Pode. É muito raro, mas sempre que permita uma relação sexual sem qualquer contraceptivo, existe o risco de engravidar.
Na relação anal o esperma percorre outro trajeto, sem ligação com a vagina e consequentemente com o útero, por isso teoricamente não existira a possibilidade de gestação, porém a vagina e o ânus guardam uma proximidade anatômica, que muitas vezes possibilita esse contato. Mais uma vez, essa é uma possibilidade muito pequena, mas não podemos dizer com certeza que está descartada.
Vale lembrar que toda relação anal deve ser protegida por uso de camisinhas devido se tratar de uma área com elevado risco de infecção e ou contaminação para ambas as partes. E caso não seja utilizado a camisinha, para trocar o tipo de relação o pênis deve ser devidamente higienizado.
Outro ponto importante, é lembrar que além da gravidez, o sexo desprotegido é a principal causa de transmissão das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como HIV, sífilis, herpes, entre outras; na população sexualmente ativa. O uso de preservativos, como a camisinha, é a grande ferramenta que dispomos para evitar a contaminação pelas DST, portanto é fundamental criar o hábito de se proteger fazendo uso de preservativo em todas as relações.
Em casos de dúvidas sobre relação sexual e contraceptivos, o ginecologista é o profissional indicado para orientar e esclarecer quaisquer dúvidas.
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Tomar injeção de Mesigyna® pode diminuir a vontade de ter relações sexuais (libido), embora esse efeito secundário seja incomum, ou seja, atinge entre 1 e 10 em cada 1.000 usuárias do anticoncepcional.
É importante lembrar que existem muitos fatores que interferem no desejo sexual feminino. Deve-se levar em consideração fatores psicológicos, como estresse, problemas que estão interferindo no momento da relação afetiva, fatores físicos, como inflamações, infecções ou outras doenças, além do uso de medicamentos.
Há poucas evidências científicas de que o uso de anticoncepcionais hormonais interfere no desejo sexual das mulheres.
Assim, o fator hormonal deve ser considerado em último caso, depois de esgotados todos os outros possíveis fatores que possam estar interferindo na libido.
Já a dor nas pernas não é um efeito secundário que se possa esperar, embora não seja impossível de ocorrer.
No entanto, é preciso estar atenta aos seguintes sintomas:
- Inchaço de apenas uma perna;
- Dor ou sensibilidade na perna sentida apenas quando se está em pé ou andando;
- Sensação de calor, vermelhidão ou mudança na coloração da pele da perna.
Esses sintomas podem ser sinal de uma trombose venosa profunda e sabe-se que existe uma correlação entre o uso de contraceptivo hormonal combinado e o risco aumentado de coágulos principalmente no primeiro ano de uso.
A Mesigyna® é um anticoncepcional injetável que deve ser utilizado todo mês. Os efeitos colaterais geralmente são presentes nos primeiros meses de administração, porém depois desse período de adaptação ela é bem aceitável pelas mulheres. Os efeitos colaterais mais relatados pelas mulheres são alterações no ciclo menstrual, dor e sensibilidade nas mamas, instabilidade no humor, dores de cabeça e aumento do peso.
Se você está usando a injeção de Mesigyna® e apresenta algum desses ou outros sintomas procure o/a médico/a ginecologista, médico/a de família ou clínico/a geral para uma avaliação.
Vontade sexual é algo individual de cada um, alguns querem todos os dias (até mais de uma vez por dia) e alguns estão bem contentes e confortáveis com uma vez por mês.
Excesso de pele na vagina pode ser corrigido por meio de cirurgia, peça para um ginecologista te examinar e ele poderá dizer se existe mesmo um excesso de pele. A lubrificação vaginal tem mais haver com o libido e excitação sexual, existem lubrificantes artificiais que podem ajudar. Converse com seu namorado sobre isso e sobre o que você gosta e não gosta na relação, ele precisa ajudar você a ficar mais excitada durante toda a relação.
A relação sexual durante a gravidez pode ocorrer em qualquer período ao longo da gestação. Isso deve ser sempre ponderado tendo em conta a vontade e o desejo da mulher em realizar a atividade sexual.
