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5 alimentos que quem tem gastrite deve comer

Os alimentos indicados para quem tem gastrite servem para aliviar ou evitar a piora dos sintomas da gastrite, principalmente a dor. Esses alimentos ajudam a proteger a mucosa gástrica, facilitar a cicatrização, evitar o agravamento das lesões e favorecer o funcionamento do estômago.

Pães

O pão protege a mucosa do estômago e atua como uma esponja, absorvendo parte do suco gástrico que poderia agravar os sintomas da gastrite.

Frutas

Quem tem gastrite deveria comer entre 2 e 4 frutas por dia. Maçã, banana, pera, mamão e melão estão entre as mais indicadas. Frutas ácidas como laranja, abacaxi, kiwi, morango e limão podem irritar a parede do estômago, dependendo da tolerância de cada um.

Hortaliças

Todas são indicadas, especialmente brócolis, couve, couve-flor e couve de Bruxelas, pois possuem uma substância capaz de combater a bactéria Helicobacter pylori, uma das principais causas de gastrite. Contudo, esses vegetais podem provocar gases e gerar algum desconforto em algumas pessoas.

Gengibre

O gengibre tem ação anti-inflamatória, reduzindo assim a dor, a queimação e as náuseas. Além disso, possui propriedades antissépticas e bactericidas que eliminam a Helicobacter pylori.

Para isso, o gengibre deve ser consumido cru. Basta cortar um pedaço de 2 cm de gengibre, descascar e mastigá-lo puro ou misturar na comida. Se preferir, pode optar pelo chá de gengibre.

Batata

O suco de batata crua ajuda a proteger o estômago dos sintomas da gastrite, diminuindo a acidez, a queimação, a dor e a azia. O suco pode ser obtido espremendo uma batata grande ralada com um pano ou contra um coador bem fino. Lembrando que o suco deve ser bebido puro.

Outros alimentos indicados para quem tem gastrite:

  • Cereais, arroz e massas;
  • Caldo de leguminosas, como feijão, grão-de-bico, ervilha, lentilha;
  • Carnes magras, frango sem pele, peixes, ovo cozido;
  • Gelatina, manjar, frutas cozidas;
  • Chá de hortelã.

Leia também: Quem tem gastrite deve evitar comer o quê?

Recomendações para quem tem gastrite

Pessoas com gastrite devem se alimentar várias vezes ao dia e diminuir as doses nas refeições. O ideal é fazer entre 5 e 6 refeições por dia (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar, ceia) e não ficar mais de 3 horas sem comer nada. Assim, o estômago não fica vazio por muito tempo e os alimentos vão reagindo com o ácido estomacal ao longo do dia, prevenindo o agravamento da inflamação.

Também é importante comer devagar, com calma, em ambientes tranquilos e mastigar bem os alimentos, evitando comer e beber durante as refeições.

O médico gastroenterologista poderá esclarecer eventuais dúvidas e orientar quanto à alimentação mais adequada.

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Que alimentos ajudam a baixar a pressão alta?

Alguns alimentos que ajudam a baixar a pressão alta e podem contribuir para o controle da hipertensão arterial são:

  • Soja: Possui isoflavona, um fito-hormônio que relaxa os vasos sanguíneos e ajuda a baixar a pressão alta. Pode ser consumida sob a forma de tofu e proteína de soja;
  • Farelo de Trigo: Contém magnésio, zinco e vitaminas do complexo B, nutrientes que promovem uma vasodilatação das artérias e ajudam, assim, a baixar a pressão;
  • Semente de Abóbora: É rica em potássio, um mineral que contribui para uma melhoria da elasticidade das artérias. As sementes de abóbora também potencializam a ação dos remédios para pressão alta;
  • Melancia: Possui L-citrulina, uma substância que estimula a formação de óxido nítrico, um gás que dilata os vasos sanguíneos e por isso ajuda a baixar a pressão arterial;
  • Banana: Assim como a semente de abóbora, é rica em potássio, que melhora a elasticidade das artérias, baixando a pressão.

