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Dor

Nódulos no ânus com dor e coceira o que pode ser?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A causa mais provável do seu caroço no ânus é hemorróida é só o que eu posso dizer por enquanto, todo o resto que você quer saber (tratamento, cirurgia, gravidade) só vai dar para responder após o diagnóstico correto ser firmado, precisa ir a um médico para ser examinado e obter o correto diagnóstico e esse mesmo médico vai responder suas dúvidas.

Dor no ovário direito durante dois dias o que pode ser?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A dor sentida na região do ovário direito pode ser , na realidade, uma dor pélvica, que pode ter origem nos ovários, nas trompas, no útero, no aparelho urinário (ureteres, bexiga), ou ainda nos intestinos, músculos ou nervos localizados na porção inferior do abdômen.

Em geral, uma dor pélvica que dura dois dias e depois desaparece está associada à ovulação e é bastante comum.

Existe uma série de causas para as dores pélvicas femininas, cujas características podem fornecer pistas importante quanto ao órgão afetado:

  • Dor de início súbito, que aumenta de intensidade progressivamente: Pode se tratar de uma emergência cirúrgica, como apendicite, torção de cisto ovariano, ruptura de uma gravidez tubária. O diagnóstico é confirmado através de exame físico, exames de sangue e urina, raio-x, ultrassom, tomografia ou ressonância magnética;
  • Dor periódica, associado a momento específico do ciclo menstrual: Pode ter várias causas, desde cólicas menstruais a dores com duração máxima de 48 horas, que ocorrem durante a ovulação;
  • Dor crônica, de instalação lenta e com episódios que duram mais de 6 meses: Pode ter origem nos intestinos ou outras vísceras pélvicas, coluna lombar, parede abdominal ou ainda ser causa por aderências ou endometriose.

Em caso de dor pélvica, a mulher deve consultar o/a médico/a ginecologista, clínico/a geral ou médico/a de família. Através das informações prestadas pela paciente, dos resultados do exame físico e exames complementares (sangue, urina, ultrassom) o/a médico/a poderá diagnosticar a origem da dor e indicar o tratamento correto.

Sinto muita dor nas pernas. O que pode ser?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

As principais causas de dor nas pernas são a má circulação e os problemas osteomusculares, sobretudo a dor miofascial. Outras causas de dor nas pernas podem incluir cisto de Baker, traumas, lesões esportivas, excesso de esforço físico, compressão de nervo, entre outras. Os principais sinais e sintomas de má circulação incluem inchaço nos tornozelos e pés, varizes, dor nas pernas ao caminhar ou em repouso, sensação de dormência, formigamento ou queimação, coceira, alterações na temperatura, presença de feridas e manchas nas pernas. A má circulação também é a maior responsável pela dor nas pernas durante a gravidez. Isso ocorre porque o aumento do útero provoca uma compressão das veias da pelve, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. O resultado é a insuficiência venosa, que além de causar dor nas pernas, aumenta o risco de trombose venosa.

Dor nas pernas pode ser sintoma de insuficiência venosa?

Sim, a insuficiência venosa dificulta o retorno do sangue, que fica acumulado em pernas e pés. Nesses casos, a dor nas pernas ocorre mais ao final do dia, podendo surgir em repouso. A pessoa sente as pernas cansadas e pesadas, os pés e os tornozelos ficam inchados e geralmente são observadas varizes. Também pode haver coceira, sensação de queimação e formigamento, feridas e manchas nas pernas. A insuficiência venosa afeta principalmente mulheres. O problema está relacionado com a idade, gravidez, posturas (passar muitas horas em pé ou sentada), falta de atividade física, excesso de peso, fatores hormonais e genéticos.

Dor nas pernas é sintoma de insuficiência arterial?

Sim, quando a má circulação afeta as artérias, temos um quadro de insuficiência arterial. A irrigação sanguínea diminui, causando dor nas pernas ao caminhar, diminuição da sensibilidade e da temperatura nas pernas e nos pés, além de feridas que demoram para cicatrizar. Esse tipo de má circulação afeta sobretudo indivíduos sedentários, fumantes, com pressão alta, diabetes, colesterol alto e história de problemas de circulação na família.

O que é a dor miofascial?

A dor miofascial é um distúrbio local de origem nervosa e muscular. A síndrome dolorosa miofascial, como é chamada a doença, caracteriza-se pela dor muscular em áreas endurecidas do músculo. A dor normalmente surge e se agrava com esforços físicos, com tendência a aliviar com o repouso. Essa dor miofascial é decorrente de tensão e contraturas em um músculo. As áreas afetadas apresentam tensão palpável na musculatura, que pode ser sentida pela presença de nódulos dolorosos. Um sintoma muito característico da síndrome dolorosa miofascial é a presença de pontos que podem desencadear uma forte dor se forem pressionados.