No final da gestação, não é indicado relações sexuais caso a mulher tenha algum tipo de sangramento vaginal ou já tenha rompido a bolsa. Fora dessas situações, não há contra-indicações à atividade sexual durante a gravidez.
O desejo sexual é variável de mulher para mulher e pode alterar a depender de certas circunctâncias como variações hormonais, cansaço, estresse etc.
Uma relação sexual deve ser realizada apenas quando as duas pessoas envolvidas se sentem confortáveis e seguras para tal. Durante a gravidez, a mulher pode se sentir desconfortável em determinadas posições, principalmente no final da gestação, e isso pode ser reajustado alterando a posição e encontrando uma posição mais confortável e agradável.
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É perfeitamente normal não sentir dor e não sangrar durante a primeira relação sexual, se a mulher estiver relaxada e apresentar boa lubrificação vaginal pode ter uma primeira relação sem sentir nenhum desconforto ou dor.
Muitas mulheres acham que a dor durante a primeira relação ocorre devido a ruptura do hímen, no entanto, o hímen não é uma estrutura inervada, por isso a sua ruptura não causa por si só dor. Além disso, nem todos se rompem durante a relação sexual.
Em algumas mulheres é possível haver um leve sangramento a depender do tipo de hímen e de como foi a relação sexual, em outras não.
Por que a primeira relação sexual pode doer?A causa do desconforto ou dor se deve mais a tensão e insegurança durante a primeira relação, sexual, que pode fazer com que a mulher tensione mais o períneo e deixe de apresentar lubrificação suficiente que facilite a penetração.
Por isso, é importante que a mulher esteja suficientemente estimulada, relaxada e tranquila durante a relação sexual, para que essa seja uma experiência prazerosa.
O que é o hímen?O hímen nada mais é do que uma pequena membrana que recobre parcialmente a entrada da vagina, tem alguns que nem sequer chegam a se romper durante a relação sexual, pois são mais complacentes e elásticos ou mesmo muito pequenos. É raro, mas também existem algumas mulheres que não tem hímen.
Qualquer atividade sexual ou não que envolva a penetração pode levar a sua ruptura como masturbação, uso de objetos sexuais ou mesmo introdução de absorvente interno. No entanto, nem toda penetração pode levar a sua ruptura, mesmo durante a relação sexual.
O hímen não tem nenhuma importância ou função biológica, o significado atribuído a sua ruptura se deve mais a costumes e crenças socioculturais.
Para esclarecer mais dúvidas consulte o seu ginecologista ou médico de família.
Pela sua descrição seu problema está relacionado, provavelmente, com o lado emocional e psicológico do sexo. A relação sexual para a mulher é muito mais complexa que para o homem, existem muitos fatores que interferem no desejo sexual feminino (aspectos culturais, religiosos, filhos, o parceiro, suas experiências anteriores em relação ao sexo, traumas de infância e assim por diante). Precisa de ajuda especializada: um ginecologista e um psicólogo.
Não é recomendado a realização do ultrassom transvaginal em mulher virgem.
Para mulher virgem, é indicada a ultrassonografia abdominal.
A ultrassonografia transvaginal não é o exame indicado para avaliação ginecológica em pacientes virgens. Quando for necessária uma avaliação das estruturas e órgãos pélvicos, o/a médico/a pode solicitar o ultrassom abdominal para as mulheres virgens. Esse exame também é capaz de demonstrar as estruturas como o útero, ovários, trompas, presença de massa pélvica, etc.
A perda da virgindade é associada ao rompimento do hímen durante a primeira relação sexual. Durante o ultrassom transvaginal, o/a médico/a introduz o aparelho na vagina da paciente e, caso tenha o hímen intacto, pode causar ruptura dessa membrana. Por isso, não é recomendado a realização da ultrassonografia transvaginal em mulheres virgens.
Caso a mulher seja virgem, é importante informar para o/a profissional de saúde que poderá solicitar outros exames no lugar da ultrassonografia transvaginal.