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Estômago

2 dias internada por dor na região do fígado, cefaleia...

Pode ser algo relacionado ao seu pulmão ou fígado (ou víscera próxima) ou osteomuscular. A pessoa mais indicada para dizer o que é, é o médico que cuidou de você nesses dois dias, o ideal é, se está novamente com a mesma dor (além de outros sintomas de alerta: febre, vômitos, mal-estar geral) deve voltar para o hospital.

Como aliviar dor no estômago quando se come demais?

Repousar sentado ou deitado com o corpo elevado (utilizando dois ou mais travesseiros) pode aliviar o sintoma. Evitar ingerir líquidos junto com as refeições também é fundamental.

Porém, se a queixa for frequente ou durar muito tempo, certas medicações como antiácidos e outras podem ser necessárias, mas para isso é preciso consultar um médico.

Quais os sintomas de câncer no estômago?

Os principais sintomas de câncer no estômago ou câncer gástrico, como também é conhecido, são:

  • Sensação de inchaço no estômago depois das refeições ou sensação de satisfação precoce durante as refeições;
  • Desconforto abdominal;
  • Dor abdominal tipo úlcera;
  • Azia forte;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda do apetite;
  • Indigestão ou queimação periódica;
  • Diarreia;
  • Fraqueza e fadiga;
  • Perda de peso não intencional;
  • Vômitos com sangue (sintoma frequente, ocorre em cerca de 13% dos casos de câncer de estômago);
  • Fezes escurecidas, pastosas e com odor muito forte.

Sintomas como perda de peso, anorexia, fadiga, vômitos, náuseas e desconforto abdominal persistente também podem ser sinais de um tumor benigno. 

Em casos em que o câncer de estômago está em estágios mais avançados, pode ocorrer emagrecimento acentuado, icterícia (olhos amarelos) e palidez da pele.

O câncer de estômago acomete principalmente homens, na faixa dos 70 anos de idade, sendo que cerca de 65% dos pacientes com câncer de estômago têm mais de 50 anos.

O diagnóstico do câncer de estômago deve ser feito pelo médico gastroenterologista.

Queimação no estômago pode ser gravidez?

Sim, queimação no estômago pode ser gravidez. Apesar de não ser um sintoma típico de gravidez, a queimação no estômago pode ser decorrente das grandes alterações hormonais do início da gestação.

Se a queimação no estômago vier acompanhada de outros sintomas de gravidez, como atraso da menstruação, aumento da sensibilidade nas mamas, inchaço, cansaço, náuseas e vômitos, é provável que a mulher esteja grávida.

Outras possíveis causas de queimação no estômago incluem:

  • Doença do refluxo gastroesofágico;
  • Gastrite;
  • Úlcera;
  • Estresse;
  • Tabagismo;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Alimentos ácidos, gordurosos e condimentados.

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Ardência no estômago depois de comer: o que pode ser?

Como aliviar a queimação no estômago na gravidez?
  • Comer em menores quantidades e mais vezes durante o dia. O ideal é fazer uma refeição ou lanche a cada 3 horas;
  • Evitar beber líquidos durante as refeições;
  • Evitar bebidas com gás ou bebidas quentes;
  • Beber chá de hortelã e suco de batata, pois ajudam a aliviar a azia e a queimação no estômago;
  • Comer pão puro, pois absorve um pouco do ácido estomacal;
  • Esperar de 2 a 3 horas para ir se deitar depois de jantar;
  • Evitar alimentos gordurosos.

Se a menstruação atrasar por mais de 15 dias, faça um teste de gravidez. Se o sintoma persistir, consulte um médico gastroenterologista.

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Significa que ele tem uma inflamação no estômago que recebe o nome de gastrite, em relação a cirurgia tem que perguntar para o médico que irá operar.

Ardência no estômago pode ser gravidez?

Sim, ardência no estômago pode ser gravidez. As alterações hormonais bruscas que ocorrem no início da gestação podem causar azia e sensação de queimação ou ardência no estômago.

