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Saúde da Criança

Com quantos meses um bebê recém nascido pode viajar?

Não existe uma data exata em que é mais seguro ou menos seguro para um bebê viajar (salvo ordens expressas do pediatra). Precisa ter a "cadeirinha" adequada (segurança e conforto para o bebê, além de ser obrigatório por lei). O ideal é que nos primeiros meses, se necessário, o bebê faça apenas viagens curtas.

Tenho 16 anos e 1,61m o que preciso fazer para crescer mais?

Precisa ir ao médico (endocrinologista ou neuroendocrinologista ou pediatra ou qualquer médico) que possa começar uma investigação para apurar as causa de sua baixa estatura e a partir do diagnóstico planejar um tratamento.

Para que serve o exame de FSH?

O exame de FSH serve para investigar a causa da infertilidade masculina e feminina, auxiliar o diagnóstico da puberdade precoce ou tardia, distúrbios hipofisários e doenças que envolvem os testículos e os ovários, além de ser usado na investigação de irregularidade menstrual.

Os principais objetivos do exame de FSH são:

  • Mulheres:

    • Investigar problemas de infertilidade;
    • Investigar ciclos menstruais irregulares;
    • Diagnosticar transtornos da hipófise ou doenças dos ovários.
  • Homens:
    • Avaliar uma contagem baixa de espermatozoides;
    • Avaliar se existe hipogonadismo ou insuficiência gonadal;
    • Avaliar disfunção testicular.
  • Crianças: Determinar a ocorrência de puberdade precoce ou tardia.

O médico endocrinologista, ginecologista (mulheres) ou urologista (homens) poderá dar maiores informações quanto às indicações do exame de FSH.

Veja também os artigos O que é FSH e qual a sua função?, Quais os valores normais de FSH?, FSH alto ou baixo, o que pode ser?

Minha filha de 2 anos está há dois dias evacuando sangue?

Sangramento nas fezes não é normal em nenhuma idade, pela sua descrição e baseado na avaliação e conduta do pediatra, provavelmente deve ser uma veia que está sangrando perto do ânus. Se continua sangrando precisa levar em um serviço de emergência, não pode ficar mais 14 dias com sangramento.

O que pode causar cólicas no bebê?

As cólicas no bebê podem ser causadas por qualquer alimento que estimule a produção de gases intestinais. Alguns alimentos, se consumidos em excesso, podem causar cólicas no bebê e por isso a mulher deve evitar consumi-los em grandes quantidades durante a amamentação. Alguns deles:

  • Café;
  • Leite;
  • Chocolate;
  • Pimenta ou comidas apimentadas;
  • Brócolis;
  • Feijão;
  • Repolho.

Vale lembrar que não é o alimento em si que vai provocar cólicas no bebê, mas sim o exagero deles na alimentação da mãe. 

Para evitar as cólicas, recomenda-se também que a mulher durma bem e beba bastante líquido, porque aumenta a produção de leite materno. As cólicas também podem ser causadas por algum tipo de alergia ou intolerância ao leite artificial. 

O pediatra é o médico indicado para diagnosticar as causas das cólicas e prescrever alterações na alimentação do bebê.

Também pode lhe interessar: Que remédio posso usar para acabar com a cólica do bebê?

Fumar durante a gravidez faz mal para o bebê?

Fumar durante a gravidez acarreta profundos malefícios para o/a bebê.

O fumo durante a gravidez é associado com maiores riscos de:

  • Parto prematuro;
  • Ruptura da bolsa;
  • Placenta prévia;
  • Restrição de crescimento intra-útero;
  • Baixo peso ao nascimento;
  • Morte neonatal.

Essas consequências são advindas da restrição de oxigênio que o feto fica exposto. Com isso, o feto apresentará um aumento da frequência cardíaca e uma redução dos movimentos.

Toda mulher gestante não deve fumar e deve evitar ficar perto de quem fuma ou em ambiente com muita fumaça (fumante passiva). Mesmo o fumo passivo é nocivo ao feto e pode provocar as consequências detalhadas acima.

Leia também:

Estresse durante a gravidez faz mal para o bebê?

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Fumar narguilé faz mal?

Como saber se meu filho tem alergia à proteína do leite?

Os sintomas da alergia à proteína do leite de vaca normalmente aparecem logo após a ingestão do leite e manifestam-se principalmente na pele, causando dermatite (inflamação cutânea) e urticária (lesões vermelhas elevadas que coçam muito). Pode haver também sintomas respiratórios e gastrointestinais associados, como chiado no peito, nariz escorrendo, vômitos e diarreia.

A alergia à proteína do leite também pode se manifestar depois de horas ou dias da pessoa ter bebido leite. Nesses casos, os principais sintomas são o vômito e a diarreia, podendo haver ainda presença de sangue nas fezes. As reações na pele e no aparelho respiratório podem ou não estar presentes.

As reações alérgicas que se manifestam rapidamente são desencadeadas por anticorpos (IgE), sendo facilmente diagnosticadas através do teste na pele ou análise do sangue.

Já as alergias que demoram para se manifestar são mais difíceis de serem detectadas, pois não são mediadas por anticorpos e podem dar resultados negativos nos testes de pele e sangue. Além disso, muitas vezes essas alergias provocam doenças crônicas que não são relacionadas à alergia à proteína do leite, o que dificulta mais o diagnóstico.

A grande maioria das pessoas com alergia à proteína do leite de vaca consegue tolerar poucas quantidades de leite após excluir da alimentação o leite e os laticínios que causam alergia durante cerca de 3 anos. Algumas crianças e adultos podem até mesmo deixar de serem alérgicos ao leite depois de evitar o alimento durante esse período.

É importante lembrar que alergia à proteína do leite e intolerância à lactose não são a mesma coisa. Pessoas intolerantes à lactose têm dificuldade em digerir a lactose, que é o açúcar do leite. Os sintomas mais comuns nesses casos incluem dor abdominal, diarreia, gazes, flatulência, inchaço abdominal e vômitos.

Saiba mais em: Quais são os sintomas de intolerância à lactose?

Se o seu filho apresentar algum dos sintomas mencionados no artigo após ingerir leite, consulte o médico pediatra ou o médico de família da criança.

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Autismo tem cura?

O autismo é um transtorno global do desenvolvimento e é considerado uma doença crônica, ou seja, sem cura até o momento.

De maneira geral, o tratamento tem 4 objetivos:

  • Estimular o desenvolvimento social e a comunicação;
  • Melhorar o aprendizado e a capacidade de solucionar problemas;
  • Diminuir comportamentos que interferem com o aprendizado;
  • Ajudar as famílias a lidarem com o autismo.

O autismo é um transtorno que nunca desaparece completamente, porém, com os cuidados adequado, o indivíduo se torna cada vez mais adaptado à sociedade.

O tratamento envolve diversos profissionais: pediatria, psiquiatria, psicólogo, fonoaudiólogo, pedagogo e terapeuta ocupacional, e é fundamental o papel dos familiares.

Em 2010, falou-se pela primeira vez em cura do autismo, a partir de uma pesquisa científica feita na Universidade da Califórnia, em que se conseguiu "curar" um neurônio "autista" em laboratório. Contudo, apesar de trazer esperança às famílias de pacientes autistas, ainda não há aplicabilidade clínica até o momento e muitas pesquisas ainda devem ser feitas para poder se falar na cura do autismo.