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Toda a grávida enjoa?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não. Nem toda grávida enjoa.

Os enjoos da gravidez iniciam em torno da 5ª e 6ª semana de gestação, ou seja, no segundo mês da gravidez. 

Enjoo com ou sem vômito é um dos sintomas mais comuns no início da gestação

O enjoo pode vir como sintoma isolado ou acompanhado de outros como aumento da sensibilidade nos seios, cansaço e aumento da frequência urinária. 

Nem toda grávida vai sentir enjoos nas primeiras semanas da gestação. 

Em geral, os enjoos começam no segundo mês da gestação, ficam mais intensos no 2º e 3º mês e, a partir do 4º e 5º mês há melhora significativa dos enjoos. Porém, isso é relativo e cada mulher pode sentir com maior ou menor intensidade. 

Algumas mulheres podem prolongar os enjoos para os outros meses da gestação. 

Os enjoos podem ser controlados e reduzidos com uso de algumas medicações, alimentos como gengibre, acupuntura, hipnose ou demais terapias. Converse sobre isso com o/a médico/a durante as consultas de pré-natal.  

Ânsia de vômito: o que pode ser e o que fazer?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Ânsia de vômito, também chamada de náusea ou enjoo, é uma sensação que caracteriza-se pela vontade de vomitar, independentemente de vir acompanhada ou não de vômitos. Algumas pessoas descrevem a ânsia de vômito como uma sensação de “estômago embrulhado”.

A ânsia de vômito pode ter várias causas, que podem incluir doenças do estômago, gravidez (geralmente causa ânsia de vômito pela manhã), quimioterapia, radioterapia, além de emoções fortes, como ansiedade, preocupação ou estresse intensos.

A ânsia de vômito também pode ser sintoma de problemas de saúde mais graves, como apendicite, obstrução intestinal, câncer, ingestão acidental de medicamentos ou veneno (especialmente em crianças) e úlceras no estômago ou no intestino.

Outras possíveis causas para náuseas com ou sem vômitos:

  • Alergias alimentares;
  • Gastroenterite;
  • Intoxicação alimentar;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Enxaqueca;
  • Tonturas;
  • Dor intensa.

Quando a pessoa está enjoada, normalmente não quer comer. Isso pode levar à perda de peso. Quando a náusea provoca vômitos intensos, pode causar desidratação.

O que fazer em caso de ânsia de vômito?

Quando a pessoa está com náusea, a primeira coisa que deve fazer é sentar-se e permanecer quieta. Ficar andando de um lado para outro pode piorar o enjoo. Se continuar com vontade de vomitar, tome um remédio para ânsia de vômito, como dimenidrinato (Dramin), entre outros, desde que não tenha nenhuma contra-indicação ao uso desses remédios. Os remédios para náusea geralmente começam a fazer efeito depois de 30 a 60 minutos.

Em caso de enjoo e vômito, recomenda-se aumentar a ingestão de água para prevenir a desidratação. Nesses casos, a recomendação é beber de 8 a 10 copos de água por dia, aos poucos. As bebidas isotônicas também são indicadas, pois ajudam a repor os sais minerais perdidos ao vomitar. Para casos graves de vômito, pode ser necessário receber soro por via intravenosa.

As refeições devem ser menores e mais frequentes. Ao invés de fazer 3 grandes refeições (café da manhã, almoço e jantar), uma pessoa com ânsia de vômito deve procurar fazer de 6 a 8 refeições pequenas ao longo do dia.

Os alimentos devem ser macios e de fácil digestão, como torradas, frango e peixe assado, batata, macarrão e arroz. Também são indicados alimentos que contenham bastante água, como sopas, picolés, geleia e gelatinas, sobretudo em casos de náusea e vômito.

Se estiver com vontade de vomitar ao comer ou sentir enjoo depois de comer, não deite após as refeições, mas permaneça na posição sentada.

Alguns alimentos e bebidas a evitar se estiver com ânsia de vômito:

  • Alimentos processados e gordurosos, bem como alimentos que contêm muito sal, como pães brancos, bolos, rosquinhas, salsichas, hambúrgueres, frituras, batatas fritas e alimentos enlatados;
  • Alimentos com odores fortes;
  • Bebidas com cafeína (café, chá mate, chá preto);
  • Bebidas alcoólicas;
  • Bebidas gaseificadas, como refrigerantes;
  • Alimentos picantes.

Procure atendimento médico se:

  • Tiver ânsia de vômito constante por mais de 48 horas;
  • Não conseguir reter nenhum alimento sólido ou líquido no estômago;
  • Vomitar 3 ou mais vezes por dia;
  • Sentir fraqueza;
  • Tiver febre;
  • A náusea vier acompanhada de dor no estômago ou dor abdominal intensa;
  • Não urinar por 8 horas ou mais.
  • Observar sangue ou material de cor marrom escura no vômito;
  • Tiver vômitos por mais de 24 horas;
  • Tiver dor de cabeça e rigidez de nuca (não conseguir encostar o queixo no peito).