Além de uma alimentação adequada, com pouca ingestão de sal, o tratamento da hipertensão arterial inclui também perder peso (quando necessário), praticar atividades físicas regulares, não fumar e diminuir o consumo de bebidas alcoólicas. Todo o tratamento deve ser acompanhado pelo médico cardiologista.

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Quais alimentos uma pessoa que tem ácido úrico pode comer?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Todos menos os que não pode comer. Alimentos que causam aumento do ácido úrico: alimentos ricos em proteínas (carnes, leite e ovos) devem ser comidos em pequena quantidade e deve evitar comer alimentos ricos em gorduras e alimentos fritos (frango frito é o pior de todos.).

10 alimentos que vão ajudar a baixar o colesterol

Os alimentos que ajudam a baixar o colesterol são aqueles ricos em fibras, pobres em gordura animal e também os que aumentam o colesterol HDL, também conhecido como bom colesterol. As fibras são importantes para diminuir a absorção de gorduras pelo intestino, podendo reduzir o colesterol em até 15%. As gorduras de origem animal são fontes de colesterol, pelo que devem ser evitadas. Já o colesterol HDL remove o excesso de colesterol ruim (LDL) do sangue, daí ser importante ter níveis elevados de bom colestrol.  

Conheça 10 alimentos que podem ser incluídos na dieta para ajudar a baixar as taxas de colesterol sanguíneo:

Aveia

Contém fibras que ajudam a baixar o LDL ("mau") colesterol. A aveia pode ser misturada com frutas, iogurte (desnatado) ou utilizada para fazer pães.

Frutas

São uma fonte natural de fibras e devem ser consumidas com casca, sempre que possível. Dentre as mais indicadas para baixar o colesterol estão maçã, laranja, tangerina, goiaba, mamão, pêssego, pera e ameixa.

Hortaliças

Verduras e legumes são alimentos que devem ser consumidos todos os dias por quem tem colesterol alto, também por serem ricos em fibras.

Leguminosas

Feijão, grão-de-bico, lentilha e ervilha são excelentes fontes de fibras e devem fazer parte da dieta diária.

Sementes de Linhaça

Possui ômega 3 e 6, que aumentam o HDL ("bom") colesterol. O ideal é que as sementes de linhaça sejam trituradas no liquidificador antes de serem consumidas. 

Sardinha

Sardinha, atum, salmão, arenque, são peixes ricos em ácidos graxos ômega 3, que elevam os níveis sanguíneos do bom colesterol. 

Azeite de oliva

Possui gorduras monoinsaturadas, que aumentam o colesterol HDL. Lembrando que o azeite deve ser utilizado "cru", seja para temperar saladas ou diretamente sobre os alimentos depois de preparados. Frituras, mesmo feitas com azeite de oliva, são prejudiciais para o colesterol.

Oleaginosas

Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs e pistache são fontes de gorduras vegetais monoinsaturadas, ou seja, gorduras saudáveis que elevam o bom colesterol e ajudam a baixar o mau. Esses alimentos devem ser consumidos com moderação devido ao alto teor calórico dos mesmos.

Soja

Contém fitosterol e ácido linolênico, substâncias que podem baixar o colesterol. Uma das melhores formas de consumir soja e usufruir dos seus benefícios é através do consumo de proteína de soja.

Abacate

Também é fonte de gorduras monoinsaturadas e pode aumentar o HDL colesterol e baixar o LDL. Por ser rico em gorduras, o abacate é bastante calórico e o seu consumo deve ser moderado.

Apesar desses alimentos auxiliarem o tratamento para baixar o colesterol, eles não dispensam de forma alguma o medicamentos prescritos pelo médico.

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5 alimentos que ajudam a controlar a diabetes

Os alimentos que ajudam a controlar o diabetes são principalmente aqueles ricos em fibras e os que têm baixo índice glicêmico. As fibras são muito importantes na alimentação dos diabéticos, pois ajudam a diminuir e retardar a absorção do açúcar pelo corpo. Já os alimentos com baixo índice glicêmico são digeridos e absorvidos lentamente, por isso liberam o açúcar aos poucos na corrente sanguínea, sem provocar picos na glicemia sanguínea, o que é ideal para quem tem diabetes.

