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Rins

O que não pode comer quem tem problemas de rins?

Quem tem problemas de rins não pode comer carambola e deve evitar alimentos que tenham muito potássio, fósforo e sal (sódio), além de controlar a ingestão de alimentos gordurosos.

Alimentos ricos em potássio
  • Abacate, banana-nanica, banana-prata;
  • Figo, laranja, maracujá, melão;
  • Tangerina, uva, mamão, goiaba;
  • Kiwi, feijão, chocolate, extrato de tomate.

Pessoas com problemas renais acumulam potássio no sangue porque os seus rins não são capazes de eliminá-lo.

Quando os níveis de potássio ficam muito elevados, pode causar fraqueza muscular intensa, arritmias e até uma parada cardíaca.

Alimentos com muito sal (sódio)
  • Temperos prontos;
  • Alimentos enlatados;
  • Sucos em pó;
  • Salames e embutidos;
  • Queijos.

O consumo de sal em excesso provoca um aumento da pressão arterial (pressão alta). Manter a pressão arterial sob controle é fundamental para retardar a progressão da doença renal crônica.

Alimentos ricos em fósforo
  • Leite;
  • Carnes;
  • Refrigerantes tipo cola.

Assim como o potássio, o fósforo também tende a ficar acumulado no sangue de pacientes com insuficiência renal, pois os seus rins não conseguem eliminá-lo.

O excesso de fósforo no sangue provoca coceira e estimula a produção do paratormônio, um hormônio produzido pelas glândulas paratireoides.

Carambola

A fruta contém uma substância tóxica que é eliminada por rins saudáveis, mas que não pode ser excretada pelos rins de pacientes com insuficiência renal ou função renal comprometida. Essa toxina então permanece no organismo, podendo causar diversas alterações neurológicas, como:

  • Confusão mental, agitação, insônia;
  • Fraqueza muscular, alteração da sensibilidade dos membros;
  • Convulsões, coma e até a morte, dependendo do caso.
Alimentos gordurosos
  • Frituras;
  • Queijos;
  • Molhos;
  • Carne vermelha.

Controlar o consumo desses alimentos é importante para reduzir os níveis de colesterol, pois favorece os rins e o sistema cardiocirculatório.

Não existe uma dieta única para todos as pessoas com problemas de rins. Cada paciente deve ser avaliado de forma individual pelo médico nefrologista e ter a sua dieta elaborada por uma nutricionista.

Hipertrofia Coluna de Bertin e bifidez renal tem que operar?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

A hipertrofia na Coluna de Bertin é uma variação anatômica e geralmente não está associada a nenhum problema. A bifidez renal é uma alteração anatômica que pode estar associada a estenose do ureter (obstrução do fluxo de urina) e aumento da incidência de infecção urinária. Operar ou não operar tudo vai depender do grau de alteração e das consequências dessas alterações.

Como é a cirurgia para pedra nos rins?

A cirurgia para pedra nos rins pode ser feita com ondas de choque, laser, introdução de sonda pela uretra ou ainda por meio de cirurgia aberta. O tipo de tratamento cirúrgico para os cálculos renais depende principalmente do tamanho, da forma e da localização da pedra.

As cirurgias mais usadas para tratar pedra nos rins são:

⇒ Cirurgia por ondas de choque (litotripsia extracorpórea): Os cálculos renais são quebrados com ondas de choque aplicados através da pele. As pedras são fragmentadas em pedaços pequenos que são eliminados espontaneamente. O procedimento pode ser feito com sedação.

⇒ Cirurgia a laser pela uretra (ureterolitotripsia): Neste procedimento, é introduzido um aparelho endoscópico muito fino e flexível pela uretra, com o qual o médico pode aplicar o laser ou as ondas de choque diretamente nos cálculos renais. As pedras são então fragmentadas e retiradas com pinças especiais.

⇒ Cirurgia a laser pela lombar (nefrolitotripsia percutânea): Através de um pequeno "furo" na pele da região lombar, são introduzidos aparelhos que fragmentam e removem a pedra. Trata-se de uma punção direta no rim para chegar ao cálculo. 

⇒ Cirurgia aberta convencional: O rim é aberto para que as pedras sejam retiradas. A cirurgia aberta normalmente é usada em casos de cálculos renais coraliformes (pedras ramificadas que se moldam aos contornos do rim ao seu redor).

De todos os tipos de cirurgia para pedra nos rins, a litotripsia extracorpórea por ondas de choque é a mais usada.

Porém, se as pedras forem muito grandes (mais de 2 cm) ou se estiverem presas no ureter (canal da urina) a litotripsia extracorpórea pode não ser suficiente para removê-las. Nesses casos, a ureterolitotripsia ou a nefrolitotripsia percutânea são mais indicadas.

