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Calafrios, dor muscular e na barriga e náuseas, o que tenho?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Seus sintomas são compatíveis com algum tipo de gastroenterite (infecção gástrica e intestinal), provavelmente de origem viral, popularmente conhecida como "virose".

Como tratar dor de ouvido?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Para tratar a dor de ouvido primeiro é necessário definir a causa dessa dor, o que deverá ser feito pelo/a médico/a Otorrinolaringologista.

No caso de acúmulo de cera, basta uma limpeza realizada no próprio consultório médico, e dar seguimento em casa com medicamento receitado.

Nos casos de inflamação e ou infecção, conhecida por otite, pode ser necessário tratamento com remédios antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios, de uso tópico (gotas, pomadas) ou por via oral. 

Alguns dos medicamentos usados no tratamento da otite incluem:

  • Otosporin;
  • Panotil;
  • Otomicina;
  • Otosynalar.

Outras causas de dores de ouvido podem estar relacionadas a garganta, aos dentes ou ainda na articulação temporomandibular (ATM).

No entanto, as otites são as principais causas de dor de ouvido, podendo ser externas ou internas, de acordo com a localização anatômica.

Como tratar otite externa?

O tratamento desse tipo de dor de ouvido, que costuma ser muito intensa, é feito com medicamentos tópicos em gotas ou pomadas. Algumas vezes precisa ser complementado com medicamentos orais.

As otites externas se caracterizam pela inflamação da região externa do ouvido, normalmente causada por excesso de umidade e traumatismos provocados por cotonete ou outros objetos.

Como tratar otite interna (média)?

O tratamento da otite média é feito com remédios por via oral. Medicamentos em gotas normalmente não aliviam esse tipo de dor de ouvido, pois o tímpano impede a sua absorção.

Na maioria dos casos, é possível tratar a otite média apenas com medicamentos analgésicos ou anti-inflamatórios.

Porém, crianças com menos de 2 anos e pacientes que apresentam febre devem ser tratados com antibióticos para aliviar os sintomas e prevenir complicações.

Leia também: Otite pode causar surdez ou perda de audição?; Uma otite pode virar meningite?

A otite média é uma inflamação do ouvido ou orelha média, uma cavidade localizada atrás do tímpano. Lembrando que o tímpano separa a orelha média da externa.

Veja aqui quais são os sintomas de ouvido inflamado.

Este tipo de otite geralmente envolve a tuba auditiva (trompa de Eustáquio), uma estrutura que liga o ouvido médio à porção mais profunda no nariz, a nasofaringe, por isso infecções nasais podem dar origem a quadros de otite média.

Como tratar dor de ouvido em bebês?

Em bebês, de acordo com o tipo de infecção e a indicação do/a médico/a pediatra, o tratamento da dor de ouvido pode incluir:

  • Antibióticos por via oral;
  • Antibióticos e anti-inflamatórios em gotas;
  • Curativos e higienização da secreção.

Os antibióticos podem ser mantidos conforme prescrição, por até duas semanas, mesmo que a dor no ouvido e a febre já tenham desaparecido.

O paracetamol pode ser usado para aliviar a dor, além de gotas com anestésicos associados com medicamentos anti-inflamatórios e antibióticos.

Além disso, recomenda-se evitar o contato da orelha do bebê com a água durante o banho.

Como aliviar a dor de ouvido em bebês e adultos?

Além dos medicamentos prescritos pelo médico, a aplicação de calor local pode auxiliar no alívio da dor de ouvido. Para isso, basta aquecer um pano com o ferro de passar roupa ou com o secador de cabelo e colocar sobre o ouvido. Sempre com cuidado com a temperatura.

Como prevenir dor de ouvido?
  • Não deixar entrar água no ouvido;
  • Evitar usar cotonetes;
  • Não introduzir objetos no ouvido;
  • Aplicar 2 ou 3 gotas de óleo mineral ou vegetal antes e depois de entrar em piscinas, rios, lagoas ou no mar; essas substâncias impermeabilizam e secam a pele do ouvido, evitando a proliferação das bactérias causadoras da inflamação;
  • Controlar doenças alérgicas e inflamatórias que atingem as fossas nasais.

Em caso de dor de ouvido, consulte um médico clínico geral, médico de família ou otorrinolaringologista.

Sintomas de TPM após a menstruação é normal? O que pode ser?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não, continuar com os sintomas da TPM após a menstruação não é normal, mas pode eventualmente acontecer, por mais alguns dias. Isso pode ser sinal de alguma desordem hormonal, que fez com que as condições da fase pré-menstrual permanecessem no seu corpo mesmo depois da menstruação acontecer.