Aveia

A aveia possui fibras solúveis, como a beta-glucano, que favorece a digestão e reduz a absorção de açúcar, impedindo picos dos níveis de glicose e insulina no sangue.

Farinha de Maracujá

A casca do maracujá, da qual é feita a farinha, é uma boa fonte de pectina, outra fibra solúvel que retém água e forma um gel viscoso no estômago. Esse gel atrai depois o açúcar, retardando assim o tempo de absorção desses carboidratos pelo intestino. Tem, portanto, ação hipoglicemiante, melhorando à intolerância à glicose nos diabéticos e prevenindo picos de glicose e insulina sanguíneos.

Amêndoas

Amêndoas, castanhas, avelãs e nozes podem produzir um aumento da sensibilidade à insulina através de uma cascata de reações químicas que no fim aumenta a captação de glicose pelo corpo, ajudando assim a melhorar o metabolismo dos açúcares. Essa propriedade provavelmente é devida às altas quantidades de cromo e zinco presentes nesses alimentos.

Feijão

O feijão é um excelente alimento para quem tem diabetes pois possui carboidratos complexos que lhe conferem um baixo índice glicêmico (IG), além de ter fibras, duas propriedades que ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue.

Farinha de banana verde

Possui fibras e tem baixo índice glicêmico devido ao amido resistente, o que significa que é digerida e absorvida lentamente, diminuindo assim a liberação de insulina.

Apesar de todos esses alimentos contribuírem para o controle do diabetes, eles devem fazer parte de uma dieta equilibrada e não dispensam de forma alguma os medicamentos prescritos pelo médico endocrinologista.

A dieta para quem tem diabetes tem como objetivo manter os níveis de açúcar no sangue dentro dos limites desejáveis. O plano alimentar deve ser individualizado e cuidadosamente elaborado por um nutricionista, conforme o estilo de vida, tipo de trabalho, hábitos alimentares, uso de medicamentos e o tipo de Diabetes do paciente.

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Que cuidados com a alimentação deve ter uma pessoa diabética?

Que alimentos são indicados para quem tem anemia?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

A causa mais comum de anemia na população é a deficiência de ferro (anemia ferropriva) e os alimentos que são fonte de ferro estão listados a seguir. O ferro está presente em alimentos de origem animal, nos quais está numa forma que é mais aproveitada pelo homem, e de origem vegetal.

  • Fígado de boi;
  • Peixe;
  • Gema de ovo;
  • Feijão;
  • Lentilha e ervilha ;
  • Beterraba;
  • Folhas escuras (Brócolis, espinafre, couve e agrião).

É importante frisar que, uma vez estabelecida a anemia ferropriva, ou seja, se houver queda da hemoglobina sérica, é necessária a reposição com medicamentos, sendo o sulfato ferroso a forma mais comum, disponível nas unidades básicas de saúde, por período de seis meses no mínimo. Outro fato importante é que há certos alimentos, como as frutas cítricas e aqueles  ricos em vitamina C, que aumentam o aproveitamento do ferro ingerido pelo organismo. Por outro lado, há alimentos que diminuem esse aproveitamento, como leite e chá preto, chá mate, que devem ser evitados de serem consumidos junto ao sulfato ferroso ou ao alimento fonte de ferro. É importante que o médico avalie a causa da anemia ferropriva. Nas crianças mais novas e nas mulheres que menstruam é comum a ocorrência de anemia ferropriva, porém cada caso deve ser avaliado em particular, para afastar que esteja ocorrendo sangramento ou dificuldade na absorção do ferro ingerido.

Há outras deficiências de elementos que podem causar anemia, como a deficiência de vitamina B12 e de ácido fólico (anemia megaloblástica). Alimentos que são fontes de vitamina B12 são:

  • Peixes;
  • Carnes;
  • Ovos;
  • Queijo;
  • Leite.

