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Estética, Beleza e Saúde

Como funciona a dieta do HCG?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A dieta do HCG consiste em: aplicações de injeções do hormônio HCG associadas a uma dieta com pouquíssimas calorias (cerca de 500 Kcal/dia).

O programa completo da dieta dura 26 dias, com 3 injeções diárias de HCG.

Nos 2 primeiros dias não existe restrição alimentar. A partir do 3º dia de tratamento, a dieta começa, com apenas 500 calorias por dia. Açúcar e carboidratos (pães, massas, arroz, batata) estão proibidos.

O que é o HCG e como ele atua na dieta?

O HCG (sigla em inglês para Gonadotrofina Coriônica Humana) é um hormônio produzido pelo corpo durante a gravidez. Sua principal função é a manutenção da gravidez nos primeiros meses de gestação.

A forma sintética do hormônio HCG é aprovada pela ANVISA para ser utilizada no tratamento da infertilidade e não para emagrecer.

Segundo os médicos que utilizam a dieta do HCG, a substância "engana" o organismo, que começa a funcionar como se a mulher estivesse grávida.

Assim, o corpo começa a queimar gordura, principalmente nos locais onde ela se acumula mais, como barriga, braços e coxas, preservando a massa magra (músculos).

Outra justificativa para o uso do hormônio seria de combater a fome e manter o suprimento de nutrientes para o corpo, de maneira que a pessoa não se sinta fraca.

A dieta do HCG funciona?

Não existe comprovação científica. A dieta do HCG parece funcionar porque qualquer adulto que tenha uma dieta com apenas 500 calorias por dia irá emagrecer. Porém, se a participação do hormônio potencializa essa perda, ainda não foi comprovado. Na realidade, as evidências indicam que o HCG não tem nenhum efeito no emagrecimento, que toda a perda de peso é devida à restrição calórica.

Isso significa que a pessoa pode estar emagrecendo apenas devido à dieta pobre em calorias e não pelas injeções de HCG.

Além disso, uma restrição alimentar tão severa fará com que o corpo utilize as proteínas dos músculos e até órgãos, o que é contraindicado e pode trazer riscos para a saúde, embora os defensores do método garantam que o hormônio preserve a massa magra.

Mesmo assim, ainda que a dieta funcione, o emagrecimento rápido não permite que a pessoa crie novos hábitos alimentares para manter o peso perdido a longo prazo.

A melhor e mais indicada dieta para emagrecer é aquela que promove uma reeducação alimentar, baseada numa dieta balanceada associada à atividade física.

Quais são os riscos da dieta do HCG?

O uso do hormônio HCG aumenta os riscos de formação de coágulos, depressão, infertilidade, queda de cabelo, enfraquecimento de unhas, além de influenciar os níveis dos hormônios sexuais tanto no homem como na mulher.

As alterações hormonais causadas pelo uso do HCG também podem trazer complicações, como: irregularidade dos ciclos menstruais, sangramento vaginal, aumento das mamas, cistos no ovário, dor nas mamas, baixa produção de esperma e infertilidade (homens), além de aumentar o risco de câncer de mama a longo prazo.

Os riscos da dieta do HCG não estão apenas relacionados com o uso do hormônio. A própria dieta em si é muito pobre em calorias (cerca de 500 Kcal/dia) o que também causa vários efeitos colaterais, como fraqueza, cansaço, tontura, dor de cabeça e irritabilidade.

É importante ressaltar que a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) não reconhecem a eficácia do método e consideram a dieta do HCG como perigosa e pode inclusive trazer sérias consequências ao paciente.

Para maiores esclarecimentos, consulte um/a médico/a endocrinologista.

Leia também: A dieta do HCG faz mal à saúde? Quais os riscos?

Quais os efeitos dos anabolizantes no corpo humano?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

O uso indevido dos anabolizantes pode acarretar inúmeros efeitos, como:

  • redução da produção de esperma;
  • impotência;
  • dificuldade ou dor para urinar;
  • calvície (queda dos cabelos);
  • crescimento irreversível das mamas em homens (ginecomastia);
  • aparecimento de sinais masculinos em mulheres, como engrossamento da voz, crescimento excessivo de pelos no corpo e na face (barba), perda de cabelo, diminuição dos seios;
  • finalizar, prematuramente, o crescimento, levando à baixa estatura;
  • aparecimento de tumores (câncer) no fígado;
  • alteração da coagulação do sangue;
  • alteração no colesterol;
  • pressão alta;
  • infarto do miocárdio (cardíaco);
  • acne (espinhas);
  • oleosidade do cabelo;
  • aumento da agressividade e irritabilidade;
  • infecção pelo HIV, hepatite B e C, se for feito uso do anabolizante injetável, sem técnica estéril.