Porém, a ardência no estômago não é considerada um sintoma típico de gravidez. Os principais e mais comuns sinais de uma gravidez são:

  • Atraso da menstruação;
  • Aumento da sensibilidade nas mamas;
  • Dor pélvica;
  • Inchaço;
  • Irritação.

Esses sintomas são semelhantes aos pré-menstruais, só que mais intensos. Os enjoos e a sonolência só costumam aparecer depois de 15 a 20 dias de gravidez.

Se essa ardência no estômago for mesmo uma gravidez, seguem algumas dicas para aliviar e evitar o desconforto:

  • Diminua as porções das refeições, comendo menos quantidades e mais vezes durante o dia, de 3 em 3 horas;
  • Não beba líquidos durante as refeições;
  • Evite bebidas com gás ou quentes, pois aumentam a sensibilidade do estômago e podem causar ardência;
  • Beba chá de hortelã, pois não é contraindicado para grávidas e ajuda a aliviar a azia e a queimação;
  • Beba suco de batata, pois é um bom remédio caseiro para azia;
  • Coma pão puro, pois o pão absorve parte do ácido que está causando a queimação;
  • Evite dormir logo após as refeições. O ideal é esperar 3 horas para ir se deitar;
  • Evite comer alimentos gordurosos;
  • Eleve a cabeceira da cama, colocando um calço embaixo da cama para manter a cabeça e o corpo mais elevados.

De qualquer forma, para se certificar de que está grávida, consulte um médico ginecologista e faça um exame de gravidez.

Câncer de estômago tem cura?

Câncer de estômago tem cura, mas é muito importante que o tratamento tenha início na fase inicial da doença. A remoção cirúrgica de parte ou de todo o estômago (gastrectomia parcial ou total), além dos nódulos linfáticos que estão próximos, é a principal alternativa de tratamento e a única chance de cura do câncer de estômago.

A abordagem da cirurgia é determinada pela localização, tamanho, padrão e extensão da disseminação e do tipo do tumor. A radioterapia e a quimioterapia são formas de tratamento secundárias, que podem melhorar a resposta à cirurgia.

Juntos, cirurgia, radioterapia e quimioterapia compõem a terapia curativa do câncer de estômago, cuja taxa de cura varia entre 60% e 70% nos casos em que a doença está localizada.

A retirada dos gânglios linfáticos faz parte da cirurgia de retirada do estômago, pois serve para determinar se há células malignas nestes linfonodos, o que implica alterações no tratamento.

Contudo e infelizmente, há casos em que o câncer de estômago não tem cura e o tratamento é apenas paliativo, através de quimioterapia e radioterapia. Algumas dessas situações são:

  • Tumores não passíveis de serem retirados;
  • Condições clínicas que impedem a realização da cirurgia curativa;
  • Presença de metástase.

​​O tratamento do câncer de estômago é feito pelo médico oncologista.

Como tratar queimação no estômago?

O tratamento da queimação no estômago pode ser feito com remédios antiácidos ou medicamentos que diminuem a produção de ácido estomacal ou favorecem o esvaziamento do estômago. Dependendo da causa da queimação, o tratamento é cirúrgico.

Algumas medidas que também ajudam a aliviar a queimação no estômago:

  • Beber chá de hortelã ou suco de batata;
  • Comer pão puro, pois o pão atua como uma esponja, absorvendo parte do ácido estomacal;
  • Não fumar;
  • Diminuir as porções das refeições, comendo em menor quantidade e mais vezes durante o dia;
  • Evitar café, bebidas gasosas e alcoólicas;
  • Evitar comer alimentos gordurosos, ácidos e muito condimentados;
  • Emagrecer, se estiver acima do peso.

A queimação no estômago é causada pelo aumento da produção de suco gástrico.

Pode ser um problema passageiro, provocado por estresse ou ingestão de alimentos ácidos, mas se for constante pode ser sintoma de doenças como gastrite, refluxo gastroesofágico ou até mesmo câncer de estômago.