A TPM ocorre devido ao aumento acentuado dos níveis de hormônio luteinizante durante a ovulação. Há também um aumento da progesterona seguido por uma diminuição do mesmo para que haja menstruação.

Já a fase pós-menstrual é marcada pelo hormônio estrógeno, que melhora o humor e ameniza os sintomas da TPM.

O que é TPM?

A TPM (Tensão Pré-Menstrual) é uma síndrome que envolve manifestações físicas, emocionais e comportamentais que ocorre em mulheres em fase reprodutiva.

Os sintomas da TPM surgem após a ovulação e desaparecem ou diminuem significativamente após a menstruação. 

Leia também: Quais são os sintomas de TPM?

Qual o tratamento para TPM?

Mulheres com sintomas leves devem mudar o estilo de vida, com uma alimentação saudável, prática de atividade física e redução do estresse.

Quando os sintomas são mais intensos, o tratamento pode incluir medicamentos analgésicos, antidepressivos, anticoncepcionais, suplementos, vitaminas, além das mudanças no estilo de vida.

Também pode lhe interessar: Anticoncepcional para os efeitos da TPM?

Consulte um médico ginecologista para fazer um exame de dosagem hormonal e iniciar um tratamento para a TPM.

Dor e sangramento no umbigo: o que pode ser e o que fazer?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Dor e sangramento no umbigo pode ser sinal de endometriose umbilical. A endometriose é a presença de endométrio (tecido que reveste a parte interna do útero) fora da cavidade uterina. No caso da endometriose umbilical, o endométrio se desenvolve na região do umbigo, causando dor e sangramento durante o período menstrual.

O sangramento é percebido durante a menstruação porque o endométrio é o tecido uterino que descama e sangra na fase menstrual. Portanto, o mesmo estímulo que o endométrio sofre no útero durante a menstruação, também ocorre nas regiões afetadas pela endometriose.

A endometriose é mais comum na cavidade pélvica, afetando muitas vezes os ovários, o intestino e os ligamentos uterinos. Contudo, ela também pode surgir fora da pelve em cerca de 12% dos casos, desenvolvendo-se na região umbilical, pele e tecido subcutâneo, períneo (região entre ânus e vagina), pleura (membrana que reveste o pulmão) e parede de hérnias.

A endometriose umbilical é bastante rara e representa, em média, apenas 0,7% dos casos de endometriose. O seu principal sintoma é a presença de um nódulo no umbigo, de coloração acastanhada, avermelhada ou arroxeada, que incha, sangra e dói durante a menstruação.

Porém, há casos em que os sintomas não se manifestam ou surgem também fora do período menstrual. Cerca de 25% das mulheres com endometriose umbilical também têm endometriose na cavidade pélvica simultaneamente.

Leia também: O que é endometriose?

O diagnóstico pode ser feito através de exame ginecológico, ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O tratamento é cirúrgico, com remoção da lesão nodular. Nódulos menores podem ser tratados com medicamentos hormonais. A terapia hormonal também pode ser indicada para reduzir o tamanho dos nódulos maiores antes da cirurgia.

É importante lembrar que a dor e o sangramento no umbigo podem ter várias causas, além da endometriose, como por exemplo:

  • Prisão de ventre;
  • Apendicite;
  • Hérnia umbilical;
  • Inflamação do umbigo;
  • Diverticulite;
  • Gastroenterite;
  • Pancreatite;
  • Úlcera gástrica;
  • Colecistite;
  • Síndrome do Intestino Irritável;
  • Doença Inflamatória Intestinal;
  • Isquemia Intestinal.

Saiba mais em:

Dor no umbigo: o que pode ser?

Por isso, o mais indicado é consultar um médico clínico geral ou médico de família, que poderá diagnosticar e tratar o problema ou encaminhar para um outro especialista.

Leia também:

Umbigo inflamado: o que pode ser?

Sai do umbigo uma secreção com mau cheiro, o que pode ser?

Tontura, ânsia de vomito e dormência...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A probabilidade de serem sintomas associados a algum problema de ordem emocional é grande. Pode procurar um clínico geral mesmo, caso haja necessidade ele te encaminhará a um especialista.

Dor lombar com pontadas, urina amarelada e dor no ânus?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A dor lombar associada a urina amarelada e dor no ânus sugerem algumas doenças ou alterações no organismo, sendo as principais hipóteses:

  • Cólica renal
  • Infecção urinária
  • Hérnia de disco lombar (doença na coluna lombar)
  • Hemorroidas (veias dilatadas na região anal)

Entretanto, esses sintomas podem ter origem diferentes, e não estarem interligadas.