Para maiores esclarecimentos, consulte um médico clínico geral ou médico de família.

Depois de passar muita raiva em uma discussão senti dor no pé, na barriga e enjoo, é normal?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Sim. É normal sentir enjoo, dores ou mal-estar após episódio de estresse. Isso também acontece quando passamos por situações de medo, angústia ou ansiedade.

Os sintomas que ocorrem após a raiva, irritabilidade ou estresse, são respostas do nosso corpo quando entende que estamos em situação de "perigo". Portanto, como forma de defesa, o nosso organismo aumenta a liberação de adrenalina e neurotransmissores, acelerando nosso metabolismo. Por um lado, a adrenalina e o aumento do metabolismo, nos ajudam se por exemplo precisarmos sair correndo ou emitir um grito, no entanto, também são responsáveis por outras sensações desagradáveis, como as que sentiu.

Os sintomas mais comuns relatados durante uma situação de estresse são:

  • Agitação;
  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Transpiração excessiva;
  • Esquecimentos;
  • Coceira, lesões de pele, vermelhidão;
  • Aumento de pressão arterial ou glicose;
  • Dor no peito;
  • "Bolo na garganta";
  • Náuseas e vômitos.

Contudo, se a pessoa sair da situação e o organismo se equilibrar, os sintomas desaparecem espontaneamente, o que não causa preocupação, apenas confirma reação normal do organismo.

O estresse é um diagnóstico de exclusão, ou seja, todas as doenças que causam risco de vida devem ser descartadas antes de confirmar esse diagnóstico, inclusive porque o estresse interfere diretamente e descompensa muitas doenças, como a hipertensão e o diabetes.

Por isso, se mesmo após término o da situação, os sintomas permanecerem, é importante procurar atendimento médico de emergência, para uma avaliação adequada.

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O que pode causar labirintite?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A labirintite pode ser causada por:

  • Ferimentos na cabeça;
  • Problemas no sistema interno do ouvido (depósito de cálcio);
  • Enxaqueca;
  • Uso de certas medicações;
  • Problemas cerebrais como derrame ou esclerose múltipla.

As possíveis causas da labirintite podem ser identificadas durante a consulta médica com o/a médico/a de família, clínico/a geral ou neurologista.

labirintite pode ser caracterizada por episódios de tonturas (sensação de perda de equilíbrio e queda), vertigens (sensação de que tudo ao redor está girando ou inclinando), náuseas, vômitos, perda de equilíbrio, zumbidos no ouvido e perda de audição.

Continue a leitura em:

Labirintite tem cura? Qual é o tratamento?

Tenho 15 anos e há 3 anos comecei a ter enjoo constante...
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

As causas de enjoo constante estão mais relacionadas a problema digestivos ou emocionais. Mas outras causas também devem ser investigadas, como problemas renais, alteração aguda de pressão arterial, distúrbios hormonais e para mulheres na fase reprodutiva da vida, também deve ser afastado gravidez.

Portanto, para definir a provável causa do seu enjoo, recomendamos procurar um médico clínico geral, ou gastroenterologista, por uma avaliação inicial, definição do problema e com isso planejamento adequado do seu tratamento.

Enjoo constante. O que pode ser?

As causas mais comuns de enjoo constante são a gastrite, refluxo gastroesofágico, duodenite e ansiedade.

Gastrite

A gastrite é uma inflamação que acomete a parede interna do estômago, podendo ser aguda ou crônica, levando a um quadro clínico variado. Na gastrite aguda, os sintomas são intensos e se iniciam abruptamente. Na gastrite crônica, os sintomas vão piorando gradativamente com o tempo.

Os sintomas da gastrite, além do enjoo, são dor em queimação "na boca do estômago", a chamada azia, sensação de empanzinamento, mau hálito, dor e desconforto abdominal.

Refluxo gastroesofágico

O refluxo gastroesofágico, como o nome diz, é o refluxo, ou retorno, de conteúdo alimentar gástrico para o esôfago, devido ao mau funcionamento da válvula que se localiza entre esses dois órgãos.

O conteúdo que reflui do estômago, contém o ácido gástrico produzido naquela região, entretanto, a mucosa do esôfago não é preparada para receber conteúdos ácidos, o que resulta em lesão da parede do órgão e com isso, os sintomas de enjoo, queimação e azia no peito, arrotos frequentes, tosse seca, dor e dificuldade em engolir, "bolo na garganta", pelos espasmos reflexos do esôfago e rouquidão.

Saiba mais sobre o refluxo gastroesofágico no artigo: O que é refluxo e quais os sintomas?

