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Ômega 3, 6 e 9: Para que servem e quais são os seus benefícios?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os ômegas 3, 6 e 9 são gorduras saudáveis que servem principalmente para prevenir derrames, infartos e tromboses, atuando sobretudo na redução das taxas de colesterol ruim e triglicerídeos sanguíneos.

Além disso, os ômegas 3, 6 e 9 são essenciais para a construção da membrana celular, trazem benefícios para a pele, sistema imunológico, cognição, emagrecimento, contribuindo de diversas formas para o bom funcionamento do organismo.

Ômega 3

O ômega 3 (ácido alfa-linolênico) "afina" o sangue, ajudando a impedir a formação de placas de gordura e coágulos (trombose) que podem provocar infarto do miocárdio e derrames. Por diminuir a viscosidade do sangue, ele também melhora a circulação sanguínea, aumentando a nutrição e oxigenação dos tecidos.

Outra capacidade do ômega 3 é a de diminuir o colesterol ruim (LDL) e os triglicerídeos e aumentar o bom colesterol (HDL). Assim, o ômega 3 previne o depósito dessas gorduras nas paredes das artérias (aterosclerose), uma das principais causas de ataque cardíaco.

O ômega 3 também tem ação vasodilatadora, ou seja, relaxa as artérias, ajudando a baixar a pressão arterial.

Na gravidez, auxilia o crescimento e o desenvolvimento do feto e de todo o seu sistema nervoso, estimulando o cérebro e potencializando as transmissões entre as células nervosas. Após o nascimento, principalmente entre os 6 e os 12 meses de idade, o ômega 3 aumenta o campo de visão e o desenvolvimento neuropsicomotor da criança.

O uso de ômega 3 também é benéfico para a saúde mental e cognição, melhorando o humor, a motivação, a memória, a concentração e o aprendizado.

Por ajudar a controlar o apetite e potencializar a ação da insulina, o ômega 3 pode contribuir para o processo de emagrecimento.

Saiba mais em: Tomar ômega 3 emagrece?

O ômega 3 está presente principalmente em peixes como salmão, atum, sardinha, truta, cavala e arenque. Médicos sugerem o consumo de peixes na alimentação, pelo menos duas vezes por semana.

Ômega 6

O ômega 6 (ácido linoleico) age principalmente no controle do colesterol, reduzindo o colesterol ruim e os triglicerídeos. Assim, o ômega 6 ajuda a prevenir doenças cardiovasculares.

Os benefícios do ômega 6 estão relacionados com o seu efeito sobre os vasos sanguíneos. Ele previne a formação de coágulos que podem se desprender da parede da artéria e obstruir o fluxo sanguíneo (trombose) mais adiante, causando infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e acidente vascular cerebral ("derrame").

O ômega 6 também evita o depósito de gordura (colesterol) nas paredes das artérias, uma condição chamada aterosclerose, considerada uma das principais causas de infarto do miocárdio.

Além disso, atua positivamente no sistema imunológico, na regulação da temperatura corporal e no equilíbrio de água pelo corpo.

Assim como o ômega 3, o ômega 6 é considerado essencial, já que não é produzido pelo organismo e, portanto, precisa ser ingerido através da alimentação. As principais fontes de ômega 6 são os óleos de girassol, milho e soja, as castanhas e as nozes.

Ômega 9

Diferentemente dos ômegas 3 e 6, que não são produzidos pelo organismo e por isso precisam ser obtidos através da alimentação, o ômega 9 pode ser sintetizado pelo corpo, desde que haja ômega 3 e 9 disponíveis.

O ômega 9 (ácido oleico) desempenha um importante papel na produção de hormônios, além de contribuir para níveis mais saudáveis de triglicerídeos e ajudar a baixar os níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentar o bom (HDL).

Esses benefícios do ômega 9 são devidos à boa quantidade de fitosteróis que ele possui, e que também podem auxiliar na diminuição da circunferência abdominal.

O ácido oleico oferece uma poderosa ação anti-inflamatória e antioxidante, combatendo a ação nociva dos radicais livres, ajudando a prevenir doenças cardiovasculares, câncer e envelhecimento precoce.

O ômega 9 está muito presente no azeite, mas também pode ser encontrado em grandes quantidades nos óleos de sementes de uva, canola, gergelim, girassol, soja, palma. Outras fontes de ômega 9 são as castanhas, amêndoas, nozes e o abacate.