Esses pontos estão presentes em lugares bem definidos, cujas áreas são pequenas e apresentam muita sensibilidade à dor. Quando pressionados, despoletam uma dor local que pode inclusive irradiar para outra parte do corpo, mais distante do seu local de origem. A síndrome dolorosa miofascial afeta não só os músculos, mas também ligamentos, tendões, bursas (bolsas que recobrem as articulações), fáscias (tecido que recobre o músculo) e ainda tecidos ao redor da articulação. A dor miofascial pode ter como causa traumatismos, mau condicionamento físico, diabetes, alterações na tireoide, doenças reumatológicas, estresse, má postura, distúrbios no metabolismo, movimentos repetitivos, processos degenerativos, inflamações, infecções, câncer, entre outras. Contudo, a sua causa mais comum é o esforço muscular intenso.

Se a dor nas pernas não passar ou vier acompanhada de algum dos sintomas mencionados no artigo, procure um médico clínico geral, médico de família ou um cirurgião vascular.

Veja também: É comum ter dores na panturrilha durante a gravidez?

O que pode ser dor na virilha durante a gravidez?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

Dor na virilha durante a gravidez é muito comum, pois, nesta época, as articulações ficam mais "soltas", o que é normal, especialmente no terceiro trimestre de gravidez, quando a barriga já está mais pesada. A dor na virilha por esta causa não traz prejuízo ao bebê.

A dor na virilha pode ser pior em algumas situações, como deitar de barriga para baixo, ao andar, ao abrir as pernas, no fim do dia e depois de algum tipo de esforço físico.

O tratamento para a dor na virilha consiste no uso de anti-inflamatórios e analgésicos, sob prescrição médica, e pode ser utilizada um tipo de lingerie especial que dá mais estabilidade à região pélvica. Podem ser benéficas também sessões de fisioterapia.

É importante lembrar que a gestante também pode ter dor na virilha por outras causas, como:

  • artrose ou bursite de quadril;
  • apendicite;
  • infecção urinária;
  • ínguas;
  • pedras nos rins;
  • inflamação dos intestinos.

Para determinar a causa da dor na virilha, deverá ser consultado um médico gineco-obstetra. No caso de associação com febre e alterações do hábito urinário e/ou intestinal, deverá ser procurado um pronto atendimento.

Dor de cabeça na nuca durante a gravidez, o que pode ser?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

Dores de cabeça durante a gravidez são geralmente comuns. Decorrem principalmente de alterações hormonais (o aumento do estrógeno provoca vasodilatação, aumentando a probabilidade da ocorrência de cefaleias). Além disso, mudanças de hábitos como tomar menos café, mais estresse, alimentação irregular, desidratação, alterações metabólicas, etc. podem causar as cefaleias. Entretanto, é um sintoma muito inespecífico e pode ocorrer independente da gestação, isto é, sua causa deve ser investigada mais a fundo.

Geralmente, nestes casos, quando não há quaisquer outros sintomas de gravidade, o tratamento é sintomático (da dor), com analgésicos simples sempre receitados pelo médico, sendo a investigação feita em casos recorrentes ou sem melhora clínica com uso de remédios ou outras abordagens (veja abaixo). É fundamental saber qual a sua idade, antecedentes pessoais e características detalhadas da dor de cabeça (onde exatamente dói (aponte)? qual o tipo da dor - pontada, peso, pulsação, aperto, queimação? é de um lado da cabeça, cabeça toda ou só na nuca mesmo? é intensa? quão intensa (dê uma nota de zero a dez - zero é a dor mais fraca da vida e dez é a pior)? é a mais forte da vida? chega a despertar do sono, ter náuseas ou vomitar nas crises? irradia ("espalha") para algum lugar ou é restrita a essa região específica? há quanto tempo está com dor? ela é cíclica (vai e volta) ou contínua, durando dias? quando vem a dor dura quanto tempo? você já teve antes? é comum? tem algum horário do dia ou do mês em que acontece com mais frequência? piora com luz, som ou determinados alimentos? melhora com alguma coisa? está piorando, ao longo do tempo, ou apresentando novos sintomas concomitantes? e na família? é frequente? etc.), início dos sintomas, concomitância dos sintomas com febre ou outros sinais/sintomas de gravidade (dor abdominal, embaçamento da visão, edema em mãos e pés), etc.