Leia também: Ardência no estômago depois de comer: o que pode ser?

Dentre as principais causas de queimação no estômago estão:

  • Doença do refluxo gastroesofágico;
  • Gastrite;
  • Úlcera;
  • Estresse;
  • Tabagismo;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Alimentos ácidos, gordurosos e condimentados;
  • Câncer gástrico.

Casos de queimação no estômago frequente devem ser investigados por um médico gastroenterologista para um diagnóstico e tratamento adequado.

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Qualquer pessoa pode fazer cirurgia de redução de estômago?

Não, não é qualquer pessoa que pode fazer cirurgia de redução de estômago, também chamada de cirurgia bariátrica ou gastroplastia. Existem indicações e contraindicações para a cirurgia.

A cirurgia de redução de estômago é indicada sobretudo em 2 situações:

  • Pacientes com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 35, que apresentam complicações decorrentes do excesso de peso, como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos, problemas articulares;
  • Pacientes com IMC superior a 40, que não tenham conseguido emagrecer com outros tratamentos.

Entretanto, cada caso precisa de uma avaliação clínico-laboratorial individualizada, em que são verificados pressão arterial, glicemia, gorduras no sangue, funções hepáticas, cardíaca e pulmonar, entre outros exames.

Além disso, também é feita uma endoscopia digestiva e uma ecografia abdominal antes da cirurgia, além de uma avaliação psicológica.

Desde que haja indicação cirúrgica e seja feita uma avaliação clínica rigorosa, a cirurgia de redução de estômago pode ser feita praticamente em qualquer idade, desde a adolescência à terceira idade.

Quanto às restrições, a cirurgia bariátrica está contraindicada nas seguintes situações:

  • Instabilidade psicológica grave, presença de transtornos alimentares, como bulimia ou anorexia, devem ser tratados antes da operação;
  • Depressão, alcoolismo, uso de drogas;
  • Pacientes que se mostrem incapazes, devido à instabilidade psicológica, de seguir as orientações pós operatórias relativas às mudanças no estilo de vida e alimentação;
  • Gravidez;
  • Pacientes que apresentam hérnia de hiato volumosa, varizes esofágicas, doenças imunológicas ou inflamatórias do aparelho digestivo superior, que possam aumentar a predisposição a sangramentos ou outras condições de risco;
  • Doença cardiopulmonar grave e descompensadora;
  • Pacientes com alergia a algum dos componentes do sistema.

A cirurgia de redução de estômago é um procedimento complexo e que apresenta risco de complicações, sendo fundamental a mudança dos hábitos alimentares do paciente. Orientações técnicas, acompanhamento psicológico e o apoio da família também são indicados.

H. pylori positivo é sinal de câncer de estômago?

Não, H. pylori positivo não é sinal de câncer de estômago, mas sim um fator de risco para desenvolver a doença. Ainda não se sabe ao certo por que a presença dessa bactéria contribui para o aparecimento do câncer de estômago, mas acredita-se que o H. pylori provoque uma inflamação crônica no estômago que aumenta a predisposição para o desenvolvimento da doença.

Contudo, o Helicobacter pylori não é por si só a causa do câncer de estômago. Existem outros fatores de risco que também devem ser considerados, como histórico de câncer na família, hábitos alimentares, fatores ambientais, entre outros. O conjunto dos fatores predisponentes é que poderão favorecer o surgimento do tumor.

Além de câncer de estômago, o H.pylori está associado a outras doenças gástricas como úlceras e gastrites. No entanto, é importante lembrar que a bactéria vive no estômago de mais de metade da população sem causar nenhum tipo de sintoma. Dentre os portadores do H. Pylori, apenas 1,5% deles, em média, irá desenvolver câncer.

O tratamento para erradicar o H. pylori normalmente inclui 3 medicamentos: 1 inibidor da produção de ácido gástrico e 2 antibióticos, que devem ser administrados durante 7 a 14 dias.

Para maiores esclarecimentos, fale com o seu médico de família ou consulte um gastroenterologista.

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