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Que alimentos e bebidas devem ser evitados durante a gravidez?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os alimentos e as bebidas que devem ser evitados durante a gravidez são principalmente:

  • Alimentos crus (ovos, carnes, peixes, frutos do mar)
  • Alimentos mal cozidos
  • Leite e derivados não pasteurizados
  • Café ou alimentos que contenham cafeína em excesso
  • Adoçante e
  • Bebidas alcoólicas.

Os alimentos crus ou mal cozidos, e derivados de leite não pasteurizados, podem conter bactérias e outros micro-organismos perigosos para a gestação. Sua contaminação pode causar complicações e doenças graves tanto para a mãe quanto para o bebê, como diarreia, desidratação e malformações fetais. Doenças como a listeriose, salmonelose e a toxoplasmose, que são doenças simples, causadas por alimentos contaminados, por vezes benignas, podem causar malformações e sequelas para o bebê, por isso devem ser evitados.

O adoçante está relacionado a alterações na formação do bebê quando em doses altas, portanto é recomendado a sua substituição por açúcar mascavo ou demerara durante a gestação, ou ainda sucralose para as gestantes diabéticas.

As bebidas que contém cafeína devem ser controladas, na verdade não são contraindicadas, mas estudos apontam para um aumento da mortalidade fetal e crescimento intrauterino reduzido, quando o consumo é muito alto. Por isso é recomendado não ultrapassar a dose de 300mg/dia, lembrando que não só o café contém cafeina, mas refrigerantes, alguns chás, entre outros.

Leia também: Tomar refrigerante durante a gravidez faz mal?

Bebidas alcoólicas são prejudiciais para o desenvolvimento do feto e as bebidas estimulantes, por isso são fortemente contraindicadas.

Outros cuidados na alimentação da gestante

Além da restrição alimentar, é preciso ter alguns cuidados na preparação e manuseio dos alimentos, como:

  • Preferir presunto fatiado e embalado na fábrica do que cortado na hora;
  • Cozinhar bem todo tipo de carne e peixe antes de comer;
  • Antes de comer, deixar as frutas e os legumes imersos numa solução de limpeza (indicada para alimentos), durante 15 a 20 minutos minutos;
  • Evitar comer saladas e legumes crus fora de casa, ou locais que não tenha plena confiança no preparo da comida;
  • Lavar bem as mãos antes de manusear os alimentos e sentar-se à mesa para comer;
  • Limpar regularmente a geladeira e os armários com produtos de higiene adequados.

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Para que serve o ômega 6?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

O ômega 6 serve principalmente para reduzir o colesterol ruim (LDL) e os triglicerídeos, ajudando a prevenir doenças cardiovasculares, infarto e derrames.

Os benefícios do ômega 6 estão relacionados principalmente com o seu efeito sobre os vasos sanguíneos, por prevenir a formação de coágulos que podem se desprender da parede da artéria e obstruir o fluxo sanguíneo (trombose), causando infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e acidente vascular cerebral ("derrame").

O ômega 6 também evita o depósito de gordura (colesterol) nas paredes das artérias, uma condição chamada aterosclerose, considerada uma das principais causas de infarto do miocárdio.

Além disso, o ômega 6 atua positivamente no sistema imunológico, na regulação da temperatura corporal e na perda de água pelo corpo.

Também conhecido como ácido linoleico, o ômega 6 é um ácido graxo poli-insaturado, um tipo de gordura "boa" encontrada em alguns alimentos sob a forma de óleos.

Assim como o ômega 3, o ômega 6 é considerado essencial, já que não é produzido pelo organismo e, portanto, precisa ser ingerido através da alimentação. As principais fontes de ômega 6 são os óleos de girassol, milho e soja, as castanhas e as nozes.

Apesar dos seus benefícios, a ingestão de ômega 6 em excesso pode aumentar o risco de processos inflamatórios no corpo e outros efeitos indesejáveis, portanto para mais esclarecimentos quanto a quantidade de consumo e fontes de nutrição do óleo, é importante que agende uma consulta com seu médico da família, nutrólogo ou nutricionista.

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Aveia prende ou solta o intestino?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A aveia ajuda a soltar o intestino, por ser um alimento rico em fibras. As fibras favorecem a passagem do bolo fecal pelo intestino, melhorando o trânsito intestinal e prevenindo a prisão de ventre. Porém, o consumo de aveia em flocos, farelo ou farinha deve se acompanhado por uma boa hidratação. Caso contrário, as fezes ficam secas e endurecidas e ocorre o efeito contrário, ou seja, o intestino fica “preso”.