Se houver apenas os sintomas citados na pergunta, simultaneamente, pode ser dor de cabeça "fisiológica" da gestação, decorrente das alterações hormonais e mudanças de hábitos supracitados, ou cefaléia tensionalmigrânea (enxaqueca), problemas de visão ou uso de óculos inadequados ao seu grau, mas também podem ser condições muito mais graves, como pré-eclâmpsiameningite, aneurismas / tumores cerebrais, se houver outros sinais e/ou sintomas concomitantes (como aumento da pressão arterial, febre e vômitos), enfim; é impossível dar o diagnóstico apenas com esses dados.

Para evitar as dores de cabeça ou tratá-las sem remédios, seguem algumas recomendações:

  • Estresse ou fadiga são fatores que podem desencadear crises, e devem ser evitados;
  • Tente fazer drenagem linfática para gestantes ou experimente fazer massagens com um profissional. Elas ajudam a diminuir o estresse e promovem a circulação sanguínea;
  • Tenha hábitos de alimentação saudáveis - evite alimentos gordurosos, como chocolates, queijos amarelos, alimentos cítricos e embutidos;
  • Procure fazer atividades físicas próprias para gestantes. Hidroginástica ou ioga podem ser boas idéias.
  • Coma mais vezes ao longo do dia e em quantidades menores;
  • Tente fazer outros exercícios de relaxamento ou mesmo acupuntura;
  • Evite ficar exposta a luz muito intensa, como ficar na praia, ao sol, especialmente sem usar proteção para a cabeça e olhos;
  • Cheiros fortes também podem causar dor de cabeça. Evite a exposição a fumaça de cigarro, perfumes fortes, cheiro de tinta, etc;
  • Evite locais com níveis muito altos de ruído;
  • Chá de camomila, na quantidade de 1 xícara por dia, não prejudica a gravidez e evita a dor por conter um pouco de cafeína;
  • Evite viajar para locais de grande altitude;
  • Tente manter um horário de sono regular. Dormir muito pouco ou em excesso não ajuda;
  • Certas dores aliviam bastante após repouso, ou se a pessoa conseguir pelo menos relaxar. Compressas de água morna ao redor dos olhos ou mesmo na nuca podem ajudar muito.

No caso de dor de cabeça na nuca durante a gravidez, um médico clínico ou preferencialmente seu ginecologista deverá ser consultado para avaliação (com anamnese completa, e exame físico detalhado) e exames complementares se julgar necessário. Com base nas informações obtidas, poderá fazer o diagnóstico e tratamento corretos, caso a caso.

Estou com dor na última costela do lado direito...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Nessa região temos o fígado, a vesícula, o rim, a própria costela, o músculo diafragma, além de toda a musculatura das costelas e da parede abdominal, o final do pulmão e eventualmente uma parte do estômago; ufa. Quanta coisa para doer. Dentre todos os que mais costumam incomadar nessa região são a vesícula e a musculatura.

Dor no estômago e barriga inchada, o que pode ser?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

Muitas causas são possíveis. Desde gastrites e inflamações do estômago e intestino até alergias e intolerâncias alimentares, infecções e doenças mais graves como cânceres e outras. Causas psicológicas também são frequentes.

Para saber a causa exata de um paciente, é fundamental que ele procure um médico, que irá examinar, solicitar exames e propor o tratamento ideal a partir do diagnóstico mais preciso.

Gosto de Sangue e Dor de Cabeça o que pode ser?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Gosto de sangue e dor de cabeça pode ser sinusite, rinite, amidalite ou até mesmo resfriado ou gripe em processo inicial. É importante observar também a presença de outros sinais e sintomas. No caso dessas doenças, podem surgir também:

  • Sinusite:

    • Dor na região anterior da cabeça, ao redor dos olhos, no céu da boca, na testa ou nas bochechas;
    • Sensação de pressão na cabeça;
    • Nariz entupido;
    • Secreção nasal de cor amarela ou esverdeada;
    • Febre;
    • Mal-estar;
    • Perda de apetite;
    • Tosse;
    • Cansaço.
  • Rinite:
    • Corrimento e congestão nasal;
    • Coceira no nariz, nos olhos e no céu da boca;
    • Espirros;
    • Lacrimejamento;
    • Olheiras.
  • Amigdalite (bacteriana):
    • Dor intensa ao engolir;
    • Febre;
    • Indisposição e mal estar;
    • Dor de cabeça;
    • Calafrios;
    • Placas de pus brancas nas amígdalas;
    • Vermelhidão na garganta;
    • Nódulos ou caroços no pescoço.
  • Gripe e resfriado (geralmente apresentam os mesmos sintomas, sendo mais intensos na gripe e mais leves no resfriado):
    • Febre;
    • Tosse;
    • Dor de garganta;
    • Dores no corpo;
    • Mal estar.