Na tentativa totalmente errônea de prevenir o aparecimento de efeitos indesejáveis, alguns usuários tomam medicamentos anti-hipertensivos e também medicamentos anti-câncer.

Usuários de anabolizantes podem ficar dependentes dessas drogas, o que pode ser observado em pessoas que continuam tomando anabolizantes mesmo após terem tido consequências causadas pelos mesmos, como problemas físicos, nervosismo, irritabilidade, efeitos negativos nos seus relacionamentos sociais e pessoais. 

Além disso, essas pessoas gastam grandes quantias de dinheiro e tempo para conseguir a droga e, quando deixam de usá-la, apresentam diversos sintomas desagradáveis.

Para quem já vem consumindo altas doses de anabolizantes há muito tempo e apresentam sintomas de dependência, nem sempre é fácil deixar de usar. Quando interrompem o uso, podem sentir fadiga, falta de apetite, insônia, diminuição da libido e ainda muita vontade de continuar usando anabolizantes.

O sintoma mais perigoso que pode surgir ao deixar de usar anabolizantes é a depressão, que pode levar à tentativa de suicídio, em casos extremos. Nesses casos é necessária a ajuda de um profissional para parar de usar anabolizantes, idealmente um médico psiquiatra.

Se você faz uso destas substâncias, deve procurar um médico psiquiatra ou endocrinologista para interromper o uso.

Estou com muita queda de cabelos, o que eu faço?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A queda de cabelos, pode ter causas variadas, e o tratamento vai depender da sua causa.

Entre as mais comuns estão: fator genético, ansiedade, estresse, distúrbios hormonais, medicamentos, entre outros. Acometem tanto homens quanto mulheres.

Seja qual for a causa, precisam de orientação e tratamento médico, e quanto mais cedo for iniciado, melhor será o resultado.

Os tratamentos médicos indicados podem ser:

  • Correção de distúrbios hormonais
  • Medicamentos tópicos (soluções de minoxidil e 17 alfa estradiol)
  • Medicamentos orais (finasterida, antiandrógenos sistêmicos, como ciproterona e espironolactona)
  • Lasers que podem estimular o crescimento dos fios
  • Transplante de cabelo, nos casos mais acentuados
  • Tratamento para transtornos de ansiedade ou sintomas psicológicos.

A alimentação também tem papel importante no tratamento da queda de cabelo. O consumo de frutas, verduras, proteínas e ferro é essencial para garantir o nascimento e o crescimento dos fios de cabelo.

Evitar o uso abusivo de produtos químicos, como alisamentos e tinturas à base de amônia, pois danificam os fios, deixando-os frágeis e quebradiços, o que acentua a queda de cabelos.

Ter um estilo de vida saudável, com uma alimentação balanceada, ajuda a evitar a queda de cabelos. O uso de suplementos também auxilia na prevenção da perda excessiva de cabelos.

Realizar atividade física de forma regular, ou acompanhamento psicológico, quando for necessário, auxilia tanto o equilíbrio hormonal quanto mental, favorecendo no tratamento.

Lavar os cabelos todos os dias não faz o cabelo cair. Contudo, a temperatura do secador não deve ser muito alta e deve-se mantê-lo a uma distância de pelo menos 30 centímetros do cabelo. Também deve-se evitar puxar muito o cabelo na hora de secá-lo.

As pinturas no cabelo não devem ser feitas mais de uma vez por mês e aconselha-se evitar pintar os cabelos no mesmo dia de realizar outro tratamento danoso ao cabelo, como alisamento.

É importante lembrar que a calvície deve ser tratada com profissional especializado, receitas caseiras e xampus fortificantes não são capazes de resolver o problema.

Vale lembrar que a queda de cabelo nem sempre é sinal de doença. É normal perder por dia cerca de 100 fios de cabelo. Ainda, algumas situações causam a queda de cabelo, sem que signifique uma doença, como estações do ano ou durante a amamentação.

Tipos de queda de cabelo

A maior parte das doenças que causa queda de cabelo afetam o fio de duas formas principais:

Interferência no ciclo do folículo piloso (fio de cabelo)

Mudança de estação (Verão-Outono), má alimentação, cirurgias e uso de alguns medicamentos podem interferir no ciclo do cabelo e causar uma queda maior de fios. Se a queda de cabelos for muito intensa, pode-se notar a presença de menos cabelo no couro cabeludo.

