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Menstruação desregulada, corrimento vaginal...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Irregularidade menstrual, infecção vaginal, infecção urinária e uma boa chance de engravidar usando o coito interrompido como método anticoncepcional.

Corrimento de cor meio esverdeada pode ser infecção?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Qualquer corrimento com essa característica é até que se prove o contrário resultado de uma infecção vaginal, pode ocorrer, mas é muito infrequente, que esse tipo de corrimento não seja uma infecção vaginal.

Estou de 6 meses de gravidez e tenho corrimento como se fosse xixi...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Corrimentos são muitos comuns na gestação, porém o ideal é que seu médico examine você e possa dizer exatamente se é algo para se preocupar ou não.

Corrimento esverdeado e com mau cheiro o que pode ser?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Provavelmente uma infecção vaginal, precisa procurar o médico para um correto diagnóstico e tratamento. Corrimento esverdeado com mau cheiro é sugestivo de tricomoníase, mas outras infecções também podem causar corrimento com mau odor entre elas a vaginose bacteriana, candidíase também pode causar corrimento embora esse seja geralmente sem odor e de cor mais branca ou amarelada. Portanto, apenas com uma avaliação médica é possível chegar ao diagnóstico preciso.

O que é a Tricomoníase e quais são os sintomas?

A tricomoníase é uma infecção vaginal causada pelo protozoário flagelado Trichomonas vaginalis. É uma infecção sexualmente transmissível, já que a sua transmissão se dá exclusivamente pela via sexual. Apresenta alta prevalência e muitas vezes pode ser assintomática, cerca de 10 a 50% das mulheres não apresentam sintomas.

Os principais sintomas da tricomoníase são:

  • Corrimento vaginal que pode ser abundante, ou espumoso e de coloração amarela-esverdeada;
  • Irritação e coceira vulvar;
  • Vermelhidão da vulva;
  • Ardência urinária;
  • Dor ou sangramento durante a relação sexual.

No homem o Trichomonas também causa sintomas como corrimento uretral, ardência para urinar e necessidade de urinar mais vezes.

Qual o tratamento para a Tricomoníase?

O tratamento é feito através de medicamentos tomados via oral, geralmente o metronidazol. Tanto a mulher quanto o parceiro sexual devem ser tratados concomitantemente e abster-se de relações sexuais durante o tratamento de modo a evitar a reinfecção.

Para prevenir a tricomoníase deve-se usar preservativo durante as relações sexuais, só assim é possível evitar a contaminação pelo protozoário causador da doença.

Para mais informações consulte o seu médico de família ou ginecologista.

Vulvovaginite: Quais os sintomas e como é o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O principal sintoma da vulvovaginite é o corrimento vaginal anormal, que dependendo do agente causador por se apresentar branco com grumos, acinzentado ou esverdeado, geralmente acompanhado de coceira intensa.

Outros sinais e sintomas comuns da vulvovaginite incluem:

  • Dor ao urinar
  • Dor ou desconforto durante a relação sexual
  • Edema (inchaço), vermelhidão e ardência na região genital
  • Sangramento vaginal (embora mais raro)
Qual o tratamento para vulvovaginite?

O tratamento depende do agente causador da infecção.

Infecções causadas por fungos são tratadas com pomadas antifúngicas, e nas infecções bacterianas e protozoáricas o tratamento se baseia nos medicamentos antibióticos tópicos e orais.

A vulvovaginite é uma infecção da vagina e da vulva, causada principalmente por fungos (Candida), protozoários (tricomonas) ou bactérias (Gardnerella vaginalis).

Fatores que desequilibram a flora vaginal, como diabetes, uso de lubrificantes, medicamentos, absorventes interno e externo, entre outros, podem favorecer o desenvolvimento da infecção.

As vulvovaginites também podem ser causadas por alergias, desencadeadas pelo uso de roupa íntima de tecido sintético, amaciantes de roupa, sabonetes íntimos, papel higiênico colorido ou perfumado, preservativo, entre outros produtos irritantes.

Estresse emocional e menopausa são outras possíveis causas de vulvovaginites. No caso da menopausa, a infecção está relacionada com a baixa produção do hormônio estrógeno, que leva a alterações da flora bacteriana e lubrificação da vagina. O estresse emocional reduz a imunidade da mulher.

Na presença de sintomas semelhantes aos descritos, procure um/a médico/a ginecologista para receber um diagnóstico e tratamento adequados.

Saiba mais em: Quais as causas da vulvovaginite?

Sexo oral posso pegar algum tipo de corrimento na garganta?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, pode pegar algum tipo de infecção incluindo Infecções sexualmente transmissíveis como o HPV, o herpes, a sífilis e a gonorreia e a infecção por clamídia. Algumas dessas doenças podem gerar sintomas como dor de garganta, desconforto ou eventualmente secreção na garganta. Por isso, é importante usar preservativo mesmo durante o sexo oral.

A transmissão de algumas doenças como o HIV, hepatite B e Hepatite C acontecem mais raramente por essa via sexual, mas há um risco de transmissão baixo se houver feridas ou lesões na boca, já que a principal forma de transmissão é com o sangue contaminado.