Para saber ao certo o que está causando essa dor de cabeça acompanhada pelo gosto de sangue na boca, o melhor é consultar o/a médico/a de família ou otorrinolaringologista para um diagnóstico e tratamento adequados.

Dor ao urinar, o que pode ser?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

Dor ao urinar é um sintoma muito comum, que pode estar presente em diversas doenças e condições, que são citadas abaixo:

Infecção do trato urinário

É a causa mais comum. Pode acometer a bexiga, quando é conhecida como cistite, ou os rins, quando é chamada pielonefrite. Normalmente, associa-se com dor no baixo ventre, sensação de bexiga cheia o tempo todo e saída de sangue na urina. É causada por bactérias, na maioria das vezes a Escherichia coli, e o tratamento deverá ser feito com antibióticos.

Uretrite

É uma inflamação da uretra, canal que leva a urina da bexiga para o meio externo, usualmente causada por bactérias como clamídia e gonococo. Pode ocorrer de sair uma secreção purulenta que mancha a roupa íntima. O tratamento deverá ser efetuado com medicamentos antibióticos.

Veja também: Sensação de bexiga cheia mesmo depois de urinar, o que pode ser?

Vulvovaginite

É a infecção da vagina, que pode ser causada por bactéria (Gardnerella vaginalis), protozoário (Trichomonas vaginalis) ou fungo (cândida). Está associada a corrimento vaginal e pode ocorrer prurido intenso. O tratamento é feito com pomadas tópicas, no caso da candidíase, ou antibióticos, no caso da tricomoníase e vaginose bacteriana.

Leia também: Quais as causas da vulvovaginite?

Doenças da próstata

Prostatite (infecção da próstata), hiperplasia benigna da próstata, que usualmente leva a dificuldades para urinar, e câncer de próstata, que pode não se associar a outros sintomas.

Cálculo renal

Quando a pedra passa pela uretra, pode feri-la, causando a dor para urinar. Pode ser necessário tratamento com litotripsia e até mesmo cirurgia, a depender da quantidade, tamanho, tipo e número de cálculos.

Epididimite

Inflamação do epidídimo, órgão que se localiza "colado" ao testículo, que pode estar inchado e doloroso. O tratamento é feito com antibióticos.

Veja também: Epididimite: Quais os sintomas e como é o tratamento?

Irritação da uretra

O canal da urina pode ficar irritado por produtos químicos, como amaciantes de roupa, sabão/sabonetes, perfumes ou medicamentos, causando dor para urinar.

Urina muito concentrada

A pouca ingestão de líquidos, sobretudo nos dias mais quentes, pode deixar a urina muito concentrada, causando dor ou queimação durante a sua passagem pela uretra.

Veja também: Dor na bexiga, o que pode ser?

Gravidez

As causas de dor para urinar durante a gravidez são as mesmas das outras situações, ou seja, infecção do trato urinário, uretrite, vulvovaginite, cálculo renal, irritação local e urina muito concentrada.

Leia também: Dor ao urinar pode ser gravidez?

Na presença de ardência para urinar, deve-se aumentar a ingesta de líquidos para, no mínimo, dois litros por dia e observar por 24 horas.

Na ausência de melhora, deverá ser procurado um pronto atendimento para avaliação clínica e coleta de exame de urina se o médico julgar necessário, assim como outros exames.

Se você apresentar outros sintomas associados, como dor no baixo ventre, febre, corrimento uretral ou vaginal, deverá procurar o pronto atendimento imediatamente.

Não é recomendado o uso de remédios analgésicos sem prescrição médica, como Pyridium® (fenazopiridina), pois este mascara os sintomas e pode atrasar o tratamento adequado.

Saiba mais em:

Ardência ao urinar no homem, o que pode ser?

Ardência no órgão genital depois da relação é normal? O que pode ser?

Vontade de urinar toda hora, o que pode ser?

Dificuldade para urinar: o que pode ser e o que fazer?

Não conseguir ou ter dificuldade em urinar: o que pode ser e como tratar?

Dor de cabeça frequente: o que pode ser?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Dor de cabeça frequente pode ter diversas causas. Entre elas estão cefaleia tensional, enxaqueca e aneurisma cerebral. A dor pode ser ainda sintoma de doenças como sinusite, meningite, anemia, hipotireoidismo, tumor cerebral, entre tantas outras.

Uma dor de cabeça constante e frequente também pode ter como causa fatores emocionais e psicológicos, como ansiedade e estresse.