Lesão da porção do folículo piloso responsável pela sua regeneração

Existem diversas doenças inflamatórias que atingem o couro cabeludo e podem causar queda de cabelo. Mesmo na calvície, a queda de cabelos é provocada por processos inflamatórios associados a fatores genéticos. Como resultado, as células que regeneram o fio de cabelo morrem, deixando os cabelos mais finos e frágeis.

Saiba mais em: O que é alopecia?

É possível prevenir a queda de cabelo?

Se a causa da queda de cabelos for a alopecia androgenética, não há como prevenir, já que se trata de um problema genético. Para outras situações, alguns cuidados podem ajudar a diminuir a queda de cabelo.

Portanto, na observação de queda de cabelo, procure um/a médico/a dermatologista para que seja avaliado as características e as prováveis causas do problema.

Leia também:

Queda de cabelo feminino, o que pode ser? Como tratar?

Quais os problemas que causam queda de cabelo?

Para fazer preventivo é preciso depilar?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não é preciso se depilar para fazer o preventivo.

Durante o exame preventivo, o/a profissional de saúde realiza coleta de secreção do colo do útero e do interior da vagina. Ou seja, ele/ela coloca um especulo dentro da vagina da mulher para realizar a retirada do material. Não há necessidade de retirar os pelos pubianos pois o especulo entrará pelo introito vaginal e os pelos não atrapalharão no procedimento.

Após análise laboratorial, é possível avaliar as características das células dessa região, bem como a presença de algum micro-organismo agressor.

O exame preventivo é hoje o principal exame para detecção precoce do câncer do colo do útero.

Leia também:

Como é feito o exame preventivo feminino?

A mulher pode ir para o exame sem realizar nenhuma depilação.

O exame preventivo pode ser feito gratuitamente nas Unidades de Saúde da Família (USF) e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) pelas/os profissionais de saúde da Medicina e Enfermagem.

Norestin engorda e dá acne? Quais os efeitos secundários?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Norestin é uma medicação anticoncepcional que contém apenas progesterona. Como efeito colateral, é possível haver um aumento de peso e aparecimento de acne.

Toda medicação está propensa a apresentar efeitos secundários. No momento da escolha, eles devem ser ponderados com os efeitos benéficos para decidir se vale a pena ser utilizado.

O Norestin apresenta como efeitos secundários mais comuns ( ≥1%):

  • Aumento do fluxo menstrual;
  • Náusea e vômito;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Sensibilidade nas mamas;
  • Cansaço;
  • Ausência de menstruação (amenorreia).

Os efeitos secundários menos comuns são (<1%):

  • Acne;
  • Depressão;
  • Secreção vaginal;
  • Edema;
  • Nervosismo.

O Norestin pode ser usado por mulheres em aleitamento materno.

Caso você observe muitos efeitos colaterais indesejáveis com o uso desse anticoncepcional, converse com seu/sua médico/a para avaliar uma possível troca de medicação ou para lhe aconselhar formas de adaptação aos efeitos secundários.

O que é anorexia e quais as suas causas?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A anorexia nervosa é um transtorno alimentar que caracteriza-se pela distorção da autoimagem, pelo intenso medo de engordar e pela preocupação excessiva com o peso.

A pessoa com anorexia olha-se ao espelho e vê-se gorda, mesmo que esteja com o peso ideal ou muito magra, o que a leva a fazer dietas extremas, jejuns prolongados, exercícios físicos extenuantes e até tomar laxantes e diuréticos para não "ganhar mais peso".

A anorexia nervosa pode causar desnutrição grave, afetando todos os principais órgãos do corpo. As complicações mais preocupantes estão relacionadas ao coração, aos líquidos corporais e aos sais minerais sódio, potássio e cloro.

Nesses casos, o coração enfraquece e bombeia menos sangue para o resto do corpo. Pode haver desidratação e desmaios. O sangue pode tornar-se ácido e os níveis de potássio no sangue podem baixar. O uso de laxantes ou diuréticos ou ainda os vômitos, podem agravar o quadro. Nos casos mais graves, pode haver morte súbita devido à ocorrência de arritmias cardíacas.

Quais as causas da anorexia?

A anorexia nervosa não tem uma causa específica. Muitas vezes ocorre em pessoas muito perfeccionistas, inflexíveis, ansiosas, depressivas, com tendências suicidas e que têm comportamentos obsessivos.

Contudo, o desenvolvimento desse transtorno alimentar pode estar associado a diversos fatores, tais como predisposição genética, imposições de padrões de beleza que enaltecem a magreza, transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e ainda abusos sofridos durante a infância.

Quais os sintomas da anorexia?

Um dos principais sinais da anorexia nervosa é a magreza exagerada que esses indivíduos normalmente apresentam. Em alguns casos, podem chegar à desnutrição severa e desenvolver transtornos psiquiátricos e alimentares, como a bulimia, por exemplo.