Também é importante ressaltar que existem dois tipos de fibras: solúveis (dissolvem-se em água) e insolúveis (não se dissolvem em água). A aveia é uma excelente fonte de fibras solúveis, principalmente o farelo de aveia, que tem mais fibras que os grãos e muito mais que a farinha.

Apesar dessas fibras serem muito benéficas para a saúde, não são as mais indicadas para soltar o intestino. Para isso, são recomendadas as fibras insolúveis, presentes em alimentos como feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico, arroz e pão integrais, farelo de trigo, verduras folhosas, brócolis, couve-flor, casca e bagaço de frutas.

As fibras insolúveis deixam as fezes mais macias (desde que haja uma boa ingestão de água), aumentam o volume das fezes, os movimentos intestinais e o número de evacuações. Por isso, os alimentos ricos nesse tipo de fibra são indicados em casos de prisão de ventre.

Quais são os benefícios da aveia?

A aveia é rica em fibras solúveis, sendo a principal delas o beta-glucano. Essas fibras formam uma espécie de gel no estômago, tornando o esvaziamento gástrico mais lento e prolongando assim a sensação de saciedade. Por isso, a aveia muitas vezes está incluída nas dietas para emagrecer.

O beta-glucano da aveia também reduz a absorção de gorduras, açúcar e toxinas cancerígenas pelo intestino. Assim, a aveia é indicada para auxiliar o controle do diabetes e do colesterol, além de ajudar a prevenir câncer de intestino.

As fibras da aveia também sofrem um processo de fermentação, que favorece o desenvolvimento de bactérias no intestino que são importantes para as defesas do organismo.

Portanto, o consumo de aveia pode trazer diversos benefícios à saúde. Mas para soltar o intestino, as fibras insolúveis, presentes em outros alimentos, são mais indicadas. Ainda assim, vale lembrar que a ingestão de aveia deve ser acompanhada por um consumo adequado de água para não causar prisão de ventre.

Quais são os alimentos permitidos e proibidos para quem tem doença celíaca?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

Os alimentos proibidos para portadores de doença celíaca são todos aqueles que contenham trigo, centeio, cevada, malte e aveia ou seus derivados.

Entre eles, podemos citar massas, farinhas, pães, bolos, achocolatados maltados (tipo Ovomaltine®), embutidos como salsicha e salame, patês desses embutidos, alimentos empanados, granolas, cereais matinais e muitos outros. Vários doces, produtos lácteos e condimentos também são proibidos.

Todos os outros alimentos são permitidos. Em especial, arroz, batata, milho, mandioca, cará e inhame são comumente utilizados como substitutos dos cereais restritos. Todos os sucos de fruta natural, leites integrais e desnatados, café e a maioria dos queijos e iogurtes naturais também são permitidos, bem como carnes, frango, peixes, presunto e linguiça caseira assim como condimentos naturais.

No Brasil, existe uma lei que determina que todos os alimentos industrializados de risco estejam claramente identificados com a frase "CONTÉM GLÚTEN". Essa frase frequentemente se localiza na embalagem, junto à lista de ingredientes.

Quais são os alimentos com ômega 3?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Os alimentos ricos em ômega 3 são os peixes marinhos de água fria e profunda, como salmão, sardinha, cavala, arenque e atum. O ômega 3 também está presente em boas quantidades em alguns alimentos de origem vegetal, como sementes de linhaça, amêndoas, nozes e óleos de canola e soja.

Os peixes de água salgada são mais ricos em ômega 3 porque se alimentam de algas que têm grandes concentrações desse nutriente.

Contudo, peixes brancos com pouca gordura, como o bacalhau e o linguado, fornecem baixas doses de ômega 3 e não são considerados boas fontes desses ácidos graxos.

Já os óleos de canola e soja contêm 9% e 7% de ômega 3 em suas composições, respectivamente.

O consumo diário de ômega 3 deve ser superior a 1,8 g, o equivalente a 300 g de peixe por semana.

O ômega 3 é uma gordura necessária para o nosso organismo, sobretudo pelos benefícios que traz ao sistema cardiovascular, prevenindo a formação de coágulos (trombose) e o depósito de gordura nas paredes das artérias.

Saiba mais em: Quais são os benefícios do ômega 3?

Por isso, recomenda-se o consumo de peixes ricos em ômega 3 ou de alimentos vegetais com esse nutriente pelo menos duas vezes por semana. Vale lembrar que, embora nem todos os peixes sejam boas fontes de ômega 3, o consumo regular de diferentes tipos de peixe pode fornecer quantidades significativas do nutriente.