Os alimentos que são fontes de ácido fólico estão listados abaixo:

  • Feijão;
  • Laranja (200 ml de suco = 75 mcg de ácido fólico);
  • Amêndoa, avelã e amendoim;
  • Fígado (100g  = 217 mcg de ácido fólico);
  • Lentilhas (1 xícara cozida = 360 mcg de ácido fólico);
  • Levedura, soja, milho e cereais;
  • Espinafre, brócolis, couves e todos os vegetais verdes (10 folhas de alface= 136 mcg  de ácido fólico);
  • Caju;
  • Ovos (1 unidade = 24 mcg de ácido fólico);
  • Leite

Também é necessária uma avaliação médica, para determinar se a anemia megaloblástica é causada por dificuldade na absorção da vitamina B12 e/ou ácido fólico e, em alguns casos, será necessária a reposição destes nutrientes.

Para uma avaliação da existência da anemia,da sua causa (etiologia) e do tratamento necessário, deve ser procurado um médico clínico geral ou pediatra, no caso das crianças.

Que alimentos e bebidas devem ser evitados durante a gravidez?

Os alimentos e as bebidas que devem ser evitados durante a gravidez são principalmente os alimentos crus (ovos, carnes, peixes, frutos do mar), leite e derivados não pasteurizados e bebidas alcoólicas. ​​

O objetivo da restrição alimentar na gestação é evitar sobretudo a listeriose e a toxoplasmose, doenças simples e benignas, mas que podem trazer complicações para o bebê. 

Alguns alimentos e bebidas que a mulher deve evitar durante a gravidez:

  • Leite não pasteurizado ou qualquer derivado feito com leite não pasteurizado, como alguns queijos, por exemplo;
  • Peixe cru (sushi, sashimi, salmão defumado);
  • Frutos do mar crus;
  • Carne crua ou mal passada;
  • Ovos crus ou doces preparados com ovo cru;
  • Enchidos (se forem assados, fritos ou cozidos, pode);
  • Bebidas alcoólicas;
  • Bebidas com cafeína, como café, chá e refrigerantes tipo cola.

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​O álcool pode ser prejudicial para o desenvolvimento do feto e as bebidas estimulantes como o café devem ser evitadas ou ingeridas com moderação.

Além da restrição alimentar, é preciso ter alguns cuidados na preparação e manuseio dos alimentos, como:

  • Preferir presunto fatiado e embalado na fábrica do que cortado na hora;
  • Cozinhar bem todo tipo de carne e peixe antes de comer;
  • Antes de comer, deixar as frutas e os legumes imersos numa solução com 1 colher de sopa de água sanitária (indicada para alimentos) para cada litro de água, durante 15 a 20 minutos minutos;
  • Lavar bem as mãos antes de manusear os alimentos e sentar-se à mesa para comer;
  • Limpar regularmente a geladeira e os armários com água sanitária.

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Quais são os alimentos permitidos e proibidos para quem tem doença celíaca?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

Os alimentos proibidos para portadores de doença celíaca são todos aqueles que contenham trigo, centeio, cevada, malte e aveia ou seus derivados.

Entre eles, podemos citar massas, farinhas, pães, bolos, achocolatados maltados (tipo Ovomaltine®), embutidos como salsicha e salame, patês desses embutidos, alimentos empanados, granolas, cereais matinais e muitos outros. Vários doces, produtos lácteos e condimentos também são proibidos.

Todos os outros alimentos são permitidos. Em especial, arroz, batata, milho, mandioca, cará e inhame são comumente utilizados como substitutos dos cereais restritos. Todos os sucos de fruta natural, leites integrais e desnatados, café e a maioria dos queijos e iogurtes naturais também são permitidos, bem como carnes, frango, peixes, presunto e linguiça caseira assim como condimentos naturais.

No Brasil, existe uma lei que determina que todos os alimentos industrializados de risco estejam claramente identificados com a frase "CONTÉM GLÚTEN". Essa frase frequentemente se localiza na embalagem, junto à lista de ingredientes.

Que alimentos devo evitar antes e depois de uma cirurgia?