Indivíduos com anorexia apresentam emagrecimento rápido e acentuado, alimentam-se pouco, evitam comer com outras pessoas, são muito magros mas têm muito medo de engordar, além de terem uma visão distorcida da autoimagem, vendo-se gordos mesmo estando magros e recusando-se em assumir o emagrecimento extremo.

É comum essas pessoas praticarem muito exercício físico, podendo ainda recorrer ao uso de medicamentos laxantes e diuréticos.

Nas mulheres, que são as mais afetadas pela anorexia nervosa, sobretudo na adolescência, pode haver ausência de menstruação durante vários ciclos, além de diminuição da libido e perda das características femininas.

Nos homens, a anorexia pode causar ainda disfunção erétil e atraso na maturidade reprodutiva.

Qual é o tratamento para anorexia?

O tratamento da anorexia nervosa é feito com a recuperação do peso corporal, psicoterapia e medicamentos para controlar a ansiedade, a depressão e as atitudes compulsivas.

Se o emagrecimento ocorreu muito depressa ou for muito intenso, é fundamental recuperar o peso corporal. Nesses casos, a fase inicial do tratamento normalmente é feita em ambiente hospitalar. Nos quadros mais extremos, a pessoa é alimentada por via endovenosa ou através de uma sonda que vai do nariz ao estômago.

Após a recuperação do estado nutricional, tem início a segunda fase do tratamento da anorexia, que baseia-se sobretudo na psicoterapia. O tratamento pode incluir ainda terapia familiar e medicamentos psiquiátricos para ansiedade, depressão e compulsão.

A anorexia nervosa tem cura em cerca de 50% dos casos. Muitas pessoas com anorexia melhoram temporariamente e depois têm recaídas. Em alguns casos, a pessoa desenvolve uma forma crônica de anorexia. Prever como cada caso vai evoluir é muito difícil.

O tratamento da anorexia nervosa é feito com acompanhamento médico (psiquiatra, endocrinologista), nutricional e psicológico. É muito importante que toda a família esteja envolvida no processo.

A anorexia nervosa pode trazer várias complicações para a saúde, por isso, caso você esteja nessa situação, procure o/a clínico/a geral ou médico/a de família para maiores avaliações.

Também pode lhe interessar: Como é o tratamento para transtornos alimentares?

Sou muito magra como faço pra engordar?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Eu acho difícil você encontrar algo que faça você realmente ganhar peso como você gostaria; exercícios físicos podem te ajudar aumentando a massa muscular e por consequência o peso. Continue comendo bem, preferencialmente alimentos saudáveis. Geralmente mulheres magras iguais a você apenas ganham um pouco de peso após o primeiro filho (talvez não seja uma opção viável para você agora).

O que é lipodistrofia e quais os sintomas?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Lipodistrofia é um conjunto de alterações que ocorrem na distribuição da gordura subcutânea, que está abaixo da pele, causada por problemas no metabolismo. A lipodistrofia pode ocorrer sobretudo em pessoas com diabetes ou que fazem tratamento com antirretrovirais para o HIV.

Os sinais e sintomas da lipodistrofia caracterizam-se por alterações na redistribuição da gordura corporal, que podem se manifestar das seguintes formas:

  • Lipoatrofia: Diminuição da gordura em braços, pernas, rosto e nádegas, o que pode deixar os músculos e as veias de pernas e braços bem visíveis;
  • Lipo-hipertrofia: Concentração excessiva de gordura em determinados locais, como: abdômen, nuca, região dorsal (entre os ombros), tórax, ao redor do pescoço e região pubiana. Leva ainda ao crescimento das mamas nos homens e aumento das mesmas nas mulheres.

A lipodistrofia também pode se manifestar de forma mista, com associação de lipoatrofia e lipo-hipertrofia.

Nas mulheres, a lipoatrofia leva à perda de gordura no quadril e pernas e deixa os braços com as veias mais proeminentes. Quando há acúmulo de gordura (lipo-hipertrofia), o aumento das mamas e o aparecimento de giba (corcova) são muito frequentes.

Nos homens, a gordura acumula-se principalmente no abdômen, que fica mais consistente e estufado.

Além das alterações na distribuição da gordura corporal, a lipodistrofia também pode aumentar os níveis de triglicérides, colesterol e açúcar no sangue.

O tratamento da lipodistrofia inclui procedimentos estéticos e realização de atividade física. A prática de exercícios físicos, aliada a uma alimentação saudável, previne e melhora a lipodistrofia.

Leia também: Lipodistrofia tem cura? Qual o tratamento?