O risco de infecções aumenta se houver feridas ou pequenas lesões na boca, que podem ser desencadeadas pela própria escovação dos dentes.

A ejaculação na boca também aumenta o risco de contaminação, embora em algumas doenças como no caso do herpes, sífilis e gonorreia já exista um risco de transmissão mesmo que não ocorra contato oral com o sêmen.

O risco também é maior para quem faz o sexo oral do que para quem o recebe, contudo em algumas situações é possível haver uma contaminação de quem recebe, por exemplo, no caso do herpes oral, da gonorreia e da sífilis.

HPV e sexo oral

O HPV é um vírus que pode ser transmitido através da relação sexual por via oral, pode não causar nenhum sintoma ou mesmo desaparecer espontaneamente durante algum tempo. No entanto, alguns estudos vem demonstrando que a relação entre a infecção da orofaringe pelo HPV e o aumento do risco de câncer de garganta.

A transmissão no sexo oral ocorre principalmente quando uma pessoa faz sexo oral em uma outra que apresenta o pênis ou a vagina contaminados com o HPV.

Sífilis e sexo oral

Pode ser transmitida pelo sexo oral, é uma doença que pode também passar despercebida logo após a sua contaminação, já que pode originar uma lesão ulcerada indolor que desaparece espontaneamente com o tempo, mas a bactéria causadora da doença fica latente no organismo podendo ser transmitida e causar diferentes sintomas meses ou anos após a infecção inicial.

A transmissão da sífilis no sexo oral pode acontecer tanto na pessoa que faz sexo oral em uma outra que apresenta sífilis, ou na pessoa que recebe sexo oral de outra pessoa que apresenta sífilis.

Herpes vírus

O herpes é um vírus causador de lesões bolhosas que contém líquido no seu interior (vesículas), que estouram e formam crostas, essas lesões costumam ser muito dolorosas e levam a uma sensação de queimação no local onde estão presentes.

Também nesse caso a transmissão também ocorre de duas formas, tanto em fazer sexo oral a um parceiro com herpes na área genital, ânus, nádegas ou no reto pode resultar em herpes nos lábios, boca ou garganta, quanto receber sexo oral de um parceiro com herpes nos lábios, boca ou garganta pode resultar em herpes na área genital, ânus, nádegas ou reto.

Gonorreia

A bactéria da gonorreia pode ser transmitida pelo sexo oral com uma pessoa infectada, o que leva a faringite gonocócica, que é uma infecção que pode não causar sintomas ou pode levar a dor ou desconforto da garganta e ser confundia com outras infecções de garganta.

Fazer sexo oral em um homem com um pênis infectado pode causar gonorreia na garganta ou receber sexo oral de um parceiro com gonorreia na garganta também pode resultar em gonorreia.

Caso apresente sintomas sugestivos de algumas infecção sexualmente transmissível ou tenha mais dúvidas sobre a forma de prevenção consulte um médico de família.

Comecei tomar um anabolizante e notei corrimento vaginal?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O M-drol é um hormônio e a vagina é um órgão sensível a ação dos hormônios, portanto essa pode ser a causa do seu corrimento; ou existe a possibilidade de ser uma infecção vaginal que coincidiu com o período que começou a tomar essa substância. O ideal é você ir ao médico, preferencialmente um ginecologista, para o correto diagnóstico e tratamento, precisa ver também com o médico que receitou esse hormônio o que fazer se for efeito do próprio anabolizante.

Tenho corrimento e nunca tive relação sexual?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Isso é comum. Ocorrem inflamações na vagina decorrente de bactérias e fungos mesmo sendo virgem. Ou ainda, pode ser uma situação normal, como na fase próxima à primeira menstruação.

O corrimento pode ser normal?

Sim. Nem sempre o corrimento vaginal indica um problema. A mulher pode apresentar um corrimento devido a alterações hormonais e à mucosa vaginal, que naturalmente produz "muco" para proteção do órgão. Portanto existem casos de leucorreia fisiológica, especialmente em meninas, no período próximo a sua primeira menstruação.

Nesses casos o corrimento não tem cheiro, sua coloração é transparente ou leitosa e não causa qualquer sintoma, como coceira ou ardência ao urinar.

Saiba mais no link: Corrimento vaginal é normal?

Quais são as causas de corrimento vaginal?

O corrimento vaginal pode ser normal, ou não. Podemos citar como causas de corrimento anormal, os seguintes:

  • Doenças sexualmente transmissíveis,
  • Infecção fúngica,
  • Infecção bacteriana,
  • Higiene inadequada,
  • Uso de roupas apertadas ou tecidos quentes,
  • Uso de sabonetes ou pomadas irritativas,
  • Uso regular de duchas higiênicas,
  • Ansiedade e estresse.
O que fazer em caso de corrimento?

Para determinar o tratamento, é necessário definir se o corrimento é normal, ou se existe algum problema originando essa secreção. E como visto nesse artigo, são muitas as causas de corrimento.

Portanto, o primeiro passo será procurar um médico ginecologista, que é o especialista nessa área, para que através das características do corrimento, possa diagnosticar e tratar quando necessário.

