma mais complexa. Inclui sim os estímulos físicos, a exploração dos sentidos (tato, visão, audição, olfato, paladar), envolvimento e intimidade com o parceiro ou parceira mas, mais que isso, abrange o seu conhecimento sobre o próprio corpo. Este conhecimento permite perceber aquilo que proporciona prazer, o que provoca dor, o que você não gosta e também aquilo que não produz nenhum efeito.

Neste sentido, o autoconhecimento é fundamental.  O estado psicológico é também importante. Pessoas muito estressadas ou que têm ansiedade e depressão tendem a ter algum comprometimento da sua vida sexual. 

Ademais, o orgasmo não deve ser visto como o objetivo final de uma relação sexual e sim uma consequência do interesse, do envolvimento, do desejo do parceiro e do conhecimento sobre sua própria sexualidade. Para isto não existem regras.

Busque conhecer seu corpo, saiba o que você gosta e o que dá prazer; comunique-se com seu parceiro ou parceira permitindo que ele ou ela conheça os seus gostos, invista nas preliminares, comunique-se durante a relação sexual. Estas dicas podem ser um bom começo para aumentar a qualidade da sua vida sexual.

Veja mais: Amor e sexo - um dos caminhos para a felicidade

Beta hcg deu um resultado e o seguinte deu um valor menor?

Redução de valores de Beta-HCG indicam que não estava grávida ou estava e perdeu o bebê (isso quando uma gestação é a causa do aumento do Beta-HCG, porque existem outras coisas além de gravidez que podem causar alterações nos níveis de Beta-HCG)

Guia de Especialidades Médicas

A partir dessa lista os pacientes terão uma noção de qual especialidade médica devem procurar. No guia constam as principais especialidades que são atualmente reconhecidas no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina. As especialidades médicas estão dispostas em ordem alfabética e apresentam uma explicação geral sobre a área de atuação de cada especialidade médica.

Acupuntura: ramo da Medicina tradicional chinesa que se utiliza de pontos de energia presentes sobre a superfície corporal para o tratamento das mais diversas enfermidades, mobiliza-se esses pontos energéticos com o uso de agulhas. Muito utilizada no tratamento da dor crônica.

Alergologia e Imunologia: diagnóstico e tratamento das doenças alérgicas e do sistema imunológico.

Anestesiologia: estudo da dor e anestesia.

Angiologia: é a área da medicina que estuda o tratamento das doenças do aparelho circulatório, tratamento das veias e artérias.

Cancerologia ou Oncologia: é a especialidade que estuda os tumores malignos ou câncer.

Cardiologia: estudo das doenças relacionadas com o coração.

Cirurgia Cardiovascular: Tratamento cirúrgico de doenças do coração.

Cirurgia da Mão: tratamento cirúrgico de doenças das mãos.

Cirurgia de Cabeça e Pescoço: tratamento cirúrgico de doenças da cabeça e do pescoço.

Cirurgia do Aparelho Digestivo: atua na cirurgia dos órgãos do aparelho digestivo, como o esôfago, estômago, intestinos, fígado e vias biliares, e pâncreas.

Cirurgia Geral: é a área que engloba todas as áreas cirúrgicas. Pode ser dividida nas várias sub-especialidades.

Cirurgia Pediátrica: Cirurgia geral em crianças.

Cirurgia Plástica: tratamento para correção das deformidades, má formação ou lesões que comprometem funções dos órgãos através de cirurgia de caráter reparador. Cirurgias estéticas.

Cirurgia Torácica: atua na cirurgia que envolva a caixa torácica, principalmente cirurgia dos pulmões.

Cirurgia Vascular: tratamento das veias e artérias, através de cirurgia.

Clínica Médica ou Medicina Interna: é a área que engloba todas as áreas não cirúrgicas, sendo subdividida em várias outras especialidades.

Coloproctologia ou Proctologia: é a parte da medicina que estuda e trata os problemas do intestino grosso (cólon), sigmóide e doenças do reto, canal anal e ânus.

Dermatologia: é o estudo da pele, anexos da pele e suas doenças.

Endocrinologia e Metabologia: é o tratamento das glândulas e disfunções dos hormônios.

Endoscopia: diagnóstico médico através da endoscopia.