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Meu filho não quer comer, diz ter nojo da comida...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Deve iniciar consultando seu filho em um pediatra.

Alimentos com prazo de validade vencido: posso comer? Quais os riscos?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Não se deve comer alimentos com prazo de validade vencido, pois o alimento pode estar estragado e contaminado com bactérias, o que pode trazer sérios riscos à saúde devido ao risco de intoxicação alimentar.

Após um tempo determinado, o alimento torna-se um foco de proliferação de micro-organismos de todos os tipos. Se for ingerido, pode provocar náuseas, vômitos, diarreia e dores abdominais. Nos casos mais graves, esses sintomas podem evoluir para quadros graves e provocar a morte.

Há ainda o risco de botulismo, um tipo grave de intoxicação alimentar que provoca paralisia muscular progressiva e que pode levar ao óbito devido à paralisia dos músculos respiratórios.

É verdade que comer um alimento que esteja vencido há um ou dois dias dificilmente irá trazer riscos para a saúde, pois existe uma margem de tolerância para definir o prazo de validade, entretanto não sabemos se isso ocorre mesmo em todos os produtos, ou de quanto tempo seria essa marem.

Portanto, não é recomendável comer nenhum alimento com prazo de validade vencido, uma vez que essa margem de segurança varia de acordo com cada fabricante. Além disso, é preciso lembrar que depois do prazo de validade o fabricante já não garante a qualidade do produto.

Além de verificar o prazo de validade, antes de ingerir qualquer alimento é importante observar se existem alterações na embalagem, na cor, no odor e na textura. Caso se verifique alguma alteração, mesmo se o estiver dentro do prazo de validade, o melhor é não consumir.

Em caso de intoxicação alimentar devido ao consumo de alimentos fora do prazo de validade, procure um serviço de emergência médica.

Leia também:O que é intoxicação alimentar e quais os sintomas?

Estou ou tive infecção renal e fiquei internada 3 dias...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Com relação ao exame de controle para ver se a infecção curou ou não curou, não há uma regra fixa, alguns médicos pedem outros não, no seu caso o ideal seria fazer (infecção que precisou internar), então seria prudente procurar um médico e providenciar o exame. O omeprazol pode ser usado para aliviar os sintomas estomacais do uso dos antibióticos. Em relação a alimentação não existe um regra fixa, você é que deve observar que tipos de alimento lhe fazem mal e não comê-los mais ou evitá-los ao máximo.

Quais os alimentos que contêm carboidratos?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Quase todos com exceção das carnes e dos vegetais que comemos apenas as folhas. Claro que a quantidade de carboidratos varia bastante de alimento para alimento. Os que contêm mais carboidratos são os alimentos doces em geral, todos aqueles preparados a base de farinha de qualquer tipo e alimentos como batata, arroz (todos aqueles que depois de cozidos ficam parecendo uma massa).

Dieta Low Carb: como funciona, lista de alimentos, benefícios e riscos
Dra. Juliana Guimarães
Dra. Juliana Guimarães
Enfermeira doutorada em Saúde Pública

A dieta low carb consiste em uma alimentação com baixa ingestão de carboidratos. Neste plano alimentar não se come pães e massas brancas.

Estes alimentos são substituídos por carboidratos de boa qualidade que não se transformem facilmente em açúcar e que, posteriormente, se acumularão em forma de gordura durante o seu metabolismo.

Lista de alimentos low carb: o que comer? Proteínas saudáveis
  • Peixes (ex.: salmão, tilápia, pescada, robalo, atum, cavala);
  • Carnes brancas e vermelhas magras grelhadas (frango, patinho, carne de porco, camarão, frutos do mar);
  • Ovos;
  • Bacon e linguiça podem ser ingeridos moderadamente, não se transformando em rotina.

Hortaliças e legumes
  • Alface;
  • Couve;
  • Rúcula;
  • Agrião;
  • Brócolis;
  • Couve-flor;
  • Tomate;
  • Cebola;
  • Berinjela;
  • Acelga;
  • Espinafre;
  • Nabo;
  • Abobrinha;
  • Repolho roxo;
  • Repolho branco;
  • Cenoura;
  • Pimentão.

Gorduras boas
  •  Azeite;
  • Abacate;
  • Leite;
  • Óleo de canola;
  • Óleo de coco;
  • Castanhas de caju;
  • Castanhas-do-pará;
  • Nozes;
  • Amêndoas.

Carboidratos de qualidade
  • Feijão;
  • Lentilha;
  • Batata doce;
  • Batata baroa;
  • Arroz integral;
  • Massas integrais.