Se os exames clínico e ginecológico não forem suficientes, o especialista poderá colher uma amostra da secreção e enviar para estudo e exames complementares e oferecer as devidas orientações.

Leia também: Corrimento vaginal: o que significam as diferentes cores

Que remédios posso usar para corrimento vaginal?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O remédio que você pode utilizar para tratar o corrimento vaginal depende do agente causador da inflamação e/ou infecção. Para definir esse medicamento procure um médico ginecologista. De forma geral, as infecções são tratadas com medicamentos de aplicação local como cremes e comprimidos vaginais ou em forma de gel. Pode ser ainda necessário remédios por via oral, de forma associada.

Diagnóstico do corrimento vaginal

Por meio de um exame ginecológico é possível diagnosticar corretamente os tipos de corrimento vaginal. Se o corrimento apresentar odor fétido e coloração esverdeada ou amarelada e, além disso, for acompanhado de sintomas de irritação como ardência, dor, prurido (coceira) e vermelhidão na vagina e/ou vulva, é provável que esteja com uma infecção ginecológica.

Nestes casos, durante o exame o médico identifica a presença da infecção e localizações. Quando acomete o útero, é denominado cervicite; na mucosa da vagina ou vulva, vaginite. Amostras da secreção podem ser coletadas com o objetivo de avaliar o pH vaginal, análise microscópica definindo os germes mais prevalentes através da cultura.

Lembre-se que, é a mucosa da vagina produz uma secreção natural, de aspecto espesso, aquoso ou elástico, de cor branca leitosa ou transparente e sem odor ou com odor muito suave. Secreção que não indica presença de doenças.

É importante relatar ao/a médico/a o início dos sintomas, há quanto tempo eles estão presentes, se usou algum produto diferente na região genital ou durante o ato sexual (lubrificantes, espermicida).

Tratamento do corrimento vaginal

Não existe um tratamento único para todos tipos de corrimento. O tratamento é efetuado de acordo com a causa da inflamação e/ou infecção. É feito com medicamentos antifúngicos ou antibióticos, em casos de infecção por fungos ou bactérias. Episódios de vaginite atrófica são tratados com administração local de cremes de estrogênio. A vaginite atrófica é o processo de ressecamento e inflamação das paredes da vagina, devido a redução da produção de estrógeno, na maioria das vezes, pela menopausa.

No caso de infecção, o parceiro sexual também deve ser tratado, mesmo que não apresente sinais ou sintomas. O tratamento do parceiro impede a reinfecção e o prolongamento da doença ginecológica.

Se você está apresentando corrimento vaginal e ou sinais de irritação, como dor, ardor, coceira ou vermelhidão, não deixe de procurar um/a ginecologista. Não utilize medicamentos orais ou vaginais sem indicação médica.

Leia mais:

Corrimento vaginal: o que significam as diferentes cores

Corrimento Vaginal é Normal?

Estou grávida de 7 meses e tenho corrimento vaginal. O que pode ser?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Corrimento vaginal, normalmente indica uma infecção vaginal, existem corrimentos que são fisiológicos, mas precisa contar isso ao médico que está fazendo seu pré-natal e ele fará o correto diagnóstico e tratamento.

Quais as causas da vulvovaginite?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A vulvovaginite é uma infecção que afeta a vagina e a sua parte externa, chamada vulva. As vulvovaginites são causadas principalmente pela bactéria Gardnerella vaginalis, pelo protozoário Trichomonas vaginalis e pelo fungo Candida.

Contudo, a vulvovaginite também tem como causas fatores que alteram o equilíbrio da flora vaginal e favorecem assim o desenvolvimento da infecção. Dentre eles estão diabetes, uso de medicamentos ou hormônios, uso de lubrificantes e absorventes interno e externo, excesso de depilações. A atividade sexual desprotegida também estar relacionada a vulvovaginite causada pela bactéria Trichomonas vaginalis.

Alergias

As vulvovaginites também podem ser desencadeadas por alergias provocadas pelo uso de roupa íntima de tecido sintético, roupas apertadas, amaciantes de roupa, sabonetes, papéis higiênicos coloridos ou perfumados, preservativos, entre outros produtos irritantes.

Gravidez

Durante a gravidez, a mulher pode desenvolver vulvovaginites como a candidíase devido mudanças na imunidade.

Medicamentos

O uso de medicamentos antibióticos também pode matar as bactérias que mantém a equilíbrio da flora vaginal e favorecer a proliferação de fungos causadores da vulvovaginite.

Estresse e menopausa

Há ainda fatores psicológicos que favorecem o aparecimento da infecção, como o estresse, bem como fatores hormonais, como a baixa produção do hormônio estrógeno após a menopausa (vulvovaginite atópica).

O tratamento da vulvovaginite pode ser feito com pomadas aplicadas diretamente no local, ou medicamentos tomados por via oral.

O médico ginecologista e o médico e família e comunidade, são especialistas indicados para diagnosticar e tratar a vulvovaginite.

Saiba mais em: Vulvovaginite: Quais os sintomas e como é o tratamento?