Cirurgia Abdominal: tratamento cirúrgico das doenças relacionadas com o abdômen.

Gastroenterologia: é o tratamento do aparelho digestivo.

Genética médica: é o estudo dos genes e de seu papel na herança das características paternais e maternais pela prole. A grande questão da genética nos dias de hoje e da medicina em geral são as células tronco e a clonagem humana.

Geriatria: é o estudo das doenças do idoso.

Ginecologia e Obstetrícia: é o estudo do sistema reprodutor feminino. E acompanhamento e tratamento na gestação e parto.

Hematologia e Hemoterapia: é o estudo dos elementos figurados (células) do sangue (hemácias, leucócitos, plaquetas) e da produção desses elementos nos órgãos hematopoiéticos (medula óssea, baço, linfonódos). Doenças: Anemias.

Homeopatia: é a prática médica baseada na Lei dos Semelhantes. Utiliza-se de remédios homeopáticos para o tratamento das mais diversas doenças e enfermidades.

Infectologia: estudo das causas e tratamentos de infecções (causadas por vírus, bactérias e fungos).

Mastologia: tratamento de doenças da mama.

Medicina de Família e Comunidade: é a área da medicina que se propõe a estudar o indivíduo enquanto ser inserido num contexto familiar e comunitário, nomeadamente integrado na sua família. Procura entender como este indivíduo se relaciona com os grupos sociais e estuda as doenças que o acometem através deste prisma. Trabalha preferencialmente com atividades de prevenção, mas também de uma Medicina de abordagem geral. Idealmente consegue resolver a vasta maioria das doenças de alta prevalência, seu principal objeto.

Medicina do Trabalho: trata das doenças causadas pelo trabalho ou com este relacionadas.

Medicina do Tráfego: manutenção do bem estar físico, psíquico e social do ser humano que se desloca, qualquer que seja o meio que propicie a sua mobilidade, cuidando também das interações deste deslocamento e dos mecanismos que o propiciam com o homem.

Medicina Esportiva: trata da abordagem do atleta de uma forma global, suas áreas estendem-se desde a fisiologia do exercício à prevenção de lesões, passando pelo controlo de treino e resolução de todo e qualquer problema de saúde que envolva o praticante de desporto ou simplesmente, exercício físico.

Medicina Física e Reabilitação: diagnóstico e terapêutica de diferentes entidades tais como doenças traumáticas, do sistema nervoso central e periférico, orto-traumatológica, cardio-respiratória.

Medicina Intensiva: é o ramo da medicina que se ocupa dos cuidados dos doentes graves ou instáveis, que emprega maior número de recursos tecnológicos e humanos no tratamento de doenças ou complicações de doenças, congregando conhecimento da maioria das especialidades médicas e outras áreas de saúde.

Medicina Legal (ou medicina forense): é a especialidade que aplica os conhecimentos médicos aos interesses da Justiça, na elaboração de leis e na adequada caracterização dos fenômenos biológicos que possam interessar às autoridades no sentido da aplicação das leis. Assim a Medicina Legal caracteriza a lesão corporal, a morte (sua causa, o momento em que ocorreu, que agente a produziu), a embriaguez pelo álcool ou pelas demais drogas, a violência sexual de qualquer natureza, etc.

Medicina Nuclear: é o estudo imagem ou terapia pelo uso de radiofármacos.

Medicina Preventiva e Social: se dedica à prevenção da doença ao invés de seu tratamento.

Nefrologia: é a parte da medicina que estuda e trata clinicamente as doenças do rim.

Neurocirurgia: atua no tratamento de doenças do sistema nervoso central e periférico passíveis de abordagem cirúrgica.

Neurologia: é a parte da medicina que estuda e trata o sistema nervoso.

Nutrologia: diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças do comportamento alimentar.

Oftalmologia: é a parte da medicina que estuda e trata os distúrbios dos olhos.

Ortopedia e Traumatologia: é a parte da medicina que estuda e trata as doenças do sistema locomotor e as fraturas.

Otorrinolaringologia: é a parte da medicina que estuda e trata as doenças da ouvido, nariz, garganta, seios paranasais, faringe e laringe.

