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Preventivo

Quando deve-se começar a fazer o exame de próstata?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A idade ideal para começar a fazer o exame de próstata é entre 40 e 45 anos, mesmo que não sinta nada. O exame é preventivo, então deve ser feito independente do que você sente, o melhor é fazer antes de você sentir alguma coisa.

Hemofilia tem cura? Qual o tratamento?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Hemofilia não tem cura, pois trata-se de uma doença genética. O tratamento da hemofilia é feito através da reposição do fator de coagulação deficiente (VIII, na hemofilia A ou IX, na hemofilia B), tendo como objetivo prevenir ou tratar as hemorragias.

A administração do fator de coagulação é feita por via endovenosa, em que são injetados no/a paciente concentrados dos fatores coagulantes deficientes, 1 a 3 vezes por semana.

Os concentrados podem ser obtidos a partir do plasma sanguíneo humano ou através de técnicas de engenharia genética.

O produtos derivados do plasma humano são produzidos com o plasma de doadores de sangue e são considerados bastante seguros.

Já os concentrados produzidos por meio da engenharia genética são altamente purificados e a técnica permite desenvolver produtos ainda mais elaborados, com fatores de coagulação de duração mais longa, mais potentes e com menos chances de rejeição.

O tratamento preventivo da hemofilia melhora a qualidade de vida do/a paciente, permitindo uma rotina praticamente normal nas atividades de vida diária e até a prática de atividade física moderada.

 O/a médico/a hematologista é o especialista responsável pelo tratamento da hemofilia.

Leia também: O que é hemofilia e quais os sintomas?

Quando começar a fazer exame de próstata?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Na verdade a prevenção deve começar por volta dos 40 anos (antes caso haja casos de câncer de próstata na família), o exame da próstata é justamente para quem não tem sintomas (por isso é um exame preventivo). Corre risco o homem que não faz seus exame de rotina.

Como é o tratamento da endocardite bacteriana?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O tratamento da endocardite infecciosa, antigamente conhecida por bacteriana, pode envolver:

  1. Internação hospitalar
  2. Antibióticos por via endovenosa
  3. Cirurgia (20 a 40% dos casos)
  4. Profilaxia

A internação e antibioticoterapia endovenosa estão indicadas para 100% dos casos, com objetivo de tratar a infecção e reduzir o risco de mortalidade. Antes da descoberta desta medicação, todos os casos evoluíam para óbito.

A cirurgia está indicada para alguns casos, com critérios bem definidos, como por exemplo, presença de grandes vegetações, cardiopatia grave, válvulas protéticas com necessidade de troca, casos pouco responsivos ao tratamento medicamentoso, entre outros.

Quanto a profilaxia com antibióticos, apesar de bastante controversa, está indicada como tratamento preventivo nos casos de: pacientes com alto risco de endocardite, por lesões cardíacas e ou valvares, que serão submetidos a procedimentos dentários aonde haverá manipulação da gengiva ou região periapical dos dentes, ou ainda quando a mucosa é perfurada.

Outros cuidados

Importante tratar de infecções em outras partes do corpo para que as bactérias e outros germes não permaneçam na corrente sanguínea, facilitando uma infecção cardíaca quando houver possibilidades. Uma das formas de prevenir é fazer os tratamentos de forma correta e completa.

Manter cuidados com os dentes e acompanhamento com dentista, regularmente.

Não usar antibióticos por conta própria, ou interromper o seu uso antes do programado.

Diagnóstico

O diagnóstico da endocardite é realizado por meio de exames de sangue, eletrocardiograma, ecocardiografia, raio-X, tomografia computorizada e/ou ressonância magnética.

A gravidade da endocardite infecciosa depende muito do tipo de bactéria, ou outro germe, que esteja causando a infecção, além das condições clínicas do paciente. Existem casos de elevada toxicidade que evoluem em dias ou semanas, com destruição da válvula cardíaca e infecção generalizada (sepse). Em outros, a endocardite evolui depois de semanas ou meses e raramente causa sepse.

Sem tratamento adequado e iniciado de forma precoce, a endocardite infecciosa pode danificar ou destruir as válvulas do coração, causando insuficiência cardíaca e morte. Outras complicações incluem ainda embolia, acidente vascular cerebral (derrame), infecção generalizada e lesões em outros órgãos.

Na suspeita de endocardite infecciosa procure imediatamente uma emergência médica.

Saiba mais em: Quais os sintomas da endocardite bacteriana?

Melhores posições para engravidar: isso existe mesmo?
Dra. Juliana Guimarães
Dra. Juliana Guimarães
Doutora em Saúde Pública

Não existem muitos estudos científicos que comprovem uma determinada posição como melhor para engravidar, principalmente porque a fertilidade está relacionada a diversos outros fatores. Por exemplo, a posição do útero, algumas mulheres apresentam útero retrovertido, outras anterovertido, sendo uma posição mais adequada para uma posição uterina do que para a outra.