O que pode ser dor no ânus?

A dor no ânus pode vir acompanhada de outros sintomas, que devem ser observados para auxiliar no diagnóstico. As causas mais comuns são:

Hemorroidas

As hemorroidas são a causa mais comum de dor no ânus e dificuldade de se sentar. Caracteriza-se pela presença de veias dilatadas na região anal, que causam dor no ânus, associada a sangramento vivo de pequena quantidade, observado nas fezes ou no papel higiênico durante a limpeza. O tratamento para hemorroidas são banhos de assento, alimentação adequada, evitando fezes endurecidas, roupas mais folgadas e de tecidos leves, além do uso de pomadas específicas como por exemplo: Proctyl® e Proctosan®.

Veja: Como saber se tenho hemorroida e quais são os sintomas?

Fissura anal

A fissura é uma ferida na região anal, que pode ser causada por pequenos traumas, que ocorrem devido a fezes endurecidas, relação anal, episódios de diarreia aonde há necessidade de limpeza local repetidamente, alergia local, entre outras situações. Outros sintomas são, coceira e pequeno sangramento. O tratamento consiste em uma boa higiene local, mantendo a região limpa e seca, o que geralmente resulta na cicatrização espontânea.

Infecção

As infecções podem ser bacterianas ou fúngicas, e podem vir acompanhadas de coceira intensa, dor e dificuldade de se sentar. Pessoas com a imunidade mais baixa, ou que fazem uso de roupa apertada por muito tempo, ou de tecidos que não ajudam na transpiração, tem maior propensão em adquirir essas infecções. O tratamento dependerá do germe responsável.

Proctalgia fugaz

A proctalgia fugaz, é uma dor intensa, de início súbito, que acomete a região anal, por vezes incapacitante, que felizmente dura poucos minutos. Causada por espasmos violentos nos músculos do ânus. O tratamento visa o alívio dos sintomas, visto que não existe cura, através de medidas que relaxam a musculatura local, por medicamentos relaxantes e banhos quentes, além de orientações alimentar.

Abscesso anal

O abscesso anal é uma coleção de pus, com intensa inflamação local, que leva a dor lancinante, pulsátil e constante, portanto trata-se de uma patologia complicada, que merece atendimento de urgência. Os sintomas são a dor incapacitante, dificuldade em se sentar, febre, calafrios, ainda, sintomas urinários, como ardência e incontinência urinária. O tratamento é cirúrgico.

Câncer

O câncer no ânus é considerado um tumor raro pelo Instituto nacional de câncer (INCA), com estimativa de 1 a 2% dos tumores colorretais. Os sintomas mais comuns são o sangramento anal de cor viva durante a evacuação, ou perceptível no papel higiênico, associado a dor na região do ânus. Pode apresentar também, emagrecimento, febre, coceira local, secreções incomuns, feridas na região anal e incontinência fecal (impossibilidade para controlar a saída das fezes). O tratamento varia de acordo com o estágio em que se encontra e características clínicas do paciente.

Para todos os casos possíveis de dor no ânus, o médico responsável pelo diagnóstico e tratamento é o proctologista.

Entenda mais: Dor no ânus o que pode ser?

O que pode causar dor lombar?

A dor lombar apresenta como principais causas: infecção urinária "alta", quando já acomete rim e ureteres, hérnia de disco lombar, cálculo renal impactado (cólica renal), sedentarismo, artroses e ansiedade.

Infecção urinária

As infecções urinárias se apresentam com ardência ao urinar, urina de mal cheiro e coloração mais amarelada, ainda, dor na parte inferior da barriga, ou na região lombar, caso a infecção esteja alcançando a via urinária alta. Nos casos mais graves mais sintomas são evidenciados, como a febre, calafrios e desorientação nos casos mais graves.

Hérnia de disco lombar

Nos casos de hérnia de disco, a dor lombar é o sintoma principal. A dor costuma irradiar para região do glúteo, perna (unilateral), ou região anal, dependendo da altura da hérnia e de qual nervo está comprimindo.

Apesar de não ser um caso em que haja alteração na coloração da urina, deve ser investigada por ser uma doença muito comum na nossa população.

Cólica renal

A cólica renal, é uma dor de forte intensidade, sabidamente uma das piores dores na medicina, ocasionada pela obstrução da via urinária, na maioria das vezes por um cálculo renal, embora cistos e tumores possam causar os mesmos sintomas.