Patologia: (derivado do grego pathos, sofrimento, doença, e logia, ciência, estudo) é o estudo das doenças em geral sob aspectos determinados. Ela envolve tanto a ciência básica quanto a prática.

Pediatria: é a parte da medicina que estuda e trata o ser em desenvolvimento, as crianças.

Neonatologia: é o ramo da Pediatria que estuda e cuida dos recém-nascidos, do nascimento até os 28 dias de idade. É um ramo da pediatria.

Pneumologia: é a parte da medicina que estuda e trata o sistema respiratório.

Psiquiatria: é a parte da medicina que previne e trata ao transtornos mentais emocionais e comportamentais. Doenças: Depressão.

Radiologia e Diagnóstico por Imagem: realização e interpretação de exames de imagem como raio-X, ultrassonografia, doppler colorido, tomografia computadorizada, ressonância Magnética, entre outros.

Radioterapia: Tratamento empregado em doenças várias, com o uso de raio X ou outra forma de energia radiante.

Reumatologia: é a especialidade médica que trata das doenças do tecido conjuntivo, articulações e doenças auto-imunes. Diferente do senso comum o Reumatologista não trata somente "reumatismo".

Urologia: é a parte da medicina que estuda e trata cirurgicamente e clinicamente os problemas do sistema urinário e do sistema reprodutor masculino.

Porque não consigo gozar com homem nenhum?

Diferentes motivos podem impedir a mulher de ter prazer na relação e chegar ao orgasmo. Desde dificuldades de comunicação com o parceiro, pouco conhecimento do próprio corpo e das áreas que podem proporcionar prazer, sintomas de ansiedade ou depressão, conflitos psíquicos, alterações hormonais, uso de medicamentos, climatério, entre outras.

Um problema muito comum é as mulheres terem dificuldade em reconhecer aquilo que as proporciona prazer e quais áreas do corpo gostam de sentir estimuladas. Essa dificuldade  muitas vezes decorrente de uma educação sexual mais repressora e uma cultura que trata a sexualidade feminina como algo passivo. Portanto, é importante masturba-se, se tocar e observar-se e descobrir o que gosta e o que não gosta para comunicar ao parceiro durante a relação.

Um segundo ponto de dificuldade é a relação com o parceiro, visto que, confiança, comunicação são essenciais numa relação sexual. É importante comunicar o que está indo bem durante a relação e estimular o parceiro a continuar, da mesma forma comunicar o que desagrada.

Os homens costumam ficar estimulados sexualmente muito mais rapidamente que as mulheres, que precisam de mais tempo e mais estímulos sensitivos como toque e carícias. É essencial reforçar entre o casal que o prazer da mulher também é prioridade, sendo que as preliminares ajudam as mulheres a atingir o orgasmo mais facilmente, e é uma parte tão importante do ato sexual quanto a penetração.

Tentar relaxar e saber apreciar o momento são muito importantes. A ansiedade de querer chegar ao orgasmo pode justamente dificultá-lo. Alguns estudos mostram que embora muitas mulheres não consigam gozar mesmo assim sentem-se satisfeitas com a relação sexual, por conta da proximidade e intimidade que o sexo propicia.

Vale a pena lembrar que transtornos de ansiedade e depressão podem prejudicar a libido e causar anorgasmia, que é a falta de orgasmos. Da mesma forma os medicamentos que são usados no tratamento desses problemas, como os antidepressivos, também afetam a libido. Converse com o seu médico caso esteja em uso de algum medicamento. 

Uma outra classe de medicamentos que as mulheres frequentemente tomam e podem afetar substancialmente a libido e o prazer sexual são os anticoncepcionais por conta da sua ação hormonal. Portanto, caso note que tenha relação a falta de orgasmos e de prazer com o uso de hormônios comunique o seu médico, existem outras opções de contracepção sem ação hormonal como Diu de cobre e diafragma. 

O médico também pode ajudar quando a anorgasmia e a falta de desejo forem decorrentes de alterações hormonais do climatério, que é o período após a menopausa, ou quando doenças podem estar presentes como diabetes, esclerose múltipla, entre outras. 

Questões psicológicas também podem impedir uma vida sexual satisfatória como repressão sexual na infância, abuso sexual, educação religiosa. Nessas situações o acompanhamento psicológico e terapêutico pode auxiliar muito. 

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