Duodenite

A duodenite é a inflamação no duodeno (porção inicial do intestino delgado), causada pelo excesso de ácido gástrico, infecções, uso crônico de anti-inflamatórios não esteroides e antibióticos, tabagismo, alcoolismo, verminoses, doenças intestinais crônicas ou mesmo por crises de estresse ou ansiedade.

Os sintomas mais frequentes são de enjoo, náuseas, falta de apetite, má digestão e sensação de empanzinamento. E o tratamento é definido caso a caso, não existe um único tratamento, mas devem ser seguidas orientações dietéticas, uso de medicamentos e apenas nos casos mais graves, intervenção cirúrgica.

Leia também: Duodenite tem cura? Qual o tratamento?

Ansiedade

Os transtornos de humor, como estresse e ansiedade, se caracterizam por sinais e sintomas físicos e mentais, incontroláveis, por pelo menos 6 meses consecutivos. Os sintomas físicos mais comuns são a agitação, fadiga, cansaço, tensão muscular, taquicardia, dores de cabeça, falta de ar, aumento da pressão arterial, distúrbios do sono, enjoo, náuseas, vômitos e diarreia.

Dentre os sintomas mentais destacam-se a angústia, irritabilidade, dificuldade de concentração, medo e preocupação excessiva.

Pode lhe interessar também: Quais os sintomas dos transtornos de ansiedade?

O médico gastroenterologista é o especialista para diagnosticar e tratar as alterações do trato gastrointestinal.

É possível se contaminar no primeiro contato sexual?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, é possível se contaminar com o vírus do HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis na primeira relação sexual, se não for usado preservativo. Seu namorado deve procurar um um médico de família ou um clínico geral caso ele apresente algum sintoma.

Pode ser que ele adquira o HPV mas não desenvolva nenhuma doença, já que muitas pessoas que são contaminadas pelo HPV não manifestam nenhum sintoma e permanecem com o vírus latente no organismo durante meses ou anos.

De qualquer forma, é importante que estejam atentos a possíveis sintomas como aparecimento de verrugas genitais. No caso da mulher é importante ainda realizar o rastreamento para câncer de colo de útero se já tiver 25 anos ou mais conforme o protocolo do ministério da saúde, converse com o seu médico de família ou ginecologista.

Quais são os sintomas de uma infecção do HPV?

O HPV pode não apresentar nenhuma manifestação clínica, mas quando apresenta sintomas uma das formas mais frequentes é através da presença de verrugas genitais. O HPV também pode ocasionar mudanças teciduais não visíveis, mas que podem levar a alterações celulares importantes que se evoluírem podem ocasionar câncer.

O rastreamento do câncer de colo de útero feito através do exame de papanicolau (colpocitologia oncótica), busca encontrar essas alterações celulares em estágio precoce de forma a evitar a progressão para câncer, por isso, é um rastreamento importante.

Usar camisinha protege do HPV?

O uso da camisinha é importante, pois é a única forma eficaz de proteger-se das infecções sexualmente transmissíveis, inclusive do HIV. No entanto, sabe-seque a camisinha não protege totalmente da infecção pelo HPV, já que o contato sexual com outras áreas que não são cobertas pelo preservativo podem transmitir o vírus.

Nesse sentido, o uso da camisinha feminina garante uma proteção maior, por cobrir uma maior parte da vulva feminina.

Para mais informações sobre o HPV e outras doenças sexualmente transmissíveis consulte o seu médico de família, clínico geral ou ginecologista.

7 sintomas diferentes de infarto em mulheres
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

O infarto em mulheres pode vir acompanhado de sintomas diferentes dos socialmente reconhecidos e padronizados. Elas podem apresentar sintomas leves como enjoos e cansaço excessivo que podem ser facilmente confundidos com um mal-estar passageiro ou gripe.

Sinais de infarto em mulheres

É comum que as mulheres apresentem sintomas que não são característicos do infarto. Estes sintomas são chamados de sintomas atípicos.

1. Cansaço excessivo sem causa aparente

Fadiga excessiva ou fraqueza sem um motivo aparente pode ser um sinal de ataque cardíaco em mulheres. Observe se mesmo após um período de descanso, o cansaço permanece. É importante também observar se você está acostumada a caminhar diariamente e, de repente, se sente cansada ao caminhar poucos metros.

O cansaço excessivo sem uma causa que justifique, pode ser um sinal de má circulação e oxigenação insuficiente, podendo indicar o início de um infarto.

2. Dor no queixo, dentes e/ou mandíbula

As mulheres que estão infartando podem apresentar dor no queixo, dentes e/ou mandíbula sem sentir a dor em aperto no peito, tão conhecida. Por este motivo, fique atenta se você sente dor nestas regiões e não apresenta inflamações ou problemas dentários, pode ser um sinal de infarto.