Costuma ser unilateral, constante, associada a suor frio, mal-estar, náuseas e vômitos.

Sedentarismo

A falta de exercícios físicos, leva a uma atrofia da musculatura e desidratação de articulações, causando dores locais frequentes, artrose, especialmente em pessoas com sobrepeso e que precisam passar a maior parte do seu dia sentados, quando o peso do corpo se deposita exclusivamente na coluna lombar. Por isso a orientação, nesses casos, é de procurar se levantar e movimentar pernas e tronco constantemente durante o dia.

Ansiedade

A ansiedade acaba por gerar dores crônicas, sobretudo em pescoço e região lombar, devido a "tensão" gerada pela liberação de neurotransmissores. A atividade física e psicoterapia auxiliam muito no tratamento.

E a urina amarelada pode representar apenas uma baixa ingesta de água, por isso, uma urina se torna concentrada. Outra causa seria a infecção urinária, que nem sempre apresenta mais sintomas.

Portanto, no caso de dor lombar e ou urina amarelada, aconselhamos procurar um/a médico/a da família ou clínico geral, para correta avaliação e conduta.

Pode lhe interessar: Quais são os sintomas de uma cólica renal?

Esofagite pode dar dor nas costas e provocar sangramento?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, esofagite pode dar dor nas costas e provocar sangramento. Na realidade, essa dor nas costas é uma dor irradiada do peito. Já o sangramento pode ocorrer principalmente em esofagites causadas por medicamentos ou quando a inflamação é muito grande.

A dor torácica é um dos sintomas da esofagite, uma vez que o esôfago está localizado no tórax. Porém, a dor pode irradiar para as costas, mandíbula e braços, sendo frequentemente confundida com uma dor cardíaca.

O sangramento ocorre sobretudo em esofagites causadas por medicamentos na forma de comprimidos, como anti-inflamatórios, corticoides, alendronato, vitamina D, antibióticos, entre outros. Nesses casos, a lesão ocorre principalmente quando o comprimido é engolido sem água ou o paciente está deitado.Os primeiros sintomas (dor no peito, dor e dificuldade para engolir) geralmente surgem algumas horas após a ingestão do medicamento.

Casos de esofagite em que a inflamação é exacerbada também podem apresentar sangramento. O sangue pode ser observado no vômito ou nas fezes, que podem ser escuras devido à presença de sangue digerido. A esofagite quando grave, se não for tratada, pode evoluir para hemorragia e perfuração do esôfago.

Quais os principais sintomas de esofagite?
  • Dor no tórax ou na garganta: A dor pode se manifestar como uma sensação de queimação, de peso ou facada, podendo irradiar para as costas, mandíbula e braços. Se a esofagite for causada por refluxo, a dor pode ser mais intensa após as refeições ou quando a pessoa está deitada;
  • Dificuldade para engolir: Quando o paciente engole, tem uma sensação de que o alimento fica entalado no peito e há também um aumento da dor torácica;
  • Sangramentos (hemorragia): Pode ocorrer quando a inflamação é mais acentuada, com presença de sangue no vômito e nas fezes.

Leia também: Esofagite causa perda de peso? O que fazer para evitar isso?

No entanto, dor nas costas e sangramento podem ser sintomas de muitas outras doenças e não ter nenhuma relação com a esofagite.

Por isso, o melhor é consultar um médico, para uma melhor investigação.

Também pode lhe interessar: 

Esofagite pode virar câncer?

O que pode causar dor nas costas?

Sinto muita dor no ânus quando vou fazer coco, sangra muito?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Pela sua descrição, é possível que você tenha hemorroidas ou fissura anal.

Em decorrência do intestino preso, a pessoa fica dias sem evacuar e, quando evacua, as fezes saem endurecidas causando ferida na região do ânus e produzindo sangramento.

Nessa fase, é importante fazer uma consulta médica para avaliação pormenorizada, identificação do diagnóstico e indicação do tratamento adequado. Durante o exame físico, o/a médico/a poderá analisar se trata de fissura anal ou hemorroida. Em alguns casos, será necessária realização de um exame mais aprofundado como a retoscopia para identificação da extensão da hemorroida.

Quem tem ou está com o intestino preso, é fundamental reorganizar a dieta e a alimentação. Na maioria dos casos, a melhora do sangramento e da dor vem apenas com o tratamento conservativo. Esse pode ser feito com aumento da ingestão de líquidos e uma dieta rica em fibras.

Leia também:

Como tratar hemorroida?