Casos específicos em que os cálculos estão localizados em rins muito dilatados, também pode ser considerada como opção a remoção cirúrgica das pedras por laparoscopia (pielolitotomia laparoscópica).

Cabe ao médico nefrologista avaliar o caso e indicar o tratamento cirúrgico mais apropriado em cada situação.

Saiba mais em:

Qual o tratamento para quem tem pedra nos rins?

Como eliminar pedras nos rins?

Quais os sintomas para quem tem pedra nos rins?

Quais os sintomas para quem tem pedra nos rins?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Os sinais e sintomas de quem está com pedra nos rins podem incluir dor no rim em que está localizada a pedra (cólica renal), presença de sangue na urina, que fica avermelhada, saída de pequenos pedaços da pedra na urina, náuseas, vômitos, dor ao urinar e vontade urgente de urinar.

A cólica renal é sentida como uma dor intensa na parte de baixo das costas (região lombar), do lado do rim em que o cálculo está localizado. 

A dor que caracteriza a cólica tem início súbito e pode irradiar para a parte lateral do abdômen e região genital, independentemente da posição ou da pessoa estar em repouso ou movimento. A cólica pode ser tão intensa que pode causar náuseas e vômitos.

Já a eliminação dos cálculos renais juntamente com a urina depende do tamanho e da localização da pedra.

Contudo, muitas pessoas com pedras nos rins não apresentam nenhum sintoma e os cálculos muitas vezes são encontrados em exames destinados para outro propósito.

A urina avermelhada é um sinal da presença de sangue. O sangramento geralmente é provocado pela passagem da pedra pelo canal da urina, o que pode causar lesões.

Veja também: Dor nas costas pode ser pedras nos rins?

Se você está com esses sintomas, procure um serviço de saúde para avaliação. O urologista e o nefrologista são os médicos especialistas responsáveis pelo diagnóstico e tratamento das pedras nos rins.

Continue a leitura em:

Qual o tratamento para quem tem pedra nos rins?

Como eliminar pedras nos rins?

Como é a cirurgia para pedra nos rins?

O que causa pedra nos rins?

Dor nos rins durante a gravidez é normal?

Dor nos rins durante a gravidez não é normal. Se a dor tiver mesmo origem renal, pode ser uma infecção urinária, pedra nos rins ou nas vias urinárias ou outros problemas renais.

É importante lembrar que até 20% das grávidas chegam a ter infecção urinária durante o primeiro trimestre de gravidez.

Porém, essa "dor nos rins" pode ser na verdade uma dor na coluna lombar (lombalgia), bastante comum durante a gravidez devido às transformações que ocorrem no corpo da mulher:

  • O hormônio relaxina deixa os ligamentos mais frouxos, inclusive os da coluna e da bacia para poder acomodar o bebê e facilitar o parto;
  • À medida que o bebê cresce, a mulher sofre alterações posturais. Uma delas é o aumento da curvatura da coluna lombar (as nádegas ficam mais "empinadas para trás");
  • O aumento do útero e o crescimento do feto provocam um ganho de peso na grávida. Isso afeta o seu equilíbrio e provoca uma sobrecarga na coluna lombar.

Cerca de 50% a 80% das mulheres grávidas apresentam algum tipo de lombalgia, principalmente entre o 5º e o 7º mês de gestação. Há casos em que a dor lombar já começa na 8ª semana de gravidez.

Veja também: Dor nos rins: o que pode ser e o que fazer?

Para diferenciar a lombalgia da dor nos rins, é preciso estar atenta às características da dor lombar:

  • Pode irradiar para a perna;
  • Pode vir associada a uma contratura da musculatura ao longo da coluna;
  • Piora com movimentos ou se a mulher ficar muito tempo sentada ou em pé;
  • Pode melhorar com o repouso.

A grande maioria dos casos de dor lombar não está relacionada com os rins, mas sim com problemas articulares, ósseos ou musculares na coluna.

No entanto, no caso das grávidas, devido ao aumento do risco de infecção urinária, as doenças renais e do aparelho urinário devem ser mais consideradas.

O melhor é marcar uma consulta com o médico obstetra para que a origem da dor nos rins seja devidamente diagnosticada e tratada, prevenindo assim complicações para a mulher e para o bebê.

Dor nos rins: o que pode ser e o que fazer?

Dor nos rins pode ser sintoma de pedra nos rins (cálculo renal) ou nas vias urinárias. Nestes casos, o paciente sente uma dor intensa na coluna lombar, que geralmente irradia para o abdômen e para a virilha.

Outras possíveis causas de dor nos rins (cólica renal):

  • Coágulos sanguíneos;
  • Ligadura cirúrgica do uréter;
  • Doença policística renal;
  • Infecção urinária;
  • Compressão provocada por tumor.
Dor nos rins ou nas costas?