Dor de cabeça frequente pode ser cefaleia tensional?

Sim. A cefaleia tensional é uma dor de cabeça provocada por tensão muscular nos músculos do pescoço e da cabeça (juntos ao crânio).

A cefaleia tensional tem os seguintes sintomas: dor de cabeça do lado direito e esquerdo (a dor é difusa por todo o crânio), com sensação de peso ou aperto, com se houvesse um capacete apertado na cabeça.

A dor de cabeça geralmente é fraca ou moderada, podendo durar apenas meia hora ou se estender por até uma semana. A luz ou o barulho também podem causar incômodo.

Dor de cabeça frequente pode ser enxaqueca?

Sim. A enxaqueca, que é um tipo de dor de cabeça, caracteriza-se por sintomas como:

⇒ Dor de cabeça forte, do tipo pulsátil ou latejante, geralmente apenas do lado direito ou esquerdo da cabeça, que piora ao realizar esforços;

⇒ Náuseas e vômitos;

⇒ Visão embaçada, aura visual (pontos ou riscos luminosos na visão);

⇒ Tontura, sensibilidade à luz, ruídos e cheiros;

Os sintomas da enxaqueca podem durar até 3 dias.

Leia também: Enxaqueca e Cefaleia

Uma dor de cabeça frequente pode ter inúmeras causas. O/a médico/a de família, clínico/a geral ou neurologista poderá fazer uma avaliação completa da sua dor de cabeça na tentativa de identificar a causa. Além disso, poderá fazer o correto diagnóstico e indicar o melhor tratamento para o seu caso.

Dor no peito e bola na garganta. Que médico procurar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Dor no peito e sensação de "bola na garganta" podem ter muitas causas, que vão desde ansiedade a doenças como gastrite, esofagite, refluxo gastroesofágico e até mesmo câncer, no caso da dor no peito.

Uma causa muito comum de "bolo na garganta" é a doença do refluxo gastroesofágico. Já a dor no peito pode estar relacionada com:

  • Gases;
  • Ansiedade;
  • Infarto;
  • Gastrite;
  • Esofagite;
  • Doenças respiratórias, como pneumonia, câncer no pulmão, embolia pulmonar;
  • Úlceras.

Se você já fez exames e não foi constatado nada, pode ser que esses sintomas estejam relacionados com problemas emocionais, como ansiedade, depressão, síndrome do pânico ou outros.

O reumatologista não é o especialista mais indicado nesse caso. O melhor seria consultar um clínico geral ou médico de família para que seja definido um diagnóstico para a sua dor no peito e essa sensação de bolo na garganta. Se achar necessário, o médico poderá lhe encaminhar para um outro especialista.

Leia também:

Quem tem gastrite e esofagite sente dor no peito?

Sinto a garganta fechando e a sensação de que não consigo respirar. O que pode ser?

O que é hérnia hiatal e quais os sintomas?

Dor no nervo ciático: Quais são as causas e como identificar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Uma das principais causas de dor no nervo ciático é a hérnia de disco, que comprime a raiz do nervo na coluna vertebral, gerando dor. A dor ciática também pode ser causada por inflamação do nervo, hérnia de disco, mudanças posturais da gravidez, anormalidades anatômicas do nervo ciático, contraturas musculares, esforço e movimentos bruscos da coluna, entre outras causas.

A dor ciática caracteriza-se como uma dor persistente, semelhante a pequenos choques elétricos, sentida ao longo do trajeto do nervo ciático (coluna lombar, região posterior da coxa, pernas e pés). Pode vir acompanhada de formigamento, dormência ou fraqueza muscular no membro afetado e piora com o movimento. Nos casos mais graves, pode haver dificuldade para caminhar.

O início da dor no nervo ciático pode ser lento ou súbito, tipo agulhadas, com tendência para piorar ao se sentar ou estender o membro inferior. Pode afetar ambas as pernas, embora seja mais comum acometer apenas um lado.

O nervo ciático é o mais longo do corpo: começa na coluna lombar, passa pelas nádegas e região posterior da coxa, estendendo-se até a perna. A dor pode atingir qualquer ponto do trajeto do nervo.

Em geral, a dor ciática costuma desaparecer após uma ou duas semanas, mas pode voltar se a causa persistir e não for tratada.

Veja também: Dor ciática tem cura? Qual o tratamento?

Vale lembrar que a dor no nervo ciático não é uma doença em si, mas sim um sintoma de que algo não está bem. Se a dor persistir, consulte o/a médico/a de família, clínico/a geral ou neurologista para fazer uma avaliação e receber o tratamento adequado.

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