Existe algo para tratar hemorroidas sem cirurgia?

Dor na uretra: O que pode ser e o que fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Dor na uretra pode ser um sintoma de uretrite. Trata-se de uma inflamação ou infecção do canal que a urina percorre da bexiga até o exterior (uretra).

Além de dor ou ardência na uretra, sobretudo na hora de urinar, pode haver saída de corrimento esbranquiçado ou amarelado com odor fétido, coceira, além de vontade constante de urinar, mas com dificuldade em eliminar a urina.

As uretrites inflamatórias tem como principais causas:

  • Traumatismos causados durante a relação sexual,
  • Traumatismos causados pela introdução de sondas e/ou materiais cirúrgicos na uretra,
  • Procedimentos cirúrgicos.

Já as uretrites infecciosas são causadas principalmente por infecção decorrentes de bactérias, sendo as mais frequentes, a clamídia e gonococo; ou por vírus, fungos e/ou protozoários.  

As uretrites causadas por fungos são provocadas principalmente pela cândida e habitualmente acomete pessoas que usam sonda vesical.

Leia também: Uretrite: Quais os sintomas e possíveis complicações?

A tricomoníase é uma infecção da uretra causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis e a doença é considerada sexualmente transmissível. Na mulher, pode provocar a saída abundante de corrimento vaginal, enquanto que nos homens pode não manifestar sintomas, embora possa causar inflamação na próstata.

Veja também: O que pode causar uretrite?

A uretrite é considerada uma infecção urinária, sendo muito mais comum na mulher que no homem.

Importante lembrar, que existem outras causas comuns de dor ao urinar, que não são uretrite, apesar de apresentar sinais e sintomas bastante semelhantes, como:

  • Cistite
  • Prostatite
  • Epididimite
  • Hiperplasia prostática benigna
  • Cálculo renal e
  • Síndrome da bexiga dolorosa

Portanto, é importante consultar o/a médico/a urologista caso apresente dor na uretra, o quanto antes, para determinar o diagnóstico correto e iniciar o tratamento mais adequado.

Quanto mais precoce iniciar o tratamento, melhor a resposta e resolução do problema.

Saiba mais em:

Dor ao urinar, o que pode ser?

Quais são os sintomas e causas de uma infecção urinária?

Qual é o tratamento para uretrite?

Tive relação e senti um incomodo e ardência durante e ...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Pode ser um traumatismo na vagina que ocorreu durante a relação (pode melhorar com o passar dos dias) ou uma inflamação vaginal (pode piorar com o passar dos dias), um creme vaginal pode resolver, o problema é que precisa consultar um médico para obter a receita do mais adequado para seu caso.

Ovário policístico causa dor?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A dor não é um sintoma propriamente específico da Síndrome dos Ovários Policísticos.

Quem tem ovários policísticos pode apresentar irregularidades no ciclo menstrual e certos sintomas como:

  • Aumento das acnes no rosto;
  • Ganho de peso;
  • Perda de cabelo;
  • Redistribuição de pelos em determinadas regiões do corpo.

Cistos nos ovários é uma situação frequente na maioria das mulheres. Esses cistos surgem porque o folículo que se desenvolve dentro do ovário não cresce o suficiente para se transformar em óvulo, ser expulso do ovário e desencadear a ovulação. Dessa forma, os folículos vão se acumulando no ovário na forma de cisto.

A presença de cistos nos ovários pode ser uma condição benigna que não apresenta riscos para a mulher. Isso dependerá de como o cisto se apresenta, se há ruptura ou torção e se, em consequência disso, há algum sintoma preocupante como dores em baixo ventre, sangramento vaginal intenso, febre, etc.

Quando os ovários com policistos são associados a um conjunto de outros sinais e sintomas, a mulher pode manifestar a Síndrome dos Ovários Policísticos

A mulher com ovários policísticos e que esteja com dor deve realizar uma consulta com o/a ginecologista, médico/a de família ou clínico/a geral para uma avaliação.

Saiba mais em: Ovários policísticos têm cura? Qual o tratamento?

Minha filha está com dor no peito, costas e falta de ar?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Assim sem ver, examinar, ou acompanhar sua filha fica difícil dizer qualquer coisa, estranho é o diagnóstico de ataque cardíaco, o que na verdade isso significa? Ataque cardíaco é um diagnóstico de qual doença? A maioria absoluta desse casos com sintomas semelhantes ao de sua filha está relacionado com sintomas de esfera emocional, mas com essa história o ideal é voltar ao médico.

Leia também: O que fazer no caso de dor no peito?