Como a dor nos rins é sentida na região lombar (parte de baixo das costas), é comum os pacientes associarem uma dor nas costas com um problema renal.

No entanto, a maioria das doenças renais não provoca dor nas costas, mesmo uma insuficiência renal crônica.

A imensa maioria das dores nas costas tem origem em problemas ósseos ou musculares da coluna lombar.

Além disso, a dor provocada por pedras nos rins é excruciante e não está relacionada com movimentos do tronco. Ela não piora nem melhora se a pessoa mudar de posição.

Leia mais sobre o assunto em: Quais os sintomas para quem tem pedra nos rins?

Essa característica é importante para diferenciar a dor nos rins causada por problemas renais, da dor nas costas relacionada com a coluna lombar (lombalgia).

Na lombalgia, a dor geralmente piora quando o paciente anda, levanta-se ou senta-se, podendo melhorar em algumas posições.

Em casos de pedra nos rins, a dor aguda e intensa deixa o paciente agitado, podendo inclusive provocar náuseas e vômitos.

Como aliviar a dor nos rins?

Em primeiro lugar, deve-se procurar um médico clínico geral ou médico de família para que seja diagnosticada a causa da dor nos rins.

Se ela for mesmo renal, o paciente deverá ser encaminhado ao médico nefrologista; se tiver origem na coluna, ao ortopedista.

O tratamento da cólica renal é feito com medicamentos analgésicos, antiespasmódicos e anti-inflamatórios, por via oral, injeção ou aplicados na veia.

Nos casos mais graves, quando a dor não melhora, o paciente precisa ser internado.

As pedras nos rins muitas vezes são eliminadas espontaneamente pela urina, o que alivia imediatamente a dor. Em outros casos, as pedras precisam ser retiradas.

Saiba mais em: Como aliviar a dor nos rins?

Qual o tratamento para quem tem pedra nos rins?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O tratamento para pedra nos rins (cálculos renais) pode ser feito com medicamentos ou cirurgia, dependendo do tamanho da pedra, da sua localização, da presença de sintomas e da intensidade da dor.

Na presença de náusea, vômitos, febre e dores intensas, a pessoa precisa ir ao serviço de urgência para tomar medicamentos pela veia. 

Os remédios que são colocados diretamente na corrente sanguínea e absorvidos imediatamente. Assim, os sintomas melhoram de forma mais rápida, reduzindo a perda de líquidos e o incômodo da dor. 

Nos casos de dores não muito intensas e sem a presença de outros sinais e sintomas, pode-se esperar que o cálculo seja expelido naturalmente

Isso é feito com uso de analgésicos e anti-inflamatórios para tolerar a dor, medicamentos para dissolver a pedra e aumento da ingestão de água.

Cirurgia

As pedras que são maiores e não são capazes de passar para o canal da urina precisam de intervenção cirúrgica para sua retirada ou para facilitar a redução do tamanho. Isso pode ser feito com ondas de choque, laser, cirurgia comum ou com introdução de sonda pela uretra.

Litotripsia extracorpórea

Esse tratamento cirúrgico fragmenta as pedras em pedaços bem pequenos através de um aparelho que emite ondas de choque. Depois, os cálculos são expelidos juntamente com a urina. 

Nefrolitotripsia percutânea

Essa cirurgia é feita por meio de uma pequena incisão pela qual se chega ao rim. Depois, é introduzido um aparelho que destrói e remove o cálculo renal.

Ureterolitotripsia

A retirada das pedras é feita pela introdução de um tubo bem fino e flexível (endoscópio) no uréter, com o qual é possível destruir e remover os cálculos com o auxílio de pinças especiais.

Saiba mais em: Como eliminar pedras nos rins?

A decisão de qual tratamento mais indicado em cada situação é realizada pelo/a médico/a juntamente com o/a paciente.

Leia também:

Como é a cirurgia para pedra nos rins?

Quais os sintomas para quem tem pedra nos rins?

Cálculo renal: como saber se tenho pedra nos rins?

O que causa pedra nos rins?

Como eliminar pedras nos rins?

A eliminação das pedras nos rins (cálculos renais) depende principalmente do tipo e do tamanho do cálculo:

  • Pedra no rim de ácido úrico: São administrados remédios por via oral para que o cálculo seja dissolvido quimicamente;
  • Cálculos com menos de 6 milímetros: Podem ser eliminados sem tratamento específico, mas poderão causar cólica renal enquanto são expelidos;
  • Cálculos com mais de 6 milímetros e que não são de ácido úrico: Devem ser tratados com cirurgia.
Como é a cirurgia para pedra nos rins?