A causa pela qual isto acontece ainda não está esclarecida, mas parece ter relação com a inervação próxima dessas regiões.

3. Sensação de desconforto na garganta

A sensação de algo preso, "bolo na garganta" ou dificuldade de respirar, também são sintomas inespecíficos e atípicos que podem ser sinal de infarto do coração no caso das mulheres.

4. Falta de ar

A falta de ar pode ser um sinal de infarto em mulheres e, por nem sempre vir acompanhada de dor no peito, pode ser confundida com outras doenças. Entretanto, a falta de ar é um sintoma de que o coração pode não estar funcionando adequadamente e, por este motivo, afetar o bom funcionamento dos pulmões.

5. Batimentos cardíacos irregulares

Os batimentos cardíacos irregulares ou arritmias são frequentes nos infartos que acometem mulheres. Neste caso, o coração começa a bater mais rápido causando as palpitações sem dor no peito ou qualquer outro motivo aparente.

6. Dor na barriga e enjoos

A dor abdominal que acontece nos infartos frequentemente começa no estômago com uma sensação de queimação, azia ou peso. Os enjoos também podem ocorrer.

Estes sintomas, no entanto, nem sempre são associados ao infarto cardíaco, sendo tratados como um problema digestivo simples, retardando o inicio do tratamento correto.

7. Dor nas costas

Mulheres que estão infartando podem sentir uma dor em pontada muito forte na costas que pode ser localizada ou irradiar-se por toda a região. Esta dor é muito confundida com um mau jeito nas costas, especialmente, porque não vem acompanhada de dor no peito.

Diferenças no infarto entre mulheres e homens

A principal diferença nos sintomas de infarto entre homens e mulheres é que nas mulheres, frequentemente, a dor no peito não está presente e, além disso, apresentam os sintomas atípicos: cansaço excessivo sem causa aparente, dor no queixo, falta de ar, dor abdominal, batimentos cardíacos irregulares e dor nas costas.

Por motivos ainda não esclarecidos, os sintomas de infarto em mulheres são mais difíceis de se identificar como infarto. Por esta razão, o tratamento demora mais a ser iniciado e as mulheres podem apresentar maior risco de morte.

Os sintomas clássicos de infarto, bastante característicos nos homens e que também ocorrem em mulheres são: dor em aperto no peito que irradia para as costas, maxilar e braço esquerdo. A dor no peito não cessa com o repouso e pode vir acompanhada de falta de ar, cansaço e desconforto no estômago.

Se você perceber qualquer um deste sintomas, procure um pronto-socorro o mais rápido possível.

Como saber se estou tendo um infarto?

Alguns passos são importantes para identificar um infarto.

Passo 1: se você apresenta sintomas típicos ou atípicos de infarto que duram mais de 20 minutos

Sintomas atípicos de infarto (em mulheres):

  • Cansaço excessivo sem causa aparente
  • Dor no queixo
  • Falta de ar
  • Dor abdominal
  • Batimentos cardíacos irregulares
  • Dor nas costas

Estes sintomas podem começar repentinamente sem qualquer esforço, estresse emocional ou mesmo quando a mulher se encontra em repouso.

Sintomas clássicos de infarto:
  • Dor em aperto no peito que irradia para as costas, maxilar e braço esquerdo
  • Dor no peito que não cessa com o repouso e que pode vir acompanhada de falta de ar, cansaço e mal-estar no estômago

No caso de você identificar estes sintomas, dirija-se rapidamente ao serviço de emergência.

Passo 2: você pertence a algum grupo de risco para doenças do coração?

Antes de qualquer coisa, é necessário avaliar se você está no grupo de risco para as doenças cardíacas. Neste grupo estão:

  • Diabéticas
  • Pessoas com pressão alta
  • Portadoras de colesterol elevado
  • Fumantes
  • Sedentárias
  • Obesas
  • Pessoas com elevado nível de estresse

Estas características aumentam o risco para o desenvolvimento do infarto. Se você se enquadra em um ou mais grupos de risco, é importante o acompanhamento em consultas periódicas anuais com um cardiologista ou médico de família.

Infarto silencioso em mulheres

As mulheres podem ainda sofrer infarto sem sentir sintoma algum, chamado de infarto silencioso. Para evitar estes casos, é importante efetuar uma consulta clínica anual com o médico de família para avaliar os fatores de risco e realizar exames de rotina caso haja indicação. Dessa forma, você poderá identificar o risco de infarto e preveni-lo da maneira indicada pelo médico.

Ao sentir qualquer sintoma de infarto, especialmente, se você tiver pressão elevada, for diabética, tiver colesterol elevado ou história familiar de infarto, procure um pronto-socorro.

Iniciar rapidamente o tratamento aumenta as chances de sobreviver ao infarto.

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