Entretanto, um grupo de pesquisadores francês publicou em 2011 um estudo sobre o tema, no qual concluiu que as melhores posições para engravidar seriam a de "missionário" e "de quatro", pois durante a penetração a ponta do pênis fica diretamente alinhada ao colo do útero, permitindo um alcance mais profundo do esperma. Embora confirme também, que o excesso de preocupação possa dificultar a concepção.

Portanto, para que a gravidez ocorra, o mais importante é que a relação sexual aconteça durante o período fértil e que a mulher esteja ovulando.

6 Dicas para Engravidar1. Conhecimento sobre a Anatomia

É importante que homens e mulheres conheçam seus corpos, e saibam como eles funcionam. Especialmente para as mulheres, o conhecimento sobre os seus corpos sempre foi um tabu; e para algumas, ainda o é. Conhecer o próprio corpo e saber identificar, em seu ciclo menstrual, o período fértil e os sinais de ovulação são primordiais para que a gravidez possa ocorrer.

Muco vaginal elástico e semelhante à clara de ovo, dores abdominais de um lado ou em ambos os lados do abdômen, temperatura corporal mais baixa, libido e umidade vaginal aumentadas e escape de sangue de cor marrom são alguns sinais de ovulação.

Para casais que pretendem engravidar recomenda-se intensificar a frequência das relações sexuais neste período.

Veja mais:

Como calcular o período fértil?

2. Parar de tomar anticoncepcional

Aguarde pelo menos duas menstruações ocorrerem antes de iniciar as tentativas de engravidar. Este é um tempo adequado para que os ovários retomem suas funções hormonais normais e o endométrio, tecido que reveste internamente o útero, volte a crescer. Com a recuperação da espessura do endométrio, o útero estará mais preparado para receber o óvulo fecundado. Estudos mostram que a chance de os abortos espontâneos ocorrerem é de 10 a 15% quando a mulheres engravidam logo após a suspensão do uso de anticoncepcional, o que se deve ao fato de o endométrio ainda estar muito fino para sustentar o óvulo.

3. Evitar fumar e/ou utilizar outras drogas

O tabagismo e/ou o uso de outras drogas podem alterar a qualidade dos óvulos e comprometer a fertilidade.

4. Ter cuidado com o peso e a alimentação

O peso interfere na fertilidade. Se o seu Índice de Massa Corporal está muito abaixo ou muito acima da faixa normal, poderá levar mais tempo para conseguir engravidar. Buscar uma alimentação saudável com orientação do nutricionista ajudará a construir um bom plano alimentar que pode tornar seu organismo mais saudável e facilitar a ocorrência de gravidez.

5. Fazer um check-up ginecológico

Informar à ginecologista que você e seu parceiro pretendem engravidar é importante. A partir desta informação, o(a) médico(a) já efetua o exame ginecológico preventivo e os demais exames necessários (hemograma, dosagem de hormônios, entre outros).

6. Ter atenção à idade

O fator isolado mais importante que pode comprometer a fertilidade feminina é a idade. Mulheres com idade superior a 35 anos com tentativas de engravidar durante 6 meses sem sucesso, devem buscar o especialista em fertilidade para não perder muito tempo. Se houver ovários policísticos ou problemas nas trompas, ou o homem, tem problemas com sêmen, não se deve esperar este prazo de seis meses. O correto é procurar rápido um especialista.

A decisão de engravidar deve ser um plano comum do casal. Ambos devem estar dispostos a cuidar de sua saúde para que a gestação aconteça. É importante que procurem orientação médica e sigam as recomendações para evitar problemas de saúde, para preservar a saúde da mãe e do feto e para fortalecer os vínculos afetivos.

Para saber mais:

Quero engravidar: o que devo fazer?

Minha médica diz que estou com mancha no colo do útero?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A conduta de sua médica está ótima, eu mesmo não faria melhor, acredito que você está bem acompanhada e não precisa fazer nada diferente é só fazer o controle a cada 6 meses.

Fiz exame de papanicolau e gostaria entender resultado...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Significa que você tem uma infecção vaginal por um fungo, não é grave.

Fiz um exame de colpocitologia oncótica e o resultado foi...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Exame dentro dos limites da normalidade.

Fiz exame preventivo e o resultado deu: ... O que significa?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Infecção vaginal.

Fiz o Preventivo do Câncer de Colo do Útero e deu...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Exame dentro dos limites da normalidade.

Fiz o preventivo e fiquei com medo de ir levar o exame...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

É uma infecção vaginal. Não é grave, basta tomar o remédio que seu médico receitar e ficará bem.

Quanto tempo depois da primeira vez se faz exame Papanicolau?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Não há um tempo certo, o exame deve ser feito 1 vez por ano como rotina (ou a critério médico), após a mulher começar a ter relações.