O tratamento cirúrgico para pedra nos rins também depende do tamanho dos cálculos renais. As principais formas de cirurgia são:

  • Litotripsia extracorpórea: Os cálculos são fragmentados por meio de um aparelho que gera ondas de choque, fragmentando as pedras em pequenos pedaços que são eliminados espontaneamente. O procedimento pode ser feito com sedação;
  • Nefrolitotripsia percutânea: Trata-se de uma punção direta no rim para chegar ao cálculo. Através desse "furo", são introduzidos aparelhos que fragmentam e removem a pedra;
  • Ureteroscopia flexível (ureterolitotripsia): Introduz-se um aparelho endoscópico muito fino e flexível pelo ureter, com o qual o médico pode fragmentar e retirar as pedras com pinças especiais.

Os cálculos renais com mais de 2 cm são eliminados com litotripsia extracorpórea e nefrolitotripsia percutânea.

Já as pedras nos rins com menos de 2 cm podem ser eliminadas com a litotripsia extracorpórea. Se o tratamento não resultar, é feita a nefrolitotripsia percutânea ou a ureteroscopia flexível.

Casos específicos em que os cálculos estão localizados em rins muito dilatados, também pode ser considerada como opção a remoção cirúrgica das pedras por laparoscopia (pielolitotomia laparoscópica).

Saiba mais em: Como é a cirurgia para pedra nos rins?

A indicação do melhor tratamento para os cálculos renais é da responsabilidade médico urologista.

Leia também:

Qual o tratamento para quem tem pedra nos rins?

Quais os sintomas para quem tem pedra nos rins?

Cálculo renal: como saber se tenho pedra nos rins?

O que causa pedra nos rins?

Pedra nos rins, dor na coluna e agora estou com medo...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Sim. Se tem pedra nos rins retire as pedras, se tem problema de coluna precisa tratar, e está também com um problema de ordem psicológica (não posso dar o diagnóstico pela internet) que também precisa de tratamento.

O rim pode deslocar, quais os sintomas e tratamento?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

O rim pode deslocar sim em traumas de grande impacto na região renal. Os sintomas basicamente se limitam a muita dor no local do rim e trajeto de vias urinárias (dorso e lateral do corpo na altura do cotovelo e eventualmente sangue na urina. O tratamento depende do tipo de lesão.

Importante: a maioria das dores que as pessoas acreditam serem oriundas dos rins são na verdade dores osteomusculares por causa de problemas de coluna, o que é o mais provável no caso da sua mãe, também.

O que causa pedra nos rins?

A principal causa de pedra nos rins é o aumento da concentração de cálcio, ácido úrico ou outros minerais na urina. Os cálculos renais muitas vezes se formam quando há pouca ingestão de água ou ocorre um aumento de minerais no organismo.

Mesmo quando os níveis dessas substâncias estão normais, pode haver formação de pedra nos rins se a urina estiver muito concentrada. Com um volume de urina baixo, não há líquido suficiente para dissolver os sais, que vão se acumulando no rim sob a forma de cristais até formarem a pedra.

Dentre as causas mais comuns de cálculo renal estão:

⇒ Pouca ingestão de água (menos de 1,5 litro por dia): É observada em mais da metade dos casos de pedra nos rins;

⇒ Aumento da concentração de cálcio no sangue: Doenças que alteram o metabolismo do cálcio, como hiperparatireoidismo e tumores ósseos podem aumentar a absorção óssea de cálcio, elevando a concentração sanguínea do mineral;

Aumento de ácido único no sangue: Pode ser a causa de até 20% dos casos de cálculo renal.

Leia também: Quais os sintomas do ácido úrico alto e baixo?

Para prevenir a formação de pedra nos rins, é muito importante manter uma ingestão adequada de água (cerca de 2 litros por dia). Uma boa forma de saber se o corpo está bem hidratado é observar a cor da urina. Se ela estiver muito amarela ou escura é sinal que falta água no corpo, enquanto que uma coloração bem clara indica uma hidratação adequada.

Também recomenda-se diminuir a ingestão de alimentos que podem provocar um aumento do acido úrico, como frutos do mar, aves, carne vermelha, bacon, miúdos e bebidas alcoólicas, principalmente cerveja.

A formação de pedra nos rins é observada sobretudo em pessoas que já possuem alguma predisposição genética ou que ingerem pouco líquido.

Saiba mais em:

Quais os sintomas para quem tem pedra nos rins?

Como eliminar pedras nos rins?

Qual o tratamento para quem tem pedra nos rins?

Como é a cirurgia para pedra nos rins?

Qual exame poderia fazer para saber o que eu tenho?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Os exames devem ser sempre direcionados para a verificação ou confirmação de suposições diagnósticas feitas pelo médico durante a consulta médica. Nem todas as situações precisam de exames, muitas vezes o tratamento funciona como uma forma de exame, é a chamada prova terapêutica. No seu caso uma anamnese dirigida e o exame físico podem ser suficientes para  médico chegar a uma conclusão. Procure um médico.