Alguns alimentos que devem ser evitados antes e depois de uma cirurgia são aqueles que podem intensificar o processo inflamatório, prejudicar a cicatrização ou dificultar a absorção de nutrientes. Alguns deles:

  • Gordura saturada, açúcar, alimentos industrializados com corantes e conservantes químicos: Prejudicam a cicatrização;
  • Camarão: Contém altas concentrações de quitosana, uma substância que  favorece a inflamação da pele;
  • Carne de porco: Contribui para a inflamação da pele, além de aumentar os riscos de formação de queloide (cicatrização com uma quantidade elevada de colágeno);
  • Soja: Possui fito-hormônios chamados isoflavonas, que estimulam a liberação de substâncias que podem aumentar a inflamação;
  • Pimenta: Contém capsaicina, que pode ser agressiva para a pele;
  • Chá preto, café e bebidas com cafeína: Dificultam a absorção de nutrientes, essenciais para a recuperação da cirurgia.

Os alimentos que devem ser evitados antes e depois de uma cirurgia variam de acordo com o tipo de operação. Cabe ao médico cirurgião responsável orientar o paciente quanto à alimentação que este deve seguir, para uma melhor recuperação.

Alimentos reimosos prejudicam a cicatrização?

Não existem evidências científicas de que os alimentos reimosos prejudiquem a cicatrização. Os alimentos popularmente chamados de reimosos são, em geral, alimentos com grande concentração de gordura e por isso de difícil digestão. 

Esse excesso de gordura pode provocar dor de estômago, diarreia, mas não vai prejudicar a cicatrização. Trata-se de uma crença popular.

Porém, existem alguns alimentos, como os crustáceos (camarão, caranguejo, lagosta) que produzem substâncias inflamatórias e que podem, por essa razão, terem originado a crença.

A cicatrização não está propriamente relacionada ao tipo de alimento que o paciente come, mas sim às condições que existem para o corpo realizar esse processo.

Isso significa que para produzir as células necessárias para a cicatrização, o corpo precisa das substâncias necessárias para o efeito, como proteínas, líquidos e calorias. Os alimentos considerados reimosos, não interferem na formação do novo tecido.

Estou ou tive infecção renal e fiquei internada 3 dias...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Com relação ao exame de controle para ver se a infecção curou ou não curou, não há uma regra fixa, alguns médicos pedem outros não, no seu caso o ideal seria fazer (infecção que precisou internar), então seria prudente procurar um médico e providenciar o exame. O omeprazol pode ser usado para aliviar os sintomas estomacais do uso dos antibióticos. Em relação a alimentação não existe um regra fixa, você é que deve observar que tipos de alimento lhe fazem mal e não comê-los mais ou evitá-los ao máximo.

Quais são os alimentos com ômega 3?

Os alimentos ricos em ômega 3 são os peixes marinhos de água fria e profunda, como salmão, sardinha, cavala, arenque e atum. O ômega 3 também está presente em boas quantidades em alguns alimentos de origem vegetal, como sementes de linhaça, amêndoas, nozes e óleos de canola e soja.

Os peixes de água salgada são mais ricos em ômega 3 porque se alimentam de algas que têm grandes concentrações desse nutriente.

Contudo, peixes brancos com pouca gordura, como o bacalhau e o linguado, fornecem baixas doses de ômega 3 e não são considerados boas fontes desses ácidos graxos.

Abaixo seguem as quantidades de ômega 3 encontradas em cada 100 g de alguns tipos de peixe:

  • Cavala: 2,5 g;
  • Salmão: 1,8 g
  • Sardinha: 1,7 g;
  • Arenque 1,6 g;
  • Atum branco: 0,7 g.

Já os óleos de canola e soja contêm 9% e 7% de ômega 3 em suas composições, respectivamente.

O consumo diário de ômega 3 deve ser superior a 1,8 g, o equivalente a 300 g de peixe por semana. Os outros alimentos devem ser incluídos na dieta diária sempre que possível.

O ômega 3 é uma gordura boa e necessária para o nosso organismo, sobretudo pelos benefícios que traz ao sistema cardiovascular, prevenindo a formação de coágulos (trombose) e o depósito de gordura nas paredes das artérias.

Saiba mais em: Quais são os benefícios do ômega 3?

Por isso, recomenda-se o consumo de peixes ricos em ômega 3 pelo menos duas vezes por semana. Vale lembrar que, embora nem todos os peixes sejam boas fontes de ômega 3, o consumo regular de diferentes tipos de peixe pode fornecer quantidades significativas do nutriente.

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