Frutas
  • Frutas vermelhas (morango);
  • Abacate;
  • Coco;
  • Melão;
  • Mamão;
  • Pêra;
  • Melancia;
  • Banana.

Benefícios da dieta low carb
  • Ajuda a perda de peso e o emagrecimento;
  • Auxilia na regulação dos níveis de glicose no sangue;
  • Reduz o excreção de insulina e ajuda na queima de gordura abdominal.
Riscos da dieta low carb
  • Hipoglicemia: redução exagerada dos níveis de glicose que causa a sensação de fraqueza provocada pela alta redução ou exclusão de carboidratos da alimentação;
  • Falta de energia: a glicose produz energia e não pode ser retirada bruscamente da rotina alimentar.
  • Antes de iniciar qualquer plano alimentar, se deve fazer avaliação do estado de saúde e a alimentação deverá ser orientada por nutricionista ou médico especializado em nutrição.
Como funciona e como fazer a dieta low carb

A base da dieta low carb são as proteínas, vegetais e as gorduras consideradas boas. Estes alimentos reduzem a secreção de insulina, hormônio secretado pelo pâncreas, que regula o nível de glicose no sangue.

Evitar alimentos industrializados. Quanto mais naturais os alimentos, melhor!

Se pode comer sempre que tiver fome!

Quais os alimentos ricos em vitamina D?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

A vitamina D desempenha funções importantes para o organismo. Ela atua fixando o cálcio nos ossos, auxilia no equilíbrio hormonal e ajuda a regular o sistema imunológico.

Os alimentos de origem animal são os que possuem maior quantidade de vitamina D, como os peixes gordurosos. Alguns vegetais também dispõem deste nutriente, a exemplo dos cogumelos.

Que alimentos têm vitamina D? Salmão: alimento rico em vitamina D.
  • Óleo de fígado de bacalhau
  • Salmão cozido
  • Cavala
  • Caviar
  • Atum
  • Sardinhas enlatadas
  • Arenque fresco
  • Ostras cruas
  • Bife de vaca
  • Fígado de galinha
  • Fígado bovino assado
  • Leite Ninho fortificado
  • Iogurte
  • Manteiga
  • Queijo cheddar
  • Cereal enriquecido com vitamina D
  • Ovo cozido (a vitamina D se concentra na gema)
  • Cogumelos (Alguns tipos de funghi, quando mais expostos à luz solar)
Vitamina D x Exposição solar A exposição à luz solar é a principal responsável pela produção de vitamina D pelo organismo.

A exposição é uma das principais maneiras de se obter vitamina D. Os raios ultravioleta, presentes na luz solar, possibilitam que seja produzida pela pele.

Ainda não há consenso sobre o tempo de exposição solar adequado à produção da vitamina D pelo organismo, entretanto alguns estudos mostram que um tempo entre 5 e 15 minutos de exposição de regiões do corpo como rosto, pescoço, braços, e pernas seja suficiente para a produção da vitamina.

Alguns fatores como período do dia no qual ocorre a exposição ao sol, a estação do ano, a poluição e a cidade em que a pessoa vive influenciam na produção da vitamina D.

Apesar de os raios solares serem necessários à sintetização da vitamina D, é preciso estar atento à exposição solar. Deve-se evitar a exposição solar por grandes períodos de tempo e em horários nos quais o sol está mais forte.

É importante usar protetor solar para prevenir câncer de pele. Pessoas com pele mais escuras precisam de mais tempo de exposição, porém também precisam de proteção ao sol quando exposta por tempo prolongado.

Vitamina D e vegetarianismo

Os vegetais, leguminosas e cereais não possuem vitamina D. Os cogumelos que são cultivados expostos ao sol, são a fonte mais rica deste nutriente no reino vegetal. Junto com a exposição solar, o consumo de cogumelos são as formas pelas quais vegetarianos e veganos que não consomem ovos, leite e derivados têm de produzir vitamina D.

Posso usar suplemento de vitamina D?

A suplementação de vitamina D só está indicada em raras situações de deficiência importante de vitamina D no sangue. A grande maioria das pessoas consegue sintetizar toda a vitamina D necessária através da exposição solar e ingesta de alimentos. Apenas utilize o suplemento de vitamina D mediante orientação médica ou de nutricionista.

É importante lembrar que tanto a deficiência quanto o excesso de vitamina D no sangue, trazem riscos à saúde. Portanto, nunca inicie reposição dessa ou qualquer outra vitamina antes de uma avaliação e dosagem no sangue.

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